Pancas

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Disambig grey.svg Nota: Para o rio homônimo, veja Rio Pancas.
Município de Pancas
"Cidade Poesia"
Monumento Natural dos Pontões Capixabas

Monumento Natural dos Pontões Capixabas
Bandeira de Pancas
Brasão de Pancas
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 13 de maio de 1963 (54 anos)
Gentílico panquense[1]
Prefeito(a) Sidiclei Giles de Andrade (PDT)
(2017–2020)
Localização
Localização de Pancas
Localização de Pancas no Espírito Santo
Pancas está localizado em: Brasil
Pancas
Localização de Pancas no Brasil
19° 13' 30" S 40° 51' 03" O19° 13' 30" S 40° 51' 03" O
Unidade federativa  Espírito Santo
Região
intermediária

Colatina IBGE/2017[2]

Região
imediata

Colatina IBGE/2017[2]

Municípios limítrofes Norte: Alto Rio Novo, Mantenópolis e Águia Branca; Sul: Colatina e Baixo Guandu; Leste: São Domingos do Norte; Oeste: Resplendor (MG)
Distância até a capital 180 km
Características geográficas
Área 829,937 km² [3]
Distritos Lajinha, Pancas (sede) e Vila Verde[1]
População 23 697 hab. estatísticas IBGE/2017[4]
Densidade 28,55 hab./km²
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,667 médio PNUD/2010[5]
PIB R$ 214 967 mil IBGE/2014[6]
PIB per capita R$ 9 236 75 IBGE/2014[6]
Página oficial

Pancas é um município brasileiro do estado de Espírito Santo, Região Sudeste do país. Sua população estimada em 2017 era de 23 697 habitantes.[4]

Possui como língua co-oficial o pomerano.[7]

História[editar | editar código-fonte]

A história do atual município de Pancas tem início em 1918, quando chegaram à região os primeiros colonizadores, oriundos de Minas Gerais, que estavam à procura de terras férteis e próprias para a agricultura. Estes afixaram-se no lugar e, aliados à chegada de imigrantes alemães, iniciaram o cultivo do café.[1]

Devido ao desenvolvimento da região, pela lei estadual nº 1.486, de 5 de setembro de 1924, cria-se o distrito, denominado Nossa Senhora da Penha e subordinado a Colatina, que passou a denominar-se Santa Luzia pela lei estadual nº 9.222, de 31 de março de 1938. Em 31 de dezembro de 1943, pela lei estadual nº 15.177, recebeu seu nome atual. Pela lei estadual nº 1.837, de 21 de fevereiro de 1963, Pancas é emancipada de Colatina, sendo instalada a 13 de maio do mesmo ano, composta por três distritos (Alto Rio Novo, Lajinha e o Distrito-Sede). Pela lei nº 1.919, de 31 de dezembro de 1963, são criados os distritos de Palmerino e Vila Verde. Alto Rio Novo foi elevado à categoria de município pela lei estadual nº 4.071, de 11 de maio de 1988, incorporando Palmerino como distrito. Pancas atualmente é composta por três distritos: Distrito-Sede, Lajinha e Vila Verde.[1]

Geografia[editar | editar código-fonte]

De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vigente desde 2017,[8] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Colatina.[2] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, o município fazia parte da microrregião de Colatina, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Noroeste Espírito-Santense.[9]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Os principais pontos turísticos panquenses são:

  • Pedra Camelo - considerado o principal cartão postal da cidade, possui 720 metros de altura
  • Pedra Agulha - um morro parecido com uma chaminé
  • Cachoeira do Bassani - cachoeira localizada a três quilômetros do centro da cidade
  • Cachoeira de Santa Ana - cachoeira localizada a 40 quilômetros da sede
  • Cachoeira e Prainha do São Luís - localizadas a dois quilômetros da sede
  • Cachoeira do Moraes - cachoeira localizada no distrito de Vila Verde
  • Rampa de Voo Livre Clementino Izoton - uma rampa para voo livre

Referências

  1. a b c d Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Pancas - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 31 de maio de 2013. Cópia arquivada em 31 de maio de 2013 
  2. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 28 de outubro de 2017 
  3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (15 de janeiro de 2013). «Área territorial oficial». Consultado em 7 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 7 de setembro de 2014 
  4. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (30 de agosto de 2017). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2017» (PDF). Consultado em 28 de outubro de 2017 
  5. Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 9 de setembro de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 8 de julho de 2014 
  6. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2014). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2014». Consultado em 8 de maio de 2017. Cópia arquivada em 8 de maio de 2017 
  7. Lpniceia (27 de dezembro de 2008). «Pomerano!?». Consultado em 21 de agosto de 2011 
  8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 28 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2017 
  9. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1990). «Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas» (PDF). Biblioteca IBGE. 1: 86–87. Consultado em 28 de outubro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 28 de outubro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]