Rogério Pinheiro

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Rogério Pinheiro
Informações pessoais
Nome completo Rogério Pinheiro dos Santos
Data de nasc. 21 de abril de 1972 (45 anos)
Local de nasc. Angra dos Reis, RJ,  Brasil
Altura 1,84 m
Informações profissionais
Clube atual Aposentado
Posição Zagueiro
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1991-1994
1995
1996
1996
1997-2001
2002
2002-2003
2003-2005
2006-2008
2009
Brasil Botafogo
Brasil São Paulo
Brasil Fluminense
Brasil Atlético Mineiro
Brasil São Paulo
Brasil Portuguesa
Brasil Vasco da Gama
Coreia do Sul Pohang Steelers
Coreia do Sul Gyeongnam
Brasil Figueirense
28 (2)
12 (0)
00 (0)
23 (2)
53 (4)
00 (0)
13 (0)
74 (5)
66 (3)
0 (0)

Rogério Pinheiro dos Santos (Angra dos Reis, 21 de abril de 1972), mais conhecido por Rogério Pinheiro ou por Santos (na Coreia do Sul), é um ex-futebolista brasileiro.

Começou sua carreira no Botafogo, no ano de 1991. Fez parte do elenco vice-campeão brasileiro no ano seguinte, e em 1994 deixou o Glorioso.

A primeira passagem no São Paulo e fracasso nas Laranjeiras[editar | editar código-fonte]

Em 1995, Rogério Pinheiro assinou contrato com o São Paulo, onde não teve uma boa passagem, tendo disputado apenas 12 partidas. Após essa primeira passagem no tricolor paulista, o zagueiro foi para o Fluminense, mas ele não teve nenhuma chance no time das Laranjeiras.

Ainda em 1996, Rogério assinou com o Atlético Mineiro, e teve uma discreta passagem, no entanto melhor que as duas anteriores (26 partidas e dois gols).

Retorno ao Tricolor Paulista e desilusões na Lusa e no Vasco[editar | editar código-fonte]

Com a carreira reerguida, Rogério Pinheiro voltou ao São Paulo, desta vez para ser um dos líderes da defesa tricolor. Sua segunda passagem pelo São Paulo foi a melhor dele em território brasileiro: 53 partidas e quatro gols. Em 2001, Rogério saiu de vez do time, mas não deixou a cidade: foi contratado pela Portuguesa, mas não teve chances de atuar.

Chateado com as oportuindades negadas na Lusa, Pinheiro voltou novamente ao Rio de Janeiro, desta vez para militar com a camisa do Vasco, onde teve um desempenho modesto: em 13 jogos, não marcou nenhum gol, mesmo tendo comandado a defesa vascaína algumas vezes. Em 2003, o zagueiro rescindiu seu contrato com o clube de São Januário de foi para a Coreia do Sul, encerrando assim uma trajetória de doze anos no Brasil.

A vida na Coreia[editar | editar código-fonte]

Depois de doze anos jogando no Brasil, Rogério foi contratado pelo Pohang Steelers, até então um time sem expressão na Coreia do Sul. Foi pelos Steelers onde o zagueiro alcançou o auge: foi o "xerife" da defesa rubro-negradurante dois anos, e também voltou a deixar sua marca: em 74 partidas, foram cinco tentos.

Em 2005, Rogério saiu do Pohang e assinou com o recém-fundado Gyeongnam, onde também teve sucesso: foram 66 jogos disputados, e três gols.

A curta passagem pelo Figueirense[editar | editar código-fonte]

Depois do fim do contrato com o Gyeongnam, Rogério voltou ao Brasil como um jogador sem contrato. No início de 2009, o zagueiro, já aos 36 anos de idade, tentou ser contratado pelo Figueirense, fez os exames (em todos foi reprovado), chegou a fazer alguns treinos, mas a diretoria anunciou que o veterano zagueiro não estava nos planos do Figueira para a temporada.

Após a negativa do Figueirense, Rogério decidiu colocar um ponto final em sua carreira.

Curiosidades sobre Rogério Pinheiro[editar | editar código-fonte]

  • No incidente em que o também zagueiro Júnior Baiano acusava o ex-árbitro Oscar Roberto Godói de estar embriagado, o jogador ao seu lado era Rogério Pinheiro, que estava ao lado esquerdo do companheiro de equipe.
  • Na decisão da Copa do Brasil de 2000, o então iniciante Geovanni aproveitara um recuo malsucedido de Axel e avançaria para o gol quando Rogério Pinheiro o derrubou próximo da área. Por ter sido o último homem da defesa, ele acabaria expulso. Tal lance seria praticamente fatal para Pinheiro, que nunca mais mostrou o bom desempenho que tinha no primeiro semestre.
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