Yogyakarta

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Indonésia Yogyakarta

Jogja • Jogjakarta

 
—  Cidade  —
Da esquerda para a direita, de cima para baixo: 1) Monumento Tugu; 2) Jalan Malioboro; 3) Kraton Ngayogyakarta (palácio real); 4) Universidade Gadjah Mada 5) Banco da Indonésia
Da esquerda para a direita, de cima para baixo: 1) Monumento Tugu; 2) Jalan Malioboro; 3) Kraton Ngayogyakarta (palácio real); 4) Universidade Gadjah Mada 5) Banco da Indonésia
Selo de Yogyakarta
Selo
Apelido(s): • Kota Pelajar (cidade dos estudantes)
• Kota Budaya (cidade cultural)
• Kota Gudeg (cidade Gudeg)
Lema: Memayu Hayuning Bawono
Yogyakarta está localizado em: Indonésia
Yogyakarta
Localização de Yogyakarta na Indonésia
Yogyakarta está localizado em: Java
Yogyakarta
Localização de Yogyakarta em Java
Coordenadas 7° 48' 5" S 110° 21' 52" E
Região especial Yogyakarta
Área
 - Cidade 46 km²
 - Metro 2159.1 km²
Altitude 151 m
População (2010)
 - Cidade 388 627
    • Densidade 8 448,4 hab./km²
 - Metro 4 010 436
    • Densidade metro 1 857,5 hab./km²
Fuso horário WIB (UTC+7)
Sítio www.jogjakota.go.id

Yogyakarta, Jogja, Yogya ou Jogjakarta é uma cidade da Indonésia, capital da região especial homónima, na ilha de Java. É conhecida como um centro de educação (Kota Pelajar; "cidade dos estudantes") e centro cultural de artes tradicionais javanesas, como batique, dança, teatro, música, poesia e espetáculos de marionetas. O centro urbano tem 46 km² de área e em 2010 tinha 388 627 habitantes (densidade: 8 448,4 hab./km²). A cidade foi a capital dos revoltosos durante a Revolução Nacional da Indonésia, entre 1945 e 1949, período durante o qual o gabinete do presidente funcionou no Gedung Agung, um dos atuais seis palácios presidenciais da Indonésia. Kotagede, atualmente um dos distritos de Yogyakarta, foi a capital do Sultanato de Mataram entre 1575 e 1640.

A área metropolitana, que inclui a cidade de Magelang, tem 2 159,1 km² e em 2010 tinha 388 627 habitantes (densidade: 1 857,5 hab./km²). Estende-se por 65 distritos nas regências de Sleman, Klaten, Bantul, Kulon Progo e Magelang.[carece de fontes?] Yogyakarta tem um dos mais altos índices de desenvolvimento humano da Indonésia (0,837 em 2014, considerado "muito alto").[1]

A cidade deve o seu nome à cidade indiana de Ayodhya, mencionada no épico hindu Ramáiana. Yogya significa "adequado, apto, conveniente" e karta "próspero, florescente", pelo que Yogyakarta significa algo como "cidade adequada para prosperar".[2]

História[editar | editar código-fonte]

Reino de Mataram (séculos VIII a X d.C.)[editar | editar código-fonte]

Segundo a inscrição de Canggal, datada de 732, a área tradicionalmente conhecida como Mataram tornou-se a capital do Reino de Medang (Mdang i Bhumi Mataram), fundado pelo rei Sri Sanjaya. Mataram tornou-se o centro da sofisticada cultura hindu-budista javanesa durante três séculos e na planície de Kewu, junto à encosta sul do monte Merapi, em redor de Prambanan, foram construídos numerosos candis (templos hindus e budistas), dos quais se destacam os de Prambanan (hindu) e de Borobudur (budista).[carece de fontes?]

Cerca do ano 929, o centro do reino foi transladado para Java Oriental por Mpu Sindok, fundador da dinastia Isyana. Desconhece-se a causa exata da transladação, mas é possível que se tenha devido a uma forte erupção do vulcão do Merapi ou a uma luta pelo poder. Os historiadores sugerem que em algum momento do reinado do rei Wawa (r. 924–929), uma erupção do Merapi devastou a capital do reino de Mataram.[carece de fontes?]

Império de Majapait (1293–1527)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Império de Majapait

Durante o período Majapait, a área em volta da moderna Yogyakarta foi novamente identificada como "Mataram" e reconhecida como uma das doze províncias do Império de Majapait em Java, governada por um duque intitulado Bhre Mataram. Durante o reinado de Hayam Wuruk (r. 1350–1389), o título de Bhre Mataram foi detido por Wikramawardhana, sobrinho e genro do rei, que lhe viria a suceder no trono.[carece de fontes?]

Sultanato de Mataram (1575–1620)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Sultanato de Mataram

Kotagede, atualmente um distrito de Yogyakarta, foi a capital do Sultanato de Mataram. Durante o reinado do sultão Agung Hanyokrokusumo (r. 1613–1645), o sultanato atingiu o seu apogeu, tornando-se o maior reino de Java e expandindo a sua influência a Java Central, Java Oriental e metade de Java Ocidental. Após duas mudanças de capital (Plered e Kerta, ambas situadas na atual regência de Bantul), a capital do sultanato foi transferida para Kartasura.[carece de fontes?]

Rescaldo do Tratado de Gianti (1745–1945)[editar | editar código-fonte]

Durante o reinado de Pakubuwono II (r. 1726–1749), estalou uma guerra civil entre o príncipe Mangkubumi e o sue irmão mais velho, Sunan Pakubuwono II. A guerra começou quando este último concordou em cooperar com a Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC), cedeu parte do território de Mataram aos holandeses e submeteu-se à sua autoridade. O seu irmão mais novo discordou do acordo por recear que o seu povo fosse escravizado pelos holandeses. Mangkubumi derrotou as tropas de Pakubuwono e declarou-se soberano do Reino de Yogjakarta, ocupando as partes do sul do sultanato.[carece de fontes?]

O fim da guerra civil foi formalizada pelo Tratado de Gianti, assinado em 13 de fevereiro de 1755 entre Mangkubumi, o seu sobrinho Pakubuwono III e a VOC, que marcou o fim do Sultanato de Mataram e a criação do Sunanato de Surakarta (ou Susuhunan), governado por Pakubuwono III, e do Sultanato de Yogyakarta, governado por Mangkubumi, que assumiu o título de Hamengkoeboewono I. O Sultanato de Yogyakarta foi fundado oficialmente em 7 de outubro de 1756.[carece de fontes?]

Durante a ocupação britânica de Java (1811–1815), rumores de planos da corte de Yogyakarta para causar uma rebelião provocou receios nas autoridades coloniais. Em 20 de junho de 1812, o governador britânico Stamford Raffles comandou uma força de 1 200 soldados num ataque à cidade real. Os javaneses foram apanhados de surpresa pelo ataque e foram facilmente derrotados. Yogyakarta caiu num dia, tendo sido destruída e o seu palácio foi saqueado. Este evento despojou completamente o sultanato do poder e influência que lhe restava.[3] O saque foi uma humlihação para a corte e ajudou a fomentar uma rebelião que ficaria conhecida como a Guerra de Java (1825–1830).[carece de fontes?]

República da Indonésia (1945–atualidade)[editar | editar código-fonte]

Em 1942, o Império do Japão invadiu as Índias Orientais Holandesas e governou Java até ter sido derrotado em 1945. Em agosto desse ano, Sukarno proclamou a independência da República Indonésia. O sultão de Yogyakarta Hamengkubuwono IX enviou rapidamente uma carta a Sukarno expressando o seu apoio ao recém-fundado país e reconhecendo que o seu sultanato era parte da República Indonésia. O Sunanato de Surakarta fez o mesmo e ambos os reinos javaneses receberam o estatuto especial de "regiões especiais" dentro da república. Porém, o Sunanato de Surakarta perderia esse estatuto administrativo especial em 1946 devido a uma rebelião esquerdista e anti-realista em Surakarta, tendo sido integrado na província de Java Central.[carece de fontes?]

O apoio de Yogyakarta foi essencial na luta pela independência durante a Revolução Nacional da Indonésia, entre 1945 e 1949. A cidade foi a capital da autoproclamada República Indonésia entre 1946 e 1949, após a tomada de Jacarta pelos holandeses. Mais tarde, os holandeses também invadiram Yogyakarta, levando a que a capital da república fosse transferida para Bukittinggi, em Sumatra Ocidental, a 19 de dezembro de 1948. Devido à sua significativa contribuição para a sobrevivência da república, Yogyakarta manteve o seu estatuto especial e é a única região indonésia governada por uma monarquia.[carece de fontes?]

Geografia e administração[editar | editar código-fonte]

A cidade estende-se em todas as direções a partir do Kraton (palácio do sultão), mas o núcleo da cidade moderna situa-se a norte, centrado na zona dos edifícios da era colonial holandesa e do principal bairro comercial. A Jalan Malioboro, com os seus vendedores de rua e mercados e centros comerciais vizinhos, é a principal avenida de comércio para os turistas, enquanto que a Jalan Solo, mais a norte, é uma área comercial frequentada sobretudo por locais. Na extremidade sul de Malioboro, no lado oriental, situa-se o mercado de Beringharjo, perto do Forte Vredeburg, uma fortaleza holandesa restaurada transformada num museu da luta pela independência.[carece de fontes?]

No centro da cidade ergue-se o Kraton, que está rodeado por um bairro residencial densamente povoado, que ocupa o que no passado era uma propriedade exclusivamente do sultão. Os sinais desse antigo uso ainda estão à vista, na forma de antigos muros e no antigo jardim de Taman Sari, construído em 1758, atualmente em grande parte abandonado e arruinado. No passado, o Taman Sari foi usado para alojar os empregados do palácio e os seus descendentes. Em 2004, foi iniciada a sua reconstrução, juntamente com a renovação das vizinhanças do kraton.[carece de fontes?]

Cerca de 28 km a note da cidade ergue-se o monte Merapi, o vulcão mais ativo da Indonésia, onde se têm registado erupções regulares desde 1548, a última delas antes de 2017 em novembro de 2010. Nas suas encostas meridionais situa-se a cidade turística de Kaliurang.[carece de fontes?]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Yogyakarta é do tipo tropical com estação seca (Aw na classificação de Köppen-Geiger), pois a precipitação no mês mais seco (agosto) é inferior a 60 mm. É influenciado pela monção. O mês mais chuvoso é janeiro, com 392 mm de média. A temperatura média é cerca de 26 a 27 °C; o meses mais frios são julho e agosto, quando a temperaturas média mínima é 20,6 °C e o mês mais quente é outubro, quando a temperatura média máxima é 31.4 °C.[4][5]

Dados climatológicos para Yogyakarta
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 31 32 32 33 32 32 32 32 34 35 35 32 35
Temperatura máxima média (°C) 29,8 30,2 30,4 31,3 31,1 31,0 30,3 30,7 31,1 31,4 30,7 30,1 30,68
Temperatura média (°C) 26,3 26,5 26,6 27,1 26,9 26,2 25,4 25,6 26,4 27,0 26,8 26,4 26,43
Temperatura mínima média (°C) 22,9 22,8 22,9 23,0 22,7 21,5 20,6 20,6 21,7 22,7 23,0 22,8 22,27
Temperatura mínima absoluta (°C) 20 20 18 20 18 16 17 16 17 18 20 20 16
Precipitação (mm) 392 299 363 149 141 68 29 16 49 136 237 278 2 157
Humidade relativa (%) 82 82 81 78 77 74 74 71 69 73 77 82 76,7
Fonte: Weatherbase [4], climate-data.org [5]

Administração[editar | editar código-fonte]

Yogyakarta faz parte da região especial homónima, a qual tem estatuto de província na Indonésia e tem uma "cidade" (Yogyakarta propriamente dita, ou Kota Yogyakarta) e quatro regências: Kulon Progo, com capital em Wates; Sleman, com capital em Sleman; Bantul, com capital em Bantul; Gunung Kidul, com capital em Wonosari. As regências de Bantul e de Sleman têm uma densidade populacional muito superior às circundantes (mais de 1 500 hab/km²) e na prática são dormitórios da área metropolitana da grande Yogyakarta.

A cidade está dividida em 14 distritos (kecamatan):

  • Danurejan (18 342) [♦]
  • Gedong Tengen (17 185) [♦]
  • Gondokusuman (45 293) [♦]
  • Gondomanan (13 029) [♦]
  • Jetis (23 454) [♦]
  • Kotagede (31 152) [♦]
  • Kraton (17 471) [♦]
  • Mantrijeron (31 267) [♦]
  • Mergangsan (29 292) [♦]
  • Ngampilan (16 320) [♦]
  • Pakualaman (9 316) [♦]
  • Tegalrejo (34 923) [♦]
  • Umbulharjo (76 743) [♦]
  • Wirobrajan (24 840) [♦]
[♦] ^ Número de habitantes em 2011.

Demografia[editar | editar código-fonte]

A maior parte da população é de etnia javanesa, No entanto, devido ao elevado número de escolas e universidades e ao custo relativamente mais baixo do que outras cidades indonésias, Yogyakarta tem atraído um número crescente de estudantes de toda a Indonésia. Em resultado disso, vivem na cidade muitas pessoas de outras etnias, especialmente das partes orientais da Indonésia.[carece de fontes?]

Yogyakarta atrai um grande número de visitantes estrangeiros e há também um número significativo de residentes estrangeiros. A maior parte deles são estudantes, que estudam língua indonésia ou a cultura javanesa.[carece de fontes?]

Cultura e atrações turísticas[editar | editar código-fonte]

Devido à proximidade com os templos de Borobudur e de Prambanan e cultura ligada à realeza local, Yogyakarta tornou-se um destino turístico importante na Indonésia. Muitos turistas usam a cidade como base de alojamento para visitarem Borobudur e Prambanan.[carece de fontes?]

Alguns aspetos culturais mais relevantes relacionados com Yogyakarta são os seguintes:[carece de fontes?]

  • Batique — Uma técnica artesanal de tingimento de tecidos. O mercado mais famoso de batique é o Beringharjo.
  • Joalharia com filigrana de prata, cujo principal centro de produção se encontra em Kotagede.
  • Dança tradicional javanesa — Destacam-se os espetáculos de wayang wong, com representações de cenas do Ramáiana, em Prambanan e Purowisata, e as danças da corte (tari kraton) realizadas no kraton (palácio real).
  • Teatro convencional e de marionetas. Além dos espetáculos tradicionais, há também alguns grupos que executam peças contemporâneas.
  • Música de gamelão, que inclui o género local Gamelan Yogyakarta, que se desenvolveu nas cortes da realeza.
  • Festivais anuais tradicionais javaneses, como o Sekaten e o Gerebeg Mulud. O primeiro celebra o e ocorre entre o 5.º e o 12.º dia do mês Mulud do calendário javanês (equivalente ao Rabi al-Awwal do calendário islâmico).

Museus e monumentos[editar | editar código-fonte]

Yogyakarta tem vários monumentos históricos e museus. O mais famoso, situado 17 km a nordeste da cidade, é Prambanan, um complexo de templos hindus classificado como Património Mundial pela UNESCO. No Kraton (palácio real) há um museu com artefatos do sultão. Em alguns edifícios coloniais há também museus. Destes destaca-se o Museu do Forte Vredeburg, instalado num antigo forte holandês. Devido à importância da cidade durante a guerra pela independência, há numerosos memoriais, como o Yogya Kembali, que comemora a recaptura de Yogyakarta pelos independentistas, onde estão expostos dioramas e artefatos do período colonial e da revolução.[carece de fontes?] Há também um museu de arte contemporânea, o Museu Nacional Jogja.[6]

A leste do centro da cidade encontra-se o grande Museu da Força Aérea, onde estão expostos 36 aviões no interior e seis no exterior.[7] Estes incluem alguns antigos modelos de combate soviéticos, como os caças MiG-15, MiG-17, MiG-19, MiG-21 e o bombardeiro Tu-16, além de aviões de fabrico japonês, americano e britânico.[carece de fontes?]

Cozinha[editar | editar código-fonte]

Alguns do pratos tradicionais de Yogyakarta são:[carece de fontes?]

  • Gudeg Yogya — Típico de Yogyakarta e de Java Central, é confecionado com jaca verde cozida durante várias horas em água com açúcar de palma e leite de coco. Geralmente é acompanhado com opor ayam (galinha com leite de coco), estufado de ovos cozidos duros e krechek, pele de carne picante e estufado de tofu. O gudeg de Yogyakarta é mais seco e mais vermelho do que de outras regiões por causa da adição de folhas de teca.[8]
  • Ayam goreng Kalasan — Galinha estufada com uma mistura temperos que incluem alho, coentro, noz-de-iguape e água de coco, que depois é frita até ficar crocante. É servida com sambal e hortaliças cruas.
  • Sego kucing — Arroz acompanhado com pequenos pratos com, por exemplo, sambal, tempeh (soja fermentada) ou peixe seco.
  • Bakpia pathok — Pastel doce recheado com pasta de feijão-mungo com acúcar, de origem chinesa. Embora haja bakpias noutras partes da Indonésia e das Filipinas, as bakpias da área de Pathok, perto da avenida Jalan Malioboro de Yogyakarta são especialmente famosas.
  • Wedhang ronde — Sobremesa quente javanesa com bolas de arroz glutinoso recheadas com pasta de amendoim, imersas em chá quente e doce de gengibre e citronela.
  • Wedhang angsle — Sobremesa quente e líquida de bolinhas de sagu, arroz glutinoso pré-cozinhado, feijão-mungo, putu mayang (bolinhos de farinha muito coloridos e em forma de esparguete) e amendoins fritos, tudo coberto com leite de coco doce.
  • Kipo — É um pequeno aperitivo doce de Kotagede, feito de massa de arroz glutinosa e leite de coco recehado com coco e açúcar de palma gratinado. O seu nome deriva do termo javanês "iki opo?", que significa "o que é isto?".
  • Wedhang uwuh — Bebida quente de folhas de craveiro-da-índia.

Economia e infraestruturas[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

Em 2014, o produto interno bruto (PIB) de Yogyakarta foi 24,69 biliões * Rp (rupias indonésias; 1 550 mihões ; 5,3 bilhões R$), o PIB per capita 60,57 biliões Rp (3 800 €; 13 000 R$) e o crescimento económico 5,3%. Entre 2010 e 2014, o crescimento económico médio foi 5,51%. A economia da cidade depende em grande medida do setor terciário, nomeadamente de comércio, tanto de retalhista como grossista, transporte e logística, turismo, informações e comunicações, seguros e serviços financeiros, imobiliário, serviços empresariais, administração pública, educação, saúde, etc., que no total representam 77,2% do PIB.[carece de fontes?]

Educação[editar | editar código-fonte]

A cidade tem pelo menos 13 universidades. A mais importante é provavelmente a Universidade Gadjah Mada, uma das mais proeminentes da Indonésia, fundada em 1949 e que em 2016 tinha mais de 48 000 alunos. Outras universidades públicas são a Universidade Estatal de Yogyakarta (fundada em 1964, c. 32 000 alunos em 2013), a Universidade Islâmica Estatal Sunan Kalijaga (que além dos cursos de teologia também tem cursos de direito, economia e educação) e o Instituto Indonésio das Artes de Yogyakarta. Há também diversas universidades privadas, como a Universidade Muhammadiyah de Yogyakarta, a Universidade Ahmad Dahlan, a Universidade Islâmica da Indonésia, a Universidade Atma Jaya de Yogyakarta (católica), Universidade Cristã Duta Wacana, a Universidade Sanata Dharma e o Instituto AKPRIND de Ciência e Tecnologia.[carece de fontes?]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Yogyakarta é servida pelo Aeroporto Internacional de Adisutjipto (IATA: JOG, ICAO: WAHH), o qual tem ligações regulares com outras cidades indonésias importantes, como Jacarta, Dempassar, Macáçar, Balikpapan, Banjarmasin, Pekanbaru, Palimbão ou Pontianak. Há também voos para Singapura e Kuala Lumpur.[carece de fontes?]

A cidade é servida por uma das duas principais linhas ferroviárias de Java, que ligam Jacarta e Bandung a Surabaia. Há duas estações de passageiros, ambas no centro: a de Tugu (ou Yogyakarta), que serve comboios de classe executiva, e a de Lempuyangan, que serve comboios de classe económica. Além dos comboios de longo curso, há serviços de comboios urbanos entre a estação de Lempuyangan, Surakarta, Kutoharjo, Madiun e Semarang.[carece de fontes?]

A cidade dispõe de um extenso serviço de autocarros urbanos e é um ponto de partida importante para autocarros de longo curso que ligam outras cidades de Java e de Bali. Desde o início de 2008, há um serviço de Bus Rapid Transit, o Trans Jogja, que liga os principais terminais rodoviários, o aeroporto e as estações ferroviárias. Há também táxis, andongs (charretes) e becaks (riquexós). O veículo de transporte individual mais usado é, de longe, a moticicleta, mas há cada vez mais residentes que têm automóvel. A cidade dispõe de uma autoestrada de circunvalação.[carece de fontes?]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Indeks Pembangunan Manusia 2014», Badan Pusat Statistik, ISSN 2086-2369 (em indonésio), 2015, consultado em 5 de março de 2017 
  2. Pospelov, E. M. (1998), Geograficheskie nazvaniya mira (em russo), Moscovo: Russkie slovari, p. 138 
  3. Hannigan, Tim (9 de setembro de 2011), «When Raffles Ran Java», Londres, History Today, ISSN 0018-2753 (em inglês), 61 (9), OCLC 1644842, consultado em 5 de março de 2017 
  4. a b «Yogyakarta, Indonesia». www.Weatherbase.com (em inglês). Canty and Associates LLC. Consultado em 5 de março de 2017 
  5. a b «Climate: Yogyakarta» (em inglês). climate-data.org. Consultado em 5 de março de 2017 
  6. «History» (em indonésio). jogjanationalmuseum.com. 18 de abril de 2011. Consultado em 5 de março de 2017 
  7. «Muspusdirla, Koleksi Pesawatnya Luar Biasa» (em indonésio). www.pikiran-rakyat.com. 19 de abril de 2012. Consultado em 5 de março de 2017 
  8. Tempat Makan Favorit di 6 Kota, ISBN 9789790061668 (em indonésio), AgroMedia, 2008, p. 136 
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