Filosofia do século XX

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Filosofia do século XX

A filosofia do século XX trouxe uma série de desenvolvimentos teóricos contrários em relação ao que se refere à validade do conhecimento através de conceitos e abstrações absolutas, isto é, afirmações universais ou leis gerais. As certezas decorrentes do pensamento clássico foram derrubadas, embora permaneçam como problemas sociais, econômicos e científicos, juntamente com formas novas de conflito e reivindicações concernentes à organização geopolítica e epistêmica do sistema-mundo contemporâneo. O que é a lógica e o que é a ética? São novas perguntas que existem a partir da filosofia do século XX.

Entretanto, essa filosofia era demasiado diferente para que se possa fixar um padrão que não seja uma série de tentativas de reformar, preservar ou alterar os limites antes concebidos. As formas e caminhos para estes empreendimentos são diversos e distintos. Contudo, suponhamos que seja essencial uma unidade de sentido, diríamos que estas filosofias contestam princípios da ciência moderna (aproximadamente do século XVI ao século XX).

Novos estudos na filosofia da ciência, filosofia da matemática e epistemologia acrescentaram, aparentemente, tendências antagônicas na contabilidade da consciência e seus objetos, como expresso nas profundas diferenças entre filosofia analítica e filosofia continental, as quais tiveram lugar em fundações, no início do século. Os avanços na relatividade, na física quântica, na física nuclear e nas ciências generativas, como a ciência cognitiva, cibernética, genética e linguística gerativa, e na rica produção literária, artística, como no cinema e na música, foi uma forma enriquecedora de propagar o pensamento filosófico.

A filosofia do século XX trouxe uma série de desenvolvimentos contraditórios em cima da base de conhecimento e a validez de variações absolutas. Com o pensamento clássico, certezas foram derrubadas, e problemas sociais, econômicos, científicos, formas novas do que é a lógica e a ética, a filosofia do século XX era diferentemente fixa para uma série de tentativas de reformar, preservar, alterar os limites antes concebidos.

Escolas filosóficas[editar | editar código-fonte]

Principais filósofos do século XX[editar | editar código-fonte]

Listados em ordem alfabética

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Wittgenstein, Ludwig (1968), Philosophical Investigations, 260 pp. Nova York: Macmillan.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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