Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

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PUC-SP
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
PUC-logo.jpg
Lema Sapientia et Avgebitur Scientia
(Sabedoria e conhecimento aprimorado)
Fundação 1908 (como Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento).
22 de agosto de 1946 (como Universidade Católica)
20 de janeiro de 1947 (título de Pontifícia, pelo papa Pio XII).
Tipo de instituição Privada, filantrópica e confessional
Docentes 1.700
Graduação 16 mil
Pós-graduação 4 mil (mestrado e doutorado)
Reitor(a) Anna Maria Marques Cintra[nota 1]
Vice-reitor(a) José Eduardo Martinez
Campi São Paulo, Sorocaba e Barueri
Estado Brasão do estado de São Paulo.svg São Paulo
Afiliações CRUB, Igreja Católica
Página oficial www.pucsp.br
Instituições de ensino superior do Brasil Brasil

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) é uma instituição de ensino superior privada e católica brasileira. É mantida pela Fundação São Paulo (FUNDASP), vinculada à Mitra Arquidiocesana da cidade de São Paulo. Possui reconhecimento nacional e internacional pelo seu ensino e tradição, aparecendo em rankings nacionais e internacionais de universidades (com as devidas observações aos critérios e metodologias empregadas), figurando no "2013 QS World University Rankings", com a classificação na faixa 551-600 e segundo o mesmo ranking em 2014 foi considerada a melhor universidade privada do Brasil, 8° melhor universidade do Brasil e 43° melhor universidade dos países do BRICS, no Ranking Universitário Folha 2013 que é realizado pelo jornal Folha de São Paulo, figura na quarta posição entre as universidades brasileiras com relação ao mercado de trabalho, entre outros.

A PUC-SP constitui uma instituição privada, mantida pelas mensalidades pagas pelos alunos, cujo ingresso é dado por meio do vestibular, que é de responsabilidade da Coordenadoria de Vestibulares e Concursos da PUC-SP, que também seleciona alunos para outras instituições além da PUC-SP, entre elas a FAMEMA - Faculdade de Medicina de Marília (instituição pública), a FDSBC - Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo e a FMABC - Faculdade de Medicina do ABC.

Suas unidades de ensino estão distribuídas em seis campi universitários, sendo quatro localizados na capital do Estado de São Paulo: Monte Alegre, Marquês de Paranaguá, Ipiranga e Santana, um na grande SP: Barueri e um em Sorocaba, no interior do estado.

A maior parte da produção científica da PUC-SP está voltada para as ciências humanas, em especial as áreas de direito, sociologia, educação e comunicação. Em 2010, a PUC-SP tinha 229 grupos de pesquisa certificados no CNPq. Possui 21 cursos de residência médica, 27 cursos de mestrado acadêmico, 1 curso de mestrado profissional e 20 cursos de doutorado . Mais de 20 mil dissertações e teses foram defendidas desde 1969.[1] Entre os docentes, quase 90% são titulados: 53% são doutores, 29% são mestres, 4% livre-docentes e 4% especialistas[2] . Tal qualificação superior é maior não só em relação ao quadro de docentes das instituições privadas, mas também das universidades públicas do país, com exceção da Universidade Federal do ABC (UFABC)[3] .

História[editar | editar código-fonte]

Fundada no dia 13 de agosto de 1946[4] pelo cardeal da cúria metropolitana de São Paulo, dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, nasceu a partir da fusão da Faculdade Paulista de Direito com a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento, esta fundada em 1908. Foi reconhecida pelo Decreto-Lei nº 9.632, de 22 de agosto de 1946 – recebendo o título de Pontifícia em janeiro de 1947 pelo Papa Pio XII.[5]

Durante a época da ditadura militar, vários estudantes e professores da PUC-SP participaram de várias manifestações contra o regime, e o então grão-chanceler, Dom Paulo Evaristo Arns, admitiu professores de universidades públicas que tinham sido cassados pela ditadura. Nomes como Florestan Fernandes, Octávio Ianni e Paulo Freire, perseguidos pela ditadura militar, passaram a fazer parte do quadro de docentes da universidade.[5] Foi no campus da PUC-SP em 22 de setembro de 1977 que teve local a reunião de retomada da UNE - União Nacional dos Estudantes, outrora fechada pelo regime militar. Nesta mesma reunião com estudantes de diversas universidades brasileiras, a PUC-SP foi invadida por tropas militares comandadas pelo coronel Erasmo Dias[5] , onde mais de 900 estudantes foram presos. O episódio ficou conhecido como a invasão da PUC e foi descrito pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) no Jornal Folha de Sâo Paulo.

No começo dos anos 80, a PUC-SP tornou-se a primeira universidade brasileira a eleger o reitor e outros cargos administrativos via voto direto dos professores, funcionários e alunos.[5] Em 1984, dois incêndios (um em setembro e outro em dezembro, sendo o último supostamente criminoso[5] ) danificaram o teatro da universidade.

No começo dos anos 2000, dois novos campus, um em Santana e outro em Barueri, foram inaugurados.

Crise da PUC-SP[editar | editar código-fonte]

Em 2001, a universidade teve um déficit de 4 milhões de reais, déficit esse que cresceu no decorrer dos anos, forçando a universidade a realizar um empréstimo de bancos, dando origem a uma dívida de 82 milhões de reais em 2005.[6] Os resultados puderam ser observados no resto do ano e também na maior parte do ano seguinte: alguns cursos foram fechados por baixa demanda[7] e vários professores foram demitidos[8] (embora alguns deles tenham aceitado sofrer um corte parcial nos seus salários para evitar serem demitidos[9] ), gerando protestos de alunos e professores[10] . No final de 2006, a PUC-SP teve seus primeiros meses não-deficitários.[11]

Em função da crise, o cardeal Dom Cláudio Hummes, o então grão-chanceler da universidade, nomeou dois sacerdotes como secretários executivos da Fundação São Paulo, o Padre João Julio Farias Junior e o Padre José Rodolpho Perazzolo, que já exerciam a função de procuradores da Arquidiocese de São Paulo. Eles foram os responsáveis pela segunda leva de demissões ocorridas entre 2006 e 2007, que resultaram num corte de 30% de professores e funcionários da universidade[12] .

Em 2012, pela primeira vez desde que o sistema de eleição foi implementado na universidade, o candidato à reitoria mais votado (Dirceu de Mello, que já havia sido eleito em 2008) não foi nomeado quando a lista tríplice (contando com mais dois candidatos) seguiu para a ratificação do cardeal-arcebispo Dom Odilo Scherer, que indicou Anna Cintra, a terceira e última colocada nas eleições[13] . Ela assumiu o cargo, mesmo tendo assinado um termo se comprometendo a só assumir se fosse a mais votada.[14] As decisões do cardeal e de Anna Cintra foram recebidas com insatisfação por grande parte dos alunos, professores e funcionários, que entraram em greve por tempo indeterminado e realizaram manifestações em resposta à nomeação de Anna Cintra[15] Dentre as manifestações, realizou-se um ato teatral, organizado pelo teatrólogo José Celso Martinez Corrêa[16] , no qual um boneco representando o Papa Bento XVI foi torturado, assassinado e esquartejado[17] . Em disputa judicial, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve, em setembro de 2013, Anna Cintra no cargo de reitora da universidade[18] . A decisão não é definitiva e o caso segue em tramitação na Justiça.

Graduação[editar | editar código-fonte]

A PUC oferece atualmente 45 cursos de graduação entre os Bacharelados, Licenciaturas e Tecnológicos.

Humanidades


Ciências Exatas


Ciências Biológicas


Campi[editar | editar código-fonte]

Perdizes[editar | editar código-fonte]

O Campus de Perdizes, situado na rua Monte Alegre, é o maior da PUC-SP. Nele estão a Reitoria e os principais serviços administrativos da Universidade. Ao lado da entrada principal do Prédio Sede (antigo convento Carmelita) está o Teatro da Universidade Católica, também chamado de TUCA.

Situa-se em Perdizes, na zona oeste da cidade de São Paulo.

Consolação[editar | editar código-fonte]

O Campus da Consolação, na rua Marquês de Paranaguá, ocupa a área da antiga sede do Instituto Sedes Sapientae próximo a ao campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e abriga os cursos de ciências exatas e tecnologia, além de alguns programas de pós-graduação.

Santana[editar | editar código-fonte]

Localizado na rua Voluntários da Pátria, a principal via do bairro paulistano de Santana, marca a nova expansão da PUC-SP para a zona norte da cidade. A Reitoria da PUC-SP, em parceria com a Cúria Metropolitana de São Paulo, estabeleceu em 2005 a Faculdade de Teologia Nossa Senhora de Assunção da Arquidiocese de São Paulo, onde situa-se o tradicional Colégio Luiza de Marillac, nela são ministrados os cursos da PUC-SP tanto em nível de graduação quanto de pós-graduação lato sensu e de extensão.

Sorocaba[editar | editar código-fonte]

No Campus Sorocaba localiza-se a Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde, que reúne os cursos de Medicina, Biologia e Enfermagem. A PUC-SP participa da administração do complexo hospitalar da região, e mantém o Hospital Santa Lucinda.

Barueri[editar | editar código-fonte]

Localizado na cidade de Barueri, o Campus marca a nova expansão da PUC-SP para outras cidades de São Paulo. A instalação do novo Campus se deu em julho de 2007, com a abertura de turmas da graduação para os cursos de Administração, Psicologia e Economia com ênfase em comércio internacional. Além desses cursos a PUC-SP oferecerá vagas para o Vestibular 2010 no curso de Fisioterapia, neste Campus.

Ipiranga[editar | editar código-fonte]

A Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção foi criada em 1949 por decreto da Congregação para a Educação Católica. Na época de sua criação, a Instituição pertencia à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, da qual foi separada na prática no início dos anos 70. Contudo, em 2009, foi reintegrada à Universidade. Oferece cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão em Teologia.

Unidades[editar | editar código-fonte]

Outros órgãos especiais[editar | editar código-fonte]

CEDIC: Centro de Documentação e Informação Científica[editar | editar código-fonte]

Criado em 1980, a partir de iniciativas de grupos de professores, num contexto de grande vitalidade da reflexão na área das ciências humanas e de afirmação da Pós-Graduação na Universidade, o CEDIC se estruturou como centro de documentação da PUC-SP, tendo por objetivo dar suporte à pesquisa acadêmica, às atividades de ensino e de extensão. A partir de 1986 passou a reunir, tratar e disponibilizar conjuntos documentais de movimentos sociais ligados à Igreja e movimentos de educação, constituindo-se num espaço de preservação da memória social brasileira. O acervo do CEDIC é constituído por uma vasta documentação produzida, sobretudo, nos anos 1960, 1970 e 1980, sobre a história e a organização da sociedade brasileira, bem como suas relações com a América Latina e Central, além de fornecer dados significativos para a construção da história da própria PUC-SP.

Acervo[editar | editar código-fonte]

O Centro custodia coleções e fundos de arquivo originados pela PUC-SP e por movimentos sociais ligados à Igreja, movimentos estudantis, culturais, urbanos e rurais, de educação e por direitos humanos. Dentre os títulos de fundos, destacamos:

  • Fundo Ação Católica Brasileira - ACB [3]
  • Fundo Associação Pró-Ensino Vocacional - APROEV
  • Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul - CLAMOR
  • Fundo Grupo Solidário São Domingos - GSSD
  • Fundo Juventude Agrária Católica do Brasil - JACB
  • Fundo Juventude Estudantil Católica do Brasil - JECB
  • Fundo Juventude Independente Católica do Brasil - JICB
  • Fundo Juventude Operária Católica do Brasil - JOCB
  • Fundo Juventude Universitária Católica do Brasil - JUCB [4]
  • Fundo Movimento de Educação de Base - MEB
  • Fundo Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP
  • Fundo Relações Educacionais e do Trabalho - RENOV
  • Fundo Serviço de Ensino Público Vocacional do Estado de São Paulo - SEV [5]

Possui também periódicos, como jornais, revistas e boletins oriundos da imprensa alternativa, de movimentos sociais, da igreja, de cultura e variedades, e títulos científicos das áreas de Ciências Sociais, História e Arquivologia.

Pessoas notáveis[editar | editar código-fonte]

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Professores[editar | editar código-fonte]

Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Comunicação e Filosofia
Faculdade de Psicologia
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Direito
  • André Franco Montoro: ex-governador do Estado de São Paulo e ex-presidente nacional do PSDB.
  • Carlos Alberto Alves de Carvalho Pinto: ex-professor de Ciências das Finanças, ex-secretário de Finanças do município de São Paulo e ex-governador do Estado de São Paulo.
  • Celso Antônio Bandeira de Mello: professor titular de Direito Administrativo; professor Honorário da Faculdade de Direito na Argentina; da Faculdade de Direito do Colégio Mayor de Rosário, em Bogotá; fundador do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo e do IDAP; membro do Instituto Internacional de Derecho Administrativo Latino-americano.
  • Dirceu de Mello: professor titular de Direito Penal, reitor da PUC-SP e ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
  • Geraldo Ataliba: professor titular da Faculdade de Direito da PUC-SP e da USP, ex-reitor da PUC-SP.
  • José Eduardo Cardozo: professor titular da Faculdade de Direito Administrativo da PUC-SP, é o atual Ministro da Justiça do Brasil
  • José Frederico Marques: professor titular da Faculdade de Direito da PUC-SP, ex-desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo
  • Maria Helena Diniz: professora titular de Direito Civil, autora de mais de quarenta livros e artigos na área jurídica.
  • Michel Temer: professor de Direito Constitucional, presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, presidente do PMDB, ex-procurador do Estado de São Paulo e ex-secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, vice-presidente da República.
  • Oswaldo Aranha Bandeira de Mello: professor titular de Direito Administrativo, ex-desembargador, ex-diretor do departamento jurídico da Prefeitura de São Paulo e ex-reitor da PUC-SP.
  • Roque Antônio Carrazza: professor titular de Direito Tributário e chefe do Departamento das Relações Tributárias, Econômicas, e Comerciais da Faculdade de Direito.
  • Silvia Pimentel: professora de Introdução ao Estudo do Direito e de Filosofia do Direito, coordenadora do Cladem, representante do CEDAW (ONU) e autora de vários livros e artigos sobre diversos aspectos relativos à condição feminina e aos direitos das mulheres.
  • Paulo de Barros Carvalho, professor titular de Direito Tributário e professor emérito pela PUC-SP e USP.
Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária
  • Aloizio Mercadante: professor licenciado da PUC-SP[19] , vice-presidente do Parlamento do Mercosul (Parlasul), ex-deputado federal, ex-vice-presidente nacional do PT e ex-secretário de relações internacionais.
  • Celso Daniel: ex-prefeito de Santo André.
  • Celso Furtado
  • Guido Mantega: ex-professor de Economia nos cursos de mestrado e doutorado, ministro de estado da Fazenda.
  • Ladislau Dowbor: professor de Economia nos cursos de mestrado e doutorado em administração e economia, Ex-Secretário de Negócios Extraordinários da Prefeitura de São Paulo.[20]
  • Paul Singer
  • Paulo Sandroni
  • Plínio de Arruda Sampaio: presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA).
Faculdade de Educação

Ex-alunos notáveis[editar | editar código-fonte]

Reitores[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. a b Em discussão no Tribunal de Justiça de São Paulo e no Conselho Universitário (CONSUN)

Referências

  1. http://www4.pucsp.br/calouros/conheca_puc/index.html
  2. Página Oficial da PUC-SP - "PUC-SP é a melhor universidade privada do Estado de São Paulo", 08/09/2008
  3. Página Oficial da ACP PUC-SP (Comissão Própria de Auto Avaliação) - Boletim nº 45, 2008
  4. http://www.tudoeste.com.br/?DS=ttl_academia-comemora%7CPub_3%7Csmfr_3%7CCodArt_15409%7Corgn_1
  5. a b c d e Uma história da PUC-SP Site oficial da universidade. Página visitada em 22/02/2010.
  6. "Entenda a crise na PUC-SP", Folha Online. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  7. "PUC-SP cancela 7 de seus 10 cursos novos", Folha Online, 26 de julho de 2006. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  8. Takahashi, Fábio (30 de dezembro de 2005). PUC-SP continuará a demitir docentes Folha Online. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  9. Takahashi, Fábio. "Professores da PUC aceitam cortar salário para evitar demissões", Folha Online, 28 de dezembro de 2005. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  10. Klinger, Karina. "PUC anuncia mais demissões; alunos e professores protestam", Folha Online, 17 de fevereiro de 2006. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  11. Takahashi, Fábio (29 de outubro de 2006). PUC acaba com déficit após seis anos Folha Online. Página visitada em 22 de fevereiro de 2010.
  12. "Ministério Público cobra cortes na PUC", Folha Online. Página visitada em 13 de maio de 2014.
  13. 3ª mais votada em eleição, Anna Cintra é nomeada reitora da PUC-SP. Lordelo, Carlos; Nascimento, Cristiane; Dolzan, Marcio; Vieira, Luiza. O Estado de S.Paulo. 13 de novembro de 2012. Acessado em 13 de novembro de 2012.
  14. Nova reitora da PUC-SP descumpre promessa e assume cargo mesmo tendo sido a menos votada. Nascimento, Cristiane; Vieira, Luiza. O Estado de S.Paulo. 13 de novembro de 2012. Acessado em 13 de novembro de 2012.
  15. 3ª mais votada em eleição, Anna Cintra é nomeada reitora da PUC-SP. Lordelo, Carlos; Nascimento, Cristiane; Dolzan, Marcio; Vieira, Luiza. O Estado de S.Paulo. 13 de novembro de 2012. Acessado em 13 de novembro de 2012.
  16. [1]. Florência, Olívia. Acessado em 10 de Março de 2013.
  17. [2]. Florência, Olívia. Acessado em 10 de Março de 2013.
  18. http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2013/09/1337123-justica-de-sao-paulo-decide-manter-anna-cintra-como-reitora-da-puc.shtml
  19. http://www.apropucsp.org.br/apropuc/index.php/galeria?func=detail&id=82
  20. http://dowbor.org/ladislau-dowbor/
  21. PEN - Acessado em 20 de Maio de 2014.
  22. http://www.martasuplicy.com.br/bio-perfil.php

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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