Obsolescência programada
Obsolescência programada é o nome dado à vida curta de um bem ou produto projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido.[1] A obsolescência programada faz parte de um fenômeno industrial e mercadológico surgido nos países capitalistas nas décadas de 1930 e 1940 conhecido como "descartalização". Faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos.
A obsolescência programada foi criada, na década de 1920, pelo então presidente da General Motors Alfred Sloan. Ele buscou atrair os consumidores a trocar de carro frequentemente, tendo como apelo a mudança anual de modelos e acessórios. Bill Gates, fundador da Microsoft, também adotou esta estratégia de negócio nas atualizações do Windows.[2]
[editar] Ver também
- Ciclo de vida do produto
- Compatibilidade reversa
- Consumo responsável
- Descartável
- Obsolescência
- Sustentabilidade
Referências
- ↑ "Computer Electronics : Blu-Ray". ComputerInfoWeb.com (2008)
- ↑ "20 coisas que nos infernizam...e o que fazer para (tentar) resolvê-las". revistaepoca.globo.com (2008)
[editar] Ligações externas
- Obsolescência programada, por Marcos Martire e João Manuel Maio
- Programado para morrer - Notícia sobre documentário