Fundação Getulio Vargas

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FGV
Fundação Getulio Vargas
FGV.jpg
Fundação 1944
Tipo de instituição privada
Página oficial www.fgv.br
Instituições de ensino superior do Brasil Brasil

A Fundação Getulio Vargas (FGV) é uma instituição privada brasileira de ensino, pesquisa e extensão. Foi fundada em 1944 com o objetivo inicial de preparar o pessoal qualificado para a administração pública do Brasil.[1]

A instituição está posicionada no topo da lista da edição 2010 do Global Go To Think Tanks Rankings, produzido pelo Think Tanks and Civil Societies Program, da Universidade da Pensilvânia. Pelo segundo ano consecutivo, a FGV aparece em primeiro lugar no ranking das instituições que mais influenciam políticas públicas e a sociedade na América Latina e Caribe.

A Fundação Getulio Vargas também aparece entre os 50 think tanks de todo o mundo, entre os 25 think tanks com influência no desenvolvimento internacional, entre os 25 melhores think tanks orientados para políticas públicas e entre os 25 think tanks orientados para a economia doméstica. O ranking indica ainda o crescimento dos think tanks na Ásia, América Latina, Oriente Médio e África.

Além disso, é a instituição brasileira mais bem colocada na primeira edição do ranking Alma Mater Index: Global Executives (2013)[2] , feito pela revista britânica Times Higher Education (THE), que lista os 100 melhores locais para a formação de diretores executivos. Primeira do Brasil e 35ª do mundo, a FGV está à frente de universidades como Princeton, nos Estados Unidos, e Cambridge, no Reino Unido.

Unidades e escolas[editar | editar código-fonte]

A Fundação Getulio Vargas conta com oito Escolas, dois institutos, seis diretorias, quatro centros de pesquisa e uma área de pesquisa aplicada, além da Editora FGV e de um Sistema de Bibliotecas que compreende as bibliotecas da FGV no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília. Na área de ensino, a FGV oferece cursos de graduação, pós-graduação e educação executiva (presencial, customizada e a distância).

Escolas Rio de Janeiro
  • FGV/EBAPE - Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas
  • FGV/EPGE - Escola Brasileira de Economia e Finanças
  • FGV Direito Rio - Escola de Direito do Rio de Janeiro
  • FGV/EMAp - Escola de Matemática Aplicada
  • FGV/CPDOC - Escola de Ciências Sociais
Escolas São Paulo
Institutos
  • FGV/IBRE - Instituto Brasileiro de Economia
  • IDE - Instituto de Desenvolvimento Educacional
Diretorias
  • DICOM - Diretoria de Comunicação e Marketing
  • DINT - Diretoria Internacional
  • DPEI - Diretoria de Planejamento Estratégico e Inovação
  • DAPP - Diretoria de Análise de Políticas Públicas
  • DIA - Diretoria de Integração Acadêmica
  • DO - Diretoria de Operações
Centros
  • FGV Energia - Centro de Estudos de Energia[3]
  • CEM - Centro de Economia Global
  • CCE - Comitê de Cooperação Empresarial
  • CCA – Câmara de Conciliação e Arbitragem
  • CPS – O Centro de Políticas Sociais encerrou suas atividades em 2012 – quando seu economista-chefe, Marcelo Neri, assumiu a presidência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Pesquisa Aplicada
  • FGV Projetos
Demais áreas
Sistema de Bibliotecas da FGV
  • Rio de Janeiro: BHMS- Biblioteca Mario Henrique Simonsen
  • São Paulo: BKAB – Biblioteca Karl Boedecker
  • Brasília: Biblioteca de Brasília


Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas[editar | editar código-fonte]

Criada em abril de 1952, a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE/FGV) tem desempenhado importante papel na formação de quadros universitários e governamentais no Brasil e em outros países da América Latina e África.

Desde o início, ministra cursos de administração em nível de pós-graduação e especialização, bem como mantém um amplo programa de pesquisas e consultoria técnica a empresas e entidades do governo.

O programa de Mestrado em Administração Pública, criado em 1967, vem formando pessoal para atuar em postos-chave na Administração direta e indireta, nas empresas estatais e nas grandes empresas brasileiras.

Na área de ensino a EBAPE oferece os cursos de Graduação, Mestrado em Administração, Mestrado Profissional Executivo em Gestão Empresarial e o Doutorado.

Os projetos de pesquisa desenvolvidos pela EBAPE incluem as áreas de governo e administração, gerência do setor público e privado, políticas públicas, gestão social, educação em administração pública e conjuntura do setor público. A EBAPE também publica bimestralmente a Revista de Administração Pública (RAP), criada em 1967.

A EBAPE estimula a cooperação interinstitucional e programas de intercâmbio. Ao longo dos anos esses programas incentivam o desenvolvimento de pesquisas conjuntas e projetos de assessoria técnica com outras Escolas de Administração.

As políticas acadêmicas da EBAPE são formuladas pelo Conselho Consultivo integrado por seus professores. Cabe à Diretoria a responsabilidade pela administração da Escola, através dos Centros de Formação Acadêmica e Pesquisa, de Pós-Graduação Lato-Sensu e Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento Gerencial.

Além das atividades exercidas em sua sede no Rio de Janeiro, a EBAPE ampliou e consolidou seu trabalho em núcleos regionais por todo país e no estrangeiro. Programas especiais de treinamento e consultoria técnica são mantidos em Brasília e em outras cidades brasileiras.

Possui também parcerias e intercâmbios com instituições de ensino superior da Alemanha, Angola, Chile, Colômbia, Coreia, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Inglaterra, Itália, México e Portugal.

Escola de Pós-graduação em Economia[editar | editar código-fonte]

A Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE)] tem origem no Centro de Aperfeiçoamento de Economistas (CAE), criado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em 12 de dezembro de 1960. Passou a denominar-se EPGE em 15 de janeiro de 1966, como sucessora do CAE, com a introdução da pós-graduação em nível de Mestrado. Em 1974, foi criado o programa de Doutorado.

Nos mais de 40 anos dedicados ao ensino e à pesquisa, é responsável pela introdução do rigor matemático e da sofisticação teórica no ensino e pesquisa de Economia no Brasil, com impactos importantes na gestão pública e privada no País.

Oferece, na sede, no Rio de Janeiro, os cursos de:

Graduação em Economia;

Programas de pós-graduação stricto sensu: Doutorado e Mestrado em Economia; Mestrado em Finanças e Economia Empresarial; Avaliada pela CAPES, por vários anos seguidos, como o melhor programa de pós-graduação em Economia do Brasil. Foco em pesquisas em Economia, visando à publicação em revistas acadêmicas internacionais e nacionais.

Possui convênios com Instituições de Ensino Superior internacionais como: California Institute of Technology (Estados Unidos), European School of Management, Université Paris-Dauphine (França), European School of Economics (Inglaterra), Università Commerciale Luigi Bocconi (Itália), Universidade de Coimbra (Lisboa).

Escola de Direito do Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

A Escola de Direito do Rio de Janeiro, foi fundada em 2002, com uma proposta de ensino baseada em metodologia participativa e em estudos de casos, formando profissionais capazes de lidar com áreas interdisciplinares, visando ser referência no Brasil em carreiras jurídicas públicas e de direito empresarial.

A Escola mantém, à disposição de seus alunos, salas de aulas equipadas com multimídia, conforto e layout que permite eficiência na proposta metodológica de aulas participativas. Os alunos possuem à disposição ambientes de integração, laboratórios de informática e serviços de apoio ao desenvolvimento acadêmico.

Escola de Matemática Aplicada[editar | editar código-fonte]

A Fundação Getúlio Vargas criou a Escola de Matemática Aplicada (EMAp) para atender a uma demanda de mercado por profissionais capazes de atender às demandas por formalização matemática e computacional de problemas oriundos das mais diversas áreas de atividade. A instituição, que atua de forma diferenciada nas áreas de Administração, Economia, Direito, Ciências Sociais e História, parte assim para mais uma frente de ensino. A EMAp foi idealizada visando formar profissionais capazes de aplicar a matemática de forma inovadora em contextos como planejamento estratégico, monitoramento ambiental, mercado financeiro. entre outros, atendendo à demanda criada por economistas, sociólogos, administradores, arquitetos, geógrafos, políticos, etc.

O curso de graduação em Matemática Aplicada da EMAp foi concebido sobre três pilares de formação: matemática, computação e modelagem matemática. O curso pode ser comparado aos cursos de graduação em ciência da computação, às engenharias e aos cursos de matemática pura e aplicada oferecidos em diversas universidades. No entanto, a carga de estatística e computação do curso da EMAp é maior do que a da maioria dos cursos de engenharia, o aluno vai estudar mais cálculo e equações diferenciais do que o estudante de ciência da computação, e vai praticar mais modelagem matemática do que o estudante de matemática num curso de bacharelado em matemática. Se comparado a outros cursos de matemática aplicada, seu diferencial reside no foco de aplicações relacionados a problemas advindos das ciências humanas e sociais.

Muitos dos problemas de interesse nas áreas de atuação da EMAp envolvem a obtenção, processamento e análise de dados provenientes de diversas fontes de informação, com destaque para a Internet. Além de preparar, a nível de graduação, profissionais para lidar com estes desafios, a EMAp também oferece formação na área em nível de pós-graduação, através do curso de Mestrado em Modelagem Matemática da Informação.

Oferece, em sua sede no Rio de Janeiro, os cursos de graduação em Matemática Aplicada e mestrado em Matemática Aplicada

Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil[editar | editar código-fonte]

Criado em 1973, o CPDOC abriga conjuntos documentais relevantes para a história recente do país:

  • 200 arquivos pessoais de pessoas públicas, compostos por cerca de 1,8 milhões de documentos e 80.000 fotografias;
  • Programa de História Oral composto por mais de 1.700 entrevistas;
  • Mais de 6.000 horas de gravação.

Pesquisas interdisciplinares nas áreas das Ciências Sociais e da História, que abordam história política, relações internacionais e história global, Sociologia e Pensamento Social Brasileiro, Estudos Urbanos, Métodos de pesquisa, Políticas Públicas, História Social, História Cultural, Políticas Comparadas, Pesquisa social aplicada.

Cursos de graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu):

  • Bacharelado em Ciências Sociais e Licenciatura em História;
  • Mestrado Profissional em Bens Culturais e Projetos Sociais;
  • Mestrado Acadêmico e Doutorado em História, Política e Bens Culturais;
  • MBA e Especialização: Bens Culturais, Cine Documentário, Gestão e Produção Cultural, Jornalismo Investigativo e Relações Internacionais;

Possui também um Núcleo de Pesquisa Social Aplicada (o FGV Opinião) e sedia o Centro de Estudos sobre Relações Internacionais da FGV.

Centro de Políticas Sociais[editar | editar código-fonte]

Desde 2000, o Centro de Políticas Sociais atua dentro da Fundação Getulio Vargas analisando a realidade econômico-social do Brasil. Utilizando métodos quantitativos e qualitativos, o CPS estabeleceu uma tradição generalista abordando temas variados, desde casamento e religião até distribuição de renda no Brasil. No entanto, o que pontuou o trabalho do CPS, e fez-se disso sua especialidade, tem sido sua preocupação com a equidade: como medi-la, com quais critérios, como alcançá-la.

Em suas atividades, o CPS utiliza os principais mecanismos de pesquisa e análise para abordar, de maneira abrangente e profunda, tais temas conexos, mediante:

Avaliação quantitativa e quantitativa de impacto Desenho e monitoramento de metas sociais Desenho de sistemas de incentivos Estudos de percepções sobre políticas e participação popular.

Escola de Administração de Empresas de São Paulo[editar | editar código-fonte]

A Escola de Administração de Empresas de São Paulo foi fundada em 1954, resultado do esforço conjunto do governo e do empresariado brasileiro, com a colaboração da Michigan State University, para formar profissionais capazes de enfrentar os desafios surgidos pelas mudanças do Brasil à época da inauguração.

Mestrado Acadêmico e Doutorado, Mestrado Profissional em Administração – MPA, Mestrado Profissional em Gestão Internacional- MPGI, Mestrado Profissional em Gestão e Políticas Públicas – MPGPP;

Educação Executiva: Especialização em Administração (CEAG), Especialização na Área de Saúde (CEAHS), PEC-FGV (Programa de Educação Continuada), Escola de Inverno.

Programas Internacionais: One MBA, Doing Business in Brazil, Post Graduate Diploma.

Primeira escola da América Latina a conquistar três importantes credenciamentos internacionais: Advance Collegiate Schools of Business - AACSB, European Quality Improvement System – EQUIS e Association of MBAs – AMBA;

GV Pesquisa: Atividades de pesquisa e investigação, bolsas para alunos de graduação e pós-graduação de diversos tipos, traduções de trabalhos para congressos, apoio na organização de eventos e seminários;

Possui convênio com mais de 80 Instituições de Ensino Superior internacionais. Entre elas: Wits Business School (África); Institut d'Etudes Politiques de Paris (Sciences Po, França); European Business School (Alemanha); University of British Columbia, University of Manitoba (Canadá), Pontificia Universidad Catolica (Chile), The University of Illinois at Chicago, Georgia Institute of Technology, Brigham Young University (Estados Unidos).

Escola de Economia de São Paulo[editar | editar código-fonte]

A Escola de Economia de São Paulo iniciou as atividades de seu curso de graduação em 2004. Antes disso, as atividades de graduação da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, concentravam-se nas áreas de administração de empresas privadas e públicas.

Centro de excelência na geração e transmissão do conhecimento econômico criado pela FGV;

Direito GV[editar | editar código-fonte]

A Escola de Direito de São Paulo da FGV é uma instituição de ensino superior e pesquisa do Direito vinculada à Fundação Getulio Vargas. Criada em 2002, com os primeiros cursos de educação continuada em direito oferecidos por seu Programa de Especialização e Educação Continuada (GVlaw), que tinham a missão de formar profissionais capazes de oferecer respostas jurídicas adequadas às complexas demandas da sociedade e do mercado.

O passo seguinte viria em 2005, com o início da graduação. A escola optou por criar turmas reduzidas, selecionando no máximo cinquenta alunos por ano, e por exigir dedicação integral destes nos três primeiros anos de um curso que se destaca por retrabalhar, em seu currículo, as tradicionais divisões do estudo do direito.

Esse programa tenta inovar ao trazer para a sala de aula uma abordagem contemporânea do direito, dialogando continuamente com outras disciplinas, como contabilidade, administração e economia, e aproximando a formação do aluno das necessidades do mundo dos negócios.

O programa também enfatiza a importância da busca pelo senso crítico, desafiando constantemente seus alunos a se posicionarem diante das profundas transformações sociais em curso no Brasil e no mundo. O ano de 2009 teve a primeira turma formada. Mestrado em Direito e Desenvolvimento, iniciado em 2008, incentiva os alunos a pesquisar e a produzir material acadêmico analítico que sirva como instrumental na formulação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento.

FGV Management[editar | editar código-fonte]

Criado em 1999, o FGV Management é o Programa de Educação Executiva Presencial da Fundação Getulio Vargas, desenvolvido para atender à demanda do mercado por cursos de qualidade, com tradição acadêmica e aplicação prática. Por intermédio do FGV Management, a FGV oferece cursos de pós-graduação, incluindo os MBAs; de aperfeiçoamento; de curta duração; além de cursos voltados para altos executivos e programas internacionais, a partir de parcerias com instituições de renome, dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia. O FGV Management faz parte do Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE) e é formado por três núcleos próprios: Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Além disso, conta com uma rede conveniada, formada por cerca de 30 conveniadas, presentes em mais de 90 cidades brasileiras.

Rede Conveniada FGV[editar | editar código-fonte]

Alinhado à missão da Fundação Getulio Vargas, que é contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país, além de atuar no eixo Rio-São Paulo e em Brasília, com núcleos próprios, o IDE construiu sua Rede Conveniada. O objetivo é disseminar o conhecimento de qualidade pelo Brasil, permitindo que profissionais de todo o país tenham as mesmas condições de se atualizar e de investir em suas carreiras.

A Rede Conveniada é formada por mais de 30 instituições, presentes em mais de 90 cidades brasileiras.

Os cursos oferecidos nas Conveniadas que têm a marca FGV Management são da Fundação Getulio Vargas. As instituições que fazem parte da Rede cuidam da comercialização, da logística e da operacionalização dos programas, enquanto o conteúdo, os professores e a coordenação acadêmica são de inteira responsabilidade da FGV.

Editora FGV[editar | editar código-fonte]

Desde 1945 a Editora FGV divulga publicações de excelência em diversas áreas de conhecimento que corresponde à produção acadêmica da FGV e obras de autores que contribuem para a melhoria do ensino e da educação no país.

Sua missão é tratar e disseminar a informação, produzir e comercializar obras que atendam aos meios acadêmico, empresarial, governamental e a sociedade em geral.

Possui mais de 250 títulos de autores brasileiros e estrangeiros, 226 livros publicados em 2009, com a circulação de 368.400 volume, e mais de 300 títulos, adotados por instituições de ensino de todo país.

Instituto Brasileiro de Economia[editar | editar código-fonte]

O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE/FGV) foi criado em 1951. Desde então dedica-se à produção e divulgação de estatísticas macroeconômicas e pesquisas econômicas aplicadas. Pioneiro no cálculo do PIB brasileiro, criou ainda o IGP, Índice Geral de Preços, que durante muitos anos foi o índice oficial da inflação.

Entre as estatísticas econômicas produzidas pelo IBRE destacam-se, além dos índices de preço, os indicadores de tendência e ciclos de negócio, de ampla utilização por estudiosos, analistas da economia brasileira e gestores na esfera pública e privada.

A excelência de seu quadro técnico, bem como sua presença na análise e debate dos temas mais relevantes para a economia brasileira a cada momento, reforçam o posicionamento da FGV como “think tank” das questões econômicas e sociais do país, reconhecido nacional e internacionalmente.

Os índices, sondagens e pesquisas são divulgados frequentemente no portal do IBRE.[4]

Instituto de Desenvolvimento Educacional[editar | editar código-fonte]

O Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE) foi fundado em 2003, com a missão de desenvolver e gerenciar uma rede de distribuição única, no âmbito nacional e internacional, para os programas de Educação Continuada produzidos pelas Escolas e Unidades da FGV. O IDE está presente em 115 cidades brasileiras e é composto pelo FGV Management, FGV Online, FGV Cursos Corporativos, Central de Qualidade e Inteligência de Negócios. É referência nacional na distribuição de produtos e serviços educacionais inovadores e de alta qualidade da FGV. Oferece Certificação de Qualidade para os cursos de graduação em Administração e Economia de outras instituições do país.[5]

FGV Online[editar | editar código-fonte]

O FGV Online foi criado em 2000, com a missão de desenvolver e gerenciar tecnologias, metodologias e soluções específicas de ensino a distancia, sob a responsabilidade acadêmica das escolas e dos institutos da FGV, no âmbito nacional e internacional, liderando e inovando em serviços educacionais de qualidade. Sua visão é ser referência internacional na distribuição de produtos e serviços educacionais inovadores e de alta qualidade no ensino a distância. Atende alunos de graduação, pós-graduação e MBA, executivos e empreendedores, além das universidades corporativas que desenvolvem projetos de e-learning.[6]

São 160 cursos entre curta e média duração, MBAs e Graduação, 22 cursos oferecidos gratuitamente, 40 mil alunos matriculados em cursos a distância, cursos de atualização, graduação e pós-graduação.

FGV in company[editar | editar código-fonte]

O FGV in company é o Programa da Fundação Getulio Vargas responsável pela customização do conteúdo desenvolvido pela FGV para atender às demandas de empresas, universidades corporativas, organizações públicas e entidades do terceiro setor. Trabalhando em parceria com o cliente para identificar suas necessidades de treinamento, o FGV in company está sempre focado nos melhores resultados. Oferece cursos totalmente presenciais ou mesclados com ferramentas de ensino a distância, por intermédio do FGV Online; 95 das 500 maiores empresas atuantes no Brasil estão no portfólio de clientes do FGV in company;[7]

Áreas de atuação: Administração, Administração Pública, Contabilidade, Cooperativas, Direito, Economia e Finanças, Energia, Gerência de Projetos, Gestão, Gestão de Pessoas, Logística, Marketing e Vendas, Meio Ambiente, Negociação e Estratégias, Operações, Saúde , Tecnologia da Informação.

Certificação de Qualidade[editar | editar código-fonte]

O Programa de Certificação de Qualidade foi criada em 2005, com o objetivo de compartilhar o ensino FGV com os cursos de graduação de outras instituições do país. Além de contarem com a tecnologia educacional da Fundação Getulio Vargas, as instituições certificadas compartilham da credibilidade do ensino FGV, e seus alunos, ao se formarem, atendendo aos nossos critérios de avaliação, recebem uma declaração conjunta da IES e da FGV. O Programa é aberto a todas as Instituições de Ensino Superior do país que atendem às exigências de qualidade da FGV e que almejam desenvolver pelo país um ensino de excelência com o padrão de qualidade FGV.[8]

FGV Projetos[editar | editar código-fonte]

Fundada em 2005, a FGV Projetos é a unidade de extensão de ensino e pesquisa da Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação do conhecimento acadêmico, gerado e acumulado em suas escolas e institutos. Com mais de 30 anos de experiência assessorando instituições brasileiras, a FGV Projetos reúne capacidade técnica, metodologia e corpo técnico capazes de contribuir para a eficiência das práticas gerenciais e econômicas de organizações públicas, empresariais e do terceiro setor, no Brasil e exterior. Desenvolve estudos, projetos, certificação e concursos, a partir de experiências consolidadas por professores, especialistas e coordenadores da FGV. Áreas de conhecimento: Agronegócio, Comunicação, Mídia e Tecnologia, Consumo e Varejo, Cultura, Educação, Energia, Esportes, Indústria, Justiça, Saúde, Segurança, Serviços, Sustentabilidade e Responsabilidade Social, Transportes, Turismo.[9]

Biblioteca Mario Henrique Simonsen[editar | editar código-fonte]

Criada em dezembro de 1945, como Biblioteca Central, passou a denominar-se Biblioteca Mario Henrique Simonsen em dezembro de 1997 em homenagem a Mario Henrique Simonsen ex- Ministro da Fazenda e Vice-Presidente da Fundação Getulio Vargas, falecido no mesmo ano. Possui acervo nas áreas de Administração, Ciência Política, Direito, Economia, Finanças, História do Brasil e Sociologia e conta com mais de 80 mil títulos em livros, publicações eletrônicas, DVDs e fotografias, além de 64 mil cópias de periódicos e 8 mil monografias. Utiliza o sistema informatizado de gerenciamento de bibliotecas virtuais.[10]

Biblioteca Karl A. Boedecker[editar | editar código-fonte]

A Biblioteca Karl A Boedecker foi criada em 1954 com o objetivo de fornecer apoio bibliográfico às atividades de ensino e pesquisa, desenvolvidas pelas Escolas da FGV em São Paulo. Possui um acervo é especializado nas áreas de Administração, Economia, Negócios, Direito e Ciências Sociais. Conta com mais de 60 mil títulos em livros, DVDs, fotografias e publicações eletrônicas, além de quase 40 mil cópias de periódicos e 9 mil monografias. Utiliza sistema informatizado de gerenciamento de bibliotecas virtuais.[11]

Biblioteca Brasília[editar | editar código-fonte]

A Biblioteca Brasília dispõe de cerca de 6.050 livros, 32 títulos de periódicos nacionais e o acesso a serviços de bases de dados nacionais e internacionais de periódicos. É voltada em cursos de Ciências Sociais com ênfase nas áreas de Administração e Economia. Utiliza o sistema informatizado de gerenciamento de bibliotecas virtuais.[12]

Conveniadas FGV[editar | editar código-fonte]

A FGV possui uma rede de conveniadas formada por mais de 30 instituições, presentes em mais de 90 cidades. A oferta dos cursos do FGV Management pode variar em cada cidade, pois a mesma está alinhada à procura local e às necessidades de cada região.[13]

Referências

  1. FISCHER, Tânia. Administração pública como área de conhecimento e ensino: a trajetória brasileira. Revista de Administração de Empresas, v. 24, n. 4, p. 278-288, 1984.
  2. Alma Mater Index: Global Executives 2013 Alma Mater Index: Global Executives (2013).. Página visitada em 07/10/2013.
  3. FGV Energia - Centro de Estudos de Energia http://fgvnoticias.fgv.br/.. Página visitada em 07/10/2013.
  4. Portal do IBRE - Índices portalibre.fgv.br.. Página visitada em 07/10/2013.
  5. IDE fgv.br.. Página visitada em 07/06/2012.
  6. Ambiente de Aprendizagem 5.fgv.br/.. Página visitada em 07/06/2012.
  7. fgvincompany fgv.br.. Página visitada em 07/06/2012.
  8. Programa de Certificação de Qualidade FGV Programa de Certificação de Qualidade FGV.. Página visitada em 07/06/2012.
  9. A FGV Projetos fgv.br/.. Página visitada em 06/06/2012.
  10. Biblioteca Mario Henrique Simonsen (RJ) virtualbib.fgv.br.. Página visitada em 06/06/2012.
  11. Biblioteca Karl A. Boedecker (SP) virtualbib.fgv.br.. Página visitada em 06/06/2012.
  12. Biblioteca Brasília bibliotecadigital.fgv.br/.. Página visitada em 06/06/2012.
  13. Conveniadas FGV Management management.fgv.br.. Página visitada em 06/06/2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]