Tabela cronológica dos reinos da península Ibérica

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Esta tabela cronológica dos reinos da península Ibérica é meramente orientativa. Faltam sobretudo os governantes portugueses, árabes e muçulmanos desde 711 até 1492

Embora a configuração geográfica da Espanha moderna tenha-se delineado no final da Reconquista, e a unificação dos distintos reinos cristãos sob uma coroa comum, os mesmos que viriam a conformar-se após a invasão árabe de 711, a história e cronologia dos reinos que se criaram após a queda do Império Romano do Ocidente e invasões bárbaras dos distintos povos germânicos podem datar-se a partir de 400 da nossa era.

Alta Idade Média: reinos bárbaros[editar | editar código-fonte]

Reis vândalos

Reis visigodos

Reis suevos

Reis alanos

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Alarico I (395-410)

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Gunderico (409-428)

Hermerico (409-438)
No ano 410 assina um foedus Roma que o permite estabelecer-se na Península Ibérica. Adaces (Adax) (?-418)

Ataúlfo (410-415)

Sigerico (415)

Vália (415-418)

Teodorico I (418-451)

Genserico (428-429)
No ano 429 atravessa o Estreito de Gibraltar e estabelece-se no Norte de África.

Requila (438-448)

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Turismundo (451-453)

Requiário (448-456)
Converte-se ao Catolicismo em 449.

Teodorico II (453-466)

1ª divisão do Reino Suevo:
- Frantano (456-457)
- Agiulfo (456-457)

Reunificação:
Maldras (457-459)

Eurico (466-484)

2ª divisão do reino suevo:
- Frumário (459-463)
- Requimundo (459-463)
- Remismundo (459-469)

Reunificação:
Remismundo (463-469)
Convertido ao Arianismo em 465.

Alarico II (484-507)

Período incerto:
Teodemundo (??) (469-550)

Gesaleico (507-510)

Amalarico (510-531)

Têudis (531-548)

Teudiselo (548-549)

Ágila I (549-551)

Atanagildo (551-567)

Carriarico (550-559)
Converte-se ao Catolicismo em 550.

Liúva I (567-572)

Teodomiro (559-570)
I Concílio de Braga (561)

Miro (570-583)
II Concílio de Braga (572)

Leovigildo (572-586)

Eborico (583-584)
Também referido como Eurico

Andeca (584-585)
No ano 585 os suevos são derrotados definitivamente pelos Visigodos.

Recaredo I (586-601)

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Liúva II (601-603)

Viterico (603-610)

Gundemaro (610-612)

Sisebuto (612-621)

Recaredo II (621)

Suíntila (621-631)

Sisenando (631-636)

Chintila (636-639)

Tulga (639-642)

Chindasvinto (642-653)

Recesvinto (653-672)

Vamba (672-680)

Ervígio (680-687)

Égica (687-700)

Vitiza (700-710)

Rodrigo (710-711)

Al Andalus[editar | editar código-fonte]

Abd al-Malik al-Fihrí
(7xx-747)

Yusuf al-Fihrí
(747-756)

Abderramão I
(756-788) (início da dinastia omíada e fundação do Emirado de Córdova, independente de Damasco)

Hisham I
(788-796)

Aláqueme I
(796-822)

Abderramão II
(822-852)

Maomé I
(852-886)

Almundir
(886-888)

Abdalá I
(888-912)

Abderramão III
(912-961)(início do califado em 928)

Aláqueme II
(961-976)

Hisham II
(976-1000 e 1010-1013) (Ver também Almançor)

Maomé II
(961-976)

Sulaiman al-Mustain
(1009 e 1013-1016)

Abderramão IV
(1018)

Abderramão V
(1023-1024)

Maomé III
(1024-1025)

Hisham III
(1027-1031)

Reinos de Taifas
(1009-1106)

Iúçufe ibne Taxufine (império almorávida)
(1085-1106)

Ali ibne Iúçufe ibne Taxufine (império almorávida)
(1106-1143)

Taxufine ibne Ali ibne Iúçufe (império almorávida)
(1143-1145)

Segundas Taifas
(1142-1170)

Dinastia almóada (incompleto)
(1147-1269)

Dinastia Nazarí de Granada (incompleto)
(1238-1492)

Reinos cristãos durante a Reconquista[editar | editar código-fonte]

Reino de Navarra

Reino de Aragão

Reino de Castela

Reino de Leão

Reino das Astúrias

Reino da Galiza

Reino de Portugal

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Pelágio
(718-737)

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Fávila
(737-739)

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Afonso I
(739-757)
Autoproclama-se primeiro rei das Astúrias.

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Fruela I
(757-768)

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Aurélio
(768-774)

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Silo
(774-783)

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Mauregato
(783-789)

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Bermudo I
(789-791)

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Afonso II, O Casto
(791-842)

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Íñigo Arista
de Pamplona
(810-852)

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Ramiro I
(842-850)

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García Íñiguez
de Pamplona
(852-870)

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Ordonho I
(850-866)

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Fortunio Garcês o Tuerto
de Pamplona
(870-905)

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Afonso III, O Magno
(866-910)

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Sancho Garcês I (905-925)

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Garcia I
(910-914)
Traslada a capital para Leão, o Reino das Astúrias desaparece e passa a ser designado por Reino de Leão.

Ordonho II
(910-924)

Rei dos conventi lucense e bracarense. Em 914 proclama-se também Rei de Leão.

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Ordonho II
(914-924)

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Fruela II
(924-925)

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Jimeno Garcês
(925-931)

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Afonso IV
(925-930)

Sancho Ordonhes
(925-929)

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Afonso IV
(925-930)

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Garcia Sanches I (931-970)

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Ramiro II
(930-950)

Ramiro II, rei «da terra portugalense» (925-931)

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Fernão Gonçalves
(930-970)

Ordonho III
(950-955)

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Sancho I
(955-967)

Sancho Garcés II, Abarca
(970-994)
Herda o Condado de Aragão

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Garcia Fernandes
(970-995)

Ramiro III
(967-984)

Garcia Sanches II, o Tremedor (994-1000)

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Sancho Garcia
(995-1017)

Bermudo II, O Gotoso
(984-999)

Sancho Garcés III, O Mayor
(1000-1035)
Regente dos condados de Aragão, Sobrarbe e Ribagorza

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Garcia Sanchez
(1017-1029)

Afonso V
(999-1027)

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Sancho Garcês III, O Mayor
(1029-1035)
Rey de Pamplona.

Garcia Sanchez III
(1035-1054)

Ramiro I
(1035-1063)

Fernando I
(1035-1037)

Bermudo III
(1027- 1037)

Fernando I
(1037-1065)
Primeira unificação dos Reinos de Castela e Leão

Sancho Garcês IV
(1054-1076)

Sancho I
(1063-1094)

Sancho II
(1065-1072)

Afonso VI
(1065- 1072)

Sancho Ramírez
(1076-1094)
Unión Aragón y Navarra

Afonso VI
(1072-1109)
Segunda unificação dos reinos de Leão e Castela Divide o reino entre as suas duas filhas: Urraca obteve a Galiza e Teresa de Leão Portugal.

Henrique de Borgonha, conde de Portucale (1096 - 1112)

Pedro I
(1094-1104)

Afonso I de Aragão, O Batalhador
(1104-1134)

Urraca
(1109-1126)
O seu marido, Afonso I de Aragão foi rei consorte até à sua repudiação em 1114.

Teresa de Leão, condessa de Portugal (1112 - 1128)

Garcia Ramires de Pamplona
(1134-1150)

Ramiro II, O Monge
(1134-1137)

Afonso VII
(1126-1157)

Afonso I, o Conquistador, primeiro rei de Portugal
(1128 - 1185)

Petronila
(1137-1164)
Raimundo Berengário IV
(1137-1162)

Sancho III
(1157-1158)

Fernando II
(1157- 1188)

Sancho VI
(1150-1194)

Afonso VIII
(1158-1214)

Afonso II
(1164-1196)
Primeiro rei da Coroa de Aragão

Sancho VII, el Fuerte
(1194-1234)

Afonso IX
(1188- 1230)
último rei de Leão independente

Sancho I
(1185 - 1211)

Pedro II el Católico
(1196-1213)

Henrique I
(1214-1217)

Jaime I, O Conquistador
(1213-1276)

Berenguela
(1217)

Fernando III de Castela, O Santo
(1217-1230)

Afonso II, O Gordo
(1211 - 1223)

Teobaldo I
(1234-1253)

Fernando III
(1230-1252)
Unificação definitiva dos Reinos de Castela e Leão

Sancho II
(1223 - 1247)

Teobaldo II
(1253-1270)

Afonso III
(1248 - 1279)

Enrique I
(1270-1274)

Afonso X de Leão e Castela, O Sábio
(1252-1284)

Juana I
(1274-1305)
Felipe I (IV de Francia)
(1285-1305)

Pedro III El Grande
(1276-1285)

Dinis I
(1279 - 1325)

Afonso III
(1285-1291)

Sancho IV
(1284-1295)

Jaime II
(1291-1327)

Luís I
(1305-1316)

Fernando IV
(1295-1312)

João I (João I de França, o Póstumo)
(1316)

Filipe II (V de França)
(1316-1322)

Afonso XI
(1312-1350)

Carlos I (IV de Francia)
(1322-1328)

Afonso IV
(1327-1333)

Afonso IV
(1325 - 1357)

Joana II de Navarra
(1328-1349)
Filipe III de Evreux
(1328-1343)

Pedro IV
(1336-1387)

Carlos II
(1349-1387)

Pedro I
(1350-1369)

Pedro I
(1357 - 1367)

Henrique II
(1369-1379)

Fernando I
(1367-1383)

João I
(1379-1390)

João de Gante
(1386-1387)

Carlos III, o Nobre
(1387-1425)

João I
(1387-1396)

Henrique III
(1390-1406)

Martinho I
(1396-1410)

Fernando I
(1412-1416)

João II de Castela
(1406-1454)

Afonso V
(1416-1458)

Branca I
(1425-1446)
João II de Aragão (1425-1479)

João II de Aragão
(1458-1479)

Henrique IV
(1454-1474)

Isabel, a Católica
(1474-1504)

Leonor de Foix
(1479)

Fernando, o Católico
(1479-1516)

Francisco I de Foix
(1479-1483)

Joana I, a Louca
(1504-1555)
Foi rainha até à sua morte, ainda que não tenha exercido as funções.

Catarina de Foix
(1483-1512)
João III de Albret
(1483-1512)

Filipe I, o Belo
(1504-1506)

Fernando, o Católico
(1507-1516)
Como regente

As listas continuam em Lista de reis de Espanha e Lista de reis de Portugal.

Ver também[editar | editar código-fonte]