Luísa Mountbatten

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Luísa Mountbatten
Rainha Consorte da Suécia
Reinado 29 de outubro de 1950
a 7 de março de 1965
Predecessora Vitória de Baden
Sucessora Sílvia Sommerlath
Marido Gustavo VI Adolfo da Suécia
Nome completo
Luísa Alexandra Maria Irene Mountbatten
Casas Battenberg (por nascimento)
Bernadotte (por casamento)
Pai Luís de Battenberg
Mãe Vitória de Hesse e Reno
Nascimento 13 de julho de 1889
Castelo de Heiligenberg, Seeheim-Jugenheim, Grão-Ducado de Hesse e Reno, Império Alemão
Morte 7 de março de 1965 (75 anos)
Hospital Sankt Görans, Estocolmo, Suécia
Enterro Cemitério Real, Solna, Suécia

Luísa Alexandra Maria Irene Mountbatten (Seeheim-Jugenheim, 13 de julho de 1889Estocolmo, 7 de março de 1965), nascida princesa Luísa de Battenberg, foi a segunda esposa do rei Gustavo VI Adolfo e rainha consorte da Suécia de 1950 até sua morte.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Luísa nasceu "Sua Alteza Sereníssima, princesa Luísa de Battenberg" no Palácio de Heiligenberg em Jugenheim, no Grão-ducado de Hesse. O seu pai, o príncipe Luís de Battenberg, que era um almirante da Marinha Real Britânica, renunciou a todos os seus títulos alemães em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial e anglicizou o nome da família (Battenberg) para Mountbatten e tornou-se o primeiro Marquês de Milford Haven no ranking da nobreza do Reino Unido. A sua filha passou então a ser conhecida por lady Louise Mountbatten. Ela era irmã de Louis Mountbatten, 1.º Conde Mountbatten da Birmânia, tia do príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, e também uma sobrinha da imperatriz Alexandra Feodorovna da Rússia.

Foto do casamento de Luísa e Gustavo Adolfo, em 1923.

Como jovem mulher, Luísa afirmou que nunca se casaria com um rei ou com um viúvo. No entanto, a 3 de novembro de 1923, aos 34 anos, desposou o príncipe herdeiro Gustavo Adolfo da Suécia, futuro rei Gustavo VI Adolfo, no Palácio de St. James, em Londres. Além de futuro rei, ele era também viúvo da princesa Margarida de Connaught, neta da rainha Vitória. Antes tinha recusado várias propostas de casamento, incluindo uma do rei Manuel II de Portugal que procurava uma noiva inglesa para aumentar a influência da coroa britânica em Portugal e desencorajar assim os movimentos republicanos.[2]

A rainha Luísa era bastante excêntrica e tinha vários cães spitz alemães que escondia dentro das suas roupas quando visitava o estrangeiro e que lhe traziam vários problemas quando passava pelas alfândegas (uma coisa que fazia sempre sob o pseudónimo de “Condessa de Gripsholm” ou “Mrs Olsson). Existe uma (possivelmente exagerada) história de que, após ter sido atropelada por um autocarro, Louise passou a andar sempre com um pequeno cartão onde estavam escritas as palavras “Eu sou a rainha da Suécia” para que as pessoas soubessem quem ela era no caso de ser atropelada por outro veículo. [carece de fontes?]

A rainha Luísa morreu a 7 de março de 1965 no Hospital St. Göran em Estocolmo, após uma cirurgia de emergência que se seguiu a um longo período de doença. Tinha feito a sua última aparição pública na cerimónia de entrega dos Prémios Nobel em dezembro de 1964. Está enterrada ao lado do marido no Cemitério Real de Haga, nos arredores de Estocolmo.

Brasão de Armas de Luísa como Princesa Real da Suécia.


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Rainha consorte da Suécia

29 de outubro de 1950 - 7 de março de 1965
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Sílvia Sommerlath


Referências

  1. Ernby, Birgitta; Martin Gellerstam, Sven-Göran Malmgren, Per Axelsson, Thomas Fehrm. Norstedts första svenska ordbok (em sueco). Estocolmo: Norstedts ordbok, 2001. Capítulo: Louise. , 793 p. p. 365. ISBN 91-7227-186-8
  2. Proença, Maria Cândida:Manuel II, Temas e Debates, 2008, 384 páginas