Afresco

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O afresco,[1][2] também conhecido por fresco[3] em português europeu, é uma obra pictórica feita sobre uma parede ou teto, com base de gesso ou argamassa. Assume frequentemente a forma de mural.

A técnica é utilizada desde antiguidade, estando intimamente relacionada com a pintura italiana renascentista.[4][5]

Técnica[editar | editar código-fonte]

Essa técnica era utilizada por gregos e romanos para representar grandes temas; antigas crônicas informam sobre decorações em afresco na Pinacoteca da Acrópole de Atenas, executadas por Polignoto de Tasos ({-séc|V}}), tendo como tema os afrescos de Lesche.[necessário esclarecer] São ainda conhecidos os pintores Apeles e Antífilo (c. 310–280 a.C.) que utilizaram a mesma técnica. Estas pinturas são somente conhecidas por informações escritas. As pinturas remanescentes de afrescos antigos são as de Pompeia e Herculano, que estiveram muito tempo sob a lava do Vesúvio. Sobre estes afrescos, crê-se terem havido retoques feitos a seco, em "fresco seco" e encáustica.

Afrescos de todas as épocas podem ser admirados na Itália e vários deles são obras primas da arte ocidental. Mestres da arte medieval, renascentista e barroca empregaram este médium (meio). Os mais célebres são Giotto (1266/7–1337), Masaccio (1401–1428), Fra Angelico (1387–1455), Piero della Francesca (1410/20–1492), Luca Signorelli (1441/50–1523), Michelangelo (1475–1564), Rafael (1483–1520), Pietro de Cortona (1596–1669) e Giovanni Tiepolo (1696–1770).

As etapas do afresco são a preparação do suporte, a preparação e a colocação do arriciatto e do intonaco, os métodos de transferência do estudo para o intonaco, a pintura do afresco e criação da camada de cristalização.

Exemplos de afrescos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «afresco». Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora. Infopédia 
  2. «afresco». Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Priberam Informática 
  3. «fresco». Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Priberam Informática 
  4. Mora, Paolo; Mora, Laura; Philippot, Paul (1984). Conservation of Wall Paintings. [S.l.]: Butterworths. pp. 34–54. ISBN 0-408-10812-6 
  5. Ward, Gerald W. R., ed. (2008). The GroveEncyclopedia of Materials and Techniques in Art. [S.l.]: Oxford University Press. pp. 223–5. ISBN 978-0-19-531391-8 
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