Memorial da América Latina
| Memorial da América Latina | |
|---|---|
| Inauguração | 1989 |
| Visitantes | 683.000 (2006)[1] |
| Diretor | Fernando Leça |
| Website | www.memorial.sp.gov.br/ |
| Geografia | |
| País | |
| Cidade | São Paulo |
O Memorial da América Latina é um centro cultural, político e de lazer, inaugurado em 18 de março de 1989 na cidade de São Paulo, Brasil. O conjunto arquitetônico, projetado por Oscar Niemeyer, é um monumento à integração cultural, política, econômica e social da América Latina, situado em um terreno de 84.482 metros quadrados no bairro da Barra Funda. Seu projeto cultural foi desenvolvido pelo antropólogo Darcy Ribeiro.[2] É uma fundação de direito público estadual, com autonomia financeira e administrativa, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, conforme Decreto assinado pelo Governador de Estado, Geraldo Alckmin,em 1º de janeiro de 2011.[3]
O complexo é constituído por vários edifícios dispostos ao longo de duas áreas unidas por uma passarela, que somam ao todo 25.210 metros quadrados de área construída: o Salão de Atos, a Biblioteca Latino-Americana, o Centro de Estudos, a Galeria Marta Traba, o Pavilhão da Criatividade, o Auditório Simón Bolívar, o Anexo dos Congressistas e o edifício do Parlamento Latino-Americano. Na Praça Cívica, encontra-se a escultura em concreto, também de Niemeyer, representando uma mão aberta, em posição vertical, com o mapa da América Latina pintado em vermelho na palma.[2]
O memorial possui um acervo permanente de obras de arte, exibidas ao longo da esplanada e nos espaços internos, e conta com um centro de documentação de arte popular latino-americana. A biblioteca possui cerca de 30 mil volumes, além de seção de música e imagens. O complexo promove exposições, palestras, debates, sessões de vídeo, espetáculos de teatro, música e dança.[2] Mantém o Centro Brasileiro de Estudos da América Latina, organização de fomento a pesquisas acadêmicas sobre assuntos latino-americanos. Publica regularmente a revista Nossa América e livros variados.[4] Serviu de sede ao Parlamento Latino-Americano entre 1989 e 2007 (atualmente localizado na cidade do Panamá).[5][6]
Índice |
[editar] Histórico
A ideia de criar uma instituição na cidade de São Paulo devotada ao aperfeiçoamento das relações políticas, sociais, econômicas e culturais latino-americanas remonta ao governo de André Franco Montoro[7], em meados da década de 1980, em um contexto cultural marcado por avanços democráticos no continente e por uma maior convergência de interesses entre o Brasil e países da América Latina - nomeadamente a Argentina, com quem o país firma a Declaração de Foz do Iguaçu em 1985, acordo base para o surgimento futuro do Mercosul.[8] Durante sua gestão no governo paulista, Franco Montoro criou o Instituto Latino-Americano (ILAM), com o propósito de ampliar, sobretudo, o intercâmbio cultural entre os países da região. O ILAM organizaria um acervo bibliográfico de aproximadamente 10.000 itens, além de fotografias, vídeos e outros materiais relacionados à cultura latino-americana, que serviria futuramente como acervo base da biblioteca do memorial.[9][10]
A construção efetiva do memorial e a idealização de seu programa cultural, no entanto, só seria iniciada durante o governo de Orestes Quércia, que pretendia erguer em São Paulo “o mais importante centro cultural do continente latino-americano”.[11] Para esse fim, Quércia incumbiu o arquiteto Oscar Niemeyer de projetar um complexo monumental, a ser construído em um terreno público de aproximadamente 90.000 metros quadrados no bairro da Barra Funda.[12] Niemeyer concebeu um complexo composto de seis edifícios espalhados por duas praças unidas por uma passarela: a biblioteca, o Salão de Atos, o restaurante (atual Galeria Marta Traba), o Pavilhão da Criatividade, o auditório e o centro de estudos. Posteriormente, seria adicionado o edifício-sede do Parlamento Latino-Americano. O arquiteto previu o complexo como uma “ilha arquitetônica”, com formas alvas e arrojadas, que servisse também à reabilitação o tecido urbano no entorno.[11] A temática lhe agradava, como declararia posteriormente:
| Poucos temas me deram tanta alegria ao projetá-los como o Memorial da América Latina. Primeiro pelo sentido político que representava. Reunir os povos deste continente para juntos discutirem seus problemas, trocando experiências, lutando pelos direitos desta América Latina tão explorada e ofendida. Depois, porque se tratava de um conjunto de prédios que, bem projetados, poderiam criar o que em arquitetura chamamos de espetáculo arquitetural. | — Oscar Niemeyer[13]
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Por sugestão de Niemeyer, o antropólogo Darcy Ribeiro foi convidado a elaborar o projeto cultural para o memorial, colaborando também na definição dos elementos necessários ao complexo arquitetônico.[12] Chefe da Casa Civil durante o governo João Goulart, Darcy Ribeiro teve seus direitos políticos cassados após o golpe militar de 1964, vivendo, desde então, exilado em vários países da América Latina (trabalhou no Uruguai, na Venezuela, no México e foi assessor de Salvador Allende no Chile e de Velasco Alvarado no Peru), tendo dessa forma grande afinidade com a temática do projeto.[14][15] Ribeiro também havia colaborado anteriormente com Niemeyer na concepção dos Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), outro motivo que levou o arquiteto a recomendá-lo para a função.[16]
Darcy Ribeiro contou com o apoio do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP) na concepção do projeto cultural. Ademais, convidou diversos intelectuais ligados à USP para elaborar o perfil da futura instituição, tais como Antonio Candido, Alfredo Bosi e Carlos Guilherme Mota. O projeto se baseava na premissa de propor o agrupamento das diferentes realidades latino-americanas em uma única problemática, apoiando-se nas consistentes similaridades entre os povos da região.[17] Ribeiro também idealizou a criação do Centro Brasileiro de Estudos da América Latina (CBEAL), para servir como braço acadêmico do memorial - um órgão de concertação reunindo três universidades públicas paulistas (USP, Unesp e Unicamp), a Fundação de Amparo à Pesquisa do estado e a Secretaria de Desenvolvimento, devotado ao fomento e debate de ideias e pesquisas que pudessem transformar o memorial em um centro catalisador de iniciativas para o desenvolvimento latino-americano.[15][17]
Do ponto de vista arquitetônico, a construção do memorial representaria para Niemeyer a oportunidade de aplicar no Brasil os avanços tecnológicos utilizados na década anterior no projeto da Universidade de Constantine, em Alger.[11] A volumetria dos principais edifícios seria resolvida por meio de grandes superfícies de concreto e vidro, com contrapontos verticais bem marcados. Os edifícios seriam dotados de estruturas ousadas - destacando-se, sobretudo, a biblioteca com os apoios situados fora do prédio, unidos por uma viga de 90 metros de extensão, permitindo um interior totalmente livre, e o auditório com três abóbadas, podendo ser considerado como uma espécie de releitura de seu trabalho na Igreja da Pampulha.[18] A unidade do conjunto seria garantida pelo uso generalizado de superfícies curvas, pintadas de branco. As obras do memorial foram iniciadas ainda em 1987 e finalizadas dois anos depois. A construção envolveu mais de mil trabalhadores.[19]
O complexo foi inaugurado em 18 de março de 1989. Em 8 de julho deste mesmo ano, Orestes Quércia sancionou a Lei n.º 6472, instituindo a Fundação Memorial da América Latina[2], conferindo ao equipamento recém-criado status de órgão administrativa e financeiramente autônomo.[20] Na época de sua inauguração, registraram-se diversas críticas à execução do projeto. Construído sem licitação, o memorial custou ao erário dez vezes mais do que o valor inicialmente previsto.[21][22] O partido arquitetônico também dividiria a crítica especializada.[23][22]
Nos primeiros anos de funcionamento, o Memorial da América Latina ganharia visibilidade pelos eventos direcionados a públicos abrangentes, sobretudo espetáculos gratuitos de música que reuniam milhares de pessoas.[17] Estão incluídos nessa relação, entre outros, nomes como Mercedes Sosa, Astor Piazzolla, Libertad Lamarque, Caetano Veloso e Tom Jobim. Outros eventos artísticos de relevo no período foram as apresentações do Balé Nacional de Cuba, da Orquestra Filarmônica de Israel (sob a regência de Zubin Mehta) e da Orquestra Jazz Sinfônica. No campo das artes visuais, o Memorial sediou importantes mostras, como as retrospectivas de Johann Moritz Rugendas, Fernando Botero e Oswaldo Guayasamín, além de uma exposição dedicada ao escritor e fotógrafo Juan Rulfo.[24]
Na condição de sede do Parlamento Latino-Americano e por meio das atividades desenvolvidas em torno do projeto "Presidentes da América Latina", instituído em 2006, o memorial recepcionou importantes autoridades do mundo político e intelectual, desde embaixadores e cônsules a chefes-de-estado. Estiveram presentes no espaço, entre outros, Mikhail Gorbachev, Bill Clinton, Fidel Castro, Mário Soares, Eduardo Duhalde, César Gaviria, Hugo Chávez, Papa Bento XVI e os mandatários brasileiros Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.[24][25][26]
Mais recentemente, o memorial tem buscado oferecer atividades voltadas à formação de público e à difusão da produção cultural latino-americana contemporânea.[22][17] Dentre essas iniciativas, destacam-se o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo[27] e o Festival Ibero-Americano de Teatro[28]. Em abril de 2006, foi criada a Cátedra Memorial da América Latina, visando promover o desenvolvimento de temas relevantes, mediante estudo sistemático das realidades culturais, históricas e políticas dos países latino-americanos, agraciada com a chancela da Unesco em 2007.[29][30] Em 2009, o Memorial lançou a Biblioteca Virtual da América Latina, com o objetivo de organizar e divulgar recursos de informação sobre a região e coordenar mecanismos de acesso e disseminação da produção cultural, artística e técnico-científica das instituições representativas na área.[31][32]
[editar] Partido arquitetônico
Erguido um terreno de 84.482 metros quadrados[2], o complexo arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer para o Memorial da América Latina é uma importante referência na paisagem urbana de São Paulo. O conjunto original, composto por seis edifícios principais, soma 25.210 metros quadrados de área construída[2] e é dividido em duas partes: de um lado, encontram-se a Biblioteca Latino-Americana, a Galeria Marta Traba (antigo restaurante) e o Salão de Atos, dispostos ao longo da Praça Cívica, inteiramente pavimentada, sem árvores ou jardins, destinada a manifestações populares. Também se localizam na Praça Cívica o Centro de Recepção de Turistas, apelidado de "Queijinho"[33], e a grande escultura em concreto, também idealizada por Niemeyer, representando uma mão aberta com sete metros de altura e uma chaga simbolizando a América Latina.[2] Do outro lado, encontram-se o Pavilhão da Criatividade, o edifício da administração e o Auditório Simón Bolívar. Posteriormente, Niemeyer acrescentou o edifício do Parlamento Latino-Americano. As duas partes, divididas por uma avenida que corta o terreno no sentido longitudinal, são interligadas por meio de uma passarela.[18]
A unidade do conjunto é garantida pela utilização generalizada dos mesmos recursos plástico-estruturais, ainda que sob linguagens diferentes. A tônica cromática é fundamentada no uso do concreto pintado de branco e nas caixilharias de vidro preto, bem como pelo piso de concreto sem pintura. O emprego de amplas superfícies curvas, com marcantes contrapostos verticais, e os grandes vãos proporcionados pelas vigas da biblioteca e do Salão de Atos também proporcionam consistência ao partido arquitetônico. A monumentalidade do memorial resulta mais dos amplos recuos - que permitem a compreensão das relações estabelecidas entre os componentes do conjunto - do que da arquitetura individual dos edifícios, econômica em desenho, ainda que arrojada do ponto de vista estrutural.[18][34][35]
No Salão de Atos, na biblioteca e no auditório, Niemeyer optou por utilizar abóbadas apoiadas em grandes vigas - uma releitura do partido utilizado na Igreja da Pampulha, na década de 1940, e retomado com algumas modificações estruturais no edifício do auditório da Universidade de Constantine, em Argel (1968).[18] O Salão de Atos é o foco da Praça Cívica, assumindo papel de destaque no conjunto, ainda que o edifício possua a mesma matriz formal da biblioteca e do auditório. É constituído por uma única abóbada apoiada sobre a viga, de forma perpendicular ao solo. Nos extremos da viga, duas grandes colunas marcam a entrada, onde se situa também o parlatório, posicionado sobre o espelho d'água.[34][18]
O edifício da biblioteca é formado por duas abóbodas apoiadas em uma longa viga central com 90 metros de extensão, dialogando com o Salão de Atos. A abóboda de menor raio marca a entrada do edifício, com revestimendo em vidro preto, ao invés do concreto. Os apoios situados fora do edifício, constituídos pelas duas altas colunas que se unem à viga, permitem um interior livre e garantem um aspecto "leve" à construção.[18][35][34]
O auditório é maior e mais complexo edifício do conjunto. É dotado de duas plateias com 1600 poltronas, dedicadas a apresentações artísticas e a realização de congressos e convenções. Seus espaços principais (foyer, plateias e palco) são criados por meio do arranjo de três abóbodas sucessivas, duas das quais apoiadas em uma grande viga de concreto. Sob a seqüência de abóbodas encontra-se abrigado o caixilho de vidro. Nas laterais do edifício, dois volumes paralelepípedos neutros, semi-enterrados e visualmente isolados, servem como anexos, sediando áreas de apoio para artistas e congressistas.[18][34]
O restaurante, posteriormente convertido em galeria de arte, consiste em um edifício em formato de cilindro raso, elevado a meio nível do solo, com cobertura sustentada por um único apoio central. Dessa forma, o interior se encontra livre de quaisquer interferências físicas e visuais, permitindo ao visitante enxergar simultaneamente todas as obras expostas.[34]
O Pavilhão da Criatividade, em forma de barra encurvada, possui uma arquitetura mais convencional, servindo como anteparo das linhas férreas que servem ao Terminal Barra Funda. É dotado de um grande beiral, percorrendo o espaço entre o auditório e o Parlatino, assumindo o papel de abrigo sombreado para o público. A sucessão de pórticos resultantes desse beiral confere ritmo à perspectiva e diferentes possibilidades de enquadramentos visuais do conjunto arquitetônico.[34]
O edifício da administração, situado fora do trajeto demarcado pela passarela, difere do conjunto, tanto por não possuir o caráter de acesso irrestrito dos outros espaços quanto pelo contraste resultante de sua concepção racional, em comparação às formas sinuosas dos demais edifícios. É composto por um grande paralelepípedo suspenso, apoiado em quatro pilares ocultos no hall de acesso no térreo, gerando a falsa impressão de estar sustentado unicamente pela viga da cobertura.[34]
O edifício do Parlatino (Parlamento Latino-Americano), tal como o restaurante, constitui um contraponto às abóbodas do Memorial. É composto por um volume cilíndrico de grande porte, assumindo um lugar de destaque sob a perspectiva dos transeuntes que chegam à esplanada vindos da passarela.[34][18]
[editar] Esculturas
Quem chega pela entrada do metrô, no portão 1, encontra logo a Mão, escultura de Oscar Niemeyer, em cuja palma vemos o mapa da América Latina como que em sangue. É um emblema deste continente colonizado brutalmente e até hoje em luta por sua identidade e autonomia cultural, política e sócio-econômica. No pedestal da escultura existe uma frase de Orestes Quércia, governador à época e idealizador do Memorial:
| O sentimento da unidade latino-americana é o limiar de um novo tempo. O esforço da organização para eliminar a opressão dos poderosos e construir um destino maior e mais justo é o compromisso solene de todos nós. | — Orestes Quércia
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A escultura é em concreto aparente, com baixo-relevo com pintura em esmalte sintético, possui sete metros de altura e se localiza na Praça Cívica.
| Suor, sangue e pobreza marcaram a história desta América Latina tão desarticulada e oprimida. Agora urge reajustá-la num monobloco intocável, capaz de fazê-la independente e feliz. | — Oscar Niemeyer
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[editar] Ver também
Referências
- ↑ O Memorial da América Latina atinge a maioridade. Publicado originalmente no Jornal da Tarde, republicado por SPNotícias. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ a b c d e f g Grande Enciclopédia Larousse Cultural, 1998, pp. 3920.
- ↑ Administração. Memorial da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ Bravo! Guia de Cultura, 2005, pp. 138.
- ↑ Carta Informativa. Parlamento Latino-Americano. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ Parlamento da América Latina troca São Paulo por Panamá, diz jornal. G1. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ Witter, 2002, pp. 195-197.
- ↑ Oliveira, Amâncio Jorge de & Onuki, Janina. Brasil, Mercosul e a segurança regional. Revista Brasileira de Política Internacional. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ "O Legado de Franco Montoro" inclui depoimentos, mostra e livro. Memorial da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ Recursos de Informação. Biblioteca Virtual da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
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- ↑ a b Nossa América, 2007, n.º 25, pp. 07.
- ↑ Nossa América, 2007, n.º 25, pp. 33.
- ↑ Darcy Ribeiro. Memorial da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ a b CBEAL. Memorial da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ Nossa América, 2007, n.º 25, pp. 28.
- ↑ a b c d Soares, Olavo. Memorial chega aos 20 anos reforçando lado acadêmico. Universidade de São Paulo. Página visitada em 10 de maio de 2010.
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- ↑ Lei Nº 6.472, de 28 de junho de 1989. Memorial da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ Mendes Júnior e Metrô-SP devem ressarcir erário por construção de Memorial sem licitação.. Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ a b c Memorial da América Latina: 18 Anos. Publicado originalmente pelo portal Último Segundo, republicado por SampaArt. Página visitada em 10 de maio de 2010.
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- ↑ O conjunto arquitetônico e os espaços culturais. Memorial da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ a b c d e f g h Queiroz, Rodrigo. 98 anos de Oscar Niemeyer. Nossa América. Página visitada em 10 de maio de 2010.
- ↑ a b Ohtake, Ruy. Arquitetura de Oscar Niemayer. Memorial da América Latina. Página visitada em 10 de maio de 2010.
[editar] Bibliografia
- Comissão de Patrimônio Cultural da Universidade de São Paulo. Guia de Museus Brasileiros. São Paulo: Edusp, 2000. 427 p. ISBN 85-314-0572-6
- Comunicação & Educação. Publicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo, n.º I, ano XIII, janeiro/abril de 2008.
- Nossa América. Publicação trimestral do Memorial da América Latina, São Paulo, n.º 25, ano 2007.
- Vários autores. Bravo! Guia de Cultura: São Paulo. São Paulo: Abril, 2005. 138 p.
- Vários. Grande Enciclopédia Larousse Cultural. Santana do Parnaíba: Plural, 1998. 3920 p. vol. XVI. ISBN 85-13-00770-6
- Witter, José Sebastião. Memorial de Mogi das Cruzes. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002. 195-197 p. 8574801011