Escola Estadual Governador Milton Campos

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Entrada da Unidade I do colégio Estadual Central, hoje Governador Milton Campos.
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A Escola Estadual Governador Milton Campos, conhecida como Colégio Estadual Central, é uma instituição de ensino público localizada no município brasileiro de Belo Horizonte.

História[editar | editar código-fonte]

A escola possui mais de um século de história,1 tendo sido inaugurada em fevereiro de 1854 em Ouro Preto, antiga capital de Minas Gerais com o nome de Liceu Mineiro de Ouro Preto, tornando-se assim a primeira escola pública estadual em Minas.

Com a mudança da capital mineira em 1897, no ano seguinte o então denominado Ginásio Mineiro foi transferido da antiga Vila Rica para Belo Horizonte, onde foi instalado provisoriamente em um prédio da Praça Afonso Arinos. Posteriormente, foi para a Rua da Bahia e, logo após, para o bairro da Serra. O destino seguinte foi um prédio na Avenida Augusto de Lima, onde hoje está o centro de exposições Minascentro, em frente ao Mercado Central. Rebatizado como Colégio Estadual de Minas Gerais em 1943, sofre nova mudança, para outro prédio na mesma avenida, onde posteriormente seria erguido o Fórum Milton Campos. A atual sede, no Bairro de Lourdes foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1954 e erguida durante a gestão de Juscelino Kubitschek no governo de Minas Gerais no local onde antes funcionava o Regimento da Cavalaria da capital. Foi inaugurada em 1956.

No final da década de 1970 foi adotada a atual denominação Escola Estadual Governador Milton Campos.

Diversas figuras da vida pública mineira e nacional passaram por seus bancos. Entre os artistas estão o cartunista Henfil, uma certa Elke Grunnupp, hoje conhecida como Elke Maravilha, além do ator José Mayer, Diego Pinho, Gabriel Ernesto, os compositores mineiros Fernando Brant, Marcio Borges, Chico Amaral e o violonista Juarez Moreira. O ex-jogador de futebol Tostão, o escritor e jornalista Fernando Sabino e o jornalista Murilo Antunes. Entre os políticos estão o sociólogo Betinho, irmão do cartunista Henfil, o ex vice-prefeito de Belo Horizonte Ronaldo Vasconcellos, o ex-ministro do turismo Walfrido dos Mares Guia, o ex-presidente do tribunal superior eleitoral Sepulveda Pertence, o ex-secretário dos direitos humanos Nilmário Miranda, o deputado estadual Rogério Correia, o vereador Arnaldo Godoy, os ex-prefeitos de Belo Horizonte Eduardo Azeredo e Fernando Pimentel, além do ex-presidente Getúlio Vargas (ainda em Ouro Preto) e da presidenta Dilma Rousseff.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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