Escudo das Guianas

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Escudo das Guianas
Extensão do planalto (dentro da linha vermelha)
Localização
Localização Norte da América do Sul
País(es)
Características
Altitude máxima 2.993,8[1] m
Cumes mais altos Pico da Neblina e Monte Roraima

O escudo das Guianas, ou planalto das Guianas, é uma formação do relevo da América do Sul localizada entre o oceano Atlântico e as planícies amazônica e do Orinoco.[2] Constituída de terrenos basicamente cristalinos, a região tem forma grosseiramente circular e prolonga-se através da área de fronteira entre Brasil, Venezuela e Guianas, apresentando contudo uma fração no território da Colômbia.

Acredita-se que os planaltos das Guianas e Brasileiro tenham sido unidos em épocas geológicas remotas e que a cisão entre eles tenha dado surgimento à bacia amazônica.[2] [3] A região serrana é constituída — de oeste para leste — pelas serras do Imeri, Parima, Pacaraima, Acaraí e Tumucumaque.[2] É na serra do Imeri que se encontra o ponto mais altos do Brasil, o pico da Neblina, nas imediações do extremo norte do estado do Amazonas, com 2.993 metros de altitude, sendo igualmente o ponto mais elevado de todo o planalto.[1] [nota 1] Toda a formação geológica do planalto é muito vetusta, sendo uma das zonas mais antigas da terra, datada da era pré-câmbrica.

A floresta amazônica e as áreas de cerrado, este sobretudo no estado de Roraima, cobre toda a área do escudo que é drenada pelos rios da bacia amazônica, do Orinoco e os de bacias independentes, como Oiapoque, Essequibo, Courantyne, Maroni e Mazaruni.

Pela orografia acentuada, a região é rica em quedas d'água, como é o caso das cataratas de Kaieteur e Urenduíque,[4] nas proximidades da fronteira Brasil–Guiana.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Precisamente 2.993,8 metros, ou seja, 20,3 metros mais baixo do que se acreditava até então. Essa medida da montanha foi retificada em 2005, após medições mais precisas por GPS.

Referências

  1. a b Da redação (15 de setembro de 2004). Pico da Neblina: Ponto culminante "perdeu" 20,3 metros UOL Educação. Visitado em 29 de setembro de 2015.
  2. a b c Aziz Nacib Ab'Sáber. Amazônia: do discurso à práxis. [S.l.]: EdUSP, 1996. 319 p. ISBN 9788531400919
  3. Adm. do IBGE. Boletim geográfico, Edições 226-231. [S.l.]: Departamento de Documentação e Divulgação Geográfica e Cartográfica do IBGE, 1972.
  4. Adm. do conselho. Anais do Congresso Brasileiro de Geografia. [S.l.]: Conselho Nacional de Geografia, 1942.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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