Hipergigante amarela

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De uma maneira geral, uma hipergigante amarela é uma estrela muito massiva, com uma atmosfera estendida, que pode ser classificada como de classe espectral de A tardio até K, com uma massa de 20-50 massas solares. As hipergigantes amarelas, como Rho Cassiopeiae na constelação de Cassiopeia, têm sido observadas a experimentar erupções periódicas, resultando num periódico ou contínuo brilho da estrela, respectivamente. As hipergigantes amarelas parecem ser extremamente raras no universo. Devido à sua taxa extremamente rápida de consumo de combustível nuclear, estas estrela apenas permanecem da sequência principal por poucos milhões de anos antes de se destruírem numa supernova massiva ou hipernova.

Estrutura interna[editar | editar código-fonte]

De acordo com o modelo físico actual de estrelas, uma hipergigante amarela deve possuir um núcleo convectivo rodeado por uma zona radiante, em oposição a estrelas do tamanho do Sol, que consistem num núcleo radiante rodeado por uma zona convectiva. Devido às extremamente altas pressões que existem no núcleo de uma hipergigante amarela, porções do núcleo (ou talvez todo o núcleo) podem ser compostas de matéria degenerada.

Cromosfera[editar | editar código-fonte]

Devido ao tamanho destas estrelas, em adição ao seu poderoso campo magnético e à sua extrema liberação de energia, são menos efectivas a reter o material de superfície do que comparado com outras estrelas. Têm por isso atmosferas muito grandes e estendidas. Um disco de poeiras e gás pode por vezes ser identificado, permitindo a possibilidade de existência de sistemas planetários à volta destas estrelas.

Hipergigantes amarelas conhecidas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Seeds, Michael A., Astronomy: The Solar System and Beyond, Brooks/Cole 2005.
  • arXiv.org>astro-ph>0407202 explanation on YHG:s as a missing LBV link.