BASF

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BASF SE

BASF Hochhaus.jpg
A BASF em Ludwigshafen, Alemanha. A principal sede administrativa da BASF foi construída em 1957.
Slogan "The Chemical Company"
Tipo pública
Fundação 1865
Sede Ludwigshafen am Rhein,  Alemanha
Pessoas-chave Kurt Bock (Chairman)
Produtos Químicos e sintéticos
Significado
da sigla
Badische Anilin und Soda-Fabrik
Página oficial basf.com

BASF SE é uma empresa química alemã, a maior empresa química do mundo, e uma das maiores do planeta. BASF significava inicialmente Badische Anilin und Soda-Fabrik (ou seja, Fábrica de Anilinas e Soda de Baden). No Brasil é também proprietária da empresa Suvinil, líder no mercado interno de tintas.

História[editar | editar código-fonte]

A BASF foi importante integrante da IG Farben (abreviatura de Interessen-Gemeinschaft Farbenindustrie AG) (associação de interesses da indústria de tintas SA) um conglomerado de empresas formado em 1925 e de certa forma mesmo mais cedo, durante a Primeira Guerra Mundial. A IG Farben deteve um monopólio quase total da produção química na Alemanha Nazista. Farben significa em alemão "tintas", "corantes" ou "cores" e inicialmente muitas destas empresas produziram tinturas, mas em breve começaram a dedicar-se a outros sectores mais avançados da indústria química. A fundação da IG Farben foi uma reacção à derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Antes da guerra, as empresas de tintas alemãs tinham uma posição dominante no mercado mundial, que perderam durante o conflito. Uma solução para reconquistar essa posição foi através da fusão.

Na década de 1930, a BASF fazia parte da corporação mais poderosa da Alemanha, a IG Farben, juntamente com a Bayer, a Hoechst e outras empresas químicas e farmacêuticas alemãs. Com a contrapartida de apoio para sua expansão e o investimento em uma tecnologia estratégica para suas empresas, o cartel doou 400 mil marcos para a campanha que ajudou a nomear Adolf Hitler chanceler, além de desenvolver uma borraca sintética, combustíveis de alta performance (utilizados pelas Forças Armadas), óleo combustível e ainda o famigerado Ziklon-B (gás utilizado nas câmaras de extermínio). Segundo a obra "IG Farben - From Anilin to Forced Labor", as fábricas da corporação utilizava trabalhadores forçados como cobaias em seus experimentos com novos medicamentos e vacinas. [1]

Referências

  1. LIMA, Cláudia de Castro. Os aliados ocultos de Hitler. Revista Super Interessante, São Paulo, n. 333, p. 24-35, mai, 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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