Parque da Água Branca

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Parque da Água Branca
Localização Barra Funda, São Paulo, Brasil
Tipo Público
Inauguração 2 de junho de 1929

O Parque da Água Branca (oficialmente Parque Fernando Costa) é um parque de 136.765.41 na avenida Francisco Matarazzo no bairro da Água Branca. Localizado no distrito da Barra Funda, na cidade de São Paulo, Brasil.

Idealizado pela SRB - Sociedade Rural Brasileira, importante entidade representativa da agropecuária brasileira, o Parque foi fundado em 2 de junho de 1929 pelo Secretário de Agricultura Dr. Fernando Costa, com o objetivo de abrigar exposições e provas zootécnicas. Na ocasião, a Avenida Água Branca sequer havia sido asfaltada.

Em 1996, o parque foi tombado pelo Condephaat como patrimônio cultural, histórico, arquitetônico, turístico, tecnológico e paisagístico do estado de São Paulo.

Abriga o Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo, o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, o FUSSESP (antigo Fundo de Assistência Social do Palácio do Governo). A sede do Fundo funcionava em um palacete antigo da avenida Rio Branco, em Campos Elísios, em frente ao Palácio dos Campos Elísios,o antigo palácio do governo paulista.

Em 1980, na administração de Paulo Maluf, a sede foi transferida para o atual endereço, na rua Ministro de Godoi, 180 - Parque Fernando Costa (Água Branca).

Abriga diversas associações de criadores de raças de equinos e bovinos e a AAO (Associação dos Agricultores Orgânicos de São Paulo). Também abriga o Instituto de Pesca e o Museu Geológico Valdemar Lefèvre, entre outras instituições.

Reforma[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2010 a então primeira-dama do estado, Deuza Goldman, empreendeu profunda e extensa reforma no parque, derrubando várias palmeiras, árvores antigas e vegetação espontânea ("mato") do bosque, retirando inclusive o banco de sementes deste, e fazendo no local uma trilha de cascalho para caminhadas.

Os gatos, saguis, galinhas, patos e pavões que viviam no local foram eliminados, o que desagradou a Associação de Amigos do Parque, além dos frequentadores. A criação de uma praça de alimentação ameaça o café da manhã orgânico que era servido três vezes por semana. Foi necessário pedir reforço da Polícia Militar para conter os protestos e seguir com a derrubada de árvores decidida unilateralmente pela primeira-dama, sem consulta a órgãos ambientais.

Além disso, festas tradicionais da cultura do interior do estado de São Paulo não poderão mais ser realizadas no Parque, que abrigará um teatro, uma praça de alimentação, e outros espaços de características metropolitanas.

Mudanças em 2013[editar | editar código-fonte]

Recentemente o parque recebeu diversas mudanças agradáveis, que como resultado atraiu a volta de muitos turistas ao parque. Como a volta do animais ao ar livre, como pavões, gatos, patos e galinhas ao ar livre. Outra mudança que agradou a todos, foi uma mobilização feita pelos moradores da região do parque, sobre o horário do funcionamento do parque, para que moradores da região pudessem fazer suas atividades físicas a qualquer horário do dia ou noite.

Aos fins de semana o parque realiza uma festa temática, trazendo diversas atividades para todas as idades.

O novo horário de funcionamento do parque é de domingo a segunda, das 5 às 22 horas. A entrada é gratuita.


Referências[editar | editar código-fonte]

Commons
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