Jerónimo Martins

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Jerónimo Martins
Jerónimo Martins SGPS, S.A.
Tipo Empresa de capital aberto
Cotação Euronext Lisboa: JMT
Indústria Varejo
Indústria Alimentar
Género Sociedade anónima
Fundação 1792
Sede Lisboa,  Portugal
Locais Portugal, Polónia e Colômbia
Presidente Pedro Soares dos Santos
Pessoas-chave Alexandre Soares dos Santos
Empregados 89,027 (2015)[1]
Produtos Distribuição Alimentar
Retalho Alimentar
Farmácias
Parafarmácias
Indústria Alimentar
Valor
de mercado
Aumento EUR 9,57 mil milhões (Ago/2016)[2]
Lucro Aumento EUR 358,0 milhões (2015)[1]
LAJIR Aumento EUR 2,93 mil milhões (2015)[1]
Faturamento Aumento EUR 13,72 mil milhões (2015)[1]
Página oficial jeronimomartins.pt

Jerónimo Martins SGPS, S.A. é um grupo empresarial português de distribuição alimentar e indústria, presente em Portugal, Polónia e Colômbia.[1]

História[editar | editar código-fonte]

A empresa foi fundada em 1792[3] e desde Fevereiro de 1996, o grupo é liderado por Alexandre Soares dos Santos, desde 2012 a segunda pessoa mais rica de Portugal.[4][5] Em 24 de setembro de 2013 foi oficialmente comunicado que renunciará ao cargo por razões pessoais, com efeitos a partir do dia 1 de novembro de 2013.[6]

O grupo chegou a ter presença no Brasil ao adquirir em 1997[7] os Supermercados Sé, porém devidos a resultados financeiros negativos no ano de 2001,[8] a Jerónimo Martins vendeu os Supermercados Sé ao Grupo Pão de Açucar em julho de 2002 por 143 milhões de euros.[9]

Empregava, no final de 2014, 86 593 trabalhadores em todas as geografias. A Jerónimo Martins fechou o ano de 2014 com vendas de 12,6 mil milhões de euros e um resultado líquido de 302 milhões de euros.[10]

Unidades de negócio[editar | editar código-fonte]

Em Portugal, a sua área de actividade primordial são os sectores de retalho e grosso, é hoje líder na Distribuição Alimentar em Portugal, com as marcas Pingo Doce (líder em supermercados) e Recheio (líder em cash & carry). [11] Também opera no sector da indústria, com uma parceria entre a Jerónimo Martins e a Unilever. De destacar ainda a chocolateria Hussel, a Caterplus, as lojas Jeronymo (uma rede de cafés), a geladeira norte-americana Ben & Jerry's e as lojas e quiosques Olá. Na Polónia, desde 1997, opera com a insígnia Biedronka, a maior cadeia de retalho alimentar do país. O grupo detém 2.283 lojas.[11]

A Sociedade Francisco Manuel dos Santos, principal acionista deste grupo, criou em 2009 a Fundação Francisco Manuel dos Santos.[4]

Operações da empresa[editar | editar código-fonte]

Portugal[editar | editar código-fonte]

  • Pingo Doce (distribuição alimentar)
  • Recheio (distribuição alimentar)
  • Unilever Jerónimo Martins (indústria de alimentos) - 45%
  • Gallo Worldwide (produção e comercialização de azeite e óleos alimentares)
  • Hussel (comercialização de chocolates e confeitaria) - 51%
  • (JMRS) Jerónimo Martins Restauração e Serviços (Restauração e Serviços)
    • Jeronymo (quiosques e cafetarias)
    • Olá (franchising)
    • Jeronymo Food with Friends (restaurantes)
  • Jerónimo Martins Distribuição de Produtos de Consumo (representante de marcas portuguesas e internacionais)

Colômbia[editar | editar código-fonte]

  • Ara (retalho Alimentar)

As primeiras lojas abriram em 13 de Março de 2013 na cidade de Pereira. Em 15 de Março de 2016 existiam 149 lojas abertas e com a perspectiva de até o ano 2020 serem 1000 lojas.[12]

Polónia[editar | editar código-fonte]

  • Biedronka (maior cadeia de supermercados da Polónia)

Número de Lojas[editar | editar código-fonte]

Em 31 de dezembro de 2015 a Jerónimo Martins tinha 3.379 lojas entre Supermercados, Farmácias, Lojas de Conveniência, Cash & Carries, Hipermercados:

Marcas da Jerónimo Martins
Nome da Marca Tipo Quantidade de Lojas País
Biedronka Supermercados 2.667  Polónia
Pingo Doce Hipermercados e Supermercados 399  Portugal
Ara Supermercados e Lojas de Conveniência 142  Colômbia
Hebe Farmácias e Parafarmácias 134  Polónia
Recheio Cash & Carries Cash & Carries 37  Portugal

Protestos[editar | editar código-fonte]

A Jerónimo Martins tem sido alvo de críticas e protestos por parte da Greenpeace. Os protestos devem-se à campanha que a organização está a desenvolver de preservação dos oceanos e das espécies marinhas. A organização acusa a Jerónimo Martins de não ter uma política sustentável de compra de peixe.[13]

Referências

  1. a b c d e Jerónimo Martins, SGPS, S.A (4 de Março de 2016). «Relatório Anual de 2015» (PDF). Site da Jerónimo Martins. Consultado em 14 de agosto de 2015. 
  2. http://www.reuters.com/finance/stocks/overview?symbol=JMT.LS
  3. http://www.jeronimomartins.pt/o-grupo/historia.aspx
  4. a b - FFMS - O Grupo Jerónimo Martins (em português)
  5. Soares dos Santos é o homem mais rico de Portugal JN Online, 26 de julho 2012
  6. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas NM
  7. FÁTIMA FERNANDES (23 de fevereiro de 1998). «Supermercados europeus vão investir mais no país». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de agosto de 2016. 
  8. Agencia Estado (1 de julho de 2002). «ECONOMIA Pão de Açúcar compra Supermercados Sé». Jornal O Estado de São Paulo. Consultado em 14 de agosto de 2016.  line feed character character in |título= at position 9 (Ajuda)
  9. Redação do TSF (30 de julho de 2002). «Venda de supermercados Sé confirma-se». TSF. Consultado em 14 de agosto de 2016. 
  10. «Da mercearia de bairro para o mundo em 200 anos de história». 
  11. a b «Distribuição Alimentar - O Grupo Jerónimo Martins». Consultado em 14 de Fevereiro 2013. 
  12. Paula Brito (19 de Março de 2016). «Colômbia, País distante onde a Jerónimo Martins investe para crescer». Dinheiro Vivo. Consultado em 14 de agosto de 2016. 
  13. Greenpeace mantém protesto na Jerónimo Martins Expresso Online, 2 de Julho 2009

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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