Chevrolet Prisma

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Chevrolet Prisma/Ônix Sedan
Modelo atual
Visão Geral
Produção 2006 — presente
Fabricante Chevrolet, grupo General Motors
Modelo
Classe Compacto
Carroceria Sedan
Ficha técnica
Motor 1ª Geração: 1.4L 8V Econo.Flex - 105CV a 6000RPM - (2006 - 2012)

2ª Geração: 1.0L 8V, transversal - Smart Performance Economy 4 Cilindros (SPE/4) - 80CV - (2014 - Em diante)
1.4L 8V, transversal - Smart Performance Economy 4 Cilindros (SPE/4) - 106CV - (2014 - Em diante)

Transmissão 6 velocidades (manual) e 6 velocidades (GF6 - automático)
Modelos relacionados Chevrolet Onix
Hyundai HB20S
Fiat Siena
Ford Ka+
Volkswagen Voyage
Toyota Etios Sedan
Renault Logan
Chevrolet Cobalt
Nissan Versa
Geely EC7
Fiat Grand Siena
Fiat Cronos
Dimensões
Comprimento 4.275 mm
Entre-eixos 2.528 mm
Largura 1.964 mm
Altura 1.484 mm
Peso 1.031 Kg
Consumo 12,3 km/l na estrada e 8 km/l em circuito urbano (com etanol)[1]
Cronologia
Chevrolet Celta

Chevrolet Onix

O Prisma é um modelo sedan compacto de quatro portas fabricado pela Chevrolet do Brasil, lançado, em sua primeira versão, no segundo semestre de 2006 e, em sua segunda versão, em fevereiro de 2013. Sua primeira geração era derivada do Chevrolet Celta[2], enquanto a segunda e atual geração utiliza como base a plataforma do Chevrolet Onix .[3] de 1ª geração. Em out. 2019 passou a se chamar "JOY PLUS", ostentando o visual apresentado na linha 2017.

Em ambas as gerações, o automóvel foi totalmente desenvolvido no Brasil, sendo dotado de “apelo esportivo”, principalmente no perfil lateral e na traseira. É classificado pela Chevrolet do Brasil como um modelo sport sedan, sendo dotado em sua 2ª versão de periféricos como: sistema de entretenimento MyLink, farol com máscara negra, sensor de estacionamento traseiro, airbag frontal duplo, painel estilo Dual Cockpit, ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos dianteiros e traseiros e entradas auxiliar e USB no console, dentre outros acessórios.[4]

Primeira Geração[editar | editar código-fonte]

Prisma Maxx 1.4 Econoflex 2010/2011
CELTA DEU ORIGEM AO 1º PRISMA

A primeira versão do Chevrolet Prisma era derivada do Celta, fruto da plataforma 4.200, compartilhada com o primeiro Chevrolet Corsa brasileiro (1994). A forma como seu lançamento foi divulgado foi herdada do Chevrolet Vectra, realizada em partes pela montadora, que primeiro liberou seu nome[5], depois alguns esboços do veículo[6], seus traços finais[7], seu motor[8] e, enfim, suas fotos de divulgação à imprensa.[9] O visual do carro foi apontado pelo presidente da Chevrolet no Brasil, Ray Young, como semelhante ao do Vectra brasileiro.[10]

O Prisma, na verdade, foi pensado pela GM desde o lançamento do Celta original, mas apenas saiu do papel após a 1ª reestilização do subcompacto, com linhas nitidamente inspiradas no sedan Vectra. As dimensões do modelo de Primeira Geração eram de 2,443 m de distância entre-eixos e 1,645 de largura, com 439 litros de volume do porta-malas.[11] Ele utilizava motorização 1.4 dotada de tecnologia flex, herdado do Corsa C, denominado Econo.Flex que desenvolvia, de 2006 até 2008, 89 cv (65,4KW) a 6.200 rpm e torque de 12,4 kgf/m com gasolina e 97 cv (71,3KW) a 6.200 e torque de 13,0 kgf/m com álcool. A partir de 2009, o Prisma ganhou mais potência, desenvolvendo 95 cv com gasolina e 97 cv com álcool, mesmo assim ainda com menos cavalaria que o Corsa Sedan C (105CV).

Esta geração nascia com a finalidade se substituir o Classic e ficar abaixo do Corsa Sedan (2ª geração), mas sofria com a pressão do veterano, que vendia muito bem e, por ironia, apresentava melhor acabamento e sempre teve boa fama. Seus concorrentes da época eram o Siena, Logan de 1ª geração e mais tarde o Novo Voyage.

PRISMA 1ª GERAÇÃO REESTILIZADO

As versões de acabamento eram a Joy e Maxx 1.4. Estas se diferenciavam por itens de série e rodas de tamanhos diferentes (aro 13 ou 14), com opção de liga leve. Depois de algum tempo a GM ofertou ambas as versões com motor 1.0 VHCE do Classic, sem simplificar o desenho do carro, numa clara tentativa de migrar os compradores para o Prisma, mas a estratégia não deu certo, principalmente quando a marca lançou o novo Classic 2011. Assim, em outubro de 2012 o Prisma saiu de linha, quando já ostentava visual reestilizado, baseado na modificação feita no CELTA, com direito a barra cromada no porta malas, outra vez, tentando se assemelhar ao Vectra.

.[12]

Segunda Geração[editar | editar código-fonte]

PRISMA 2ª GERAÇÃO (2013 A 2016)

A segunda geração do PRISMA foi apresentada no ano de 2013, em substituição a todas as versões do antigo Prisma (Joy e Maxx) e do Corsa Sedan (em seus últimos anos vendido apenas na versão 1.4 Maxx). Curiosamente, ainda dividia espaço com o veteraníssimo Classic, modelo o qual deveria ter substituído.

Em 2013, diversas publicações da mídia especializada elogiaram a transição da primeira para a segunda geração, deixando claro que houve um verdadeiro salto evolutivo, a começar pela nova plataforma e qualidade de construção.

[13]

Na motorização, manteve-se o antigo Família I, com alterações pontuais, tais como injeção sequencial de ignição independente e bobina individual para cada um dos quatro cilindros. Os aperfeiçoamentos resultaram em aumento de potência e torque, ambos elevados para a cilindrada: são 98cv / 106cv a 6.000 rpm e 12,9 kgfm / 13,9 mkgf a 4.800 rpm, com gasolina e etanol, na ordem, para o motor 1.4.[14] Na versão equipada com motor 1.0, o Prisma acelera de 0 a 100 km/h em 12,7 segundos e atinge velocidade máxima de 173 km/h, enquanto nas versões com motor 1.4 ele cumpre de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e atinge máxima de 180 km/h, sempre com etanol, de acordo com os dados da marca. http://www.chevrolet.com.br/carros/prisma</ref>

Para identificar as alterações, o fabricante passou a adotar a sigla SPE/4, que significa "Smart Performance Economy 4 Cylinders". Este motor ainda conviveu com os "antecessores", "VHCE" e "Econo.flex 1.4 existente em outros modelos da GM.

Na construção, enquanto o Prisma anterior foi desenvolvido sob a base do Celta (plataforma 4200, a mesma do Corsa Classic, Agile e Nova Montana), o novo modelo 2013 foi montado sob a moderna plataforma do Onix (GAMMA II, oriunda do Opel CORSA D e Sonic 2011), com desenho mais agressivo e medidas superiores. Para efeitos de comparação, o entre-eixos cresceu de 2,44 para 2,53m e o porta malas saiu de 4390l para 500l.

Do modelo anterior, o Novo Prisma só havia herdado o nome e a leve inspiração das lanternas traseiras e porta malas proeminente. O Prisma ficou maior e com melhor rigidez torcional. Um dos resultados mais notáveis da mudança estrutural foi a melhoria na dirigibilidade. As bitolas são mais largas e a suspensão dianteira, independente do tipo McPherson, agora tinha subchassis (item que está longe de constituir novidade na indústria automobilística de modo geral, mas que não era adotado no antecessor). O recurso permitiu que o fabricante desse um acerto mais rígido às molas e amortecedores, para privilegiar a estabilidade, sem sacrificar a absorção de impactos. O resultado é um comportamento neutro, chegando até a empolgar um pouco em curvas, e embora transmita uma ou outra imperfeição do solo para o habitáculo em pisos irregulares, o acerto passa longe de ser desconfortável. O antigo modelo, mesmo com uma calibração mais macia (rodas aro 14), sentia mais as irregularidades do solo e era bem menos instável em trechos sinuosos.

Já o seu design, foi concebido para ser mais moderno e com um nível de acabamento, equipamentos e dirigibilidade inexistentes no segmento até sua chegada. Na verdade, o grande trunfo do novo modelo era a central multimídia touchscreen, causador de alvoroço em seu surgimento, dada a tamanha novidade para a época, mesmo sendo um rádio com tela touch e nada mais. Era o início da era touch nos compactos brasileiros, tanto que as outras montadoras passaram a modificar seus painéis para embutir a telinha.


Versão LTZ 1.4, do Chevrolet Prisma de 2ª geração.


Com outra grande novidade no segmento, adotou ainda a opção de câmbio automático de seis velocidades GF6 (com opção de troca manual por botão), que segundo a Chevrolet, já estava uma geração à frente do similar que equipava Cobalt, Spin e Cruze da época. Este câmbio equipou apenas as versões mais caras e com motor 1.4 e dividiu opiniões de muitos quanto à sua adoção no carro, pois, ao mesmo tempo em que se mostrava moderno perante a concorrência, que teimava em utilizar câmbio automatizado (Siena e Voyage) ou automático de 04 marchas (HB20S), não casava bem com o motor 1.4. Ressalte-se ainda, que durante a breve carreira do antigo modelo (2006 a 2012), nunca foi oferecido esse tipo de transmissão, nem mesmo na versão "Maxx".

Nesta nova geração, a postura é correta, apesar de elevada, com novo volante (semelhante ao do Cruze), câmbio e pedais alinhados. Vale lembrar que uma das grandes queixas em relação à 1ª geração era justamente o fato de os pedais serem deslocados e deixar o motorista torto, uma herança da plataforma do Classic.

O interior foi marcado por novo painel, mesclando tons preto e marrom no sedan, com tecidos dos bancos (estreitos) no mesmo estilo e com costura reforçada. Não havia opção de bancos de couro ou airbags laterais.

O painel das portas inteiramente em plástico e apresentava boa construção, apesar de alguns desalinhamentos. No painel de instrumentos (comparado muitas vezes aos de motocicletas) os mostradores do tipo analógico para contagiros dividiam espaço com velocímetro digital e computador de bordo (nas versões 1.4). Vidro elétrico nas quatro portas, retrovisores elétricos e rodas de liga leve apenas na LTZ 1.4.

Ar condicionado manual, direção hidráulica, travas, vidros elétricos na dianteira e alarme vinham de série em todas as versões. As rodas aro 14 com calotas estavam presentes na versão 1.0, já as de aro 15 no 1.4. Na parte de trás, o bancos era bipartidos e seguiam o mesmo estilo dos dianteiros, havendo sobressalto (lombada) entre as pernas do 5º passageiro.

No lançamento foram trazidas as versões LT 1.0, LT 1.4 e LTZ 1.4, estas duas últimas com opção de câmbio automático. As versões manuais tinham 5 marchas. Depois de um tempo a GM trouxe a versão Advantage, a qual agregava o visual da LTZ 1.4 e rodas escurecidas, mesmo equipada com 1.0 (depois mudou para 1.4). Vale dizer, foi a primeira vez que o Prisma recebeu a versão LTZ, topo de linha entre os Chevrolet.

Em 2015 o Prisma tornou-se o sedan mais vendido do país naquele ano, posto este que, durante muitos anos pertenceu ao GM Classic (Corsa Sedan) e/ou ao Siena.

REESTILIZAÇÃO DA 2ª GERAÇÃO[editar | editar código-fonte]

2ª GERAÇÃO REESTILIZADA - VERSÃO LTZ

https://www.autossegredos.com.br/avaliacao/ao-volante-chevrolet-prisma-muda-mas-continua-o-mesmo/

PRISMA LT 1.4 REESTILIZADO

Já como líder do segmento, em 2016 o Prisma ganhou uma profunda reestilização facial e razoável modificação mecânica, sendo chamado de "Novo Prisma 2017" e disponível apenas para as versões LT e LTZ de motor 1.4.

No visual, o GM seguiu o Onix 2017 e viu sua dianteira parruda e alta dar lugar a linhas mais "esportivadas" e angulares, com leves inspirações nos modelos mais recentes (Cruze e Cobalt), sem os exageros do modelo original, com rebaixamento do capô e afilamento dos faróis (agora com LED), bem como novo parachoque, este de vincos marcantes e mais modernos. A grade do tipo escudo deu lugar a uma mais estreita, seguindo a nova linha GM. Os faróis de milha permaneceram iguais, mas tinham nova moldura.

Já a traseira recebeu novas lanternas, de aparência menor, com lente vermelha (ao invés da branca de antes), nova disposição de luzes e o nome "chevrolet" gravado nas extremidades. O parachoque traseiro também foi modificado e um volumoso aplique preto foi colocado na parte inferior até a placa. Em suas extremidades foram desenhados espaços para defletores de luz de neblina (na versão 2018 o modelo foi equipado com este item). Um aerofólio embutido foi desenhado na tampa do porta malas. Na lateral do Prisma 2017 mudou-se apenas as rodas (liga leve na LTZ e calotas aro 15 na LT). O painel foi levemente alterado nas extremidades e a cor azul da iluminação foi preservada.

Os motores 1.0 e 1.4 receberam o complemento "ECO", apresentando melhorias significativas de consumo, elogiada pela grande maioria da mídia, ainda mais se comparado ao modelo original, gastão. O peso do carro foi reduzido em mais e 30kg e o modelo passou a oferecer direção elétrica progressiva e câmbio manual de 6 marchas, com indicador de troca de marcha e de pressão dos pneus de série. O óleo do motor também foi substituído pelo Dexos1, de melhor qualidade.

No quesito conforto e conveniência, a Chevrolet equipou os modelos reestilizados com o My Link 2, pela primeira vez compatível com Android Auto e Apple Car Play, com melhorias no visual e nas teclas. O sistema de concierge Onstar também foi oferecido e alçou o Prisma à possibilidade de ser rastreado e assessorado por uma central capaz de fazer busca de rotas e lugares, monitoramento da mecânica do carro e de seu trajeto, alerta de valet, navegação por seta, busca de noticiário e informativos variados, inclusive de trânsito, além de fazer conexão com serviço público de emergência por meio da tecla SOS ou em caso de acionamento dos airbags.

A GM ficou devendo os importantes controles de estabilidade e tração, o assistente de partida em rampa e airbags laterais. Vidros elétricos nas 04 portas, rodas de liga leve 15', faróis de neblina dianteiros e traseiros, faróis com guia em led, retrovisores elétricos, travas, alarme, airbag duplo, câmera de ré com ajuste gráfico e My LINK 2 vinham de série na versão LTZ 1.4.

PRISMA JOY

Com a reestilização do modelo, ressurgiu a versão JOY (outrora denominou o antigos Prisma e Corsa), nada mais do que o PRISMA de 2013 simplificado e em versão 1.0 apenas. O PRISMA JOY substituiu o LT 1.0 e inicialmente perdeu alguns equipamentos, mas em 2018 (linha 2019) ganhou lanternas e faróis escurecidos e novas calotas, semelhantes a do Onix LT 1.0, dentre outros itens de série, saindo de linha em 2019. Fato curioso é que a versão Joy da 1ª geração nunca se diferenciou tanto do modelo "Maxx".

Em 2018, a GM promoveu melhorias na segurança do carro após o desastroso teste de impacto do LatiNCAP reprovar o modelo Onix. Com o novo teste, ambos os modelos, reestilizado e o Joy passaram a ter 3 estrelas.

De volta ao Prisma reestilizado, na linha 2019, quando a GM ja preparava a nova geração do ONIX, o Prisma recebeu novidades pra manter-se competitivo. A LT 1.4 ganhou rodas de liga leve com desenho da LTZ, mas simplificada, retrovisores elétricos, bancos com acabamento misto de tecido,e couro, câmera de ré e computador de bordo de série. A LTZ passou a vim com bancos e volante inteiramente em couro sintético, rodas com acabamento preto brilhante, lâmpadas Blue Vision (do Cruze), etc.. Ambas receberam nova iluminação branca semelhante a do Cruze, chave redesenhada, Isofix, 3º encosto de cabeça do banco traseiro e cinto de 3 pontos para o 5º passageiro. Na segurança nenhum item novo.

PRISMA 2019


Em setembro de 2019 o Prisma chegou a ser o 2º automóvel mais vendido do mês, com inédita dobradinha da GM ao emplacar ele e o ONIX como os dois mais vendidos. No acumulado do ano, o sedan ostentava o título de mais vendido do segmento, desde 2015.


https://motor1.uol.com.br/news/374130/vendas-setembro-onix-prisma-dobradinha-gm/

Seus concorrentes diretos entre 2013 e 2019 foram VOYAGE, GRAND SIENA, ETIOS, KA+, HB20S E CRONOS 1.3.

"PRISMA" VIRA "(ONIX) JOY PLUS"[editar | editar código-fonte]

Para 2019 a GM preparava a nova leva de compactos de sua linha 2020, com a promessa de que o novo ONIX SEDAN/PLUS, lançado primeiramente na China, não mataria nenhum carro da linha atual (leia-se Prisma e Cobalt). De fato, em setembro de 2019 o novo modelo foi apresentado e substituiu apenas as versões mais caras do PRISMA (LT e LTZ) e do COBALT (Elite). Estes modelos foram reposicionados, de modo que o Cobalt passou a focar nas vendas diretas e o PRISMA reestilizado no segmento de entrada, passando a responder por um novo nome: "ONIX JOY PLUS", disponível apenas com câmbio manual e opção de acabamento "BLACK" (calotas, lanternas, faróis e logotipo Chevrolet escurecidos).

Enquanto o Prisma Joy 2019 (visual 2013) saiu de linha neste ano, o modelo reestilizado (de 2017) segue em linha com o novo nome, pele menos até 2022, quando será obrigatória a instalação de controles de estabilidade e tração de série em todos os carros novos. O nome "Prisma" se despede do mercado depois de 13 anos de história para dar lugar a uma mistura de passado e futuro: "Joy Plus".

Ainda não se sabe se no CRLV do carro 2020 virá o nome "Onix Joy Plus", "Prisma Joy Plus" ou apenas "Joy Plus", mas pelas pretensões da GM, em somar as vendas de todas as versões, acredita-se no uso do nome do novo sedan "Onix Joy Plus".

3ª GERAÇÃO - ONIX PLUS 2020[editar | editar código-fonte]

NOVO ONIX PLUS
ONIX PLUS - LATERAL


A 3ª geração do Prisma passou a se chamar ONIX PLUS. Lançada no Brasil em setembro de 2019, o novo modelo substituiu as versões LT e LTZ 1.4 do Prisma e a versão ELITE 1.8 do Cobalt, passando a oferecer um novo conjunto com motor 1.0 turbo flex de injeção indireta, de 116cv e nova plataforma GEM (parceria com a SAIC GM CHINA), possibilitando o carro a chegar a 4,47m de comprimento, entre eixos de 2,60m.

Como oferta de equipamentos, a GM trouxe de série 6 airbags, ar condicionado, direção elétrica progressiva, wifi 4g, Onstar, carregador por indução, controles de estabilidade e tração, além do My Link 3, vidro elétrico nas 4 portas, alarme, assistente de partida em rampa. Rodas de liga leve aro 15 ou 16 também foram inseridas a partir da versão LT. O câmbio automático de 6 marchas é opcional e manual é de 6 marchas, ambos idênticos aos que equipavam o Prisma LT e LTZ.

Disponível nas versões Turbo, LT TURBO, LTZ TURBO E PREMIER TURBO, os preços iniciais são de R$ 58.880,00 e não há opção do novo motor 1.0 Ecotec aspirado (82cv), disponível apenas no NOVO ONIX HATCH.

Pela primeira vez um compacto da GM ganhou a versão PREMIER, iniciada em pouco mais de R$ 73.000,00. O maior destaque desta versão está na oferta do PARK ASSIST, vindo do Cruze e que permite literalmente o carro estacionar "sozinho".

Antes do seu lançamento, nos primeiros flagras feitos pela mídia, especulava-se que o modelo seria, na verdade, o NOVO COBALT. Depois descobriu-se ser o NOVO PRISMA. Mas alguns meses depois a mídia anunciou que seria ONIX SEDAN e só mais perto do lançamento confirmou-se o nome real: ONIX PLUS.

Já no lançamento, a GM trouxe a estratégia de "novo carro, preço antigo", causando grande repercussão, principalmente por vim abaixo do preço dos concorrentes mesmo com a boa oferta de equipamentos desde a versão de entrada. Inclusive, manteve os modelos da geração anterior no seu site pra efeito de comparação.


Os concorrentes do novo ONIX PLUS são: VW Virtus, Fiat Cronos, Toyota Yaris, Novo Hyundai HB20S e Honda City.

ANTECESSORES[editar | editar código-fonte]

- Chevrolet Chevette

- Chevrolet Corsa Sedan/ Classic (1995 a 2016 - 1ª geração / 1995 a 2011 - segunda geração)

- Chevrolet Prisma 1ª geração (2006 a 2012)

- Chevrolet Prisma 2ª geração (2013...)/ Joy Plus (2019...)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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