Santo Amaro (Recife)

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Santo Amaro
  Bairro do Brasil  
2017 January - Santo Amaro - Recife - PE.png
Mapa de localização
Mapa de localização
Unidade federativa  Pernambuco
Município Recife
Criado em 1681 (fundado) – 1814 (incorporado)
Área
 - Total 380 hectares
População (2016–2017)
 - Total 27 939 hab
12 680 homens
15 259 mulheres
Taxa de crescimento (-) 0,42% de 2000 a 2010[1]
Domicílios 8 474
Rendimento médio mensal 1 892 salários mínimos
Limites Olinda
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)[1]/9 de setembro de 2016

Santo Amaro é um bairro da cidade do Recife, no estado de Pernambuco, Brasil.

Faz ligação com o Centro do Recife (pelo bairro vizinho da Boa Vista e, através da Ponte de Limoeiro, com o Recife Antigo), até a zona norte da cidade, limitando-se com a cidade de Olinda.

História[editar | editar código-fonte]

Em 1814, foi inaugurado o Cemitério dos Ingleses, o primeiro da cidade, em terras doadas pelo Governo da Província ao Consulado Britânico.[2] Também localizado no bairro é o Cemitério de Santo Amaro, cuja construção foi iniciada sob o governo de Francisco do Rego Barros, conde da Boa Vista, e inaugurado em 01 de março de 1851, sob a denominação Bom Jesus Cemitério da Redenção de Santo Amaro das Salinas. Sua capela, concluída em 1855, também foi projetada pelo engenheiro José Mamede Alves Ferreira.[2] Também conta com importantes vias principais: A Rua da Aurora, parte da Avenida Norte, da Avenida Cruz Cabugá e parte da Avenida Agamenon Magalhães.[2]

Demografia[editar | editar código-fonte]

A população é de 27.939 habitantes, com uma participação masculina de 12.680 (45,38) habitantes[3] e uma feminina de 15.259 (54,62) habitantes. A maioria da população tem entre 25 e 29 anos de idade, com uma população de 13.258 (47,45%).[2] Com 8.474 domicílios, possui uma média de 3,3 moradores por domicílio, com uma proporção de 55,32% das mulheres responsáveis ​​pelo domicílio, e o valor da renda familiar mensal nominal é de 1.892,10.[4] Com 8.474 domicílios, tem uma média de 3,3 residentes por domicílio, com uma proporção de 55,32% das mulheres responsáveis pelo agregado familiar e o valor da renda familiar média mensal nominal é de 1.892,10.[2]

Edificações[editar | editar código-fonte]

O Mercado de Santo Amaro foi entregue em junho de 1933 pelo então prefeito Antônio de Góis Cavalcanti. A construção, com 692 metros quadrados e 82 compartimentos, ocupou terreno de propriedade do senhor Caetano Lopes, onde havia um correr de casas (vilas, com casas geminadas).[6] O mercado público passou por reforma em 1998, quando foi mantido o número de boxes. Comercializa cereais, frutas, verduras, frios, carnes, aves e ervas.[2]

Tem construído o Palácio Frei Caneca, para servir os locais de despacho do Governo de Pernambuco (1967) e, mais ao norte, o Hospital de Santo Amaro, o projeto do engenheiro José Tibúrcio Pereira Magalhães, prédio em estilo neoclássico construído entre 1872 e 1892 para ser o Asilo de Mendicidade.[2]

Logradouros[editar | editar código-fonte]

As áreas que pertencem ao bairro são:

Em 1939 foi inaugurado o primeiro parque urbano e histórico da cidade do Recife, o Parque 13 de Maio,[2] um dos parques mais visitados do Recife. No parque ficam importantes edifícios públicos, como a Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, a Câmara de Vereadores e a Assembléia Legislativa de Pernambuco.[2]

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Resultados do primeiro censo de 2000/2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 12 de maio de 2010. Consultado em 28 de março de 2018. 
  2. a b c d e f g h i Lúcia Gaspar, ed. (17 de dezembro de 2017). «Santo Amaro (Bairro, Recife) − Fundação Joaquim Nabuco». Fundaj. Consultado em 16 de março de 2018. 
  3. «Resultados do primeiro censo de 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2010. Consultado em 6 de abril de 2018. 
  4. «Estimativas populacionais para os municípios e para as Unidades da Federação brasileiros em 01/07/2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 23 de março de 2018. 
  5. Ricardo B. Labastier, ed. (1 de novembro de 2015). «Turismo cemiterial em Santo Amaro. Já pensou nessa ideia?». Jornal do Commercio. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  6. Antonio Siqueira, ed. (2 de setembro de 2017). «Comerciantes do Mercado de Santo Amaro começam a arrumar lojas provisórias». G1. Consultado em 17 de março de 2018. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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