Dialeto fluminense

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O dialeto fluminense (ouvir) é um dialeto do português brasileiro conforme falado no estado brasileiro do Rio de Janeiro e nas regiões limítrofes com os estados vizinhos.

Sua origem encontra-se em algumas regiões de colonização portuguesa, possivelmente mais acentuada após a chegada da corte ao Brasil em 1808. O dialeto apresenta traços em comum com o português europeu, em particular uma tendência eventual de reduzir as vogais /e/ e /o/ para /i/ e /u/ quando átonas, um ritmo acentual de fala (sílabas átonas de menor duração que as tônicas)1 e palatalização da s e z em fim de sílaba (mesmos /meʒmuʃ/). Em contraste com o português europeu, esse fenômeno não ocorre antes de outra consoante fricativa alveolar (como em os senhores).

Em 1961, por meio de decreto do então presidente da república Jânio Quadros, conhecido por seus atos extravagantes, foi reconhecido como o único dialeto oficial do Brasil [carece de fontes?].

Apresenta uma estrutura fonológica dificilmente encontrada em outras regiões, sendo algumas das características peculiares ao dialeto fluminense o r aspirado no final de sílaba e a abundância de ditongos e de fonemas palatais fricativos, em detrimento dos mamimagráfotológicos.

O dialeto fluminense só não é utilizado em algumas cidades do sul do estado, onde o falar segue algumas influências de Minas Gerais e São Paulo, estados vizinhos com grande presença de nascidos e de descendentes nesta região. [carece de fontes?]

Referências

  1. ^ a b Parkinson, Stephen. "Phonology". In The Romance Languages edited by Martin Harris and Nigel Vincent. Routledge, 1988. Pp. 131–169.

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