Alfred North Whitehead

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Alfred North Whitehead
Retrato de Alfred North Whitehead
Conhecido(a) por Filosofia do Processo
Teologia do processo
Nascimento 15 de fevereiro de 1861
Ramsgate
Morte 30 de dezembro de 1947 (86 anos)
Cambridge
Nacionalidade Britânico
Alma mater Universidade de Cambridge
Universidade de Harvard
Influências
Influenciados
Prêmios Medalha Sylvester (1925)
Magnum opus Processo e Realidade
Principia Mathematica
Campo(s) Filosofia, Matemática, Metafísica

Alfred North Whitehead (Ramsgate, 15 de fevereiro de 1861Cambridge, 30 de dezembro de 1947) foi um filósofo, lógico e matemático britânico. Ele é o fundador da escola filosófica conhecida como a filosofia do processo, atualmente aplicada em vários campos da ciência, como nos da ecologia, teologia, pedagogia, física, biologia, economia, psicologia, entre outros.

No início de sua carreira dedicou-se à matemática, à lógica e à física. Seu primeiro grande trabalho foi O Tratado sobre a Álgebra Universal (1898) onde se propõe a unificar a álgebra, a exemplo do que David Hilbert fez com a Geometria não euclidiana. Seu trabalho mais notável no assunto é o Principia Mathematica (1910-1913), escrita com a colaboração de seu ex-aluno Bertrand Russell. O Principia Mathematica é considerada uma das obras mais importantes do Século XX.[13]

Durante o período entre o final dos anos 1910 ao início dos anos 1920, Whitehead gradualmente enveredou-se para a filosofia da ciência e para a metafísica. Durante esse período, afastou-se do logicismo e passou a se dedicar à filosofia da natureza com as obras Os princípios do conhecimento Natural (1919) e O conceito da Natureza (1920). Em Os Princípios da Relatividade (1922) ele faz uma abordagem critica à Teoria da Relatividade de Albert Einstein. Ele desenvolveu um sistema completo de metafísica que ocorre em meio a mudança e ao dinamismo, algo radicalmente diferente de tudo visto na filosofia ocidental até então. Atualmente a obra filosófica de Whitehead - principalmente sua Magnum Opus Processo e Realidade (1929) - é considerada a fundadora da filosofia do processo.

Sua metafísica é centrada nos conceitos de "apertos" (expressão que ele usa para indicar que uma percepção consciente ou inconsciente incorpora alguns aspectos do objeto percebido). Whitehead não busca explicar a teoria do conhecimento, e sim a experiência em si, destinguindo-se da metafísica de Immanuel Kant. A filosofia do processo de Whitehead pressupõe que "é urgente ver o Mundo como uma rede de processos interdependentes das quais fazemos parte, e todas as nossas escolhas e nossas ações têm consequências onde vivemos".[14] Por essa razão Whitehead foi muito influente nos estudos da ecologia, sobretudo na ética ambiental de John B. Cobb.[15]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foto da Trinity College, Cambridge, onde Whitehead passou trinta anos - cinco como estudante, e vinte e cinco como Professor Sênior.

Alfred North Whitehead nasceu em 1861 na cidade de Ramsgate, Inglaterra. Seu pai, Alfred Whitehead, foi pastor e professor da Chatham House Grammar School, uma escola masculina fundada por seu pai Thomas (avô de Whitehead). Ambos foram descritos pelo filósofo como homens extraordinários. Curiosamente Whitehead não menciona sua mãe Maria Sarah em nenhum de seus escritos, denotando pouca proximidade, confirmada, mais tarde, por sua esposa Evelyn.[16] Ele frequentou a escola Sherborne em Dorset, considerada uma das melhores escolas particulares do país de sua época. Durante o período escolar ele se destacou nas atividades esportivas e em matemática.

Em 1880 ele entrou para a Universidade de Cambridge, Trinity College onde se tornou membro da Cambridge Apostles, uma sociedade secreta de estudantes. Na universidade estudou matemática sob a direção de Edward Routh e se formou com excelente desempenho em 1884. Foi condecorado Fellow do Trinity College no mesmo ano, passando alecionar matemática e física. Entre 1890 e 1898 ele escreveu seu Tratado sobre a Álgebra Universal. Em 1900 ele escreveu com seu ex-aluno, Bertrand Russell, o Principia Mathematica, um dos grandes trabalhos da história da matemática do Século XX.[13]

Em 1890 Whitehead se casou com Evelyn Wade, uma irlandesa radicada na França. Eles tiveram uma filha, Jessie Whitehead; e dois filhos, Thomas North Whitehead e Eric Whitehead - que veio a falecer aos 19 anos durante combate na Primeira Guerra Mundial, servindo a Força Aérea Britânica.[17]

Bertrand Russell em 1907. Russell foi aluno, colaborador e amigo de Whitehead.

Whitehead pediu demissão do Trinity College em 1910 e se mudou para Londres. Uma vez que ele se demitiu antes de procurar outro ofício, acabou amargando 1 ano de desemprego,[18] até aceitar o trabalho de professor em matemática aplicada à mecânica na University College London, sendo, mais tarde, preterido na escolha pelo ocupante da cadeira de Matemática e Mecânica, posição que ele realmente desejava assumir.[19]

Em 1914 Whitehead foi nomeado professor de matemática aplicada no Imperial College London, onde seu velho amigo Andrew Forsyth era chefe do departamento de matemática. Em 1918 ele foi eleito Decano da Faculdade de Ciências da Universidade de Londres, cargo que ocupou durante quatro anos. Em 1919 tornou-se membro e Presidente do Senado da Universidade, função a qual exerceu até sua ida à América em 1924. Sua política como Presidente privilegiou o acesso de estudantes carentes às universidades.[20]

A partir do final dos da década de 1910, ele passou a se interessar pela filosofia. A despeito de não ter nenhum tipo de educação formal na área, sua obra filosófica se desenvolveu e ganhou prestigio rapidamente. Em 1920 ele publicou O Conceito de Natureza e se tornou Presidente da Sociedade Aristotélica entre 1922-1923.[21] Em 1924 Henry Osborn Taylor convidou Whitehead, então com 63 anos, para ocupar o cargo de Professor de Filosofia da Universidade de Harvard.[22]

Foi durante seu período como Professor de Harvard que Whitehead produziu suas mais importantes contribuições filosóficas. Em 1925 ele escreveu A Ciência e o Mundo Moderno, que é prontamente reconhecida como uma alternativa ao dualismo, sobretudo ao dualismo cartesiano.[23] Poucos anos depois ele publicou sua Magnum Opus Processo e Realidade, obra que foi comparada, em importância e complexidade, à Crítica da razão pura de Immanuel Kant.[15] A família Whitehead se estabeleceu definitivamente nos Estados Unidos. Whitehead se aposentou em 1937 e permaneceu em Cambridge, Massachusetts até sua morte em 30 de dezembro de 1947.[24]

A biografia escrita por Victor Lowe é o estudo mais preciso sobre a vida do filósofo e matemático, porém muitos detalhes de sua história permanecem obscuros. A pedido do autor, sua família destruiu todas suas anotações pessoais depois de sua morte. Além disso Whitehead era conhecido por exercer uma crença quase fanática ao direito à privacidade, registrando, portanto, poucas anotações de cunho pessoal.[25]

O Centro de Pesquisas sobre Whitehead lançou em 2017 uma edição crítica dos escritos pessoais do autor.[26]

Trabalhos sobre matemática e lógica[editar | editar código-fonte]

Além de numerosos artigos sobre matemática, Whitehead escreveu três livros importantes sobre a disciplina: A Teoria Universal da Álgebra (1898), Principia Mathematica (1910 a 1913) e Uma Introdução à Matemática (1911). Os dois primeiros livros são destinados exclusivamente para matemáticos profissionais, enquanto que o último livro que cobre a história da matemática e suas bases filosóficas,[27] é destinado a um público mais amplo. O Principia Mathematica, em particular, é considerada uma das obras mais importantes da lógica matemática do Século XX.

Além de seu legado como autor do Principia Mathematica, a teoria da "extensa abstração" de Whitehead é considerada fundamental para o ramo da ciência da computação e da ontologia conhecido como "Mereotopologia" uma teoria que descreve as relações espaciais entre as séries, as partes, as partes de partes e as fronteiras entre estas partes, como explicado por Gary L. Herstein.[28]

O Tratado da Álgebra Universal[editar | editar código-fonte]

Em O Tratado de Álgebra Universal (1898), o termo álgebra universal possui essencialmente o mesmo significado do contemporâneo; ou seja, refere-se ao estudo das estruturas algébricas em si, ao invés de modelos de estruturas algébricas de George Grätzer.[29] Whitehead credita a William Rowan Hamilton e Augustus De Morgan a criação da disciplina.[29][30]

A álgebra de Lie, dada pelo espaço vetorial dos campos de vetores, bem como os quaterniões hiperbólicos e a álgebra sobre um corpo, chamaram a atenção para a necessidade de se expandir estruturas algébricas para além do grupo associativo multiplicativo. Alexander Macfarlane escreveu na Revista Science: "A ideia principal deste trabalho não é a unificação dos diferentes métodos ou a generalização da álgebra comum para incluí-los, mas sim o estudo comparativo entre as estruturas".[31] GB Mathews define que a obra "tem uma unidade de design verdadeiramente notável, dada a variedade de seus temas".[32]

Principia Mathematica[editar | editar código-fonte]

Página de rosto da versão resumida de Principia mathematica

A obra é uma tentativa de concluir todas as verdades matemáticas baseando-se num rol precisamente delineado de axiomas e regras de dedução, usando uma linguagem lógico-simbólica própria. O Principia é considerado pelos especialistas como um dos mais importantes trabalhos sobre a interdisciplinaridade entre matemática, lógica e filosofia, com dimensão comparável ao Organon de Aristoteles, sendo considerado um dos mais importantes livros em filosofia da matemática escritos em toda a História.[33] A Modern Library colocou-o no 23º de uma lista dos cem mais importantes livros em inglês de não ficção do século XX.[34][35]

Whitehead pensou que o Principia Mathematica levaria um ano para ser concluído, contudo, o projeto se estendeu por 10 anos.[36] Em sua primeira publicação o livro foi dividido em três volumes (mais de 2000 páginas) e, por seu público restrito, formado majoritariamente por atemáticos profissionais, houve um prejuízo de 600£ em sua publicação - 300 dos quais foram pagos pela Universidade de Cambridge e 200 pela Royal Society. Whitehead e seu aluno Russell completaram a dívida com £50 cada. Apesar do prejuízo inicial a obra ganhou reconhecimento. Atualmente o Principia pode ser encontrado em praticamente todas as bibliotecas de universidades.[37]

Uma Introdução à Matemática[editar | editar código-fonte]

Ao contrário dos dois livros anteriores, em Uma Introdução à Matemática (1911), Whitehead não se dirige exclusivamente para matemáticos profissionais. Ele busca um público mais amplo para explicar o que é a natureza da matemática; sua unidade, sua estrutura interna e sua aplicabilidade. Sobre a obra, Whitehead escreveu:

"O objetivo de Uma Introdução à Matemática não é o de ensinar matemática, mas permitir que os alunos descubram do que esta ciência trata, ou seja, a base do pensamento exato aplicado a fenômenos naturais."[38]

Este livro pode ser visto como uma tentativa de compreender a unidade e interligação entre a matemática e a filosofia e entre a linguística e a física. Embora o livro não seja tão popular, em alguns aspectos, ele antecipa alguns desenvolvimentos ocorridos posteriormente na filosofia e na metafísica.[39]

Trabalhos sobre epistemologia e metafísica[editar | editar código-fonte]

Uma Investigação sobre o Princípio do Conhecimento Natural e O Conceito de Natureza[editar | editar código-fonte]

Em Uma Investigação sobre o Princípio do Conhecimento Natural (1919) e O Conceito de Natureza (1920), Whitehead rejeita a identificação da natureza nas ferramentas matemáticas utilizadas para representar as suas estruturas de relacionamento. Ele sustenta que o ponto geométrico é uma abstração que não corresponde à realidade que podemos experimentar. A realidade seria uma entidade abstrata derivada de relações concretas e extensas no tempo e no espaço. Segundo ele, um "objeto" é o significado idealizado do que é estável em um evento ou uma conjunto de elementos: ele classifica os eventos como as realidades fundamentais da experiência e da natureza. Nessas obras ele se opõe ao empirismo radical de William James.[40]

Ciência no mundo moderno e Religion in the Making[editar | editar código-fonte]

Em Ciência no Mundo Moderno (1925), Whitehead ataca o que chama de "materialismo científico dogmático." Ele critica, em particular, a visão de que apenas as coisas que podem ser localizadas geometricamente são reais. Para ele, no entanto, o que importa são as relações entre as coisas. É também neste livro que introduziu a palavra "grip", que ele define como um "não percepção cognitiva".[41] Com isso, ele pretende indicar que as relações não são necessariamente baseadas no conhecimento e que a nossa primeira consciência do mundo é pré-epistemológica. Os três últimos capítulos deste livro são dedicados à epistemologia, à religião, à ciência e âs condições de progresso social.[40]

Em Religion in the Making (1926), ele define a religião como "o que o indivíduo faz com sua própria solidão".[41] De acordo Herstein, a solidão é entendida como "uma forma de múltiplas relações do indivíduo 'no e para' o mundo. Além disso, esse modo de relacionamento não pode ser entendido fora de seu contexto". Whitehead afirma quu "o propósito de Deus é alcançar valor no mundo temporal", o valor é entendido como "inerente a ele mesmo", como algo que é, e não como algo que é usado.[40]

Processo e Realidade[editar | editar código-fonte]

Foto tirada em 1906 da Universidade Harvard, onde Whitehead lecionou entre 1924 e 1937

Em sua Magnum Opus publicada em 1929, Whitehead descreve sua filosofia da organização, mais conhecida como a A Filosofia do Processo.[42].

Whitehead apresenta sua filosofia especulativa, tratando, de uma forma muito sofisticada, de questões como a metafísica, a ontologia e a epistemologia. Processo e Realidade estabelece as bases para o seu princípio ontológico, que rejeita o dualismo de Descartes. Ele pretende construir uma cosmologia capaz de perceber um mundo em formação, ou seja, no processo de transformação constante. Na filosofia especulativa, o primeiro capítulo da obra, Whitehead enumera as condições que devem abarcar todo e qualquer sistema especulativo; a coerência, a lógica e a relevância. O livro tem caráter investigativo e se destina a expandir a metafísica por meio de uma série de questões religiosas e filosóficas. Para o autor, a metafísica não pode ser feita sem um sistema elaborado de compreensão de cada ciência, buscando sempre extrair a experiência de cada campo científico.

Ainda é famosa a citação do livro que afirma que;

“A definição mais precisa da Filosofia Ocidental é a de que ela não passa de notas de rodapé das páginas de Platão”[43]

Principais obras[editar | editar código-fonte]

  • A Treatise on Universal Algebra, Cambridge: Cambridge University Press,1898.
  • On Mathematical Concepts of the Material World, London: Dulau, 1906.
  • The Axioms of Projective Geometry, Cambridge: Cambridge University Press, 1906.
  • The Axioms of Descriptive Geometry, Cambridge: Cambridge University Press, 1907.
  • (com Bertrand Russell) Principia Mathematica, 3 vols, Cambridge: Cambridge University Press. Primeira edição, 1910 e segunda edição, 1925 (Vol. 1), 1927 (Vols 2, 3). Resumido como Principia Mathematica to *56, Cambridge: Cambridge University Press, 1962.
  • An Introduction to Mathematics, London: Williams and Norgate, 1911.
  • An Enquiry concerning the Principles of Natural Knowledge, Cambridge: Cambridge University Press, 1919.
  • The Concept of Nature, Cambridge: Cambridge University Press, 1920.
  • The Principle of Relativity with Applications to Physical Science, Cambridge: Cambridge University Press, 1922.
  • Science and the Modern World, Cambridge: Cambridge University Press, 1926.
  • Religion in the Making, New York: Macmillan, 1926.
  • Symbolism, Its Meaning and Effect, New York: Macmillan, 1927.
  • The Aims of Education and Other Essays, New York: Macmillan, 1929.
  • The Function of Reason, Princeton: Princeton University Press, 1929.
  • Process and Reality, New York: Macmillan, 1929.
  • Adventures of Ideas, New York: New American, 1933.
  • Nature and Life, Chicago: University of Chicago Press, 1934.
  • Modes of Thought, New York: Macmillan, 1938.
  • Essays in Science and Philosophy, New York: Philosophical Library, 1947.
  • The Wit and Wisdom of Whitehead, Boston: Beacon Press, 1947.

Referências

  1. a b Michel Weber and Will Desmond, eds., Handbook of Whiteheadian Process Thought, Volume 1 (Frankfurt: Ontos Verlag, 2008), 17.
  2. a b c d e John B. Cobb, Jr., and David Ray Griffin, Process Theology: An Introductory Exposition (Philadelphia: Westminster Press, 1976), 174.
  3. a b c d Michel Weber and Will Desmond, eds., Handbook of Whiteheadian Process Thought, Volume 1 (Frankfurt: Ontos Verlag, 2008), 26.
  4. Gilles Deleuze and Claire Parnet, Dialogues II, Columbia University Press, 2007, p. vii.
  5. a b John B. Cobb, Jr., and David Ray Griffin, Process Theology: An Introductory Exposition (Philadelphia: Westminster Press, 1976), 164-165.
  6. John B. Cobb, Jr., and David Ray Griffin, Process Theology: An Introductory Exposition (Philadelphia: Westminster Press, 1976), 175.
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  10. Wolfgang Smith, Cosmos and Transcendence: Breaking Through the Barrier of Scientistic Belief (Peru, Illinois: Sherwood Sugden and Company, 1984), 3.
  11. Michel Weber and Will Desmond, eds., Handbook of Whiteheadian Process Thought, Volume 1 (Frankfurt: Ontos Verlag, 2008), 13.
  12. Charles Birch, "Why Aren't We Zombies? Neo-Darwinism and Process Thought", in Back to Darwin: A Richer Account of Evolution, ed. John B. Cobb, Jr., (Grand Rapids: William B. Eerdmans Publishing Company, 2008), 252.
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  14. C. Robert Mesle, Process-Relational Philosophy: An Introduction to Alfred North Whitehead(West Conshohocken:Templeton Foundation Press, 2009), 9.
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  16. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol I (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1985), página 27.
  17. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol II (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1990), página 34.
  18. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol II (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1990), 2.
  19. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol II (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1990), páginas 6-8.
  20. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol II (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1990), pags 72-74.
  21. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol II (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1990), pag 127.
  22. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol II (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1990), pag 132.
  23. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol I (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1985), 3–4.
  24. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol II (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1990), 262.
  25. Victor Lowe, Alfred North Whitehead: The Man and his Work, Vol I (Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1985), 7.
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  27. Christoph Wassermann, "The Relevance of An Introduction to Mathematics to Whitehead's Philosophy", Process Studies 17 (1988): 181. Disponível em http://www.religion-online.org/showarticle.asp?title=2753
  28. "Whitehead, Alfred North", Gary L. Herstein, Internet Encyclopedia of Philosophy, http://www.iep.utm.edu/whitehed/.
  29. a b George Grätzer, Universal Algebra (Princeton: Van Nostrand Co., Inc., 1968), v.
  30. Cf. Michel Weber and Will Desmond (eds.). Handbook of Whiteheadian Process Thought (Frankfurt / Lancaster, Ontos Verlag, Process Thought X1 & X2, 2008) and Ronny Desmet & Michel Weber (edited by), Whitehead. The Algebra of Metaphysics. Applied Process Metaphysics Summer Institute Memorandum, Louvain-la-Neuve, Les Éditions Chromatika, 2010.
  31. Alexander Macfarlane, "Review of A Treatise on Universal Algebra", Science 9 (1899): 325.
  32. G. B. Mathews (1898) A O Tratado Universal de Álgebra 58:385 to 7 (#1504)
  33. Irvine, A.D. «Principia Mathematica» (em inglês). Consultado em 14 de outubro de 2011 
  34. «The Modern Library's Top 100 Nonfiction Books of the Century» (em inglês). The New York Times Company. 30 de abril de 1999. Consultado em 14 de outubro de 2011 
  35. Alfred North Whitehead, Principia Mathematica Volume 2, Second Edition (Cambridge: Cambridge University Press, 1950), 83.
  36. Hal Hellman, Great Feuds in Mathematics: Ten of the Liveliest Disputes Ever (Hoboken: John Wiley & Sons, 2006). Disponível online em https://books.google.com/books?id=ft8bEGf_OOcC&pg=PT12&lpg=PT12#v=onepage&q&f=false
  37. "Principia Mathematica", última modificação em 3, 2013, Andrew David Irvine, ed. Edward N. Zalta, The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Winter 2013 Edition), accessado Dezembro 6, 2016, http://plato.stanford.edu/entries/principia-mathematica/#HOPM.
  38. (New York: Henry Holt and Company, 1911), 8.
  39. Christoph Wassermann, "The Relevance of An Introduction to Mathematics to Whitehead's Philosophy", Process Studies 17 (1988): 181–182. Disponível online em http://www.religion-online.org/showarticle.asp?title=2753
  40. a b c «Alfred North Whitehead (1861—1947)». Internet Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 23 de maio de 2017 
  41. a b Whitehead, 1926, p. 16
  42. Bouckaert, Bertrand (1995). «Alfred North Whitehead, Procès et réalité. Essai de cosmologie. Traduit de l'anglais par D. Charles, M. Elie, M. Fuchs, J.-L. Gautero, D. Janicaud, R. Sasso, A. Villani». persee.fr (em francês). 93 
  43. «Full text of "Alfred North Whitehead - Process & Reality"» (em inglês). p. CHAPTER I FACT AND FORM SECTION I 

Ver também[editar | editar código-fonte]

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