Reial Club Deportiu Espanyol de Barcelona

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Espanyol
Rcd espanyol logo.png
Nome Reial Club Deportiu Espanyol de Barcelona
Alcunhas Periquitos
Blanquiblaus
Mascote Periquito
Principal rival Barcelona
Fundação 28 de outubro de 1900 (118 anos)
Estádio Cornellà-El Prat
Capacidade 40.500
Localização Barcelona, Espanha
Presidente China Chen Yansheng (Honorário)
Espanha Joan Collet (executivo)
Treinador Espanha Rubi
Patrocinador Espanha Riviera Maya
Material (d)esportivo Espanha Kelme
Competição Campeonato Espanhol
Website [1]
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Reial Club Deportiu Espanyol de Barcelona, normalmente em português Espanhol de Barcelona, é um clube de futebol espanhol fundado em 28 de outubro de 1900, na cidade de Barcelona, Catalunha.

Manda seus jogos no estádio Cornellà-El Prat, com capacidade para 40 500 mil adeptos. Seu mascote é um piriquito. O Espanyol tem como grande rival o Barcelona, contra quem disputa o clássico Derby Catalão.

Traidor ou representante legítimo da Catalunha?[editar | editar código-fonte]

Assim como o Nacional do Uruguai, o Espanyol tem esse nome pois na época de sua fundação adotava apenas jogadores nacionais (ao contrário de outros, que costumavam contar com britânicos em seus elencos), sendo o primeiro time da Espanha formado majoritariamente por catalães. Seu nome original era Sociedad Española de Fútbol, mudado alguns meses depois para Club Español de Fútbol. Em 1912, o clube, assim como vários outros, recebeu da Coroa Espanhola, pelo Rei Afonso XIII, a opção de ostentar a coroa real no emblema. Assim a equipe passou chamar-se Real Club Español de Fútbol.[1]

Com a abdicação de Afonso XIII e o advento da República, todos os clubes Reais tiraram o "Real" de seus nomes, assim como a coroa de seus emblemas. A partir daí, a equipe adotou um nome mais republicano e em catalão, Club Esportiu Espanyol.[1] Entretanto, após o golpe do General Franco em 1937, que instituiu um governo totalitário e que oprimia oficialmente as culturas não-espanholas (como a catalã e a basca), o time teve que renomear-se para Real Club Deportivo Español.

Equipe campeã do Campeonato da Catalunha de 1904.

Após a Guerra Civil Espanhola (encerrada com a vitória dos partidários de Franco, que colocou o general no poder), é o rival Barcelona (que, até então, era um dos clubes compostos de britânicos, além de suíços) que toma a iniciativa de se afirmar como representante do nacionalismo catalão; a falta da mesma atitude por parte do Español faz a equipe decair sua imagem ante aos catalães, sendo o time associado como um alinhado do poder de Madrid.[2]

Franco morreu em 1975, mas só 20 anos depois o clube adotou novamente um nome catalão, Reial Club Deportiu Espanyol de Barcelona.[3] Cabe salientar que a palavra Deportiu não existe em catalão, sendo inventada apenas para manter a sigla RCD, àquela altura já tradicional. A demora, entretanto, só fez reforçar a imagem de "colaborador" do governo espanhol, injusta ou não.[2]

A torcida do Espanyol é estereotipada como de não-catalães residentes na cidade de Barcelona, de catalães favoráveis à monarquia e/ou contrários à independência da Catalunha.[4] Por outro lado, há uma linha de nacionalistas catalães torcedores do clube que defendem que ele seria o legítimo representante do catalanismo em função de suas origens e pelo caráter local, enquanto o rival Barcelona teria tornado-se uma equipe demagoga, sem realizar ações concretas pela independência e por basicamente usar estrangeiros no elenco, ao passo que o ídolo máximo do Espanyol é o jogador catalão com mais gols marcados na Primeira Divisão Espanhola (Raúl Tamudo), assim como o jogador que mais vezes defendeu a seleção catalã era perico (Sergio González).[3]

Outros torcedores alviazuis, assim como o próprio clube, definem-se como apolíticos, criticando de igual modo a suposta demagogia do rival em usar a política para promover-se. E há parte da torcida favorável à independência catalã, incluindo os últimos presidentes do clube, demonstrando irritação em ver o Barcelona, um clube que não seria local, portar-se como único representante da causa - o mote blaugrana de supostamente ser Més que un club ("mais que um clube") é parodiado pelos pericos com Catalunya es més que un club ("Catalunha é mais que um clube"). Todos os segmentos da torcida do Espanyol concordam em definir-se como "uma maravilhosa minoria" em contraposição ao fato de que são menos numerosos (normalmente, os torcedores optaram pelos alviazuis em nome de tradição familiar) até do que torcedores do Real Madrid residentes em Barcelona.[3]

História[editar | editar código-fonte]

Uma formação da equipe em 2008.

O Reial Club Deportiu Espanyol de Barcelona é um dos clubes mais antigos de toda Espanha, fundado em 28 de outubro de 1900 por alunos da Universidade de Barcelona. O clube foi um dos fundadores da liga espanhola de futebol.[1]

Apesar de hoje o time usar o uniforme "blanquiazul" (azul com branco), o amarelo foi a primeira cor adotada simplesmente porque era a cor das peças de roupa que havia para que se fosse usado como uniforme. Depois, o clube rapidamente mudou para o as cores tradiconais (branco e azul), que eram as do brasão do Almirante Roger de Lluria.

A equipe desde 1923 até a temporada 1996-97, mandou seus jogos no estádio de Sarriá. Em 1997 o clube se viu obrigado a vender o terreno do estádio por problemas financeiros e mandar seus jogos no Estádio Olímpico Lluís Companys, Onde se encontra atualmente. No último clássico catalão com o Barcelona no estádio, venceu por 2-1, uma das vitórias mais lembradas pelos torcedores pericos.[3]

Em 1929 a equipe conquistou seu 1º grande título: A Copa do Rei com uma vitória sobre o Real Madrid por 2-1. O clube voltaria a conquistar a copa em 1940.[3]

Ao término da temporada 1962/63 O Espanyol desceu à Segunda División pela primeira vez em sua história. Na temporada 1987-88, com Javier Clemente como técnico, o time foi vice-campeão da Copa da UEFA, atual Liga Europa. O Euroespanyol era estrelado por Thomas Nkono e Ernesto Valverde e conseguiu eliminar o Milan de Ruud Gullit e Marco van Basten e parecia ser o campeão após ganhar o jogo de ida na final por 3-0 do Bayer Leverkusen. O oponente, porém, conseguiu na Alemanha Ocidental aplicar o mesmo placar, levando a melhor nos pênaltis. Um ano depois, o elenco desolado desceu pela terceira vez em sua história para a Segunda División. O time logo retornou à elite.[4]

Em 1992 virou Sociedad Anónima Deportiva (S.A.D.), e por problemas financeiros (já havia passado outra temporada na Segunda División, a de 1993-04) em 1997 vendeu o terreno do Estádio Sarriá.[3] Conseguiu realizar uma temporada festiva nas celebrações do seu centenário, na temporada 1999-2000. Venceu por 2-0 um amistoso comemorativo com a Seleção Argentina e conseguiu voltar a ser campeão da Copa do Rei, que não vencia desde 1940.[5]

Vista do interior do RCDE Stadium.

O Espanyol venceu novamente a Copa do Rei em 2006, classificando-se para a Copa da UEFA de 2006-07. Nela, foi finalista após superou Ajax e Benfica, dentre outros. Ernesto Valverde, um dos jogadores vice-campeões com o Espanyol na edição de 1987-88, era o treinador. O time voltou a ser derrotado nos pênaltis na decisão, dessa vez pelo Sevilla.[4] Apesar do vice, a temporada encerrou-se alegremente graças a um empate em 2-2 com o rival Barcelona obtido nos minutos finais em pleno Camp Nou, resultado que, na penúltima rodada da liga espanhola, permitiu que o vizinho perdesse o título para o Real Madrid. Tamudo foi o autor dos dois gols alviazuis.[3] O segundo gol veio segundos após o Real Madrid também marcar, na sua partida, o gol da vitória. Os lances, conjuntamente, colocaram os madrilenhos na liderança. A partida, lembrada como Tamudazo, teria sido uma vitória para o Espanyol se a arbitragem não validasse um gol de Lionel Messi marcado com a mão.[6]

Além de Tamudo, Sergio González, Nkono e Valverde, teve entre seus grandes ídolos o goleiro Ricardo Zamora, considerado um dos maiores da história e que inspira o prêmio de melhor goleiro que o renomado diário Marca distribui toda temporada na Espanha; e muitos argentinos, em especial Mauricio Pochettino, Maxi Rodríguez e Pablo Zabaleta. Alfredo Di Stéfano também defendeu o Espanyol, no final da carreira.[5]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
RFEF - Copa del Rey.svg Copa do Rei 4 1929, 1939-40, 1999-00, 2005-06
Flag of Spain.svg Campeonato Espanhol - 2ª Divisão 1 1993-94
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Flag of Catalonia.svg Campeonato Catalão 8 1903-04, 1911-12, 1914-15, 1917-18, 1928-29, 1932-33, 1936-37, 1939-40
Flag of Catalonia.svg Copa da Catalunha 6 1994-95, 1995-96, 1998-99, 2005-06, 2009-10, 2010-11
Flag of Catalonia.svg Supercopa da Catalunha 1 2016
Flag of Catalonia.svg Copa Macaya 1 1902-03
RCD Espanyol de Barcelona.png
Títulos (Nacionais + Regionais) 21
Torneios amistosos
Competição Títulos Temporadas
Troféu Cidade de Barcelona 23 1975, 1977, 1978, 1979, 1981, 1984, 1986, 1987, 1990, 1996, 1997, 1998, 2000, 2001, 2004, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2014, 2015
Troféu Festa de Elche 1 1966
Troféu Cidade de Zaragoza 1 1980
Torneio da Costa do Sol 1 1967
Troféu Ramón de Carranza 2 1973 e 2010
Troféu Cidade de Valladolid 1 1978
Troféu Ibérico 1 1978
Troféu Cidade de Línea 1 1975
Troféu Cidade de Lleida 2 2001 e 2002
Troféu Costa Brava 2 2002 e 2009
Troféu Cidade de Terrassa 1 2006
Troféu de la Gamba Palamos 1 2008
Troféu Vila de Palamos 1 2010
Troféu Cidade de Tarragona 1 2010
Copa Duward 2 1953 e 1954

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

  • União Europeia Liga Europa da UEFA (2): vice campeão em 1987-88 e 2006-07.
  • Espanha La Liga (3): terceiro colocado em 1932-33, 1966-67, 1972-73 e 1986-87.
  • Espanha Copa del Rey (5): vice campeão em 1910-11, 1914-15, 1940-41, 1946-47 e 1956-57.

Competições da UEFA[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado até 15 de julho de 2017.[7]
Competição Temporadas Jogos Vitórias Empates Derrotas Melhor posição
Copa UEFA/Liga Europa 7 53 28 12 13 Vice campeão (2)
Copa Intertoto 2 4 3 - 1 Semifinais
Total 9 57 31 12 14
RCD Espanyol de Barcelona.png

Recordes individuais[editar | editar código-fonte]

Recordistas de jogos[editar | editar código-fonte]

# País Nome Período Jogos
1 Espanha Raúl Tamudo 1996-2010 389
2 Espanha José Maria 1965–1976 310
3 Espanha Antonio Argilés 1950–1964 309
4 Argentina Mauricio Pochettino 1994-2006 304
5 Camarões Thomas Nkono 1982-1990 303
6 Espanha Moisés Arteaga 1993-2001, 2002-2003 295
7 Espanha Manuel Zúñiga 1979–1988 286
8 Espanha Fernando Molinos 1974–1984 276
9 Espanha Diego Orejuela 1982–1991 276
10 Espanha Rafael Marañón 1974–1983 271

Maiores goleadores[editar | editar código-fonte]

# Nome Gols
Espanha Raúl Tamudo 140
Espanha Rafael Carlos Pérez González 111
Espanha Julián Arcas Sánchez 86
Espanha Calvo Olascoaga 69
Espanha Francisco Marcet Mundo 63

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • Primeiro Uniforme : Camisa branca com faixa vertical azul, calção azul e meias brancas.
  • Segundo Uniforme : Camisa vermelha, calção e meias vermelhas.
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Cores do Time
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Primeiro uniforme
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Segundo uniforme
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Terceiro uniforme


Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2017-18
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Cores do Time
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Primeiro uniforme
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Cores do Time
Cores do Time
Segundo uniforme
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Terceiro uniforme
  • 2016-17
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo uniforme
  • 2015-16
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo uniforme
  • 2014-15
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo Uniforme
  • 2013-14
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Cores do Time
Cores do Time
Primeiro Uniforme
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Cores do Time
Cores do Time
Segundo Uniforme
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Cores do Time
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Terceiro Uniforme
  • 2012-13
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Cores do Time
Cores do Time
Primeiro uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo uniforme
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Cores do Time
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Terceiro Uniforme
  • 2011-12
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro Uniforme
  • 2010-11
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Terceiro Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Quarto Uniforme

RCD Espanyol de Barcelona.png

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 29 de setembro de 2018.[8]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • PenalizadoExpulso: Jogador suspenso
  • Lesionado: Jogador lesionado


Goleiros
Jogador
1 Espanha Roberto Jiménez
13 Espanha Diego López
Defensores
Jogador Pos.
5 Brasil Naldo Capitão Z
6 Costa Rica Óscar Duarte Z
15 Espanha David López Z
' Espanha Nacho González Z
2 Espanha Pipa LD
8 Venezuela Roberto Rosales LD
16 Espanha Javi López LD
12 Espanha Dídac Vilà LE
22 Espanha Mario Hermoso LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
4 Espanha Víctor Sánchez V
23 Espanha Esteban Granero V
10 Espanha Sergi Darder V
14 Espanha Óscar Melendo M
21 Espanha Marc Roca M
23 Espanha Esteban Granero M
Atacantes
Jogador
7 Espanha Borja Iglesias
9 Espanha Sergio García
11 Brasil Léo Baptistão
17 Paraguai Hernán Pérez
19 Argentina Pablo Piatti Lesionado
20 Espanha Javi Puado
Comissão técnica
Nome Pos.
Espanha Rubi T

Futebolistas famosos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c MARTINS, Victor (20 de abril de 2006). «Espanyol: O outro rival do Barça». Trivela. Consultado em 16 de janeiro de 2018 
  2. a b LEAL, Ubiratan (fevereiro de 2008). Entreguista, eu?. Trivela n. 24. Trivela Comunicações, p. 55
  3. a b c d e f g VIGNOLI, Leandro (2017). 1. Espanyol e a maravilhosa minoria. À sombra de gigantes: uma viagem ao coração das mais famosas pequenas torcidas do futebol europeu. São Paulo: L. Vignoli, 2017, pp. 18-25
  4. a b c DO VALLE, Emmanuel (4 de setembro de 2017). «O Espanyol de 1987/88: Quando os pericos saíram da sombra do Barça e derrubaram gigantes da Europa». Trivela. Consultado em 16 de janeiro de 2018 
  5. a b BRANDÃO, Caio (28 de outubro de 2015). «Argentinos nos 115 anos do Espanyol». Futebol Portenho. Consultado em 16 de janeiro de 2018 
  6. BONSANTI, Bruno (9 de junho de 2017). «Dez anos do 'Tamudazo': quando o Espanyol tirou o título do Barcelona no Camp Nou». Trivela. Consultado em 16 de janeiro de 2018 
  7. Site UEFA.COM RCD Espanyol, página disponível em 2 de abril de 2018.
  8. «Primer Equip» (em catalão). RCD Espanyol. Consultado em 20 de agosto de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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