Xiaomi

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Xiaomi
Uma loja da Xiaomi em Hangzhou, Zhejiang, China
Razão social Xiaomi Technology Co., Ltd
Nome nativo 小米集团
Pública
Cotação SEHK 1810
Atividade Hardware
eletrônica de consumo
Fundação 6 de abril de 2010 (9 anos)
Fundador(es) Lei Jun
Sede Pequim, Predefinição:China
Área(s) servida(s) Mundo
Presidente Lei Jun
Vice-presidente Xiang Wang
Pessoas-chave Lei Jun (fundador & CEO)
Lin Bin (林斌) (fundador e presidente)
Manu Kumar Jain (vice presidente global)
Empregados 16,683 (dezembro de 2018)[1]
Produtos Telefone celular
Smartphones
Tablets
Domótica
Laptops
Smart TV
Subsidiárias Blackshark
Pocophone
Redmi
Youpin
Ativos Lucro CN¥1.897 Trilhões (2018)[1]
Lucro Lucro CN¥174.915 bilhões (2018)[1]
Renda líquida Lucro CN¥13.478 bilhões (2018)[1]
Website oficial mi.com
  • Notas de rodapé / referências
  • [1]

Xiaomi (pronunciado [ɕjǎu.mì] (Sobre este somescutar ); chinês: 科技pinyin: Xiǎomǐ Kējì)[2][3] é uma empresa multinacional chinesa do ramo da tecnologia e manufatura de produtos eletrônicos com sede em Pequim, na China. A Xiaomi desenvolve, investe, produz e distribui smartphones, notebooks, smartbands, fones de ouvido, televisões, dispositivos para casas inteligentes, e muitos outros produtos.[4][5][6][7]

O fundador e diretor-executivo da empresa é Lei Jun, a 25ª pessoa mais rica da China, segundo a Forbes[8]. A empresa vendeu mais de 60 milhões de telefones celulares em 2014.[9] Segundo a IDC, a Xiaomi vendeu 32.7 milhões de smartphones no terceiro trimestre de 2019.[10]

A empresa tem 16911 funcionários[11], principalmente na China, Malásia,[12] e Singapura, e está se a expandir mundialmente, como Índia[13] e Indonésia, e nas Filipinas.[14] Segundo a Bussiness Insider, atualmente a Xiaomi é 5ª maior fabricante de Smartphones do Mundo, com uma fatia de 10% do mercado global de Smartphones.[15] Segundo a IDC, a Xiaomi é possui a 4ª maior fatia do mercado global de Smartphones.[16]

No final de novembro de 2014, tornou-se a empresa recém-lançada de tecnologia mais valiosa do mundo depois de ter recebido 4,1 bilhões de dólares de financiamento por parte dos investidores, fazendo com que valorizasse para mais de 46 bilhões de dólares.[17] Em 2017, a Xiaomi foi eleita pelo ranking BrandZ como a 5.ª marca chinesa com maior presença global, atrás da Lenovo, Huawei, Alibaba e Elex Tech.[18] Em junho de 2019, a Xiaomi entrou pela primeira vez no ranking das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo, ocupando a 74ª colocação.[19]

História

A Xiaomi foi fundada em 2010. Xiaomi e MI são duas empresas diferentes, no entanto, elas produzem a MI e Redmi em colaboração entre si; a logo "MI" da Xiaomi é uma abreviação de "Mobile Internet" (internet móvel) desde que a Xiaomi foi fundada para ser a primeira empresa de tecnologia móvel. A Xiaomi tem um total de 16911 funcionários em tempo integral. A maioria está baseada em Pequim, na China continental, enquanto os outros estão divididos entre Índia, Taiwan, Indonésia e Hong Kong.[carece de fontes?]

Mercado brasileiro

No dia 29 de junho de 2015, a Xiaomi chegou ao Brasil através de parcerias.[20] Sua loja oficial era administrada pela B2W Digital, que também vendia aparelhos da marca pelas suas empresas, Lojas Americanas, Submarino e Shoptime. Os produtos da Xiaomi também eram comercializados pela Walmart, Webfones e CNOVA.[21][22] Apostou no desenvolvimento de uma ampla gama de produtos eletrônicos de consumo.[23] Após cerca de um ano de sua chegada ao Brasil, a empresa deixou de trazer seus lançamentos, dando sinais que não tinha planos de seguir atuando no país.[22] A Xiaomi encerrou suas atividades no Brasil no segundo semestre de 2016. Desde então, os consumidores da marca chinesa precisam procurar outros meios para adquirir os produtos, como a importação.[24]

Em 2018 a Amazon introduziu em seu catálogo no Brasil aparelhos da Xiaomi.[25]

Após várias especulações, em fevereiro de 2019 a DL Eletrônicos confirmou parceria com a Xiaomi para venda de seus aparelhos smartphones Redmi Note 6 Pro e o Pocophone F1 que seriam vendidos apenas nas lojas físicas da Ricardo Eletro. Portanto, em maio, em um evento oficial foi confirmado que a DL estaria trazendo vários produtos da marca através de importação com garantia local. Em junho de 2019 foi inaugurada a 1.ª loja no Shopping Ibirapuera, zona sul de São Paulo, foi visitada por 7 mil pessoas no primeiro fim de semana de funcionamento.[26][27]

Em junho de 2019, o modelo Redmi Note 7 figurou em 1.º lugar na lista de smartphones mais vendidos no Brasil pela Amazon.[28]

Controvérsias

A Xiaomi viola a licença da GNU GPL por não estar em conformidade com os termos. O kernel Linux do projeto Android é licenciado sob os termos copyleft da GPL, que exige que a Xiaomi distribua o código fonte completo do kernel e árvores de dispositivos Android para cada dispositivo que distribuir.

Ao se recusar a fazê-lo, ou atrasando injustificadamente esses lançamentos, a Xiaomi está violando a lei de propriedade intelectual na China, como um estado da OMPI. O proeminente desenvolvedor do Android Francisco Franco criticou publicamente o comportamento da Xiaomi depois de repetidos atrasos no lançamento do código-fonte do kernel. A Xiaomi prometeu cumprir a GPL em tempo hábil daqui para frente.[29]

Ver também

Referências

  1. a b c d e «Annual Results» (PDF). Consultado em 20 de março de 2019. Arquivado do original (PDF) em 14 de abril de 2019 
  2. «User Agreement» (em inglês). Xiaomi. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  3. Mozur, Paul (8 de outubro de 2013). «How Upstart Xiaomi Rattled China's Smartphone Race». Dow Jones & Company. The Wall Street Journal. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  4. Bischoff, Paul. «Xiaomi unveils sensor panels for its smart home ecosystem» (em inglês). Tech in Asia. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  5. Lococo, Edmond (18 de janeiro de 2015). «Xiaomi Unveils Smart Home Suite With Security Features» (em inglês). Bloomberg Business. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  6. Kan, Michael (15 de janeiro de 2015). «Xiaomi looks beyond smartphones to smart home products» (em inglês). PC World. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  7. Song, Huei. «XIAOMI ANNOUNCES NEW SMART HOME GADGETS – WEBCAM, POWER PLUG, LIGHTBULB AND REMOTE CENTER» (em inglês). lowyat.net. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  8. «Lei Jun». Forbes (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  9. Russell, Jon (3 de janeiro de 2015). «Xiaomi Confirms It Sold 61M Phones In 2014, Has Plans To Expand To More Countries». TechCrunch. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  10. «IDC: Smartphone market grew marginally in Q3, Samsung had the most shipments». GSMArena.com (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  11. «Bloomberg - Are you a robot?». www.bloomberg.com. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  12. Eilers, Chris (24 de junho de 2014). «How China's Xiaomi Beats Huawei in Malaysia» (em inglês). Oizoioi Malaysia Tech Blog. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  13. Saha, Debjit (17 de julho de 2014). «Xiaomi Makes Grand Entry in India». DM (em inglês). Gadgetizor. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  14. Shu, Catherine (28 de agosto de 2013). «Xiaomi, What Americans Need To Know». AOL (em inglês). TechCrunch. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  15. Eadicicco, Lisa. «Apple just got knocked out of the top 3 smartphone makers in the world — here's how it stacks up against rivals like Samsung, Huawei, and LG». Business Insider. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  16. «IDC: Smartphone market grew marginally in Q3, Samsung had the most shipments». GSMArena.com (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  17. Macmillan, Douglas (19 de dezembro de 2014). «Xiaomi raises another $1.1 billion to become most-valuable tech start-up» (em inglês). MarketWhatch. Consultado em 22 de fevereiro de 2015 
  18. «Kantar - BrandZ: Lenovo, Huawei e Alibaba entre marcas chinesas com maior presença global». br.kantar.com (em bretão). Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  19. «BrandZ». www.brandz.com. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  20. «MOBILE TIME - Xiaomi chega ao Brasil com smartphone Redmi 2 por R$ 499». Consultado em 1 de julho de 2015 
  21. «B2W, dona do Submarino, opera a loja virtual da Mi no Brasil». Manual do Usuário. 30 de junho de 2015. Consultado em 25 de setembro de 2017 
  22. a b «Sem palavra! Xiaomi quebra promessa e abandona o Brasil silenciosamente». Tudocelular.com. 26 de janeiro de 2017. Consultado em 25 de setembro de 2017 
  23. «Xiaomi revolucionando mercado com dispositivos baratos, com qualidade e baixo preço». Consultado em 11 de agosto de 2015 
  24. «Xiaomi abandona lojas virtuais e some da internet brasileira». TechTudo. 8 de fevereiro de 2012. Consultado em 25 de setembro de 2017 
  25. «NO BRASIL: Produtos Xiaomi a pronta entrega com descontão». Canaltech. 5 de outubro de 2018. Consultado em 30 de dezembro de 2019 
  26. Francisco Ribeiro, GABRIEL (23 de maio de 2019). «Agora vai? Xiaomi volta ao Brasil com 'pé no peito' e cercada de dúvidas». Universo Online. Consultado em 24 de maio de 2019 
  27. Romer, RAFAEL (20 de maio de 2019). «Chegada, saída e o "retorno": entenda a trajetória da Xiaomi no Brasil». The Enemy. Consultado em 24 de maio de 2019 
  28. Rinaldi, Camila (17 de junho de 2019). «Redmi Note 7 aparece em 1º na lista de mais vendidos da Amazon Brasil». Olhar Digital - O futuro passa primeiro aqui. Consultado em 30 de dezembro de 2019 
  29. «Xiaomi Brasil». Xiaomi Brasil. Consultado em 17 de setembro de 2019 

Ligações externas

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