Wicked (musical)

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Wicked
'''The Untold Story of the Witches of Oz'''
Wicked, o musical.jpg
Poster original de Wicked
Música Stephen Schwartz
Letra Stephen Schwartz
Libreto Winnie Holzman
Baseado em Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West por Gregory Maguire
Produção Prévias de 2003 de San Francisco
2003 Broadway
2005 US Tour
2006 West End
2016 São Paulo - Brasil
Diversas produções internacionais

Wicked: A História Não Contada das Bruxas de Oz (Wicked: The Untold Story of the Witches of Oz) é um musical composto por Stephen Schwartz com libreto de Winnie Holzman. A obra é baseada no romance de 1995 de Gregory Maguire, Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West, uma reimaginação do filme de 1939 O Mágico de Oz, e do livro de L. Frank Baum, The Wonderful Wizard of Oz. O musical é contado da perspectiva das bruxas da Terra de Oz; seu enredo começa antes e continua após a chegada de Dorothy em Oz vinda do Kansas e inclui diversas referências ao filme de 1939 e ao livro de Baum.

Wicked conta a história de duas amigas improváveis, Elphaba, a Bruxa Malvada do Oeste e Glinda, a Bruxa Boa do Norte (Bruxa Boa do Sul nos livros de Baum), que se tornam melhores amigas, mesmo com personalidades opostas e diferentes pontos de vista; a rivalidade das duas em relação ao interesse amoroso por um mesmo homem; e a reação ao governo corrupto do Mágico de Oz e, finalmente, a queda de Elphaba nas graças dos Ozianos.

Produzido pela Universal Pictures em coligação com Marc Platt e David Stone, com direção de Joe Mantello e produção coreografia original de Wayne Cilento, Wicked estreou em Broadway no Gershwin Theatre em outubro de 2003, depois de completar primárias pré-Broadway em teatros de São Francisco em maio de 2003. Suas estrelas originais incluíam Idina Menzel como Elphaba, Kristin Chenoweth como Glinda, e Joel Grey como o Mágico de Oz.[1] A produção original da Broadaway ganhou três Tony Awards e seis Drama Desk Awards, enquanto seu álbum de elenco recebeu um Grammy. Celebrou o seu décimo aniversário em 2013 tendo executado 4.269 apresentações, fazendo de Wicked o décimo show com mais tempo em cartaz na história da Broadway.[2]

O sucesso da produção da Broadway tem gerado várias outras produções no mundo; desde a sua estreia em 2003, Wicked quebrou recordes de bilheteria em todo o mundo, liderando a venda de ingressos em Los Angeles, Chicago, St. Louis, e Londres. Na semana do fim de 2 de janeiro de 2011, as turnês em Londres, Broadway, e em outras cidades quebraram seus respectivos recordes de bilheteria.[3][4] Na primeira semana de 2012, a produção da Broadway quebrou seu recorde novamente, contabilizando um lucro de cerca de US $ 2,7 milhões. No Natal de 2013, o musical quebrou seu próprio recorde, se tornando o único musical na história da Broadway a contabilizar $3 milhões em uma única semana. [5]

Em Novembro de 2015 a "Time For Fun", empresa líder no mercado de entretenimento, anunciou a montagem do musical em São Paulo, a estréia ocorreu em março de 2016 e teve a temporada estendida até 18 de dezembro de 2016.[6]

Criação e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O compositor e letrista de Wicked, Stephen Schwartz

O compositor e letrista Stephen Schwartz leu o romance de 1995 de Gregory Maguire, Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West, enquanto estava de férias e viu seu potencial para uma adaptação dramática.[7] Maguire, no entanto, tinha liberado os direitos para a Universal, que tinha planejado desenvolver um filme live-action baseado no livro.[8] Schwartz encontrou Maguire em Connecticut em 1998 e o convenceu a liberar a obra para uma pré-produção[9] para que ele pudesse fazer o que Schwartz chamou de "apelo veemente" ao produtor da Universal, Marc Platt, para realizar sua potencial adaptação. Persuadido, Platt assinou como produtor conjunto do projeto com a Universal e com David Stone.[8]

O romance, descrito como um comentário político, social e ético sobre a natureza do bem e do mal, tem lugar na Terra de Oz, nos anos que antecederam a chegada de Dorothy. A história gira em torno de Elphaba, uma a menina incompreendida, inteligente de pele verde-esmeralda que cresceria e se tornaria a famosa Bruxa Malvada do Oeste e Galinda, a bela menina loira e popular que cresceria para se tornar Glinda, a Bruxa Boa do Norte. A história é dividida em cinco seções diferentes com base na localização da trama e nos acontecimentos presentes; com personagens e situações advindas do livro de 1990 de L. Frank Baum e do filme de 1939. Ele é projetado para o espectador refletir sobre o que é realmente ser "Wicked" (mau), e se as boas intenções com maus resultados são os mesmos que más intenções com maus resultados. Schwartz considerava como poderia condensar da melhor forma a trama densa e complicada do romance em um roteiro sensível.[9] Para este fim, ele colaborou com o escritor premiado pelo Emmy Award, Winnie Holzman, para desenvolver o esboço da trama ao longo de um ano.[9][10]

Enquanto o projeto seguiu ideia de Maguire de recontar a história do filme de 1939 a partir da perspectiva de seu principal vilão; o enredo da adaptação para o teatro "vai muito além" do romance. Como Holzman observou em uma entrevista para a Playbill, "Foi a ideia brilhante de Maguire de aproveitar esta figura odiada e dizer as coisas do seu ponto de vista; de ter as duas bruxas como companheiras de quarto na faculdade, mas a maneira em que a amizade delas se desenvolve - e realmente a trama toda - é diferente no palco".[11] Schwartz justificou o desvio, dizendo: "Primeiramente estamos interessados ​​na relação entre Galinda - que se torna Glinda - e Elphaba... a amizade dessas duas mulheres e como seus personagens levam a destinos completamente diferentes".[12] Em adição a esta mudança de foco, outras modificações incluem a aparência de Fiyero como um espantalho, sobrevivência da Elphaba no final, Nessarose utilizando uma cadeira de rodas em vez de ter nascido sem braços, Boq tendo um interesse amoroso contínuo por Glinda, o corte completo de anos de Elphaba com Vinkus e o Doutor Dillamond não sendo assassinado.[13]

O libreto, letras e partituras para o musical foram desenvolvidos através de uma série de leituras.[9] Para estas oficinas de desenvolvimento, Kristin Chenoweth, atriz vencedora do Tony a quem Stephen Schwartz tinha em mente ao compor a música para a personagem,[14] juntou-se ao projeto como Glinda. Stephanie J. Block originalmente ensaiou o papel de Elphaba antes da colega Idina Menzel ser escalada para ele no final de 2000. No início do mesmo ano, os criadores recrutaram o produtor novaiorquino David Stone, que começou a transição da produção do workshop em uma produção completa Broadwaydiana. Joe Mantello foi contratado como diretor e Wayne Cilento como coreógrafo, enquanto a estilista premiada do Tony, Eugene Lee, criou o cenário e a estilização para a produção baseada em ambas as ilustrações originais de W. W. Denslow para os livros de Baum e das concepções de Maguire, onde a história está sendo contada através de um relógio gigante.[14] A figurinista Susan Hilferty criou mais de duzentos de figurinos em estilo Eduardiano, enquanto que o designer de iluminação ,Kenneth Posner, usou mais de 800 luzes individuais para dar a cada um dos 54 cenários distintos "seu próprio clima."[14] Até abril 2003, um elenco completo tinha sido montado e preparado o show para sua estreia pública.[14]

O "Teatro Renault" em São Paulo durante a temporada de Wicked no Brasil.

Em 28 de maio de 2003, a primeira apresentação pública de Wicked foi realizada no Curran Theatre em São Francisco, usando os teatros SHN como teste pré-Broadway. Depois de abrir oficialmente em 10 de junho de 2003, ele foi exibido por mais um mês e terminou em 29 de junho de 2003. A reação do público foi positiva, enquanto os críticos tenderam a elogiar a estética e o espetáculo do show, eles criticaram as canções e a coreografia.[15] Dennis Harvey, do Variety, comentou positivamente sobre o trabalho técnico e o vestuário, mas criticou também o roteiro e as letras “banais” das músicas,[16] enquanto que Karen D'Souza, do San Jose Mercury News escreveu sobre o ar carnavalesco da obra.[15] Observando as críticas, a equipe criativa começou a fazer grandes mudanças e ajustes antes da sua transferência para a Broadway.[14] Winnie Holzman afirmou que, "Stephen Schwartz sabiamente insistiu em ter três meses para reescrever no período entre o termino das apresentações em São Francisco e quando estávamos voltando para os ensaios em Nova York; o que foi crucial para o crescimento do show."[17]

Elementos do roteiro foram reescritos, enquanto várias músicas passaram por transformações menores.[14] Isto incluiu a excisão de "Which Way is the Party?" ("Para que lado fica a festa"?); a música introdutória ao personagem Fiyero, que foi posteriormente substituída por "Dancing Through Life" ("Dançando através da vida"), porque Schwartz pensou que a primeira deixouuma clara "declaração da filosofia de vida de Fiyero".[18] Além disso, havia a preocupação de que a Elphaba de Menzel havia "ficado um pouco ofuscada" pela Glinda de Chenoweth.[19] O crítico do San Francisco Chronicle, Robert Hurwitt escreveu que, "a intensa Elphaba, a Bruxa Malvada de Menzel, precisava de uma chance de realizar seu próprio sucesso ao lado da gloriosamente e insidiosamente borbulhante Glinda de Chenoweth";[20] fazendo a equipe de criação realizar mudanças em sua personagem para torna-la mais "mais proeminente."[19] Sobre as revisões para a Broadway, Schwartz lembrou: "Era claro que havia trabalho a ser feito com revisões a serem refeitas no roteiro e nas partituras. A critica da comunidade foi, francamente, muito útil para nós. Nós aprendemos muito com os comentários, que eram honestos e construtivos, ao contrário de Nova York, onde os críticos se decidiam antes de vir para o teatro".[19] Em 30 de outubro 2003, o musical estreou na Broadway.[14]

Produções pelo mundo[editar | editar código-fonte]

Produção Local Estréia Encerramento Notas
Estados Unidos São Francisco Curran Theatre 10 Jun, 2003 29 Jun, 2003 Teste Pré-Broadway; Transferido para Broadway
Estados Unidos NY - Broadway Gershwin Theatre 20 Out, 2003 Ainda ativo Gravação de CD com o elenco original
Estados Unidos 1º Turnê Norte Americana Varios 31 Mar, 2005 15 Mar, 2015 Primeiro Local: Toronto, Canada. A noite de abertura foi cancelada devido á um acidente com a atriz Stephanie J. Block; Uma das turnês mais longas da história.
Estados Unidos Chicago Ford Center-Oriental Theatre 13 Jul, 2005 25 Jan, 2009 Transferido para a 2ª turnê Norte Americana
Reino Unido Londres - West End Apollo Victoria Theatre 27 Set, 2006 Ainda Ativo Primeira produção oficial fora dos EUA.
Estados Unidos Los Angeles Pantages Theatre 21 Feb, 2007 11 jan, 2009 Transferido para São Francisco.
Japão Tokyo The Dentsu-Shiki Theatre 17 Jun, 2007 6 Set, 2009 Primeira produção de língua extrangeira (gravação de CD com elenco); transferido para Osaka
Alemanha Stuttgart Palladium Theater 15 Nov, 2007 29 Jan, 2010 Primeira produção em língua Alemã (gravação de CD com elenco); transferido para Oberhausen.
Austrália Melbourne Regent Theatre 12 Jul, 2008 9 Ago, 2009 Transferido para Sydney.
Estados Unidos São Francisco Orpheum Theatre 6 Fev, 2009 5 Set, 2010 Segunda produção na Califórnia.
Estados Unidos 2º Turnê Norte Americana Vários 12 Mar, 2009 Ainda Ativo Primeiro Local: Fort Myers, Florida.
Austrália Sydney Capitol Theatre 12 Set, 2009 26 Set, 2010 Transferido para Turnê Australiana.
Japão Osaka Osaka Shiki Theatre 11 Out, 2009 13 Fev, 2011 Transferido para Fukuoka.
Alemanha Oberhausen Metronom Theater 8 Mar, 2010 2 Set, 2011
Finlândia Helsinki Helsinki City Theatre 26 Ago, 2010 4 Mai, 2011 Primeira produção com elementos não-originais no roteiro.
Dinamarca Copenhagen Det Ny Teater 12 Jan, 2011 29 Mai, 2011 Segunda produção com elementos não-originais no roteiro.
Austrália Turnê Australiana QPAC, Brisbane
Festival Centre, Adelaide
Burswood Theatre, Perth
25 Jan, 2011 11 Set, 2011 Noite de abertura cancelada devido a enchentes em Queensland; Transferido para Turnê Asiática.
Japão Fukuoka Canal City Theatre 3 Abr, 2011 28 Ago, 2011 Transferido para Nagoya.
Japão Nagoya Shin Nagoya Musical Theater 25 Set, 2011 2 Set, 2012
Coreia do Sul Turnê Asiática Singapura Grand Theater, Singapore/
Coreia do Sul Bluesquare Samsung Electronics Hall, Seoul, Korea
9 Dez, 2011 7 Out, 2012 Produção em língua inglesa.
Países Baixos Scheveningen AFAS Circus Theater 6 Nov, 2011 11 Jan, 2013 Primeira produção em língua Holandesa.
Japão Tokyo The Dentsu-Shiki Theatre 3 Ago, 2013 16 Nov, 2014 Primeira remontagem (revival) em um país.
Reino Unido Turnê Inglesa/Irlandesa Vários 17 Set, 2013 25 Jul, 2015 Primeiro Local: Manchester, England.
Austrália Turnê Australásia Nova Zelândia The Civic, Auckland, New Zealand[21]
Filipinas CCP Main Theater, Manila, Philippines[22]
Austrália Melbourne, Sydney, Brisbane, Perth; Australia
21 Set, 2013 28 Jun, 2015 Primeiro local: Auckland, New Zealand.
México Cidade do México Teatro Telcel 17 Out, 2013 18 Jan, 2015 Primeira produção em língua Espanhola.
Coreia do Sul Seoul Charlotte Theater 22 Nov, 2013 5 Out, 2014 Primeira produção em língua Coreana.
Brasil São Paulo Teatro Renault 03 Mar, 2016 18 Dez, 2016 Primeira produção em língua Portuguesa, primeira montagem Sul-americana, e maior cenário do mundo já montado para o musical. [23] Participação de Mariana Elizabetsky. [24]
Japão Sapporo Hokkaido Shiki Theatre Mai, 2016 -
Coreia do Sul Daegu Keimyung Arts Center, Daegu, Korea Mai 18, 2016 June 19, 2016 Primeira remontagem coreana,
será transferida para Seoul
Coreia do Sul Seoul Opera Theater at Seoul Arts Center, Seoul, Korea Jul 12, 2016 Ago 28, 2016 Transferido de Daegu.
Reino Unido Bradford The Alhambra Theatre Jul 20, 2016 Ago 21, 2016 Será trasnferido para a "Segunda Turnê Asiática"

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

O musical começa com Chistérico e os outros macacos alados que saem do Relógio do Dragão do Tempo e abrem a cortina.

Ato I[editar | editar código-fonte]

Enquanto os cidadãos de Oz celebram a morte da Bruxa Malvada do Oeste, Glinda desce para o palco em sua bolha para confirmar as circunstâncias do fim da Bruxa. Ela lembra que a Elphaba, de pele verde, que iria crescer e se tornar a Bruxa, foi concebida durante um caso entre a esposa do antigo governador Munchkin e um misterioso estranho com uma garrafa de elixir verde. Todo mundo tinha repulsa de Elphaba a partir do momento em que ela nasceu, e por isso Glinda pede aos Ozianos empatia ("No One Mourns the Wicked") com o seu lado da história depois que um oziano pergunta se era verdade que elas já haviam sido amigas. O restante da trama torna-se uma extensa narrativa flashback através dos acontecimentos da vida de Glinda e Elphaba.

Na Universidade de Shiz, o par se encontra pela primeira vez em uma reunião dos amigos de classe ("Dear Old Shiz"). Elphaba fica surpresa de que todos os alunos, incluindo a popular e superficial Galinda, a insultam. A única razão para que Elphaba seja enviada para Shiz é cuidar de sua bela irmã mais nova, Nessarose, que é paraplégica e favorita de seu pai. Apesar da aversão instantânea entre Elphaba e Galinda ser mútua, Madame Morrible, diretora de Shiz, torna-as companheiras de quarto. Elphaba é excluída do Seminário de Madame Morrible, mas quando Elphaba revela um talento inato a mágia em um momento súbito de raiva, Morrible nota que seus talentos podem ser usados pelo Mágico de Oz. Elphaba sonha com o que ela e o Mágico possam realizar juntos para melhorar Oz ("The Wizard and I").

Galinda e Elphaba depois escrevem para casa sobre suas infelizes companheiras de quarto ("What is this Feeling?"). Os estudantes se reúnem em uma aula de história ensinada pelo Doutor Dillamond, uma cabra que é único professor animal de Shiz, que fica chamando Galinda de "Glinda". Depois de dispensar a classe após a descoberta de uma frase anti-animal no quadro negro (que diz: "Os animais devem ser vistos e não ouvidos"), o Doutor Dillamond revela para Elphaba que algo desconhecido está fazendo com que os animais de Oz percam os seus poderes de fala ("Something Bad"). Elphaba acredita que o Mágico é o único pessoa que pode ajudar.Fiyero, um príncipe, então chega a Shiz e imediatamente impressiona os estudantes com seus estilo de vida despreocupado ("Dancing Through Life"). Obcecado com Galinda, um Munchkin chamado Boq pede para ela acompanhá-lo a uma festa no salão de baile no Ozdust (Ozdust Ballroom ou Dancing Oz no Brasil), mas após ter se sentido “conectada com Fiyero”, Galinda pede para que ele convide Nessarose ao contrário dela. Nessarose, não percebendo os reais motivos de Galinda para que Boq a convide, fica encantada, e diz para Elphaba que elas deveriam retribuir o ato de alguma forma. Mais tarde, Galinda descobre um chapéu preto pontiagudo em uma caixa enviada de presente pela avó e dá para Elphaba como um presente de brincadeira e zombaria. Elphaba, lembrando como Galinda tinha feito Nessarose feliz (e não percebendo que ela tinha segundas intenções), pede para que Madame Morrible reconsidere Galinda em seu Seminário ou Elphaba sairia dele. No Ozdust, todos estão dançando e Madame Morrible dá a Galinda uma varinha de treinamento do Seminário e diz que Galinda está no Seminário (o que faz ela começar a se perguntar se o que fez a Elphaba e a Nessa foi certo). Quando, porém, Elphaba chega à festa usando o chapéu, ela é ridicularizada. Fingindo não se importar, ela começa a dançar sozinha, sem acompanhamento musical. Sentindo-se culpada, Galinda se une a ela na dança, marcando o início de uma amizade. Enquanto isso, Boq convence a Nessarose que não foi pena que o levou a convidá-la, mas sim, pelo fato de ela ser "tão bonita" (quando na verdade era pelo pedido de Galinda), não percebendo a extensão dos afetos de Nessarose por ele.

De volta em seu dormitório, Elphaba diz para Galinda que seu pai odeia ela por uma boa razão. Quando sua mãe ficou grávida novamente, ela tinha sido alimentada com flores de copo-de-leite para evitar que seu segundo filho nascesse com pele verde. As flores, todavia, fizeram Nessarose nascer prematuramente, o que a deixou incapacitada enquanto que sua mãe morreu no parto. Tendo simpatia, Galinda apelida Elphaba de "Elphie" e decide dar a Elphaba uma transformação total para ela ser aceita pelos outros colegas. ("Popular")

No dia seguinte, o Doutor Dillamond é preso por policiais ozianos, porque os animais não tem mais permissão para dar aula. O novo professor de história chega com um filhote de leão enjaulado como objeto de uma experiência na sala de aula, revelando que os animais devem ser mantidos em uma nova invenção que ele criou, chamada de “gaiola”; o "benefício" é que os animais criados dentro dela não terão o poder da fala. Ele revela que em breve todos os animais ficarão mudos, o que deixa Elphaba indignada e com raiva, fazendo os poderes dela se manifestarem novamente, incapacitado o professor e os estudantes. Ela e Fiyero roubam o filhote e o libertam, e quando Elphaba começa a descobrir sentimentos românticos em relação a Fiyero, ela pessoalmente reafirma a si mesma que ela "não nasceu para ser amada" ("I'm Not that Girl"). Madame Morrible a encontra, anunciando que Elphaba seria recebida em uma audiência com o Mágico na Cidade das Esmeraldas.

Na estação de trem, Galinda, Fiyero, Nessarose e Boq vêem Elphaba partir, todos felizes com sua realização.("The Wizard and I - Reprise") Quando se torna evidente que Boq não está genuinamente interessado em Nessarose, Galinda se sente culpada e sugere que Boq não é a pessoa certa para Nessarose, mas esta se recusa a acreditar e pensa que o problema está em sua paraplegia. Elphaba expressa preocupação sobre deixar sua irmã mais nova sozinha, mas Nessarose protesta e insiste que ela vai se cuidar sozinha e sai. Em uma tentativa de impressionar Fiyero, que acabou de chegar à estação, Galinda anuncia que vai mudar seu nome para "Glinda" em homenagem à pronúncia persistente do Doutor Dillamond. Fiyero não se importa e sai. Glinda rompe em lágrimas, percebendo que está perdendo Fiyero. Sentindo-se mal por Glinda, Elphaba convida-a para irem ver juntas a Cidade das Esmeraldas e o Mágico e Glinda aceita quase que imediatamente.

Depois de um lindo e memorável dia de passeio pela Cidade das Esmeraldas ("One Short Day"), Elphaba e Glinda conhecem o Mágico. Ele então convida Elphaba para se juntar a ele ("A Sentimental Man"). Ao testar os verdadeiros talentos de Elphaba, o Mágico pede a Elphaba para realizar um feitiço de levitação em seu servo macaco, Chistérico, que admira o voo dos pássaros, usando o Grimmerie - um antigo livro de feitiços. Madame Morrible aparece e entrega o livro para Elphaba, tendo acabado de se tornar a nova "secretária de imprensa" do Mágico. Elphaba demonstra uma compreensão intrínseca da linguagem perdida contida no livro, e com sucesso dá asas a Chistérico. No entanto, Elphaba percebe que ele parece estar com dor e exige que Morrible e o Mágico demostrem a ela como reverter o feitiço. Infelizmente, Morrible diz a Elphaba que feitiços são irreversíveis. O Mágico então revela uma gaiola cheia de macacos alados, comprovando a extensão dos poderes de Elphaba. Ele faz o comentário de que eles (os macacos) serão espiões perfeitos. Após a pergunta de Elphaba sobre este comentário, Morrible e o Mágico tentam encobrir o que foi dito, mas é tarde demais, Elphaba agora percebe que o Mágico e Morrible estão por trás dos problemas em toda a Oz. Foi ele quem tirou dos animais seu poder de fala e criou as gaiolas. Elphaba está chocada que seu herói é na verdade um criminoso e uma fraude. Ainda assim, o Mágico quer que Elphaba se junte a ele usando seus poderes.

Incapaz de contemplar a situação, Elphaba pega o Grimmerie e corre dentro do palácio e Glinda corre atrás dela. Percebendo que ela pode saber muito sobre seus planos, o Mágico envia Morrible e seus guardas no encalço das duas. Elas finalmente chegam ao sótão do palácio onde Elphaba usa uma vassoura para barricar a porta. A voz de Morrible é ouvida de uma janela próxima, avisando toda Oz sobre a "Bruxa Má" e seu "ato horrível" que fez com os macacos inocentes. Elphaba e Glinda agora devem escolher qual o caminho que sua vida vai tomar. Em última análise, Glinda escolhe voltar para Shiz e se tornar uma figura pública dentro de Oz. Elphaba, no entanto, decide usar seu recém aprendido poder de levitação para voar para longe do palácio, para assim lutar contra o Mágico e fazer o que ela acredita que é certo. Usando o Grimmerie, ela coloca um feitiço sobre a vassoura (com a qual ela estava barricando a porta) e voa para longe dos guardas do palácio quando eles invadem o sótão, ainda derrubando eles e salvando Glinda de ser presa. Porém, este ato público de desafio convence os ozianos de sua maldade eterna ("Defying Gravity").

Ato II[editar | editar código-fonte]

Alguns meses se passaram e a oposição de Elphaba ao regime do Mágico lhe rendeu o título de "A Bruxa Malvada do Oeste" ("No One mourns the Wicked" - Reprise). Há rumores de que a alma da bruxa é tão impura que a água limpa poderia derreter-la. Glinda, agora assistente do Mágico e adorada por todos, pronuncia-se noiva de Fiyero. Informando-o que ele tem que aceitar o fato de que Elphaba não quer ser encontrada, Glinda tenta parecer feliz, mesmo com o declínio da afeição de Fiyero ("Thank Goodness").

Enquanto isso, Elphaba chega em sua antiga casa, a residência do Governador em Munchkinland, em busca de refúgio. Nessarose é a governadora agora, e lamenta que o seu pai morreu de vergonha, depois de Elphaba rebeldemente desafiar o Mágico. Ela crítica Elphaba por não usar seus poderes recém-descobertas para ajudar a sua própria irmã. Culpada, Elphaba encanta os sapatos de jóias de Nessarose, transformando-os em sapatos mágicos, permitindo-lhe caminhar. Boq, agora servo de Nessarose, é convocado, e ele lamenta que Nessarose é tão "má" quanto Elphaba por tirar dos Munchkins os seus direitos e proibindo-os de sair do Munchkinland. Nessarose explica que ela fez isso para manter Boq com ela, mas agora tem a certeza de que ele vai ficar com ela por sua própria vontade, agora que ela já não é aleijada. No entanto, Boq insiste que ele deve ser livre para ir atras de Glinda, chegando ao ponto de brandir uma faca quando sua "Madame Governadora" se recusa a deixá-lo ir. Magoada e irritada, Nessarose tentar lançar um feitiço do Grimmerie para fazer Boq se apaixonar por ela, no entanto, a sua capacidade de compreender a linguagem perdida dos feitiços não é tão boa quanto o de sua irmã, e ela pronuncia as palavras mágicas erroneamente, o que faz com que Boq, literalmente, perca o seu coração. Enquanto Elphaba tenta salvá-lo, Nessarose reflete sobre como estar "sozinha e sem amor" a levou às suas ações perversas, e teme que ela realmente mereça o novo título infame de "A Bruxa Má do Leste". Elphaba percebe que nada que ela fizer vai ser o suficiente para sua irmã mais nova e parte magoada deixando-a para sempre, apesar dos apelos frenéticos de Nessarose para que sua irmã fique. Quando Boq acorda, ele fica horrorizado ao descobrir que Elphaba o transformou em um Homem de Lata (o mesmo da história original), para que ele pudesse viver sem um coração, e uma Nessarose desesperada e com ódio coloca toda a culpa em sua irmã, enquanto Boq foge de horror, acreditando que Elphaba o amaldiçoou por deixar a irmã. ("The Wicked Witch of the East")

Retornando ao palácio do Mágico, Elphaba tenta libertar os macacos alados restantes. O Mágico tenta persuadi-la, ao concordar em libertá-los, contando como o Ozianos o saudaram como o Mágico quando ele veio pela primeira vez para Oz em um balão da América. Ele explica que ela poderia, também, ser saudada por todos, se ela se juntar a ele ("Wonderful").

Elphaba concorda, desde que o Mágico liberte os macacos presos. Ele aceita e o faz; ao descobrir o doutor Dillamond agora mudo entre os macacos, no entanto, Elphaba rejeita a oferta. Ao tentar escapar, ela esbarra em Fiyero, que foge com ela, confirmando que ele a ama. Glinda vê isso e fica triste, pois ela foi traída por aqueles que são mais próximos a ela ("I'm Not that Girl" - reprise).

Quando Glinda afirma que Elphaba pode ser atraída ao espalhar um boato de que Nessarose está em perigo, a diabólica Madame Morrible resolve que um boato não é o suficiente e cria um ciclone que traz a casa de Dorothy Gale para Oz e esmaga Nessarose, matando-a. Enquanto isso, Fiyero e Elphaba expressam seu amor em uma floresta escura ("As Long as You're Mine"), mas Elphaba tem um pressentimento de que sua irmã está em perigo.

Antes que ela saia para ajudar, Fiyero explica a Elphaba que sua família tem um castelo vazio bem afastado. Ele promete que ela pode se esconder lá e que ele irá se juntar a ela. Elphaba então voa até Nessarose, mas é tarde demais; ela chega logo após Glinda enviar Dorothy e Totó pela longa estrada de tijolos amarelos. Elphaba e Glinda se enfrentam, agora como inimigas. Os guardas do palácio capturam Elphaba, mas Fiyero intervém, permitindo que Elphaba escape antes de render-se. Os guardas o arrastam para um milharal próximo para ser torturado ou mesmo morto, a menos que ele lhes diga sobre o paradeiro de Elphaba, causando o sofrimento tanto de Glinda quanto de Elphaba. No castelo, Elphaba tenta conjurar qualquer magia que puder para salvar Fiyero, mas acreditando que ela falhou, ela começa a aceitar a sua reputação como "má" ("No Good Deed").

Dorothy, o Espantalho, Boq - agora o Homem de Lata - e Leão Covarde são enviados para matar Elphaba ("March of the Witch Hunters"). É revelado que o Leão Covarde é o filhote de leão que Elphaba libertou; Boq afirma que ela o transformou em um covarde por "não deixá-lo lutar suas próprias batalhas". Enquanto isso, Elphaba captura Dorothy, recusando-se a soltá-la até que ela abra mão dos sapatos de Nessarose - as únicas coisas deixadas de sua irmã morta. Glinda viaja para o castelo de Elphaba para convencê-la a deixar Dorothy ir. Apesar de Elphaba se recusar, as duas mulheres se perdoam, reconhecendo que ambas cometeram erros, após Chistérico lhes dá uma carta aparentemente anunciando a morte de Fiyero. Elphaba faz Glinda prometer que ela não vá limpar seu nome e irá assumir a responsabilidade de proteger Oz, permitindo a Elphaba desaparecer. Para ajudá-la em seu futuro, Elphaba dá o Grimmerie para Glinda. As duas amigas se abraçam pela última vez antes de dizer adeus para sempre, e reconhecer que elas são o que são porque se conheceram ("For Good"). Depois, vultos atrás de uma cortina mostram Dorothy jogar um balde de água sobre Elphaba, e a bruxa aparenta derreter. Glinda, sem estar completamente certa sobre o que aconteceu, vê que tudo o que resta de sua amiga é seu chapéu preto e um frasco de elixir verde e Chistérico consegue pronunciar o nome de Glinda, mostrando que ainda há esperança para os animais que ficaram mudos. De volta à Cidade das Esmeraldas, Glinda lembra o Mágico de que ele tem uma garrafa verde idêntica a que ela encontrou, e é revelado a todos na cena que o Mágico é o pai biológico de Elphaba, sendo o estranho com quem sua mãe teve um caso. Madame Morrible entende que Elphaba tinha poderes especiais porque ela era uma criança tanto de Oz como do mundo exterior. Glinda ordena que o Mágico deixe Oz em seu balão (que concorda arrasado por ter mandado matarem a própria filha) e envia Madame Morrible para a prisão antes de se preparar para falar com os cidadãos de Oz, retornando para a cena de abertura do show.

Enquanto isso, Fiyero tinha de fato sido transformado no Espantalho quando Elphaba lançou os feitiços, salvando-o, das lanças dos guardas ozianos no milharal. Ele abre um alçapão no castelo de Elphaba, por onde ela tinha descido, apenas fingindo morrer para o benefício dos outros. Enquanto Elphaba e Fiyero deixam Oz para sempre, Glinda continua sua celebração agridoce com os cidadãos de Oz. As amigas olham olham para o céu, valorizando sua amizade verdadeira e reconhecendo que elas mudaram para melhor, porque elas se conheceram ("Finale").

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Papéis principais e elenco recorrente[editar | editar código-fonte]

:Veja também Wicked cast lists

Personagem Descrição Ator original da Broadway Atual ator da Broadway Ator original no West End Atual ator do West End Ator original de São Paulo
Elphaba e

Glinda

Elphaba Menina de pele verde, que acaba se tornando conhecida como a Bruxa Malvada do Oeste Idina Menzel Jennifer DiNoia Idina Menzel Rachel Tucker Myra Ruiz
Glinda a melhor amiga de Elphaba na Universidade de Shiz, que eventualmente se torna conhecida como Glinda A Boa Kristin Chenoweth Carrie St. Louis Helen Dallimore Suzie Mathers Fabi Bang
Fiyero Um príncipe Winkie e interesse amoroso de Glinda mas acaba se apaixonado por elphaba Norbert Leo Butz Michael Campayno Adam Garcia Oliver Savile Jonatas Faro e André Lordi
O Mágico de Oz O governante corrupto de Oz Joel Grey Peter Scolari Nigel Planer Mark Curry Sérgio Rufino
Madame Morrible Reitora da Universidade de Shiz, onde Elphaba e Galinda estudam,e leva elphaba e Glinda pra ver o magico Carole Shelley Judy Kaye Miriam Margolyes Anita Dobson Adriana Quadros
Nessarose Irmã mais nova de Elphaba que eventualmente se torna conhecida como a Bruxa Má do Leste Michelle Federer Dawn E.Cantwell Katie Rowley Jones Kristen Martin Giovanna Moreira
Doctor Dillamond Uma cabra falante e professor na Shiz William Youmans Michael Genet Martin Ball Martin Ball Cesar Mello
Boq Um Munchkin que encontra Elphaba na Shiz e se apaixona por Glinda Christopher Fitzgerald Zachary Noah Piser James Gillan Idriss Kargbo Bruno Fraga

Números musicais[editar | editar código-fonte]

Música e gravações[editar | editar código-fonte]

Mais informações: Wicked (álbum)

Análise musical[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora de Wicked é fortemente temática, tendo em alguns sentidos mais semelhança com muitas trilha sonoras cinematográficas.[25] Enquanto que as partituras de musicais empregam novas melodias para cada música com pouca sobreposição, Schwartz integrou um punhado de leitmotivs ao longo da produção. Alguns desses temas indicam ironia - por exemplo, quando Galinda presenteia Elphaba com um chapéu em "Dancing through life", a trilha reprisa o tema de "What is this feeling?" algumas cenas antes,[25] em que Elphaba e Glinda mostram seu ódio mútuo uma pela outra.

Dois temas musicais se desenvolvem em Wicked durante a sua trilha sonora. Embora raramente Schwartz reutilize temas ou melodias de trabalhos anteriores,[25] o primeiro tema de Elphaba veio de The Survival of St. Joan, em que ele trabalhou como diretor musical.[25] "Eu sempre gostei muito dessa música e eu nunca consegui descobrir o que fazer com ela", comentou em uma entrevista em 2004.[25] Uma progressão que ele escreveu primeiramente em 1971, tornou-se um tema importante da orquestração do show. Ao alterar os instrumentos que carregam cada tema, Schwartz permite que a mesma melodia surja de diferentes modos. Na abertura, a música é feita pela parte bronze da orquestra, seguida de uma percussão pesada. O resultado é, nas próprias palavras de Schwartz, "como uma sombra gigante aterrorizando você".[25] Quando tocada pelo piano acompanhada de um baixo elétrico em "As Long As You're Mine", no entanto, a mesma progressão de acordes se torna a base para um dueto romântico. E com novas letras e uma ponte alterada, o tema constitui o núcleo da música "No One Mourns the Wicked" e seu reprise.[25]

Schwartz usa um tema "Unlimited" como o segundo maior em toda a produção musical. Embora não incluso como uma canção intitulada, o tema aparece como um Intermezzo em diversas canções da peça. Em tributo a Harold Arlen, que compôs para a música do filme de 1939, a melodia de "Unlimited" incorpora as primeiras sete notas musicais de "Over the Rainbow". Schwartz incluiu isso como uma piada, já que, "Segundo as leis de direitos autorais, se você chegar até a oitava nota, alguém pode vir e dizer, 'Oh você roubou minha melodia.' A canção é disfarçada e completamente diferente ritmicamente, além de ser harmonizada de forma distinta....é bem variada, mas ainda assim continua sendo as sente primeiras notas de 'Somewhere Over the Rainbow'".[25] Schwartz também obscureceu o tema de origem usando uma chave minor em várias passagens. Isso também cria um contraste entre as canções, como por exemplo em "Defying Gravity", que é escrita primariamente na chave de D-flat major.[26] na canção "The Wicked Witch of the East", todavia, quando Elphaba finalmente usa seus poderes para fazer sua irmã andar, o tema "Unlimited" é tocado em uma major key.[25]

Gravações[editar | editar código-fonte]

A gravação de elenco da produção original da Broadway foi lançada em 16 de dezembro de 2003, pela Universal Music. Todas as músicas apresentados no palco estão presentes na gravação com a exceção de "The Wizard And I (Reprise)" e "Wicked Witch of the West". O curto reprise de "No One Mourns the Wicked", que também abre o Ato II está ligado ao início de "Thank Goodness". [27] A música foi organizada por Stephen Oremus, que também foi o condutor e diretor musical, e James Lynn Abbott, com orquestrações por William David Brohn.[27] A gravação recebeu o Grammy de Melhor Álbum de um Show Musical em 2005[28] e foi certificado como disco platina pela RIAA em 30 de novembro de 2006.[29] O álbum foi certificado com a dupla platina em 8 de novembro de 2010. [30] Uma edição especial do quinto aniversário do álbum foi lançado em 28 de outubro de 2008, com um CD bônus incluindo faixas das gravações dos elencos japoneses e alemães, "Making Good" - uma canção mais tarde substituída por "The Wizard and I" - cantada por Stephanie J. Block com Schwartz no piano, "I'm Not that Girl" por Kerry Ellis (com Brian May na guitarra), e a versão de Menzel de "Defying Gravity", e "For Good", cantada por LeAnn Rimes e Delta Goodrem.[31]

Uma gravação alemã foi produzida e lançada em 7 de dezembro de 2007, com uma lista de músicas e arranjos idênticos aos da gravação da Broadway.[32] A gravação do elenco japonês foi lançada em 23 de julho de 2008, com o elenco original de Tóquio realizando os vocais.[33]

Orquestração[editar | editar código-fonte]

A comparação entre a versão original e a reduzida (escrita para turnê nacional de 2005)[34]
Original Reduzida
  • 1 Trompa
  • Bateria & Outras percussões
  • Bateria & Outras percussões
  • Guitarra 1 (elétrica, acústico, clássico, banjo, mandolin, E-bow)
  • Guitarra 2 (elétrica, acústico, clássico, banjo, 12-cordas, E-bow)
  • Cordas
  • Harpa
  • Guitarra (electrico, acoustico, clássico, E-bow, banjo, 12-cordas, mandolin)
  • Violino, Cello, Baixo
  • 3 teclados
  • 4 teclados

Produções[editar | editar código-fonte]

Produção original da Broadway[editar | editar código-fonte]

A produção original da Broadway ocorreu no Gershwin Theatre desde sua abertura em 2003

Wicked abriu oficialmente em 10 de junho de 2003 no Teatro Curran, em São Francisco, depois das prévias que começaram em 28 de maio, em uma apresentação pré-Broadway feita pela SHN.[35] O elenco incluía Kristin Chenoweth como Glinda, Idina Menzel como Elphaba, Robert Morse como o Mágico, Norbert Leo Butz como Fiyero, Michelle Federer como Nessarose, Carole Shelley como Madame Morrible, John Horton como Doutor Dillamond e Kirk McDonald como Boq, [14] enquanto que Stephanie J. Block, que originalmente leu o papel de Elphaba no desenvolvimento inicial, serviu como membro do elenco e conhecia pouco o papel principal.[36] As prévias em São Francisco fechou em 29 de junho de 2003, e depois uma extensa correção,[14] o musical começou as suas prévias na Broadway no Gershwin Theatre em 8 de outubro de 2003, e fez sua estréia oficial em 30 de outubro. A maior parte da equipe da produção original e membros do elenco permaneceram com o show, com a exceção de algumas mudanças no elenco e à substituição de Robert Morse por Joel Grey como o Mágico, além de John Horton por William Youmans como o Doutor Dillamond e Kirk McDonald por Christopher Fitzgerald como Boq,[37] enquanto Eden Espinosa e Laura Bell Bundy foram adicionados como suplentes para Elphaba e Glinda, respectivamente.

Outras produções americanas e canadenses[editar | editar código-fonte]

Em 2005, a primeira turnê nacional de Wicked começou em Toronto, e, desde então, visitou diversas cidades em todo os Estados Unidos e Canadá. [14] Stephanie J. Block foi definida para abrir a turnê como Elphaba com prévias começando em 8 de março, mas depois de ter sofrido uma pequena lesão no ensaio, Kristy Cates temporariamente tomou seu lugar. As prévias foram, portanto, adiados para o dia seguinte. Depois de alguns atrasos, o elenco fez sua estréia em 25 de março, e a turnê inaugurou oficialmente em 31 de março. O elenco original também incluía Kendra Kassebaum como Glinda, Derrick Williams como Fiyero, Jenna Leigh Green como Nessarose, Carol Kanecomo Madame Morrible, Timothy Britten Parker como Doutor Dillamond , Logan Lipton como Boq, e David Garrison como o Mágico.

Wicked foi executado no Orpheum Theatre em São Francisco por mais de dois anos

Enquanto o elenco original iria realizar uma turnê limitada de 29 de abril até 12 de junho de 2005, na Ford Center for the Performing Arts Oriental Theatre em Chicago, os produtores decidiram prolongá-lo as apresentações sem data de fim definido.[38] Abrindo no mesmo teatro de Chicago no dia seguinte ao fim a turnê, o elenco original incluía Ana Gasteyer como Elphaba, Kate Reinders como Glinda, Rondi Reed como Madame Morrible, Kristoffer Cusick como Fiyero,Telly Leung como Boq, Heidi Kettenring como Nessarose e Weygandt Gene como o Mágico.[39] A produção encerrou em 25 de janeiro de 2009, após mais de 1.500 apresentações .[40] A produção da turnê retornou a Chicago para um show especial no Cadillac Palace Theatre a partir de 1 de dezembro de 2010 até 23 de janeiro de 2011.[41][42]

Uma produção sem fim definido também apareceu em Los Angeles, Califórnia, no Pantages Theatre. As performances começaram em 10 de fevereiro de 2007, com uma abertura oficial em 21 de fevereiro. Megan Hilty e a estrela original da Broadway, Eden Espinosa, foram Glinda e Elphaba, respectivamente, [43] enquanto Carol Kane foi Madame Morrible, Timothy Britten Parker foi o Doutor Dillamond, Jenna Leigh Green foi Nessarose, Adam Wylie foi Boq, Kristoffer Cusick foi Fiyero, e John Rubinstein era o Mágico.[44] A produção fechou em 11 de janeiro de 2009, após 791 apresentações e 12 prévias.[45] A produção da turnê nacional voltou ao Teatro Pantages para apresentações limitadas de 30 de novembro de 2011 até 29 de janeiro de 2012.[46]

A produção de Wicked em São Francisco abriu oficialmente em 6 de fevereiro de 2009, no Orpheum Theatre, seguido de prévias que ocorreu em 27 de janeiro.[47] O elenco incluiu Wicks Teal como Elphaba, Kendra Kassebaum como Glinda, Nicolas Dromard como Fiyero, Carol Kane como Madame Morrible, David Garrison como o Mágico, Deedee Magno como Nessarose, Tom Flynn como Doutor Dillamond, e Eddy Rioseco como Boq.[48][49] A produção encerrou em 5 de setembro de 2010, após 672 apresentações e 12 prévias.[50]

A segunda turnê nacional de Wicked teve início em 2009, com prévias em 7 de março e a noite de abertura oficial em 12 de março no Barbara B. Mann Performing Arts Hall, em Fort Myers, na Flórida. Como a primeira vez, esta produção visitou várias cidades dos Estados Unidos. O elenco original incluía Marcie Dodd como Elphaba, Helene Yorke como Glinda, Colin Donnell como Fiyero, Kristine Reese como Nessarose, Marilyn Caskey como Madame Morrible, David deVries como Doutor Dillamond, Ted Ely como Boq, e Tom McGowan como o Mágico.[51]

Produção britânica[editar | editar código-fonte]

Desde sua abertura, a produção londrina apresentou-se no Apollo Victoria Theatre

A produção do West End abriu em 27 de setembro de 2006, na Apollo Victoria Theatre, depois das prévias iniciadas em 7 de setembro de 2006. [52] A produção celebrou o seu quinto aniversário em 27 de setembro de 2011, com uma apresentação especial com ex-membros do elenco de West End.[53] Esta produção foi adaptada para um público britânico, incluindo pequenas alterações criativas para o diálogo, coreografias e efeitos especiais. A maioria destas alterações foram mais tarde incorporadas em todas as produções de Wicked.[54]

A produção do West End reuniu a equipe criativa original do show com Idina Menzel da produção original da Broadway, reprisou o papel de Elphaba .[55] Os membros do elenco original de Londres incluíam Helen Dallimore como Glinda, Miriam Margolyes como Madame Morrible, Adam Garcia como Fiyero, Martin Bola como Doutor Dillamond, James Gillan como Boq, Katie Rowley Jones como Nessarose e Nigel Planer como o Mágico.

Depois de Menzel atuar por três meses na produção, ela foi substituída por Kerry Ellis, que mais tarde se transferiu para a produção da Broadway, e tornou-se a britânica que ficou atuando por mais tempo atuando como Elphaba. Em substituição á Ellis, Alexia Khadime, tornou-se a primeira mulher negra a assumir o papel de Elphaba em qualquer uma das produções em todo o mundo. Depois de substituir Khadime, Rachel Tucker ultrapassou Ellis como a Elphaba de maior duração no West End, tendo desempenhado o papel por mais de 2 anos. Louise Dearman (que estrelou como Glinda entre 2010-11) assumiu como Elphaba em outubro de 2012, marcando a primeira vez que uma protagonista havia atuado nos dois papéis principais do musical.[56]

Adaptação cinematográfica[editar | editar código-fonte]

A adaptação cinematográfica de Wicked tem estado em conversações desde 2004, mas os produtores estavam esperando por um aumento nos ganhos da produção musical.[57][58] Em julho de 2012, foi relatado que a Universal Pictures, que está produzindo o filme, estava dando "passos á frente" na realização da produção.[59] A empresa procurou Stephen Daldry para dirigir o filme, enquanto contratava Winnie Holzman, que escreveu o libreto do musical, para escrever o roteiro. Enquanto uma adaptação para o cinema do musical tem sido falado há algum tempo, a sua produção tem sido lenta. Em Junho de 2016 a Universal Pictures anunciou oficialmente a produção da adaptação cinematográfica e definiu a data de estréia para Dezembro de 2019 [60] com direção de Stephen Daldry e sem elenco definido até o momento.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

A produção original da Broadway de Wicked foi nomeada para onze Tonys em 2004, incluindo Melhor Musical, Melhor Libreto, Melhor Orquestrações, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Coreografia, Melhor Figurino, Melhor Design de Iluminação, Melhor Cenografia, e duas indicações á Melhor Atriz em Musical para Menzel e Chenoweth.[61] Menzel ganhou o prêmio de Melhor Atriz, e o show também ganhou os prêmios Tony de Melhor Cenografia e Melhor Figurino, nomeadamente perdendo em Melhor Libreto, Trilha Sonora Original e Melhor Musical, para Avenue Q.[62] No mesmo ano, o show ganhou seis Drama Desk Awards de 11 indicações, incluindo Melhor Musical, Melhor Livro, Melhor Diretor, e Melhor Figurino.[63][64] Além de ganhar quatro Outer Critics Circle Awards de 10 indicações. A gravação do elenco original da Broadway também recebeu o Grammy de 2005 para Melhor Álbum de show musical. Desde a sua abertura em 2003, a produção da Broadway de Wicked acumulou 32 prêmios de 63 indicações, sendo nomeado consecutivamente todos os anos em, pelo menos, um prêmio.

Da mesma forma, as produções seguintes do musical igualaram no sucesso abundante. As turnês norte-americanas receberam 12 prêmios de 14 indicações, enquanto a produção de Chicago foi nomeada para cinco Joseph Jefferson Awards. A produção do West End recebeu cinco nomeações no Laurence Olivier Award, apesar de não ganhar nenhum em 2007,[65] ganhou o Audience Award para show mais popular na cerimônia de premiação de 2010.[66][67][68]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

O elenco em turnê em Omaha, Nebraska

A produção da Broadway abriu em 30 de outubro de 2003, com críticas mistas dos críticos de teatro .[69][70] Menzel e Chenoweth receberam elogios quase unânimes por suas performances como Elphaba e Glinda. Ambos os americanosToday e Time Magazine deram a produção da Broadway de Wicked opiniões muito positivas, com Richard Zoglin do Time dizendo: "Se cada musical tivesse a inteligência, um coração e a coragem de Wicked, a Broadway seria realmente um lugar mágico"[71] Elysa Gardner para o USA Today descreveu como "o mais completo, e completamente satisfatório, novo musical que eu me deparei em um longo tempo." [72] Por outro lado, Ben Brantley no New York Times afirmou que amou a produção, mas criticou o show em si, chamando-a de "sermão" que "exagera em sua seriedade e dilui o seu poder", com uma partitura "genérica". Ele observou que Glinda é um papel tão vistoso que o público acaba torcendo para ela e não a "surpreendentemente incolor" Elphaba, que é "nominalmente" a heroína da história.[73] Apesar das críticas mistas, o interesse em “Wicked” se espalhou rapidamente pelo boca-a-boca, levando a uma quebra de recorde de bilheteria, como descrito acima. Falando ao The Arizona Republic em 2006, Schwartz, comentou: "O que posso dizer? Comentários são comentários.... Eu sei que dividiu os críticos. Nós não dividimos o público, e é isso que importa."[72][74]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]