Silvio Tendler

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Silvio Tendler (Rio de Janeiro, 1950) é um cineasta brasileiro.

É conhecido como "o cineasta dos vencidos" ou "o cineasta dos sonhos interrompidos" por abordar em seus filmes personalidades como Jango, JK e Carlos Marighella, dentre outros.

Produziu e dirigiu mais de 70 filmes entre curtas, médias e longas-metragens em formato documental, além de 12 séries.[1]

Em 1981 fundou a Caliban Produções, produtora direcionada para biografias históricas de cunho social.[2]

Início da carreira[editar | editar código-fonte]

Sua carreira teve início, em meados da década de 1960 por meio do Movimento Cineclubista, que ajudou a formar uma geração de cineastas brasileiros em uma época na qual não existiam escolas de cinema no Rio de Janeiro, em uma conjuntura de crescente politização dos movimentos artístico-culturais.

Em 1968, tornou-se presidente da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro. Naquele ano, também atuou como assistente de direção de Paulo Alberto de Barros, que seria posteriormente conhecido como Artur da Távora no curta-metragem "Fantasia para ator e TV", produzido por Zelito Vianna (Mapa Filmes) e realizou seu primeiro documentário, sobre a Revolta da Chibata, após conhecer o marinheiro João Cândido por intermédio de Ricardo Cravo Albim, então diretor do Museu de Imagem e Som, e de Adalberto do Nascimento Cândido, o Candinho.

Entretanto, devido à situação de repressão política vigente na época da Ditadura Militar, o filme foi queimado pelo responsável pela guarda dos negativos originais.

Em 1969, iniciou o curso de Direito na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), mas abandonou a faculdade para dedicar-se ao cinema.

Em outubro de 1969, Elmar Soares de Oliveira, um dos integrantes da Federação de Cineclubes, sequestrou um avião comercial brasileiro levando-o para Havana (Cuba), pela suposta ligação com Elmar, Silvio tornou-se réu de um Inquérito Policial Militar, mas com a ajuda do Coronel Aviador Afrânio Aguiar, conseguiu se desvincular das acusações[1].

Vivendo no exterior[editar | editar código-fonte]

Em 1970, entusiasmado com a vitória de Salvador Allende no Chile decidiu mudar-se para aquele país, onde chegou em 10 de novembro, seis dias após a posse do novo presidente. Naquele país trabalhou na Chilefilms, na Editora Nacional Quimantú e realizou um filme sobre a política governamental chilena intitulado "La Cultura Popular Vá!".

Em 1972, viajou para a França para dar continuidade a seus estudos em cinema, onde, também desenvolve trabalhos com o grupo "Société pour le lancement des oeuvres nouvelles"(SLON), posteriormente denominado ''Image, Son, Kinescope et Réalisations Audiovisuelles'' (ISKRA), ligado à Chris Marker.

Em Paris, conheceu Jean Rouch, por intermédio de Pierre Kast, que lhe incentivou a cursar a Especialização em Cinema Documental aplicado às Ciências Sociais, no Musée Guimet, tendo concluído essa especialização em 1973.

Em 1973, retornou ao Chile de férias, pouco tempo antes do Golpe de Estado de setembro. Quando retornou à França, passou a integrar um Coletivo formado por Chris Marker, Armand Mattelart e Jacqueline Meppiel, que, com o apoio de Valérie Mayoux, François Perier, Jean-Michel Folon, Jean-Claude Bloy e Pierre Flemónt, realizou o filme "La Spirale", produzido pela Reganne Films, de Jacques Perrin, sobre os eventos que ocorreram no Chile, desde de a eleição de Salvador Allende, até o Golpe Militar.

Em 1975, formou-se em História, pela Universidade de Paris VII, nessa época também participou do seminário "L’ Histoire pour quoi faire", organizado pelo Departamento de História daquela Universidade, que contou com a presença de intelectuais como Jean Chesneaux e Pierre Vidal-Naquet, e participou da primeira turma do Curso de Cinema e História orientada por Marc Ferro.

Em 1976, obteve Mestrado em Cinema e História pela École des Hautes-Études/Paris VII – Sorbonne, tendo elaborado uma tese sobre Joris Ivens[1].

Sílvio Tendler (2013)

De volta ao Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 1976, retornou ao Brasil e deu início à realização de seu primeiro longa-metragem, "Os Anos JK - Uma Trajetória Política", produzido pela Terra Filmes, de Hélio Ferraz, concluído em 1980[3].

Em 1977, ministrou o curso pioneiro de Cinema e História na PUC-Rio. Em 1979, passou a integrar o corpo docente do Departamento de Comunicação Social daquela universidade onde leciona por muitos anos.

Em 1981, foi convidado por Paulo Aragão Neto para dirigir o filme "O Mundo Mágico dos Trapalhões", realizado pela Renato Aragão Produções[1].

Seus filmes "Jango" e "Anos JK", apesar de falarem sobre o golpe militar de 1964 e a democracia, foram lançados ainda em plena ditadura militar, em 1984 e 1980 (já no período da abertura política e após a anistia, no governo Figueiredo), respectivamente. A partir de então, continuou produzindo uma série de documentários que conquistaram diversos prêmios de público e crítica, divulgando a cultura e a história brasileira para o resto do mundo.

Em 1984, recebeu a Medalha Pedro Ernesto, do Município do Rio de Janeiro.

Em 1986, contribuiu com a Fundação do Novo Cinema Latino-americano, com o Festival Internacional do Cinema Novo Latinoamericano e com o Comitê de Cineastas da América Latina.

Em 1988, dirigiu a Fundação Rio. Em 1993, dirigiu o Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo), instituição vinculada à Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro (RIO ARTE) e a TV Brasília, do Grupo Correio Brasiliense.

Entre 1995 e 1996, foi Secretário de Cultura e Esporte do Distrito Federal, na época do governo de Cristovam Buarque.

Em 1997, assumiu a Coordenação de Audiovisual para o Brasil e o Mercosul da Unesco.

Em 2003, recebeu a Medalha Juscelino Kubitschek do Ministério da Cultura, por ocasião do centenário de nascimento de Juscelino Kubitschek. Naquele ano, também foi homenageado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro com inauguração da Sala de Cinema Silvio Tendler em São João de Meriti[1].

Em 2005 recebeu o Prêmio Salvador Allende no Festival de Trieste (Itália), pelo conjunto da obra.

Em 2008, foi homenageado no X Festival de Cinema Brasileiro em Paris, com uma retrospectiva de seus filmes. Também naquele ano, foi condecorado com a Medalha Tiradentes pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, por relevantes serviços prestados à causa pública do Estado[1].

Em 2009 lançou Utopia e Barbárie, filme que demorou 19 anos para ser concluído e que foi filmado em 15 países, tendo sido considerado pelo jornalista Mauro Santayana como uma obra-prima. "Sua visão pessoal do que foram o mundo e o Brasil neste período é antológica, para dizer o mínimo, e representa o clímax de uma carreira."[4]

Também em 2009, foi homenageado no VIII Festival Santa Maria Vídeo e Cinema e recebeu o Diploma de Honra ao Mérito da PUC-Rio[1].

De 2011 a 2014, lançou três médias compondo a Trilogia da Terra, que alertam sobre os riscos dos agrotóxicos na alimentação e defendem "um Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, baseado no fortalecimento da agricultura familiar e na democratização do acesso à terra através da Reforma Agrária"[5].

Em 2011, foi homenageado com uma Mostra de Cinema "O Documentário Segundo Silvio Tendler" realizada pela IBRACINE – Ibero Brasil Cine Festival[1].

Também 2011, Tendler sofreu uma grave doença que o deixou tetraplégico. Após uma delicada operação na medula, ele foi aos poucos recuperando os movimentos e a vontade de fazer novos filmes. O documentário A Arte do Renascimento, de Noilton Nunes, registra esse momento da vida do cineasta.[6]

Em 2012, recebeu o Prêmio Parceiros da Paz e da Sustentabilidade, concedido pela Agência Brasil Sustentável e foi homenageado no Festival do Audiovisual Luso Afro Brasileiro (FestFilmes).

Em 2013, foi homenageado pela COPPE-UFRJ e no Festival Internacional de Biografias, recebeu o Título de Cidadão de Niterói, concedido pela Câmara Municipal de Niterói e a Medalha Chico Mendes de Resistência, concedida pela Associação Brasileira de Imprensa.

Em 2014, recebeu o Troféu Fundação Memorial da América Latina, durante o IX Festival de Cinema Latino Americano de São Paulo.

Em 2015, recebeu o "Prêmio Noticiário ICAIC" da Associação Cultural Santiago Álvarez[1].

Em 2016, no Colégio Cataguases, foi homenageado com a inauguração de um cineclube em seu nome, Cineclube Sílvio Tendler. A iniciativa foi fruto de uma parceria entre o Projeto Escola Animada, do Polo Audiovisual Zona da Mata, e o IF Sudeste MG que funciona nas dependências desta escola[7].

Grande parte da obra de Tendler pode ser conferida gratuitamente em seu próprio canal no Youtube, Caliban Cinema e Conteúdo[8].

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Longa-metragens[editar | editar código-fonte]

  • "La Spirale" - (1975) - como assistente de direção de Chris Marker - sobre os eventos que ocorreram no Chile, desde de a eleição de Salvador Allende, até o Golpe Militar[1].
  • Os Anos JK – Uma trajetória política (1980)[9] [3]
    • Festival de Gramado (1980): Prêmio Especial do Júri, Melhor Montagem
    • Troféu Margarida de Prata – C.N.B.B. (1980)
    • Melhor Montagem – Associação Paulista dos Críticos de Arte (1981)
    • Prêmio São Saruê – F.C.C.R.J. (1981)
    • Prêmio de Qualidade – Concine (1980)
    • Bilheteria: 800 mil espectadores
  • Jango (1984)[9] [10] [11]
    • Troféu Margarida de Prata – C.N.B.B. (1984)
    • Prêmio Especial do Júri, melhor filme do Júri Popular e melhor trilha sonora do Festival de Gramado (1984)
    • Prêmio Especial do Júri, Festival de Havana (1984)
    • Festival Internacional Del Nuevo Cine Latinoamericano de Cuba (1984). Prêmio especial do júri.
    • Bilheteria: 1 milhão de espectadores
  • Castro Alves – Retrato Falado do Poeta (1999)[9]
    • Troféu Margarida de Prata – C.N.B.B. (1999)
  • Milton Santos, pensador do Brasil (2001)[12].
  • Glauber o Filme – Labirinto do Brasil (2003)[9] [13]
    • Seleção Oficial do Festival de Cannes (2004). "Hor concours"
    • Festival de Cinema de Brasília (2003): melhor filme pelo júri popular, prêmio da crítica e dos pesquisadores.
    • Festival de Cinema do Rio (2003)
    • Jornada do Cinema em Salvador (2003)
    • Festival de cinema e Vídeo de Cuiabá (2004): melhor produção, melhor roteiro.
    • Festival Tiradentes (2004)
    • Exibição na Mostra do Cinema Brasileiro na América Latina, Festival de Trieste na Itália e Mostra do Amanhã em Roma e Padova, na Itália, Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano.
  • Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá (2006)[9] [14] [15].
    • Festival de Cinema de Brasília (2006). Melhor filme pelo júri popular.
    • FestCine Goiânia 2007: Melhor roteiro e melhor montagem.
    • Cine'Eco 2007 - Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente: Melhor filme.
    • Festival Internacional de Documentários Santiago Álvarez in Memoriam (Cuba, 2008): Melhor filme.

Média-metragens[editar | editar código-fonte]

  • "Conceição das Crioulas: Vestígios de Quilombo" (1996)[41]
  • Envira (institucional - 1997) - sobre o Programa de Alfabetização realizado pela Comunidade Solidária do Governo Federal e adotado pela UNESCO, na cidade de Envira, no Estado do Amazonas[1].
  • Marighella - Retrato Falado do Guerrilheiro (2001)[42] [43]
  • JK – O Menino que Sonhou um País (2002)[44] [45].
  • Oswaldo Cruz o Médico do Brasil (2003)[46].
  • Paulo Carneiro – Espelho da Memória (2003)[47].
  • Milton Santos – Por Uma Outra Globalização (2004)[48].
    • Jornada Internacional de Cinema da Bahia (2003). Troféu especial Mário Cravo Neto
    • Festival de Cinema, vídeo e Dcine de Curitiba (2006). Melhor vídeo média metragem

Curta-metragens[editar | editar código-fonte]

Seriados[editar | editar código-fonte]

  • Anos Rebeldes (1992)[9]
    • Minissérie da TV Globo
  • Cinco Vídeos para a Mostra Saudades do Brasil A Era JK (1992)
  • Pílulas Históricas (2002), três episódios de 26 min.: "O Brasil de JK"; "Reforma, Revolução e Contra-revolução" e "Os Anos de Chumbo e a Redemocratização"[96];
  • "Memória do Movimento Estudantil", dois episódios de 50 min.: "Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil" e "O afeto que se encerra em nosso peito juvenil" (2007)[97] [98] [99] [100].
  • Era das Utopias (2009)
  • Preto no Branco, a censura antes da imprensa (2009) - com dois episódios de pouco menos de 30 min (A Censura antes da Imprensa (26’25”) e O ofício das Palavras (29’32”)) - Destaca que Portugal foi um dos últimos países europeus a permitir a impressão de livros e que essa atividade não era permitida no Brasil, diferentemente do que ocorria nas colônias espanholas. Também conta a história de Hipólito José da Costa, pioneiro da imprensa brasileira[101].
  • Caçadores da Alma (2012) - minissérie para televisão em 13 episódios de 26 minutos cada sobre fotografia[33] [34] [35] [36].
  • Há muitas noites na noite - Poema Sujo Ferreira Gullar (2015)[79] [80] [81] [82].

Outras realizações[editar | editar código-fonte]

É membro fundador da Fundação do Novo Cinema Latino-americano e o Comitê de Cineastas da América Latina. Foi presidente da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro e da Associação Brasileira de Cineastas.

Dirigiu a Fundação Rio (RIO ARTE) (1988) e o Centro Cultural Oduvaldo Viana Filho (Castelinho do Flamengo) (1993). Foi diretor da TV Brasília, do Grupo Correio Brasiliense, em 1995, e no ano seguinte, em 1996, foi Secretário de Cultura e Esporte do governo Cristóvão Buarque, em Brasilia.

Em 1997 assumiu a Coordenação de Audiovisual para o Brasil e o Mercosul da Unesco, organismo vinculado às Nações Unidas voltado para a Educação e Cultura, onde permaneceu como consultor nesta área até o ano de 2000.

Desde 1979, leciona no Departamento de Comunicação Social da PUC-RJ.

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l Biografia, acesso em 26 de julho de 2016.
  2. Rodrigo Elias (17 de junho de 2010). «Entrevista na 'Revista História'». Consultado em 4 de novembro de 2014 
  3. a b Os Anos JK - Uma Trajetória Política, acesso em 20 de julho de 2016.
  4. Moacyr Scliar, revista "Utopia e barbárie", p.8.
  5. Texto de descrição do média-metragem "Agricultura Tamanho Família" (2014), postado no YouTube por Caliban Cinema e Conteúdo. Visitado em 2015-08-15.
  6. Filme que conta a trajetória do documentarista Silvio Tendler estreia no Rio. EBC, 31 de março de 2014
  7. «Cineasta Sílvio Tendler inaugura cineclube no Colégio Cataguases». www.marcelolopes.jor.br. Consultado em 4 de setembro de 2016 
  8. «Caliban Cinema e Conteúdo». YouTube. Consultado em 15 de agosto de 2015 
  9. a b c d e f g h i «IMDb». IMDb. Consultado em 4 de novembro de 2014 
  10. Dica de filme: Jango, acesso em 20 de julho de 2016.
  11. Jango, acesso em 20 de julho de 2016.
  12. Milton Santos, pensador do Brasil, acesso em 21 de julho de 2016.
  13. Glauber o Filme, Labirinto do Brasil, acesso em 21 de julho de 2016.
  14. Encontro com Milton Santos - Parte 1, acesso em 21 de julho de 2016.
  15. Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá | 90 min, acesso em 26 de julho de 2016.
  16. Utopia e Barbárie, acesso em 21 de julho de 2016.
  17. Memória e História em Utopia e Barbárie, acesso em 21 de julho de 2016.
  18. Utopia e Barbárie (2009), acesso em 21 de julho de 2016.
  19. Utopia e Barbárie, filme de Sílvio Tendler, acesso em 21 de julho de 2016.
  20. Utopia e Barbárie, acesso em 21 de julho de 2016.
  21. Crítica: 'Tancredo, a travessia', acesso em 21 de julho de 2016.
  22. Crítica: 'Tancredo, a travessia', acesso em 21 de julho de 2016.
  23. Tancredo Neves - A Travessia, acesso em 26 de julho de 2016.
  24. Os Advogados Contra a Ditadura, acesso em 21 de julho de 2016.
  25. Filme: “Os Advogados contra a ditadura: por uma questão de Justiça”, acesso em 21 de julho de 2016.
  26. Os Advogados contra a Ditadura: por uma questão de Justiça (2014), acesso em 29 de julho de 2016.
  27. Documentário "Militares da Democracia", de Silvio Tendler, estreia nesta quinta (01/01), acesso em 21 de julho de 2016.
  28. Os militares que disseram não, documentário de Silvio Tendler, acesso em 21 de julho de 2016.
  29. Os Militares da Democracia – os Militares que disseram Não (2014), acesso em 29 de julho de 2016.
  30. Rondônia: Viagem à terra prometida, acesso em 21 de julho de 2016.
  31. Memória do aço, acesso em 21 de julho de 2016.
  32. Aprender, Ensinar e Transformar, acesso em 21 de julho de 2016.
  33. a b Caçadores da Alma: A prática fotográfica e o trabalho do fotógrafo, acesso em 21 de julho de 2016.
  34. a b Caçadores da Alma, acesso em 21 de julho de 2016.
  35. a b Caçadores da Alma, acesso em 21 de julho de 2016.
  36. a b Caçadores da Alma, acesso em 21 de julho de 2016.
  37. Josué de Castro, Cidadão do Mundo, acesso em 21 de julho de 2016.
  38. Josué de Castro, Cidadão do Mundo, acesso em 21 de julho de 2016.
  39. Tendler: "Josué de Castro ainda é pouco lido e estudado", acesso em 21 de julho de 2016.
  40. Josué de Castro - Cidadão do Mundo, acesso em 21 de julho de 2016.
  41. Conceição das Crioulas: Vestígios de Quilombo, acesso em 26 de julho de 2016.
  42. Marighella, retrato falado do guerrilheiro, acesso em 20 de julho de 2016.
  43. Marighella - Retrato Falado do Guerrilheiro, acesso em 20 de julho de 2016.
  44. Documentário conta a história de JK, acesso em 22 de julho de 2016.
  45. JK – O menino que sonhou um país, acesso em 22 de julho de 2016.
  46. Oswaldo Cruz – O médico do Brasil, acesso em 22 de julho de 2016.
  47. Paulo Carneiro: Espelho e Memória, acesso em 22 de julho de 2016.
  48. Milton Santos – Por uma outra globalização, acesso em 22 de julho de 2016.
  49. Carta a Zelito Vianna – Ao Mestre com carinho, acesso em 21 de julho de 2016.
  50. Utopia e Barbárie, acesso em 21 de julho de 2016.
  51. Memória e História em Utopia e Barbárie, acesso em 21 de julho de 2016.
  52. O veneno está na mesa, acesso em 23 de julho de 2016.
  53. "O veneno está na mesa 2": novo documentário critica o uso de agrotóxicos e mostra alternativas, acesso em 23 de julho de 2016.
  54. Documentário: O Veneno está na Mesa, acesso em 23 de julho de 2016.
  55. Agricultura Tamanho Família, de Silvio Tendler, acesso em 23 de julho de 2016.
  56. O Veneno está na Mesa 50 min, acesso em 26 de julho de 2016.
  57. O Veneno Está na Mesa II | 70 min, acesso em 26 de julho de 2016.
  58. [https://filmow.com/agricultura-tamanho-familia-t112968/ficha-tecnica/ Ficha técnica completa], acesso em 23 de julho de 2016.
  59. Filme destaca importância da agricultura familiar, acesso em 23 de julho de 2016.
  60. Agricultura Tamanho Família – Novo filme da “Trilogia da Terra”, acesso em 23 de julho de 2016.
  61. Privatizações: a Distopia do Capital é o novo filme de Silvio Tendler, acesso em 23 de julho de 2016.
  62. Silvio Tendler debate processos de privatização no país, acesso em 23 de julho de 2016.
  63. “Privatizações: a Distopia do Capital” é lançado nesta quinta (9), acesso em 23 de julho de 2016.
  64. A sinistra história das privatizações no Brasil, acesso em 23 de julho de 2016.
  65. Privatizações: a Distopia do Capital (2014), acesso em 29 de julho de 2016.
  66. Nossas Crenças, acesso em 23 de julho de 2016.
  67. Antonieta, acesso em 23 de julho de 2016.
  68. Cidade Cidadã, acesso em 23 de julho de 2016.
  69. Bósnia, acesso em 23 de julho de 2016.
  70. Dr. Getúlio – Últimos momentos, acesso em 23 de julho de 2016.
  71. Dr. Getúlio – Últimos Momentos (2000), acesso em 29 de julho de 2016.
  72. Série Pílulas Históricas do Museu da República tem mais três documentários, acesso em 26 de julho de 2016.
  73. Abrindo espaços - Making Room, em inglês, acesso em 23 de julho de 2016.
  74. Abrindo Espaços, acesso em 23 de julho de 2016.
  75. Silvio Tendler busca o caminho da memória em Fragmentos do Exílio, acesso em 23 de julho de 2016.
  76. As Redes que a Unesco Tece, acesso em 24 de julho de 2016.
  77. O Olhar de Castro Maya, acesso em 24 de julho de 2016.
  78. Correndo atrás dos sonhos, acesso em 24 de julho de 2016.
  79. a b "Há muitas noites na noite", Videoinstalação sobre "Poema Sujo”, de Ferreira Gullar, acesso em 24 de julho de 2016.
  80. a b Silvio Tendler estreia na TV Brasil “Há muitas Noites na Noite”, acesso em 24 de julho de 2016.
  81. a b Silvio Tendler dirige série sobre 'Poema Sujo', de Ferreira Gullar, acesso em 24 de julho de 2016.
  82. a b TV Brasil estreia série documental sobre a trajetória do poeta Ferreira Gullar no exílio neste sábado (5/12), acesso em 24 de julho de 2016.
  83. Matzeivá. Uma lápide para Juliano Mer-Khamis, acesso em 24 de julho de 2016.
  84. GIAP - Memórias Centenárias da Resistência, acesso em 24 de julho de 2016.
  85. Giap - Memórias Centenárias da Resistência, acesso em 24 de julho de 2016.
  86. J.Carlos - O Cronista do Rio, acesso em 24 de julho de 2016.
  87. O Brasil na terra do Misha, acesso em 24 de julho de 2016.
  88. O Brasil na terra do Misha, acesso em 24 de julho de 2016.
  89. O Brasil na Terra do Misha, acesso em 24 de julho de 2016.
  90. Sujeito Oculto: Na Rota do Grande Sertão, acesso em 24 de julho de 2016.
  91. Festival exibe filme proibido de mostrar figura de Guimarães Rosa, acesso em 24 de julho de 2016.
  92. "Será esse nosso futuro, sem personagem?", diz Silvio Tendler sobre censura, acesso em 24 de julho de 2016.
  93. Sujeito Oculto na Rota do Grande Sertão, acesso em 25 de julho de 2016.
  94. Documentário: "PARIR é NATURAL" de Sílvio Tendler na TV aleitamento, acesso em 26 de julho de 2016.
  95. Haroldo Costa – O Nosso Orfeu, acesso em 26 de julho de 2016.
  96. Pílulas Históricas, acesso em 26 de julho de 2016.
  97. Dois filmes de Sílvio Tendler recuperam a memória do movimento estudantil brasileiro., acesso em 26 de julho de 2016.
  98. UNE faz 70 anos e ganha filme e livro que contam a sua história, acesso em 26 de julho de 2016.
  99. Memória do Movimento Estudantil, acesso em 26 de julho de 2016.
  100. MEMÓRIA DO MOVIMENTO ESTUDANTIL, acesso em 26 de julho de 2016.
  101. Preto no Branco, a censura antes da imprensa, acesso em 26 de julho de 2016.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]