Branco Mello

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Branco Mello
Informação geral
Nome completo Joaquim Cláudio Correia Mello Junior
Também conhecido(a) como Branco Mello
Nascimento 16 de março de 1962 (52 anos)
Origem São Paulo
País  Brasil
Gênero(s) Rock
Punk
Instrumento(s) Vocal
Baixo
Período em atividade 1981 - atualmente
Gravadora(s) Universal Music
Warner Music
Arsenal Music
Afiliação(ões) Titãs
Kleiderman
[]
Página oficial [1]

Joaquim Cláudio Correia Mello Júnior (São Paulo, 16 de março de 1962), mais conhecido como Branco Mello, é um cantor brasileiro, integrante dos Titãs.

Ainda criança, Branco era levado pelo pai quase toda semana para assistir aos célebres musicais da Metro. As trilhas do cinema se misturavam a outras influências, como a Bossa Nova (através do pai), e aos shows e peças promovidos pela mãe, Lu Brandão.

A partir da adolescência, já apelidado de Branco pelos amigos do colégio primário, ele ouvia artistas e bandas como Frank Sinatra, Glenn Miller, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chuck Berry, Little Richard, The Doors, Stray Cats, The Clash, João Gilberto, Raul Seixas, Tim Maia, Cartola e Zé Keti.

Cercado das mais diferentes influências, logo aprendeu a tocar violão. Aos 13 anos, no Colégio Hugo Sarmento, conheceu o guitarrista Marcelo Fromer. Tempos depois, começaram a esboçar parcerias, inscrevendo duas músicas em um festival da cervejaria Brahma, no Rio de Janeiro. Não se classificaram, porém, juntaram-se ao também guitarrista Tony Bellotto, formando o Trio Mamão e as Mamonetes. Enquanto estudavam no colégio Equipe, chegaram a auxiliar o hoje apresentador televisivo Serginho Groisman, na época organizador de eventos memoráveis no colégio, na produção de shows de artistas consagrados da música brasileira, como Clementina de Jesus, Jorge Mautner e Luiz Melodia, três de seus ídolos.

Em 1982, Branco foi mestre-de-cerimônias do TV Eclipson, espetáculo que parodiava programas de auditório e reunia quase todos os nove integrantes que formariam os Titãs do Iê-Iê e outros artistas do cenário alternativo paulistano. Branco Mello encarnava um apresentador que misturava os estilos de Flávio Cavalcanti e Hebe Camargo.

O talento para atuar veio à tona novamente em 1985, no filme "Areias Escaldantes", em que participou como sushiman e manicure, além de cantar com os Titãs. A dobradinha música/cinema sempre fez parte da vida de Branco, que, com uma câmera portátil, registra a trajetória da banda desde os seus primeiros meses de vida. No total, são mais de 100 fitas gravadas, a partir de 1986.

Na primeira interrupção de atividades dos Titãs, em 1994, Branco se juntou ao amigo Sérgio Britto e à baterista Roberta Parisi e formou a banda Kleiderman, na qual cantava e tocava baixo. O grupo, de som pesado e letras agressivas, lançou pelo selo Banguela o disco "Con el Mundo a Mis Pies". Em 2000, formou a banda S. Futurismo, apenas para se divertir. Porém, com o sucesso dos shows, o grupo se apresentou na Tenda Brasil da terceira edição do Rock in Rio, em janeiro de 2001.

No fim do mesmo ano, Branco lançou um projeto infantil audacioso: o livro/CD "Eu e Meu Guarda-Chuva", que conta a história de Eugênio e seu inseparável guarda-chuva. O disco, com dez canções feitas em parceria com Ciro Pessoa (um dos fundadores dos Titãs do Iê-Iê), traz convidados de peso em cada faixa, entre eles Arnaldo Antunes, Elza Soares, Cássia Eller, Frejat, Toni Garrido e Marcelo D2.

Branco é atualmente casado com a atriz Ângela Figueiredo. O casal tem dois filhos: Bento (nascido em 1991) e Joaquim (nascido em 1999). Todos moram no Rio de Janeiro. É torcedor do Palmeiras.

A partir de 2009, Branco que era apenas vocalista dos Titãs, tornou-se também o baixista oficial. Desde 2002, com a saída de Nando Reis, o baixo foi assumido por Lee Marcucci, integrante do grupo Rádio Táxi, apesar de Branco assumir o instrumento eventualmente.

No mesmo ano, o cantor lançou o filme Titãs - A Vida Até Parece Uma Festa, que retrata os 25 anos de carreira da banda, em parceria com o videomaker Oscar Rodrigues Alves, baseado nas fitas filmadas por Branco desde 1986.


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