Universidade Paulista

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UNIP
Universidade Paulista
UNIP - Universidade Paulista.png
Fundação 9 de novembro de 1988 (26 anos)
Tipo de instituição Privada, filantrópica
Total de estudantes mais de 240.000 (2013)
Reitor(a) João Carlos di Genio
Sede Brasão da cidade de São Paulo.svg São Paulo
Estado
Cores      Vermelho
     Amarelo
Afiliações CRUB
Página oficial unip.br
Instituições de ensino superior do Brasil Brasil

Universidade Paulista (UNIP) é uma universidade privada brasileira, sediada em São Paulo, com unidades espalhadas por todo o estado e ainda nos estados de Goiás, Amazonas e também em Brasília. Possui mais de 240 mil alunos. Ao todo, a instituição tem 27 campi, que envolvem 65 unidades. [1]

A universidade foi criada em 9 de novembro de 1988, a partir da fusão do Instituto Unificado Paulista, do Instituto de Ensino de Engenharia Paulista, do Instituto de Odontologia Paulista, sob a razão social de Sociedade Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo - SUPERO, que é a mantenedora da UNIP.

Sua propriedade é do Grupo Objetivo, presidido pelo empresário João Carlos di Genio.

Cursos[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2014, a UNIP contava com os seguintes cursos de graduação[2] e graduação tecnológica[3]  :

Graduação[editar | editar código-fonte]

Ciências Biológicas

Ciências Exatas

Humanidades

Graduação Tecnológica[editar | editar código-fonte]

Ambiente e Saúde

Apoio Escolar

Controle e Processos Industriais

Gestão e Negócios

Hospitalidade e Lazer

Informação e Comunicação

Infraestrutura

Produção Cultural e Design

Produção Industrial

Segurança

Avaliação no ENADE[editar | editar código-fonte]

NO ENADE 2012, 79% dos 149 cursos avaliados receberam conceito entre 4 e 5 (sendo 5 a nota máxima). [4]

Irregularidades[editar | editar código-fonte]

O Ministério da Educação informou que a Universidade Paulista (Unip) foi acusada formalmente por outra instituição de ensino superior por irregularidades nas notas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). O MEC enviou um ofício à Unip no dia 01/03/2012 pedindo que a instituição se pronunciasse em até dez dias. [5]

O Enade avalia o rendimento dos alunos dos cursos de graduação, ingressantes e concluintes, em relação aos conteúdos programáticos dos cursos em que estão matriculados. O exame é obrigatório para os alunos selecionados e condição indispensável para a emissão do histórico escolar. A primeira aplicação ocorreu em 2004 e as avaliações das áreas ocorrem, no máximo, a cada três anos.

Segundo a denúncia, a Unip teria selecionado os melhores alunos para fazer o exame e, dessa forma, elevar o índice geral da instituição e utilizá-los como estratégia de marketing. Marília Ancoa Lopez, vice-reitora da Unip, em entrevista ao G1, negou as acusações [6] . Segundo ela, desde 2008, a universidade possui uma comissão de avaliação de cursos e faz um trabalho focado para melhorar a qualidade dos cursos, com revisão de conteúdos das disciplinas, do material didático, entre outras ações. "Todos os cursos têm avaliação positiva. Houve uma melhora merecida, e o marketing se valeu dos resultados obviamente. Como há um mercado concorrente forte, é natural que o sucesso cause seus efeitos. Estamos tranquilos para responder ao MEC. Nosso trabalho é transparente", afirma Marília.[6]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]