Escudo das Guianas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Planalto das Guianas)
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde fevereiro de 2014). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Escudo das Guianas
Extensão do planalto (dentro da linha vermelha)
Localização
Localização Norte da América do Sul
País(es)
Características
Altitude máxima 2995,3[1] m
Cumes mais altos Pico da Neblina e Monte Roraima

O escudo das Guianas ou planalto das Guianas é uma formação do relevo da América do Sul localizada entre o oceano Atlântico e as planícies amazônica e do Orinoco.[2] Constituída de terrenos basicamente cristalinos, a região tem forma grosseiramente circular e prolonga-se através da área de fronteira entre Brasil, Venezuela e Guianas, apresentando contudo uma fração no território da Colômbia.

Acredita-se que os planaltos das Guianas e Brasileiro tenham sido unidos em épocas geológicas remotas e que a cisão entre eles tenha dado surgimento à bacia amazônica.[2][3] A região serrana é constituída — de oeste para leste — pelas serras do Imeri, Parima, Pacaraima, Acaraí e Tumucumaque.[2] É na serra do Imeri que se encontra o ponto mais altos do Brasil, o pico da Neblina, nas imediações do extremo norte do estado do Amazonas, com 2995 metros de altitude, sendo igualmente o ponto mais elevado de todo o planalto.[1] Toda a formação geológica do planalto é muito vetusta, sendo uma das zonas mais antigas da Terra, datada da era pré-câmbrica.

A floresta amazônica e as áreas de cerrado, este sobretudo no estado de Roraima, cobre toda a área do escudo que é drenada pelos rios da bacia amazônica, do Orinoco e os de bacias independentes, como Oiapoque, Essequibo, Courantyne, Maroni e Mazaruni.

Pela orografia acentuada, a região é rica em quedas d'água, como é o caso das cataratas de Kaieteur e Urenduíque,[4] nas proximidades da fronteira Brasil–Guiana.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Notas

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (29 de fevereiro de 2016). «Geociências: IBGE revê as altitudes de sete pontos culminantes». IBGE (Comunicação Social). Consultado em 2 de março de 2016. 
  2. a b c Aziz Nacib Ab'Sáber (1996). Amazônia: do discurso à práxis EdUSP [S.l.] p. 319. ISBN 9788531400919. 
  3. Adm. do IBGE (1972). Boletim geográfico, Edições 226-231 Departamento de Documentação e Divulgação Geográfica e Cartográfica do IBGE [S.l.] 
  4. Adm. do conselho (1942). Anais do Congresso Brasileiro de Geografia Conselho Nacional de Geografia [S.l.] 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre Geografia do Brasil é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.