Geografia marxista

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Geografia marxista é uma Geografia crítica que utiliza as teorias e da Filosofia do marxismo para examinar as relações espaciais de Geografia humana. Na geografia marxista, as relações que a geografia tem tradicionalmente analisadas - ambiente natural e as relações espaciais - são revistas como resultados do modo de produção material. Para compreender as relações geográficas, a estrutura social também deve ser examinadas. A Geografia marxista tenta alterar a estrutura básica da sociedade.

Filosofia e Metodologia[editar | editar código-fonte]

A Geografia marxista é radical em sua natureza e sua principal crítica é da ciência positivista espacial centrada em suas metodologias, que não conta ou não demonstra os mecanismos do capitalismo e da exploração humana que são a base de arranjos espaciais. Como tal, os primeiros geógrafos marxistas foram explicitamente político em defesa da mudança social e ativismo, que buscavam, através da aplicação de análise geográfica dos problemas sociais, para aliviar a pobreza e exploração nas sociedades capitalistas. Geografia marxista faz reivindicações exegéticas a respeito de como as estruturas profundas do capitalismo agem como um fator determinante e restrições à agência humana. A maioria dessas idéias foram desenvolvidas no início de 1970 pelo insatisfeitos geógrafos quantitativos; David Harvey é geralmente considerado como o principal Trail Blazer do movimento marxista na Geografia humana. Para realizar tais objetivos filosóficos, esses geógrafos dependem fortemente da teoria social e econômica marxista, com base na economia marxista e do conceito do materialismo histórico para arreliar para fora a maneira pela qual os meios de distribuição de produção do controle humano espacial em estruturas capitalistas. Marx também é chamado para examinar como as relações espaciais são afetados pela classe. A ênfase é sobre a estrutura e os mecanismos estruturais; ênfase nesse aspecto da sociedade tem produzido resultados, mas também críticas.

Crítica[editar | editar código-fonte]

A ênfase da Geografia marxista sobre restrições de estrutura sobre a ação humana tem sido criticado extensivamente como determinista, não permitindo que o organismo humano e de autonomia, cuja ação parece determinado por mecanismos estruturais do capitalismo na análise marxista. Em contrapartida, Geografia Humanística é uma geografia diferente crítica, que se concentra na vontade humana e da autonomia para explicar os padrões de geografia. Não é novidade que, muitas das críticas dirigidas aos marxistas surgiu a partir da dobra humanista (apesar de Geografia Humanística é, em si visto como falta de não dar conta de restrições de comportamento impostas pelas estruturas sociais). A Geografia marxista também está sujeito a críticas do materialismo histórico e sua aplicabilidade para a moderna sociedade pós-industrial e capitalista. A importância lugar marxistas sobre a noção de classe também estão sujeitos à crítica. geógrafos marxistas responderam em espécie a essas polêmicas.