Borobudur

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A página está num processo de expansão ou reestruturação.
Esta página atravessa um processo de expansão ou reestruturação. A informação presente poderá mudar rapidamente, podendo conter erros que estão a ser corrigidos. Todos estão convidados a contribuir e a editar esta página. Caso esta não tenha sido editada durante vários dias, retire esta marcação.

Esta página foi editada pela última vez por Stegop (D C) há 33 horas. (Recarregar)

Translation Latin Alphabet.svg
Este artigo está a ser traduzido de «Borobudur» na Wikipédia em inglês (desde abril de 2017). Ajude e colabore com a tradução.
Borobudur
Candi Borobudur
Nomes alternativos Barabudur
Tipo Templo budista
Arquiteto Gunadharma
Construção ca. 825 d.C.
Promotor Dinastia Sailendra
Aberto ao público Sim
Religião Budismo
Website borobudurpark.com
Dimensões
Número de andares 9
Área 260 000 m²
Geografia
País Indonésia
Ilha Java
Província Java Central
Kabupaten Magelang
Coordenadas 7° 36' 28" S 110° 12' 13" E
Borobudur está localizado em: Java
Borobudur
Localização de Borobudur em Java
Pix.gif Conjunto de Borobudur *
Welterbe.svg
Património Mundial da UNESCO

Borobudur-Temple-Park Indonesia Stupas-of-Borobudur-04.jpg
País Indonésia
Tipo Cultural
Critérios i,ii,vi
Referência 592
Região** Ásia e Pacífico
Histórico de inscrição
Inscrição 1991  (15.ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.
** Região, segundo a classificação pela UNESCO.

Borobudur ou Barabudur (em indonésio: Candi Borobudur) é um templo budista maaiana situado na ilha de Java, Indonésia, no kabupaten (regência) de Magelang, Java Central. O templo é apontado frequentemente como o maior templo budista[1] e um dos mais importantes monumentos budistas do mundo. Desde 1991 que o sítio designado Conjunto de Borobudur, do qual fazem também parte os templos vizinhos de Mendut e Pawon, está inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO.[2]

O templo é constituído por nove plataformas sobepostas, seis quadradas e três circulares, sobre as quais se ergue uma abóbada central. O edifício é decorado com 2 672 painéis em relevo e 504 estátuas de Buda. A abóbada central está rodeada por 72 estátuas, cada uma delas sentada numa estupa perfurada.[3]

Construído no século IX d.C., durante o reinado da Dinastia Sailendra, o templo é de estilo budista javanês, o qual mistura elementos do culto indígena dos antepassados com o conceito budista do nirvana,[2] apresentando também influências da arte do Império Gupta, que reflete as influências indianas na região. No entanto, há muitos aspetos na arquitetura do edifício e nas cenas representadas nos relevos que tornam Borobudur distintamente indonésio.[4][5] O monumento é um santuário dedicado a Buda e um local de peregrinação budista. O caminho de peregrinação tem início na base do templo e segue em volta dele, subindo até ao cimo através dos três níveis simbólicos da cosmologia budista: o Kamadhatu ("mundo do desejo"), o Rupajhana ("mundo das formas") e o Arupajhana ("mundo sem formas"). O monumento guia os peregrinos através de um extenso sistema de escadarias e corredores com 1 460 painéis narrativos em relevo nas paredes e nas balaustradas. Borobudur possui o maior e mais completo conjunto de relevos budistas do mundo.[2]

Há evidências que sugerem que Borobudur foi construído no século IX e abandonado no século XIV, na sequência do declínio dos reinos hindus de Java e da conversão dos javaneses ao islão.[6] O templo tornou-se conhecido mundialmente a partir de 1814, quando Thomas Stamford Raffles, então o governador britânico de Java, foi informado da sua existência por nativos. Desde então o monumento passou por várias reatuarações, a maior delas levada a cabo entre 1975 e 1982 pelo governo da Indonésia e pela UNESCO.[2]

O templo ainda é usado como local de peregrinação. Uma vez por ano, os budistas da Indonésia celebram em Borobudur o Vesak, um importante festival que comemora o nascimento de Sidarta Gautama. O monumento é a atração turística mais visitada da Indonésia.[7][8][9]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Em indonésio e javanês, os templos antigos são chamados candi, pelo que localmente o monumento é conhecido como Candi Borobudur. De forma masi genérica, o termo candi também se aplica a outras estruturas arquitetónicas antigas, como portões e banhos. Contudo, as origens do nome Borobudur são incertas, pois como acontece com a maior parte dos antigos templos indonésios, o nome original é desconhecido.[10] O nome Borobudur foi escrito pela primeira vez por Thomas Raffles no seu livro A História de Java, publicado em 1817.[11] Segundo Raffles, o monumento chamava-se Borobudur, mas esse nome não é sugerido em escritos mais antigos.[10] O único manuscrito javanês que menciona um monumento chamado Budur é o Nagarakretagama, escrito em 1365 por Mpu Prapanca, um académico budista da corte de Majapait. Nessa obra, Budur é descrito como um santuário sagrado budista.[12]

O nome de muitos candi é o de uma aldeia vizinha. Se Borobudur seguisse as convenções da língua javanesa e tivesse o nome da aldeia próxima de Boro, o templo deveria chamar-se Budurboro. Raffles pensou que Budur poderia corresponder à palavra javanesa Buda ("antigo"), ou seja, "antiga Boro". Ele também sugere que o nome pode ter derivado de boro, que significa "grande" ou "honorável", e de Budur (Buda).[10] Contudo, o arqueólogo J.G. de Casparis sugere que Budur tem origem na palavra javanesa bhudhara ("montanha").[13]

Outra etimologia possível é que Borobudur seja a pronúncia javanesa local corrompida e simplificada de Biara Beduhur, escrita em sânscrito como Vihara Buddha Uhr. Vihara significa mosteiro budista e Buddha Uhr pode significar "cidade dos Budas". Beduhur pode também ser um termo de javanês antigo, que sobreviveu na língua balinesa e que significa "local alto", derivado de dhuhur ou luhur ("alto"). Assim sendo, Borobudur pode significar viara de Buda situada num local elevado ou num monte.[14]

A construção e inauguração de um edifício sagrado budista — possivelmente uma referência a Borobudur — é mencionada em duas inscrições, ambas descobertas em Kedu, na regência de Temanggung. A inscrição de Karangtengah, datada de 824, menciona um edifício sagrado chamado Jinalaya (domínio daqueles que triunfaram sobre o desejo mundano e alcançaram a iluminação"), inaugurado por Pramodhawardhani, filha do rei Sailendra Samaratungga. A inscrição de Tri Tepusan, datada de 842, menciona as sima (terras livres de impostos) concedidas por Çrī Kahulunnan (Pramodhawardhani) para assegurar o financiamento e manutenção de um Kamūlān chamado Bhūmisambhāra.[15] Kamūlān deriva da palavra mula ("lugar de origem"), que designa um edifício sagrado dedicado a homenagear os antepassados, provavelmente os da dinastia Sailendra. Casparis sugere que Bhūmi Sambhāra Bhudhāra, que significa "a montanha das virtudes combinadas dos dez níveis de Bodisatva" em sânscrito, era o nome original de Borobudur.[16]

Localização[editar | editar código-fonte]

Os três templos[editar | editar código-fonte]

Borobudur encontra-se aproximadamente 40 km a noroeste de Yogyakarta e 86 km a oeste de Surakarta, numa área elevada entre dois pares de vulcões gémeos — Sundoro-Sumbing e Merbabu-Merapi — e dois rios, o Progo e o Elo. Segundo a lenda local, a área conhecida como planície de Kedu é um local sagrado e é frequentemente chamado o "jardim" ou "horta" de Java devido à sua elevada fertilidade agrícola.[17] Durante os trabalhos de restauro do início do século XX descobriu-se que três templos budistas da região — Borobudur, Pawon e Mendut estão alinhados em linha reta.[18] Deve ter existido uma relação ritual entre esses três templos, embora o processo ritual seja desconhecido.[12]

Antigo lago[editar | editar código-fonte]

A hipotética existência de um lago no local onde se situa Borobudur foi um tema de intensa discussão entre arqueólogos no século XX. Em 1931, um artista e académico holandês de arquitetura hindu e budista, W.O.J. Nieuwenkamp, apresentou uma teoria segundo a qual outrora a planície de Kedu foi um lago e que inicialmente Borobudur representava uma flor-de-lótus flutuando no lago.[13] Segundo alguns autores, o templo teria sido construído numa colina rochosa 265 metros acima do nível do mar e 15 m acima das águas de um antigo lago.[19]

Em 1974 e 1977, Jacques Dumarçay e o palinologista Ganapathi Thanikaimoni recolheram amostras de solo de valas escavadas na colina e da planície imediatamente a sul. Estas amostras foram analisadas por Thanikaimoni, que examinou os pólens e esporos para identificar o tipo de vegetação que crescia na área quando Borobudur foi construído. Não foram encontrados quaisquer vestígios de plantas aquáticas; aparentemente, quando o templo foi construído, a área em volta era constituído por terrenos agrícolas e florestas de palmeiras, como ainda hoje acontece. A hipótese do lago foi re-examinada em 1985 e 1986 por Caesar Voûte e pelo geomorfologista J.J. Nossin, cujos trabalhos de campo concluíram que não existia um lago em volta de Borobudur na altura da construção.[20]

História[editar | editar código-fonte]

Construção[editar | editar código-fonte]

Não há quaisquer registos escritos sobre quem construiu Borobudur ou sobre as motivações para a construção. A data da construção foi estimada pela comparação entre os relevos esculpidos das fundações do templo e as inscrições de éditos reais dos séculos VIII e IX. O templo foi provavelmente fundado ca. 800,[21] o que corresponde ao período de apogeu (760–830) da Dinastia Sailendra no Reino de Mataram de Java Central,[22] quando este estava sob a influência do Império Srivijaya. Estima-se que a construção terá durado 7 anos e foi finalizada durante o reinado de Samaratungga em 825.[23][24]

Há alguma confusão entre os governantes hindus e budistas de Java dessa altura. Os Sailendras eram conhecidos como seguidores fervorosos do budismo, mas inscrições de pedra encontradas em Sojomerto sugere que podem ter sido hindus.[24] Foi durante essa época que foram construídos numerosos monumentos budistas e hindus nas planícies e montanhas em redor da planície de Kedu. Os monumentos budistas, nomeadamente Borobudur, foram construídos aproximadamente no mesmo período que o complexo hindu xivaíta de Prambanan, situado cerca de 50 km a leste de Borobudur. Em 732, o rei xivaíta Sanjaya de Mataram mandou construir um santuário Shivalinga no monte Wukir, 10 km a leste de Borobudur.[25]

A construção de templos budistas nesse período, incluindo Borobudur, foi possível porque o sucessor de Sanjaya, Rakai Panangkaran concedeu aos budistas a permissão de construção desses templos. Como sinal do seu respeito pelo budismo, Panangkaran deu a aldeia de Kalasan, onde existe outro templo budista importante, à comunidade budista, conforme consta do édito de Kalasan, datado de 778.[26] Isso levou alguns arqueólogos a acreditar que nunca houve conflitos religiosos sérios em Java, já que era possível um rei hindu patronizar o estabelecimento de um monumento budista e um rei budista fazer o mesmo em relação aos hindus.[27] Contudo, é provável que existissem então duas dinastias reais rivais em Java — a budista Sailendra e a xivaíta Sanjaya. A última derrotou a primeira numa batalha travada em 856 no planalto de Ratubaka.

Acredita-se que o templo Lara Jonggrang, parte do complexo de Prambanan, foi construído pelo rei vitorioso de Sanjaya, Rakai Pikatan, como resposta a Borobudur,[28] mas há autores que sugerem que as dinastias rivais coexistiam pacificamente e que há indícios de que os Sailendra estiveram envolvidos na construção de Lara Jonggrang.[29]

Abandono[editar | editar código-fonte]

Borobudur permaneceu escondido na selva e debaixo de cinza vulcânica durante vários séculos. Desconhecem-se as razões do seu abandono. Não se sabe quando o monumento deixou de ser usado ou quando as peregrinações budistas cessaram. Em algum momento entre 928 e 1006, o rei Mpu Sindok transferiu a capital do Reino de Mataram para Java Oriental depois de uma série de eruções vulcânicas. Não há certeza sobre a influência disso no abandono, mas vários autores apontam que o mais provável é que Borobudur tenha sido abandonado nessa altura.[6][19] O monumento é mencionado vagamente como "a viara em Budur" ca. 1365 no Nagarakretagama de Mpu Prapanca.[30] Segundo uma tradição local, os templos foram desmantelados quando a população se converteu ao islão no século XV.[6]

O monumento não foi completamente esquecido, mas no folclore local a glória do passado deu lugar gradualmente a crenças supersticiosas associadas a azar e miséria. Duas crónicas javananesas (babad) do século XVIII mencionam casos de má sorte associadas a Borobudur. Segundo a Babad Tanah Jawi ("História de Java"), o monumento foi fatal para Mas Dana, um rebelde que se revoltou contra o rei de Mataram Pakubuwono I em 1709.[6] O monte "Redi Borobudur" foi cercado e os rebeldes foram derrotados e condenados à morte pelo rei. Na Babad Mataram ("História do Reino de Mataram"), o monumento é associado à má sorte do príncipe Monconagoro, herdeiro do Sultanato de Yogyakarta. Apesar das visitas a Borobudur serem tabu, o príncipe levou "o cavaleiro que estava preso numa jaula" (uma estátua numa das estupas perfuradas) e quando regressou ao seu palácio adoeceu, morrendo um dia depois, em 1757.[31]

Redescoberta[editar | editar código-fonte]

A seguir à invasão britânica, Java ficou sob administração britânica entre 1811 e 1816. O governador nomeado foi Thomas Stamford Raffles, que se interessou vivamente pela história da ilha. Colecionou antiguidades javanesas e tomou notas, através de contactos com os locais durante a volta que fez à ilha. Quando esteve em Semarang em 1814, Raffles foi informado da existência de um grande monumento nas profundezas da selva perto da aldeia de Bumisegoro.[31] Não tendo logrado descobrir o monumento, o governador mandou H.C. Cornelius, um engenheiro holandês investigar a sua localização. Em dois meses, Cornelius e um grupo de 200 homens cortaram árvores, deitaram fogo a vegetalão e escavaram a terra para revelar o monumento. Devido ao risco de colapso, não pôde desenterrar todas as galerias. Reportou as suas descobertas a Raffles, incluindo vários desenhos no relatório. Apesar da descoberta de Borobudur ter sido descrita por Raffles em apenas algumas frases, o governador britânico é apontado como o responsável pela recuperação do monumento e é a ele que se deve a atenção mundial que ele recebeu.[11]

Hartmann, um administrador colonial holandês da região de Kedu, deu seguimento aos trabalhos de Cornelius e em 1835 todo o complexo foi finalmente desenterrado. O interesse de Hartmann era mais pessoal do que oficial. Não escreveu quaiquer relatórios das suas atividades, nem sequer da alegada descoberta de uma grande estátua de Buda na estupa principal. Hartmann investigou a abóbada central, mas desconhece-se o que lá descobriu e a estupa principal ainda hoje está vazia.[32]

Posteriormente, o governo das Índias Orientais Holandesas encarregou F.C. Wilsen, um oficial de engenharia holandês, de estudar o monumento. Wilsen desenhou centenas de esboços de relevos. J.F.G. Brumund também foi encarregado de fazer um estudo detalhado do monumento, que terminou em 1859. O governo pretendia publicar um artigo baseado no estudo de Brumund que incluía os desenhos de Wilsen, mas Brumund recusou-se a cooperar. O governo nomeu então outro académico, C. Leemans, que compilou uma monografia baseada nos trabalhos de Brumund e de Wilsen. A primeira monografia com um estudo detalhado de Borobudur foi publicada em 1873, seguindo-se a sua tradução em francês um ano depois.[32] A primeira fotografia do monumento foi tirada em 1872 pelo gravador holandês-flamengo Isidore van Kinsbergen.[33]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Largest Buddhist temple» (em inglês). www.guinnessworldrecords.com. Consultado em 8 de abril de 2017 
  2. a b c d Borobudur Temple Compounds. UNESCO World Heritage Centre - World Heritage List (whc.unesco.org). Em inglês ; em francês ; em espanhol. Páginas visitadas em 8 de abril de 2017.
  3. Soekmono 1976, p. 35–36.
  4. «Borobudur Temple, Indonesia» (em inglês). www.indonesia.travel. Consultado em 8 de abril de 2017 
  5. Le 2010, p. 171.
  6. a b c d Soekmono 1976, p. 4.
  7. Witton et al. 2003, p. 211–215
  8. Hampton 2005.
  9. Sedyawati 1997, pp. 25–35.
  10. a b c Soekmono 1976, p. 13.
  11. a b Raffles 1817.
  12. a b Moens 1951, pp. 326–386
  13. a b Casparis, J.G. de, «The Dual Nature of Barabudur», pp. 70, 83  inGómez & Woodward, Jr. 1981
  14. «Borobudur» (em indonésio). Embaixada da Indonésia em Haia. ina.indonesia.nl. 21 de dezembro de 2012. Consultado em 8 de abril de 2017 
  15. Soekmono 1988, p. 46.
  16. «Borobudur: Candi Berbukit Kebajikan» (em indonésio). www.walubi.or.id. Arquivado do original em 10 de maio de 2013 
  17. Soekmono 1976, p. 1.
  18. Krom 1927.
  19. a b Murwanto et al. 2004
  20. Voûte, Long & Sundberg 2005.
  21. Soekmono 1976, p. 9.
  22. Miksic 1990.
  23. Munoz 2016, p. 143.
  24. a b Dumarçay 1991.
  25. Meulen 1977.
  26. Meulen 1979.
  27. Soekmono 1976, p. 10.
  28. Hall 1956.
  29. Jordaan 1993.
  30. «Candi Borobudur, Bentuk dan Perlambang» (em indonésio). www.wacananusantara.org. 23 de setembro de 2016. Consultado em 8 de abril de 2017 
  31. a b Soekmono 1976, p. 5.
  32. a b Soekmono 1976, p. 6.
  33. Soekmono 1976, p. 42.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Usada no artigo[editar | editar código-fonte]

  • Atmadi, Parmono (1988), Some Architectural Design Principles of Temples in Java: A study through the buildings projection on the reliefs of Borobudur temple, ISBN 979-420-085-9 (em inglês), Yogyakarta: Gajah Mada University Press 
  • Dumarçay, Jacques (1991), Smithies, Michael, ed., Borobudur, ISBN 0-19-588550-3 (em inglês) 2ª ed. , Singapura: Oxford University Press 
  • Ferschin, Peter; Gramelhofer, Andreas (2004), «Architecture as Information Space», 8th International Conference on Information Visualization (em inglês), IEEE, pp. 181–186, doi:10.1109/IV.2004.1320142 
  • Jaini, P.S. (1966), «The Story of Sudhana and Manohara: An Analysis of the Texts and the Borobudur Reliefs», Bulletin of the School of Oriental and African Studies, ISSN 0041-977X (em inglês), 29 (3): 533–558, doi:10.1017/S0041977X00073407, JSTOR 611473 
  • Miksic, John N.; Tranchini, Marcello (1990), Borobudur: Golden Tales of the Buddhas, ISBN 9780945971900 (em inglês), Hong Kong: Periplus Editions 
  • Munoz, Paul Michel (2016), Early Kingdoms of the Indonesian Archipelago and the Malay Peninsula, ISBN 9789814610117 (em inglês), Singapura: Continental Sales 
  • Murwanto, H.; Gunnell, Y.; Suharsono, S.; Sutikno, S.; Lavigne, F. (2004), «Borobudur monument (Java, Indonesia) stood by a natural lake: chronostratigraphic evidence and historical implications», The Holocene (em inglês), 14 (3): 459–463, doi:10.1191/0959683604hl721rr 
  • Sedyawati, E. (1997), «Potential and Challenges of Tourism: Managing the National Cultural Heritage of Indonesia», in: Nuryanti, W., Tourism and Heritage Management (em inglês), Yogyakarta: Gajah Mada University Press 
  • Situngkir, H. (2010), «Borobudur Was Built Algorithmically», Bandung Fe Institute, BFI Working Paper Series WP-9-2010 (em inglês), SSRN 1672522Acessível livremente 
  • Soekmono, R. (1988) [1973], Pengantar Sejarah Kebudayaan Indonesia 2 (em indonésio) 2.ª ed. , Yogyakarta: Penerbit Kanisius 
  • Soekmono, R.; Casparis, J.G. de; Dumarçay, J.; Amranand, P.; Schoppert, P. (1990), Borobudur: A Prayer in Stone, ISBN 2-87868-004-9 (em inglês), Singapura: Archipelago Press 
  • Voûte, Caesar (1973), «The Restoration and Conservation Project of Borobudur Temple, Indonesia. Planning: Research: Design», Studies in Conservation, ISSN 0039-3630 (em inglês), 18 (3): 113–130, doi:10.2307/1505654, JSTOR 1505654 
  • Voûte, Caesar; Long, Mark; Sundberg, Jeffrey (2005), «New Perspective on Some Old Questions Pertaining to Borobudur», The Restoration of Borobudur (PDF), ISBN 92-3-103940-7 (em inglês), Paris: UNESCO, pp. 213–249, consultado em 25 de abril de 2017 
  • Wayman, A., «Reflections on the Theory of Barabudur as a Mandala», Barabudu History and Significance of a Buddhist Monument (em inglês), Berkeley: Asian Humanities Press 
  • Witton, Patrick; Elliott, Mark; Greenway, Paul; Jealous, Virginia (2003), Indonesia, ISBN 9781740591546 (em inglês), Lonely Planet 
  • Wood, Michael (2011), «Archaeology, National Histories, and National Borders in Southeast Asia», in: Clad, James; McDonald, Sean M.; Vaughn, Bruce, The Borderlands of Southeast Asia (PDF) (em inglês), Center for Strategic Research, Institute for National Strategic Studies, consultado em 8 de abril de 2017 
  • Woodward Jr., Hiram W. (1979), «Acquisition», Critical Inquiry (em inglês), 6 (2): 291–303, doi:10.1086/448048 

Complementar[editar | editar código-fonte]

  • Gomez, Luis O.; Woodward, Hiram W. (1981), Barabudur, history and significance of a Buddhist monument, ISBN 0-89581-151-0 (em inglês), Berkeley: Asian Humanities Press . Apresentado na Conferência Internacional sobre Borobudur na Universidade de Michigan em 16–17 de maio de1974.
  • Kempers, August J.B. (1976), Ageless Borobudur: Buddhist mystery in stone, decay and restoration, Mendut and Pawon, folklife in ancient Java, ISBN 90-6077-553-8 (em inglês), Wassenaar: Servire 
  • Miksic, John (1999), The Mysteries of Borobudur, ISBN 962-593-198-8 (em inglês), Hong Kong: Periplus 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Borobudur