Consciência de classe

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Entende-se na sociologia de forma general como consciência de classe o despertar de um grupo social ou parte do povo para seu verdadeiro poder de mobilização, segundo Marx e Weber, sociólogos que estudaram a fundo a filosofia de tais movimentos das massas organizadas e desorganizadas em princípio, que depois se organizam pelo direito de corroborar. A organização é um fato e é a "alma do movimento sindical", desaparecendo com esse despertar de consciência o chamado "capachismo", ou a subserviência "em segredo ao patrão", em deprimência aos operários ou trabalhadores, coisa conhecida no Brasil a partir dos movimentos democráticos, como em toda as sociedades, onde os trabalhadores sofrem as diversas formas de tração, pelos "líderes sindicais", que procuram apenas ganhar às escolhas eleitorais e depois esquecem àqueles que os elegeram. É nesse aspécto que Marx cita em sua obra o libelo de "trabalhadores, unívos!", sendo esse libelo não ao patrão em sí, mais ao "falso amigo(ou inimigo)", vide a obra de Marx, mais acuradamente, no seu pensamento, conforme alguns historiadores do pensamento, como o professor da Universidade de Brasília Lauro Campos, também Senador da República Federativa do Brasil e filiado ao Partido dos Trabalhadores.

É também a conscência da classe.

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