Flash (DC Comics)

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Flash
Flash
Flash Pack.jpg
Publicado por DC Comics
Primeira Aparição Flash Comics #1 (1940)
Criado por Gardner Fox
Harry Lampert
Personagens
Jay Garrick
Barry Allen
Wally West
Bart Allen
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

Flash é um nome compartilhado por diversos super-heróis da DC Comics. Criado pelo escritor Gardner Fox e pelo artista Harry Lampert, o Flash original estreou em Flash Comics #1 (1940).

Uma vez apelidado velocista escarlate, o Flash possui "super-velocidade", consegue correr a 1079 milhões de k/por h, que inclui a habilidade de correr e mover-se extremamente rápido, usar reflexos sobre-humanos e violar certas Leis da física. Até então, quatro diferentes personagens, cada qual de algum modo ganhou o poder da super-velocidade, assumiram a identidade de Flash: Jay Garrick (1940-1956), Barry Allen (1956-1986), Wally West (1986-2006, 2007-) e Bart Allen (2006-2007).

A segunda versão do Flash é geralmente considerada o primeiro herói da Era de Prata dos Quadrinhos e o super-herói permaneceu um dos mais populares desde então. Cada versão do Flash foi um membro chave ou da Sociedade da Justiça da América ou da Liga da Justiça, principais grupos da DC.

Uma versão Barry Allen, com características de Wally West foi vista em um seriado de tv, estrelado por John Wesley Shipp. Uma versão Wally West foi utilizada na série animada Liga da Justiça.

Histórico da publicação[editar | editar código-fonte]

Era de Ouro[editar | editar código-fonte]

O Flash da Era de Ouro era Jay Garrick, um estudante que ganhou sua velocidade através da inalação de vapores de água dura, depois alterada para vapores de água pesada, e que usa um elmo de metal com asas reminiscente do Deus da Mitologia Grega Hermes. Ele é reconhecido como o primeiro super-velocista dos quadrinhos e um dos primeiros a ter apenas um super-poder, ao contrário do multi-poderoso Superman.

Garrick foi um personagem popular nos anos 40. Estrelava as revistas Flash Comics e All-Flash Quarterly (depois publicada quinzenalmente como All-Flash) e participava como co-protagonista da revista Comic Cavalcade. Foi membro-fundador da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis, cujas aventuras aconteciam em All Star Comics. Com os super-heróis caindo em popularidade com o pós-guerra, Flash Comics foi cancelada na edição #104 (1949). A última história da Sociedade da Justiça aconteceu em All Star Comics #57, de 1951 (a revista continuaria com o título mudado para All Star Western).

Era de Prata dos Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Em 1956, DC Comics obteve sucesso revivendo super-heróis, o que ficou conhecido como a Era de Prata dos Quadrinhos. Ao contrário de tentar trazer de volta os mesmo heróis da Era de Ouro, como tentou sem sucesso Atlas Comics, DC reimaginou-os como novos personagens para a época presente. O Flash foi o primeiro a ser retomado em Showcase #4 (Outubro de 1956).[1]

Este novo Flash foi Barry Allen, um funcionário da polícia científica que ganhou seus poderes após sofrer um acidente sendo banhado por produtos químicos após seu laboratório ser atingido por um raio. Ele adotou o nome de Flash depois de ler uma história em quadrinhos sobre o Flash da Era de Ouro.[1] Depois de diversas aparições em Showcase, Allen recebeu seu próprio título, The Flash, cuja primeira edição foi a de número #105 (número onde Flash Comics havia parado).[2]

O Flash da Era de Prata mostrou-se popular o bastante e muitos outros heróis da Era de Ouro foram revividos em novas encarnações. Um novo grupo de super-heróis, a Liga da Justiça da América, foi também criado, com Flash como um dos membros fundadores.

Os Flashs de Dois Mundos[editar | editar código-fonte]

O Flash também introduziu um conceito muito utilizado nas histórias em quadrinhos quando foi revelado que Garrick e Allen existiam em mundos paralelos. Seus poderes lhes permitiam cruzar a fronteira dimensional entre os mundos, e os dois tornaram-se bons amigos. Flash of Two Worlds (The Flash vol.1 #123) foi o primeiro crossover em que um personagem da Era de Ouro conhece um da Era de Prata.[3]

Em breve, ocorreriam crossovers entre a Liga da Justiça e a Sociedade da Justiça; as respectivas equipes começaram a se encontrar anualmente desde o começo dos anos 60 até o meio dos anos 80.[1]

As aventuras de Allen continuaram em seu título próprio até o advento da Crise nas Terras Infinitas. The Flash encerrou sua série no #350. A vida de Allen tornou-se consideravelmente confusa no início da década de 1980, e DC decidiu terminar suas aventuras e passar seu manto a outro personagem. Allen morreu heróicamente em Crise nas Terras Infinitas #8 (1986). Devido a sua habilidade de viajar pelo tempo, ele continuou a aparecer ocasionalmente nos anos seguintes.

Era Moderna[editar | editar código-fonte]

O terceiro Flash foi Wally West, que foi introduzido em Flash #110 (1959) como Kid Flash. West, sobrinho da esposa de Allen, ganhou os poderes de Flash devido a um acidente idêntico ao de Allen. Adotando a identidade de Kid Flash, ele manteve-se membro dos Jovens Titãs por anos. Após a morte de Allen, West adotou a identidade de Flash em Crise nas Infinitas Terras #12 e recebeu sua própria série, começando com The Flash vol.2, #1 em 1987.

Devido a Crise Infinita e o pulo no tempo, "Um Ano Depois", no Universo DC, DC cancelou The Flash vol. 2, em Janeiro de 2006 em #230. Uma nova série, The Flash: The Fastest Man Alive, começou em 21 de Junho de 2006. Escrito por Danny Bilson e Paul De Meo e desenhada por Ken Lashley, esta série revela o neto de Barry, Bart Allen como herdeiro de seu manto.

Flash: Fastest Man Alive foi recentemente cancelado em seu número #13. Em seu lugar The Flash (vol.2) será revivido em seu número 231. Mark Waid escreveu parcialmente a série, bem como um All-Flash especial que precedeu este retorno.

As aventuras da família West foram momentaneamente concluídas na revista The Flash vol. 2, que foi encerrada com o número 247 em 2009.

Em abril de 2009, Geoff Johns e Ethan Vansciver iniciam a saga Flash Rebirth que deve consolidar o retorno de Barry Allen como o Flash, além de definir a situação dos outros velocistas do Universo DC. [4]

Os Novos 52[editar | editar código-fonte]

Após os eventos de Flashpoint (Ponto de Ignição no Brasil), todo o universo DC passou por um Reboot no ano de 2011. Este processo reiniciou todos os títulos da editora inclusive revistas de linhagem antiga como Action Comics e Detective Comics, promovendo o recomeço de todos os personagens, inclusive o próprio Flash.

Em Flashpoint, o Flash foi o pivô de toda mudança temporal que culminou nos novos 52. Nesta história, o Flash decide voltar ao passado para reviver sua mãe que fora assassinada pelo professor Zoom, o Flash reverso, e quando retorna ao presente todo o futuro está completamente modificado. Após os eventos ocorridos, o Flash decide desfazer sua atitude de reviver sua mãe e retorna ao passo, porém somado à interferência de Pandora o presente nunca mais foi o mesmo.

Nesta nova versão do legado Flash escrita inicialmente por Francis Manapul e Brian Buccellato na revista The Flash vol. 3, quem carrega o manto na terra principal é Barry Allen, nunca tendo havido outro Flash antes ou depois dele. Jay Garrick atualmente é o Flash da Terra 2 (revista Earth 2), terra paralela onde a maioria dos personagens da Era de Ouro foram colocados em versões mais novas e completamente revisados, até o presente momento estes dois Flashes nunca se encontraram e não sabem da existência dos outros. Jay Garrick, nesta nova versão recebe seu poderes do próprio deus Mercúrio e sua roupa é bastante diferente da versão anterior. Wally West ainda tem paradeiro desconhecido e foi retirado da cronologia Flash, onde nunca carregou o manto. Bart Allen permanece como Kid Flash e é membro ativo e fundado dos Novos Titãs dos Novos 52.

Biografias fictícias[editar | editar código-fonte]

Mesmo que diversos outros personagens usaram o nome Flash, estes viveram em outros mundos paralelos, ou no futuro. Garrick, Allen e West são os mais conhecidos detentores desta identidade.

Jay Garrick[editar | editar código-fonte]

Jay Garrick era um estudante em Janeiro de 1940 quando inalou acidentalmente vapores de água pesada depois de adormecer em seu laboratório onde ele estava trabalhando. Como resultado, ele descobriu que podia correr a velocidades sobre-humanas e tinha reflexos igualmente rápidos. Depois de uma breve carreira como estrela de futebol americano universitário, ele fez uma camisa vermelha com um raio e um elmo de metal estilizado com asas (baseado nas imagens do deus romano Mercúrio), e começou o combate ao crime como Flash. Jay manteve sua identidade em secredo por anos sem uma máscara pois vibrava continuamente seu corpo enquanto em público de modo que nenhuma fotografia conseguia capturar sua face.

Esse primeiro Flash também fez parte do primeiro grande grupo de super-heróis da DC Comics, a Sociedade da Justiça, junto com versões da Era de Ouro dos Quadrinhos de vários personagens da DC Comics, como o Lanterna Verde e a Mulher-Maravilha.

Quando começou a ser publicado no Brasil, o primeiro Flash foi batizado nos anos 40 do século XX de Joel Ciclone.

Com o tempo, o personagem acabaria entrando em desuso, deixando de ter suas aventuras publicadas. O "Flash" seria re-inventado décadas mais tarde, bastante diferentes. Mais pra frente, Jay Garrick voltaria à ser usado, como se fizesse parte do passado do Universo DC, criando assim um "Legado do Flash", com vários personagens recebendo a honra e o dever de usarem o nome "Flash", para proteger Keystone City. Atualmente, Garrick é um dos personagens secundários nas histórias de Wally West, o terceiro Flash, que são atualmente escritas pelo badalado Geoff Johns. Ele ainda está ativo como Flash.

Inimigos de Jay Garrick
Inimigos do Flash

Barry Allen[editar | editar código-fonte]

O segundo Flash foi criado dezesseis anos após a primeira versão, desta vez pelas mãos de Gardner Fox e Carmine Infantino.

Sua estréia, na revista Showcase 16, marca o início da Era de Prata dos Quadrinhos, quando todos os personagens da DC foram re-inventados a partir do zero, como se nada tivesse existido antes.

Barry Allen era funcionário da polícia científica, quando sofreu um acidente químico, sendo banhado por produtos químicos após seu laboratório ser atingido por um raio. Esse acidente fez que ele, assim como Flash Jay Garrick, fosse capaz de acessar e canalizar o poder vindo do "Campo de Velocidade", sendo, a partir desse momento, capaz de correr em velocidades altíssimas.

Barry então decidiu se tornar um super-herói. Deu-se o nome de "Flash", vestiu uma máscara e um uniforme colante vermelho e passou à patrulhar Central City.

Mais tarde, se uniria à outros quatro heróis para formar a primeira versão da Liga da Justiça. Os quatro heróis eram Ajax, o Marciano (atualmente conhecido apenas como "Caçador de Marte"); O Lanterna Verde da Era de Prata, Hal Jordan; Aquaman; A segunda Canário Negro, Dinah Lance, filha da Canário Negro original, que fazia parte da Sociedade da Justiça, grupo que havia inspirado a equipe.

Barry se tornaria um herói muito popular. Seu sobrinho, Wally West, viria à se tornar o Kid Flash, após passar por um acidente semelhante ao de Barry.

Barry também viria à se encontrar um Flash de outra dimensão, chamado Jay Garrick (é, o mesmo do qual você leu acima). Isso, mais tarde, levaria à criação de diversos universos paralelos na DC Comics, cada um com seus próprios super-heróis. Para você entender um pouco da situação, apenas imagine que existiam vários diferentes "Superman", cada um numa dimensão diferente. Existia o Superman da Era de Ouro que havia envelhecido, o Superman jovem, que ainda namorava Lois Lane, o Superman vilão.

Toda essa confusão levaria à Crise nas Infinitas Terras, um dos maiores épicos da história dos quadrinhos, aonde Barry se sacrifica no final, para acabar com o Anti-Monitor, vilão responsável por toda a devastação que ocorria no universo.

Após a Crise, o Universo DC foi novamente "resetado", como um universo coeso. Muitos personagens ganharam novas origens, mas Barry continuou "existindo", e seu manto foi passado para Wally West, que, desse instante em diante, se tornaria o novo Flash, seguindo o legado de seu falecido tio.

Na saga Crise Final Barry Allen retorna para lutar contra o mal. Nesta história concebida por Grant Morrisson, Barry e Wally correm do Corredor Negro (a personificação da morte de acordo com os conceitos criados por Jack "O Rei" Kirby para o Quarto Mundo) guiando-o até Darkseid, tendo como real objetivo derrotar o vilão.

As novas aventuras de Barry Allen serão escritas por Geoff Johns e desenhadas por Ethan Vansciver na revista Flash: Rebirth que tem data de lançamento anunciada para Abril/2009.

Inimigos de Barry Allen

Wally West[editar | editar código-fonte]

Wally West era apenas o sobrinho de Barry Allen. Até sofrer um acidente com os mesmo produtos químicos que haviam transformado seu tio num herói. Ele morava e agia numa cidade diferente da de Barry. Enquanto o tio vivia em Central City, Wally era estudante em Blue Valley ou Vale Azul.

Wally (No Brasil também chamado de Lucas Thurow[carece de fontes?]), então, inspirado pelo seu tio, decidiu se tornar o Kid Flash. Ele iria, junto com vários outros "parceiros mirins" formar os Novos Titãs. Moça-Maravilha, Robin, Aqualad, Ricardito e Kid Flash formariam uma equipe que até hoje tem milhares de fãs.

Na saga Crise nas Infinitas Terras seu tio, Barry Allen, morre. O jovem Wally West, mesmo preocupado se estaria à altura do Legado do Flash, aceitou o manto de seu tio e se tornou o novo Flash.

Wally começou a fazer parte da Liga da Justiça, mas sem nunca deixar convívio com os amigos os Titãs.

No começo, Wally não era tão veloz quanto seu tio, sendo capaz "apenas" de quebrar a barreira do som, e não a da luz, como seu tio.

Mas, durante a clássica fase de Mark Waid, Wally conseguiu atingir novos limites, ganhando poderes ainda maiores, sendo capaz de não só quebrar a barreira da luz, como ser ainda mais rápido que isso. Isso se deve a descoberta da "força de aceleração", o campo de energia responsável pela velocidade de todos os Flashes e da qual eles passam a fazer parte se morrem após ultrapassar a velocidade da luz. Nessa fase, aprendeu também não apenas como transferir energia cinética a outros objetos e pessoas, como também a roubá-la. Essas habilidades passaram a ser utilizadas também por Jay Garrick.

Recentemente, encerrou-se a excelente fase do personagem escrita por Geoff Johns, que revitalizou o título, utilizando de forma mais do que competente a extensa galeria de vilões do Flash.

Na conclusão do arco de história "Rogue War", o Flash tornou-se pai de gêmeos, que podem ou não ter herdado a velocidade do pai.

Na maxi-série "Crise Infinita", o Superboy da Terra Prime, último sobrevivente de um universo destruído durante a Crise nas Infinitas Terras, enlouquecido por não poder ter uma vida que, de seu ponto de vista, deveria ser sua, estava espancando o Superboy Kon-El e os Novos Titãs, a Sociedade da Justiça e a Patrulha do Destino foram chamados ao local para detê-lo. Um verdadeiro massacre teve início, culminando na morte dos titãs Pantha, Bushido e Bebê Gnu, entre outros.

Quando tudo parecia perdido, Wally West, Bart Allen e Jay Garrick, Flashes de três gerações, correndo em supervelocidade, carregaram o Superboy da Terra Prime com velocidades cada vez maiores para que ele fosse absorvido pela força de aceleração. Os tendões de Jay se romperam e ele não pôde continuar, cabendo a Wally e Bart a tarefa de derrotá-lo. Ao ultrapassar a barreira da luz, Wally foi convertido em energia e foi até seu apartamento se despedir de sua esposa, Linda Park, e seus filhos. Linda porém não o deixou partir sozinho, beijando seus lábios uma última vez e dizendo: "Aonde quer que você vá…sua família vai com você". Todos desapareceram da existência e, ao contrário do esperado, não foram absorvidos pela força de aceleração. Segundo Wally, ele estava sendo puxado a "outro lugar".

Depois disso, Bart Allen, neto de Barry Allen que se tornou Flash IV é morto devido uma pane em seus poderes enquanto lutava contra a galeria de vilões, manipulados por Inércia. Posteriormente, revela-se que a pane nos poderes de Bart é decorrente da ação da Legião dos Super-Heróis que tentam trazer um velocista para o presente alegando que o mesmo seria instrumental para derrotar ameças futuras. Ao final da Saga do Relâmpago, a Legião volta para o futuro com Brainiac 5 levando um bastão semelhante a um pára-raio que aparentemente pode ter armazenada a essência da Força da Aceleração ou mesmo a "alma" de um velocista.

O Flash Wally West e sua família, retornam de outra dimensão. Ao ser comunicado do que havia ocorrido com Bart, o Flash corre para vingar a morte do seu primo e dá cabo de todos os vilões, ao passo que Inércia, o mentor do ataque, foge em super-velocidade. Furioso, West ataca Inércia espancando-o. Quando o vilão parece estar rendido ele olha Wally e diz: - Ele gritou! Gritou como uma cadela!!!! - Referindo-se a Bart.

O Flash quase não resiste a matar o inimigo, mas inflige ao mesmo um castigo muito pior. Ele rouba a velocidade de Inércia, mantendo o vilão vivo praticamente congelado no tempo, servindo como estátua no Museu do Flash onde Inércia permaneceria olhando para o monumento em homenagem a Bart Allen. Posteriormente na saga Crise Final: Vingança dos Vilões, Inércia seria libertado e morto.

Durante a saga Crise Final: Legião de Três Mundos, sob a orientação de três Brainiac 5 e o apoio de três Relâmpagos, duas Moça Relâmpagos e uma Pluma de terras alternativas, a neta de Barry Allen e prima de Bart, XS (Jenni Ognats) utiliza a esteira cósmica acoplada ao bastão levado por Brainiac 5 na Saga do Relâmpago para correndo à velocidade da luz e conseguir aumentar seu contato com a Força da Aceleração e trazer Bart Allen de volta à vida para lutar contra o Superboy Prime.

Na série animada Liga da Justiça, Wally interpreta o Flash.

Inimigos de Wally West

Poderes[editar | editar código-fonte]

  • Todos os Flashes possuem super velocidade: isto dá, não só a habilidade de mover-se depressa, mas também de enxergar o mundo como estivesse em câmera lenta, podendo enxergar a trajetória de balas e objetos muito rápidos e pegá-los com as mãos. Todos os Flashes conseguem atingir a velocidade da luz.
  • A velocidade permite a todos poder correr sobre a superfície das águas e pelas paredes.
  • Uma aura protege o corpo dos Flashes quando em supervelocidade: assim, eles não se ferem com o atrito do ar. Isto protege também objetos e até pessoas em contato com o corpo do Flash.
  • Os Flashes conseguem criar ventos fortes por girar em círculos ou agitando membros do corpo, como os braços.
  • Todos os Flashes conseguem atravessar objetos sólidos. Os átomos dos seus corpos deslizam suavemente entre os espaços das moléculas que compõe a matéria. Wally também esteve um tempo sem poder usar este poder, mas recuperou-o, com efeitos colaterais. (Objetos que ele atravessa desse modo explodem).
  • Uma explicação parecida permite que os Flashes atinjam outras dimensões. As Terras Paralelas, ao menos, eram separadas por defasagem vibracional; Flash só tinha que vibrar mais rápido que essas vibrações para que ele atingisse outras dimensões. Wally também esteve um tempo incapacitado do uso desse poder.
  • Wally West, recentemente, se tornou o mais rápido dos Flashes. ele desenvolveu uma série de novos poderes, como dar ou retirar velocidade a pessoas e objetos; criar um uniforme a base de energia do Campo da Velocidade e entre outros. Outro poder de flash ele pode se curar de ferimentos muito grave. Ele já chegou a se curar de um raio, que caiu sobre ele.

Outras mídias[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Em 1990 foi adaptada para a TV a história do segundo Flash, Barry Allen, interpretado por John Wesley Shipp.

Em 2004 na série Smallville marca a primeira aparição de Bart Allen no episódio 5 (Run) da 4ª temporada roubando a carteira de Jonathan Kent, depois aparece novamente em 2006 no episódio 11 da 6ª temporada (Justice) junto com Aquaman, Ciborgue e Arqueiro Verde.

Em 2013 o segundo Flash, Barry Allen apareceu na série do canal CW, Arrow, interpretado por Grant Gustin.

Em 2014 Grant Gustin continuará a interpretar Barry Allen na série The Flash.

Cinema[editar | editar código-fonte]

Em Liga da Justiça: Ponto de Ignição (Justice League: The Flashpoint Paradox, 2013) a trama é centrada no Flash e trata de viagens no tempo e as implicações que uma simples mudança num evento pode causar na continuidade.[5]

A DC Comics confirmou que haverá o filme solo do Flash (assim como outros filmes) e o ator escolhido e aparentemente confirmado é Ezra Miller, que anteriormente já teria se juntado ao filme da Liga da Justiça (também confirmado) e depois reprisando o papel pela terceira vez na continuação do filme do grupo. Liga da Justiça : Part 1 estreia em 2017; The Flash, em 2018 e Liga da Justiça: Part 2, em 2019.

Referências

  1. a b c Marcus Vinicius de Medeiros (27 de Julho de 2000). Hipertempo: mais que um multiverso Omelete.
  2. Arie Kaplan. From Krakow to Krypton: Jews and comic books. [S.l.]: Jewish Publication Society, 2008. 89 pp. 9780827608436.
  3. Robert G. Weiner. Captain America and the struggle of the superhero: critical essays. [S.l.]: McFarland, 2009. 38 pp. 0786437030, 9780786437030.
  4. Rogers, Vaneta (2007-07-15). "MARK WAID RETURNS TO THE FLASH" Newsarama. Visitado em 2007-07-15.
  5. [1]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]