Auto Esporte Clube (Paraíba)

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Auto Esporte
AutoEsporteC.png
Nome Auto Esporte Clube (Paraíba)
Alcunhas O Clube do Povo
Auto
AEC
Alvirrubro
Autinho do Amor
Torcedor/Adepto Automobilista
Torcida Motorizada
Mascote Macaco
Fundação 7 de setembro de 1936 (80 anos)
Estádio Evandro Lélis(Mangabeirão)
Capacidade 2.000
Presidente Brasil Watteu Rodrigues
Treinador Brasil Severino Maia
Patrocinador Paraíba Governo do Estado da Paraíba
Brasil Energisa
Brasil Casa Tudo
Brasil Passagem Bar
Paraíba Rede Paraíba
Material (d)esportivo Brasil Lance
Competição Paraíba Campeonato Paraibano
Ranking nacional Baixa 217.º lugar, 50 pontos[1]
Website http://www.autoesporteclube.com
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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Auto Esporte Clube é uma agremiação esportiva da cidade de João Pessoa, no estado da Paraíba, fundada a 7 de setembro de 1936.

História[editar | editar código-fonte]

Segundo o historiador Walfredo Marques[2], o Auto Esporte Clube foi fundado em 7 de novembro de 1936 por um grupo de taxistas que se concentravam na Praça do Relógio, hoje conhecido como Ponto de Cém Reis, no centro da cidade de João Pessoa, capital da Paraíba. No entanto, por motivos até então desconhecidos, seu aniversário é comemorado a cada 7 de setembro. É conhecido como o Clube do Povo e o seu mascote é o macaco. É o quarto maior vencedor do Campeonato Paraibano de Futebol entre os clubes ativos com seis títulos: 1939, 1956, 1958, 1987, 1990 e 1992. É detentor também do título da Copa Paraíba de 2011.

A partir de 1938 o Auto Esporte passou a ter sede no antigo Sindicato dos Rodoviários no bairro de Jaguaribe, sob o comando do presidente Josaphat Fialho. O Estatuto do Sindicato foi alterado, para criar um Departamento de Futebol e, assim, amparar e influenciar o Clube. Ao decorrer das décadas, o Auto Esporte foi mudando de sede entre bairros da Capital até que desde o final da década de 1980 está sediado no bairro de Mangabeira.

No ano de 1939, o Clube iniciou suas atividades no futebol profissional da primeira divisão conquistando o seu primeiro título paraibano e de forma invicta. O craque do time à época tinha apenas 16 anos e ficou conhecido como "Pé de aço" devido aos seus fortes chutes.

Em 1953, foi cogitada a mudança do nome “Auto Sport Club” para “Associação Esportiva do Comércio”, o que não se concretizou. Já em Em 1967, houve, em João Pessoa, um torneio interestadual chamado “Festival da Bola”, em comemoração à fusão do Auto Esporte com o Esporte Clube União, que formaria o Auto União. A fusão acabou logo apos o fim do torneio, por divergências entre a diretoria dos dois clubes.

O Clube do Povo[editar | editar código-fonte]

Nos primeiros anos, o Auto treinava nos campos localizados no centro da capital, o que foi lhe dando popularidade, devido a isso, arrastou multidões aos estádios e, pouco a pouco, criando a sua originalidade que até hoje é conhecido como o "Clube do Povo".

Fundado por motoristas[editar | editar código-fonte]

O clube foi fundado por motoristas de táxi, o que explica a criação de seu nome, de seu escudo (lembra um volante de automóvel) e de seu mascote (importante peça de manutenção de um carro). Houve tempo em que somente taxistas jogavam no time. 

Primeiro clube paraibano a disputar a Taça Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 1959 foi o primeiro clube paraibano a disputar uma competição nacional, a Taça Brasil, hoje reconhecida como Campeonato Brasileiro pela CBF. Conquistou o direito após de ter sido campeão paraibano do ano anterior (1958).

No torneio, disputado no sistema de partidas eliminatórias diretas (o popular “mata-mata”), foi eliminado na partida inaugural, em 23.08.59, ao perder por 3a0 para o Sport Club do Recife, em João Pessoa. Escalação do time à época: Agostinho, Gavião e Kleber; Marajó, Américo e Negrinho; China, Macau, Chiclete, Elcio e Piau.

Primeiro clube paraibano a vencer na Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Já no ano de 1993 foi o primeiro clube paraibano a vencer na Copa do Brasil ao derrotar o Paysandu por 2a1 no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

Primeira partida internacional[editar | editar código-fonte]

No ano de 1951 o Auto Esporte Clube realizou sua primeira partida internacional, contra a tripulação do barco argentino Punta Del Loyola, que estava ancorado no porto de Cabedelo, e venceu por 5 a 1. O grêmio volante, atuou com: Ferrinho, Santos e Nathanael; Adalberto, Marcial e Negrinho; Caveirinha, Ribeiro, Veneno, Nuca e Nóca.

Único clube paraibano de futebol a fazer excursão pela Europa[editar | editar código-fonte]

O Auto Esporte é o único clube paraibano a fazer excursão à Europa, em 1999.

Campeão paraibano invicto em 1939[editar | editar código-fonte]

Em 1939, o Auto Esporte sagrou-se Campeão Paraibano invicto, pelo campeonato organizado pela LDP (Liga Desportiva Paraibana). No primeiro compromisso, o Auto Esporte venceu ao Treze por 3 a 2; em seguida derrotou o Esporte Clube União por 2 a 1; Palmeiras-PB por 2 a 1, para, 8 dias depois, empatar em 1 a 1 com o Botafogo-PB e, finalmente, encerrar a temporada, aplicando a goleada de 7 a 1 ao Felipeia. Quadro campeão, com os jogadores que revezaram durante a temporada: Terceiro (Lins), Biu (Lucena), Zé Novo, Henrique, Gerson, Aluízio, Neco de Cabedelo e Formiga (Pé de Aço); Pitôta, Pedrinho e Misael.

Campeão paraibano de 1956[editar | editar código-fonte]

O Campeonato paraibano de 1956 ficou dois anos sub judice, graças a um recurso do Botafogo, sendo somente decidido dois anos depois, em 1958, numa série em "melhor de três", entre Auto e Botafogo-PB. O alvirrubro venceu o primeiro jogo pelo escore de 2 a 1, no antigo Estádio Olímpico José Américo de Almeida. O placar foi inaugurado aos 21 minutos do primeiro tempo, por intermédio de China, marcando para o Auto Esporte. Pedro Negrinho empatou aos 36 ainda na fase inicial. No segundo tempo coube a Delgado marcar a tento que deu a primeira vitória ao quadro automobilista.

Na semana seguinte, foi decidido o campeonato com o Auto vencendo mais uma vez por 2 a 1, escore que lhe deu o título de Campeão Paraibano de 1956, com a seguinte equipe: Freire, Calado e Lucas; Xavier, Américo e Croinha; Pitada, China, Delgado, Massangana e Alfredinho.

Campeão paraibano de 1958[editar | editar código-fonte]

No mesmo ano, o Auto Esporte sagrou-se campeão também do campeonato de 1958. No dia 21 de dezembro de 1958, no Estádio Leonardo da Silveira, atual Estádio da Graça, Auto Esporte e o extinto Íbis se empenharam na luta pelo título estadual, que acabou sendo conquistado pelo quadro automobilista pelo placar de 3 a 1, marcando para os vencedores Piau (2) e Alfredinho, cabendo a Moacir descontar para o Íbis. O time campeão atuou com: Agostinho; Wilson e Américo; Élcio, Joca e Croinha; Tito, China, Macau, Alfredinho e Piau.

Campeão paraibano de 1987: a quebra do jejum de 29 anos[editar | editar código-fonte]

Em 2 de novembro de 1987, perante um público de 15 mil espectadores, o Auto Esporte conseguiu, ao empatar com o Botafogo-PB, quebrar um tabu que já vinha durando 29 anos sem conquistas do Campeonato Paraibano.

Para o inicio do campeonato paraibano de 1987, o presidente João Máximo trouxe para treinar o time o gaúcho Vítor Hugo, que custou na época 45 mil cruzados mensais, um salário acima da realidade do futebol paraibano. Junto com o treinador, o time trouxe do arqui-rival Botafogo, os atacantes Porto e Isaías, e o meio-campo Zé Carlos Silva. Do Santa Cruz, do Recife, o goleiro Vino, o lateral Carlito e os armadores Ivo e Tola. Do Auto Esporte do ano anterior só foram aproveitados os ex-juniores Marcone e Sérgio.

A reformulação deu certo e encheu de otimismo a torcida alvirrubra, que voltou aos estádios e vibrou com a conquista do segundo e terceiro turnos contra o Botafogo, dando-lhe a vantagem de jogar pelo empate na finalíssima em 02 de setembro de 1987, uma quarta-feira.

Para desespero da torcida motorizada, o Botafogo partiu na frente. Mas o Auto Esporte teve forças para empatar heroicamente com Bona, aos 44 minutos da etapa final. A equipe esteve formada assim: Adaílton; Walter, Neurilene, Marconi e Carlito; Farias, Dagoberto (Dentinho) e Tola; Zé Carlos, Isaías e Anchieta (Bona). O Auto Esporte na ocasião era treinado por Víctor Hugo e presidido por João Máximo Malheiros.

A conquista do Auto derrubou uma escrita que prevalecia desde 1960: há 27 anos os dois grandes clubes da capital não faziam a decisão entre si. Sempre havia um time de Campina Grande na finalíssima – ou os dois, Campinense e Treze. Agora foi diferente, o Auto Esporte Clube investiu e voltou a ser o grande clube dos anos 40 e 50, ressurgindo com força total.

Campanha de 1987
Guarabira: 1×0, 1×0 e 1×0

Nacional (Patos): 1×0, 1×0 e 4×0 Treze: 0x1, 0x0 e 0x1 Santos: 2×0, 2×0 e 2×0 Botafogo: 1×1, 2×0 e 1×0

Esporte: 1×0, 1×1 e 5×0

Nacional (Cabedelo): 1×0, 3×0 e 2×0 Santa Cruz: 1×1 e 3×1 Campinense: 1×2, 3×0 e 3×2 Total: 26J, 19V, 4E, 3D, 43GM, 10GS

Os campeões: Vino e Adaílton, goleiros; Neurilene, Marcone, Zé Carlos Silva, Lúli, Válter Cruz, Porto, Carlito, Dagoberto, Dentinho, Isaías, Bona, Tola, Farias e Anchieta.

Comissão técnica: Vitor Hugo (Técnico); Válter Bandeira (Médico); Gutemberg e Eduardo Eugênio (Preparadores Físico); e Galego (Massagista).

»» Isaías Ferreira da Silva, que na época tinha 26 anos, foi o artilheiro do clube com 14 gols.

Campeão paraibano de 1990[editar | editar código-fonte]

Durante o Campeonato Paraibano de 1990, era inegável que, mesmo antes de terminar o campeonato, o Auto tinha o melhor time. A confiança excessiva da torcida e da diretoria, acabou provocando um clima de guerra para o jogo contra o seu principal rival. O Botafogo-PB bem que tentou dificultar os passos do quadro volante. Porém, isso nada valeu, pois Neto Surubim recebeu uma bola cruzada e bateu forte para o gol, sem chances de defesa para o goleiro Marola, do Botafogo-PB. O placar de 1 a 0 garantiu o título ao Auto Esporte, sob comando do treinador Mineiro, com a seguinte escalação: Jorge Pinheiro; Santana, Carlinhos Paraíba, Gilvan e Mano; Farias Álvaro e Neto Surubim (Adriano); Cao (Gilmar), Isaías e Betinho.

Campeão paraibano de 1992[editar | editar código-fonte]

No Estadual de 1992, os alvirrubros fizeram a festa do título em pleno Estádio Amigão, diante dos torcedores trezeanos, que eram a maioria. Após a derrota no tempo normal de jogo, o Auto esteve impecável taticamente na prorrogação. Mais ativo na partida, indo para o tudo ou nada, haja vista que o empate interessava unicamente ao Treze, o Auto fez o gol da vitória na prorrogação, aos 5 minutos, com Cristiano marcando o tento alvirrubro.

O Auto Esporte jogou com: Zenóbio; Gilmar (Cao), Salerno, Carlinhos Paraíba e Adriano; Deoclécio, Nilo e Betinho; Walber (Everton), Isaías e Cristiano. Técnico: Carlos (Carlão). Ainda neste mesmo ano, o Auto Esporte terminou na terceira colocação do Campeonato Brasileiro da Série C.

A campanha do Auto Esporte no ano do título realmente foi maravilhosa. Naquele tempo o Campeonato Paraibano era uma competição longa e bastante disputada. Ao todo, o Auto Esporte jogou 48 vezes e teve uma campanha de 30 vitórias, 11 empates e 7 derrotas[3]. Apesar da caminhada ter sido boa sempre, o comando técnico foi mudado três vezes. O primeiro treinador foi Ozires Paiva, que foi substituído por Eduardo Neto. Por fim, assumiu Carlão Morais, que chegou na reta final e foi fundamental para a conquista do título.

- Era um elenco caro para época. Foi um título conquistado com mérito, porque o time era de primeira qualidade. O Auto Esporte montou bons times e esse time está entre eles. Montamos o elenco com jogadores locais, mas trouxemos peças de outros locais, principalmente de Pernambuco, já que eu tinha boas relações no futebol pernambucano, pois já tinha morado lá. Era um grupo muito unido, muito responsável, eram profissionais e nós não deixávamos faltar nada. Dávamos condições, pagávamos em dia e tudo isso conspira para que tudo desse certo. Foi um título de todo o grupo do Auto Esporte. Se não fosse as ajudas de Benedito Honório, Seu Paiva, Ronaldo Guerra, José Higino Guerra, Edvlason Travassos, Edésio, Vanildo Antunes e Evando Lélis eu não teria conseguido nada sozinho – explicou Vicente Lamenha, presidente do Auto à época.

Até hoje o título de 1992 do Auto Esporte é lembrado na história do futebol paraibano. A batalha final foi uma verdadeira epopeia, onde os heróis alvirrubros saíram vencedores. O Auto foi o campeão do segundo turno, em cima do Treze, que já havia vencido o primeiro. Como o Galo da Borborema havia feito uma melhor campanha ao longo do torneio, o time de Campina Grande teve o direito de jogar dois jogos em casa, na melhor de três.

O primeiro confronto foi no dia 13 de dezembro, no estádio Almeidão na Capital e o Auto venceu por 1 a 0. O segundo embate foi cinco dias depois, em Campina Grande no estádio Amigão e a partida terminou empatada em 0 a 0. No duelo final, novamente em Campina Grande, dia 20 de dezembro de 1992, o Galo precisava vencer por qualquer resultado para levar o jogo para prorrogação. Já o time de João Pessoa, por ter vencido uma e empatado a outra, jogava pelo empate para erguer o troféu.

Mas parecia que o Auto Esporte queria escolher o caminho mais complicado. O time comandado por Carlão Morais formado por Zenóbio, Gilmar (Cal), Salerno, Carlinhos Paraíba e Adriano; Deoclécio, Betinho e Nilo; Valber (Everton), Isaias e Cristiano, levou um verdadeiro “baile” do grupo do Treze, escalado por Nereu Pinheiro com Luciano; Lelo, Roberval, Milton Lima e Betinho Cearense; Dário, Marco Antônio (Aloísio) e Lauro; Elizeu (Aírton), Wamberto e Gilmário, que venceu por 4 a 0, gols de Lauro e Wamberto (3).

- Lembro-me como se fosse hoje, o jogo estava 3 a 0 e eu perguntei a Carlão no intervalo, Carlão você vira o jogo? Então Carlão entendeu que era melhor não arriscar em buscar a virada e sim poupar para a prorrogação porque o jogo em si já estava perdido. Levamos mais um gol ainda antes do final, o Vamberto realmente estava endiabrado. Eu cheguei e disse para Carlão, não mexa no time deixa as águas rolarem. E Nereu Pinheiro dando entrevistas nas rádios dizendo que era assim que se ganhava campeonato. Começou a prorrogação e não tínhamos mais o direito do empate, tínhamos que ganhar. Carlão colocou dois jogadores e estávamos bem fisicamente e em oito minutos estávamos vencendo. Depois nós só fizemos cozinhar o Galo e levar o título – observou Vicente Lamenha, que levantou ao lado do capitão do time, o zagueiro Salerno, o último troféu do Auto Esporte de campeão paraibano.

Campeão da Copa Paraíba 2011[editar | editar código-fonte]

Após 19 anos, o Auto Esporte voltou a conquistar um título profissional a nível estadual. No dia 29 de outubro de 2011, venceu o Treze pelo placar de 3a1, no Estádio da Graça e conquistou o título da Copa Paraíba.

Escudo Antigo

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Nacionais[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Campeonato Brasileiro - Taça de Prata - 3° Lugar em 1992.

Torneios amistosos[editar | editar código-fonte]

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Futsal[editar | editar código-fonte]

Beach Soccer[editar | editar código-fonte]

Partidas históricas[editar | editar código-fonte]

  • 1975: Auto Esporte 1-2 Flamengo - amistoso em comemoração da inauguração dos refletores do Estádio Almeidão. Foi o primeiro jogo transmitido para o Estado da Paraíba;
  • 1992: Treze 4-1 Auto Esporte - Numa melhor de 3, o Treze venceu o terceiro jogo por 4 a 0, levando a decisão para a prorrogação. Brilhou a estrela do time automobilista que marcou o gol do título e foi campeão paraibano pela sexta vez em pleno Estádio Amigão;
  • 1993: Auto Esporte 2-1 Paysandu - Primeira vitória de um time paraibano na Copa do Brasil.

Histórico em competições nacionais[editar | editar código-fonte]

Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

O Auto Esporte Clube participou de três edições da Copa do Brasil: em 1991,1993 e 2012. Em todas edições, a equipe automobilista foi eliminada na primeira fase.

Em 1991, o AEC provocou o jogo da volta contra o Grêmio, após perder por 1 a 0 em casa. Em Porto Alegre, o Auto Esporte foi derrotado por 2 a 0.

No ano de 1993, o Auto Esporte venceu o jogo em casa contra o Paysandu, por 2 a 1, sendo eliminado em Belém, novamente pelo placar de 2 a 0.

Em 2012, pela terceira vez, a equipe participou da competição. Novamente, o clube foi eliminado na 1ª fase. Desta vez, perdeu o primeiro jogo para o Bahia, por 3 a 0. De acordo com o regulamento, não houve jogo de volta.

Campeonato Brasileiro (Série B)[editar | editar código-fonte]

Apenas uma participação:

1991: 32° (em 64 participantes).

Campeonato Brasileiro (Série C)[editar | editar código-fonte]

Foram quatro participações na 3ª divisão do Campeonato brasileiro:

1981, 17° (em 24 participantes)

1987: 12° (em 24 participantes)

1988: 28° (em 43 participantes)

1992: 3° (em 31 – atrás apenas da Tuna Luso-PA, campeã, e Fluminense de Feira de Santana-BA).

Taça Brasil[editar | editar código-fonte]

1959: 15° (em 16 participantes)

Elenco[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Vladimir
Brasil Danilo
Brasil João Marcelo
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Jefferson Z
Brasil Fábio Bilica Capitão Z
Brasil Moisés Z
Brasil Júlio Z
Brasil Bob Z
Brasil David LD
Brasil Igor LD
Brasil Bruno LE
Brasil Samuel LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Léo Lima V
Brasil Naldo V
Brasil Emersonn Bastos V
Brasil Tadeu M
Brasil Gil Bala M
Brasil Sousinha M
Brasil Van Bastem M
Atacantes
Jogador
Brasil Lucivan
Brasil Rodrigo
Brasil Williams
Brasil Cesinha
Brasil Railson
Brasil Isaías
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Gerson Júnior T

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Hino[editar | editar código-fonte]

Letra e Música de Benedito Honório

Agitam-se bandeiras no estádio, à explodir!

Porque , o Auto Esporte, de repente, vai surgir

A multidão exulta, a cada instante,

Esperando confiante, a vitória conseguir

A luta contra tudo e contra todos começou

O Auto Esporte vai mostrar o seu valor

Sem ódio e sem rancor, sem nada a temer,

Sabendo que a disputa é pra valer

Um brado então se ouviu, em todos os rincões

Incendiando nossos corações!

Dá-lhe Auto! Dá-lhe Auto!

Olê, Olê Olê!

Se competir é importante como dizem,

Para o Auto Esporte bem melhor será vencer.

Um raio fulgurante, avermelhado despontou

Num espocar de fogos, a galera delirou!

As cores alvirrubras contrastando,

Pouco a pouco vão marcando, um placar de vencedor.

O Auto Esporte é fibra, é amor é devoção

Vocacionado para ser o Campeão.

Um coro incomum, mistura-se no ar,

Estimulando a massa sem parar!

Mil vezes ecoou, em todas direções,

Extravasando nossas emoções!

Dá-lhe Auto! Dá-lhe Auto!

Olê, Olê Olê!

Se competir é importante como dizem,

Para o Auto Esporte bem melhor será vencer.

Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]

  • Gaviões Rubros (a mais antiga do estado)
  • Força Jovem Alvirrubra (extinta)
  • Ultras 1936

Estádio[editar | editar código-fonte]

Estádio Evandro Lélis, mais conhecido como Mangabeirão, por ser localizado no bairro de Mangabeira, é o Estádio de propriedade do Auto Esporte Clube. Já sediou partidas oficiais pelo Campeonato Paraibano de futebol, mas hoje funciona apenas como centro de treinamento do clube automobilista.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  1. CBF (13 de dezembro de 2016). «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2017» (PDF). Confederação Brasileira de Futebol. Consultado em 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 20 de dezembro de 2016 
  2. Marques, Walfredo. A História do Futebol Paraibano. [S.l.: s.n.] 
  3. Torcida, Voz da. «Há 20 anos o Auto Esporte conquistava o seu último título estadual «  Voz da Torcida - Futebol Paraibano com quem entende». www.vozdatorcida.com. Consultado em 19 de abril de 2017