História pré-colonial de Angola

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A história pré-colonial de Angola durou até que Portugal anexou formalmente o território em 1655.

Idade da Pedra[editar | editar código-fonte]

Acredita-se que os primeiros habitantes da região da atual Angola tenham sido caçadores-coletores Khoisan, cujos restos datam da idade da pedra. Com base em evidências arqueológicas e linguísticas, os estudiosos creem que a partir dos últimos séculos antes de Cristo, aqueles que falavam línguas da família bantu entraram no local e introduziram a agricultura e a exploração do ferro. Estudos de DNA ainda não encontraram quaisquer vestígios de outro grupo populacional que tenha existido. Isso torna difícil explicar a existência de uma população anterior, salvo que eles foram rapidamente e completamente pelos bantus. Além disso, parte dos Khoisan retirou-se para o território onde é o sul de Angola, bem como o norte do Botswana e da Namíbia.

Século XV[editar | editar código-fonte]

Os portugueses estabeleceram-se na costa oeste da África no fim do século XV. Onde reivindicaram o território para si e estabeleceram relações com o vizinho Reino do Kongo e entraram em cooperação com seus governantes.[1]

Rainha Nzinga em negociações de paz com o governante português em Luanda, 1657.

Século XVI[editar | editar código-fonte]

Em 1520, o Rei Afonso Mvemba Nzinga declarou o cristianismo como religião nacional. Em 1595, o papa declarou o Kongo como sede episcopal. A principal igreja, construída em 1548 e dedicada a São Salvador logo foi nomeada como catedral, cuja jurisdição abrangia tanto o Kongo como a colônia portuguesa de Angola.

  1. Fage, J.D.; Roland Anthony Oliver (1986). The Cambridge History of Africa. [S.l.: s.n.] pp. 353–355