Linha 5 do Metrô de São Paulo

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Linha 5 - Lilás
Linha5 metro sp.svg
Inauguração 20 de outubro de 2002 (11 anos)
Capão Redondo até Largo Treze
Estações 6 (mais 11 em construção)
Comprimento 8,4 km (em operação)
16 km (conclusão da obra)
Estado Parte em serviço, parte em construção
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Ligação com o Pátio Capão Redondo
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Capão Redondo
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Campo Limpo
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Vila das Belezas
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Giovanni Gronchi
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Ligação com o Futuro Pátio Guido Caloi
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Km 5
Urban bridge over water
Estação sobre o Rio Pinheiros
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Santo Amaro Acesso a Linha 9 - Esmeralda
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Elevado sobre a Linha 9
Enter urban tunnel
Urban End station in tunnel
Largo Treze
Urban End station in tunnel
Adolfo Pinheiro
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Em construção
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Alto da Boa Vista
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Borba Gato
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Brooklin-Campo Belo
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Túnel sob o Córrego Jabaquara
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Campo Belo
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Ibirapuera
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Moema
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Hospital Servidor Público
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Vila Clementino
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Santa Cruz
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Chácara Klabin

A Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo é constituída pelo trecho compreendido entre as estações Capão Redondo e Adolfo Pinheiro. Previa-se para 2015 sua integração com a Linha 1-Azul, na Estação Santa Cruz, e com a Linha 2-Verde, na Estação Chácara Klabin.[1] [2]

Características[editar | editar código-fonte]

Placa de identificação da Estação Capão Redondo.

Quando concluída, a linha formará, em conjunto com as Linhas 1-Azul, 2-Verde (do Metrô) e 9-Esmeralda (da CPTM), uma malha de alta capacidade ligando o bairro de Santo Amaro a importantes polos de atividades terciárias, como Moema, Vila Mariana e Brooklin. De início, moradores e comerciantes da região de Santo Amaro estavam preocupados com um possível aumento do tráfego de ônibus na região, especialmente por causa da estação Adolfo Pinheiro, que ocupará 30,5 mil metros quadrados no bairro, mas a diretoria do metrô garantiu, em 27 de junho de 2008, que nenhuma nova linha seria criada por ali.[3] A expectativa em 2009 era de que casas e apartamentos na Avenida Santo Amaro tenham uma valorização de até 50% quando a linha ficar pronta.[4]

Todas as estações da linha em operação são elevadas, com exceção das estações Largo Treze e da recém-inaugurada Adolfo Pinheiro que são subterrâneas, como serão também todas as estações em fase de projeto. Destaque para a estação Santo Amaro, construída em uma ponte estaiada por onde a linha passa exatamente por sobre a confluência dos rios Jurubatuba e Guarapiranga que formam o Rio Pinheiros.

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro anúncio do projeto da linha foi feito em 20 de junho de 1990 pelo Metrô, com três opções de trajeto: saindo da estação Paraíso, Saúde ou São Judas,[5] embora nenhum dos três tenha sido o que de fato foi construído. Nesse projeto inicial já se previa que boa parte da linha seria de superfície.

Estação Santo Amaro, a principal da linha e também sua única conexão com o transportante metropolitano, ao ligar aquela à Linha 9-Esmeralda da CPTM.

Construída pela CPTM, era denominada "Linha G". Em 2001, o Governo do estado de São Paulo transferiu a operação da Linha para a Companhia do Metropolitano de São Paulo, passando-se a chamar-se "Linha 5-Lilás". O trecho inicial de 8,4 quilômetros de extensão foi entregue à população em 20 de outubro de 2002, operando das dez às quinze horas em período de testes, tendo nesse dia transportado 3,8 mil passageiros[6] , e um total de 18 mil passageiros durante a semana.[7] O recorde atual de sua demanda foi obtido no dia 7 de maio de 2008, com 149 469 passageiros transportados.

Alstom Metropolis, o trem da Linha 5-Lilás.

Extensão[editar | editar código-fonte]

Em 13 de março de 2008 a prefeitura anunciou o investimento de 200 milhões de reais para a construção do trecho entre as estações Largo Treze e Água Espraiada, com entrega das estações gradualmente entre 2010 e 2011. O trecho ligando o Campo Belo até as conexões com a malha metroviária existente nas estações Santa Cruz e Chácara Klabin deveria ter sido entregue até 2013. O prazo atual é 2015. A linha deverá atravessar toda a Zona Centro Sul, cobrindo as regiões de Santo Amaro, Largo Treze, Borba Gato, Brooklin, Moema, Parque do Ibirapuera, além de atender as proximidades do Aeroporto de Congonhas. O projeto prevê a implantação de portas nas plataformas que se abrem juntamente com as dos trens, assim como na Linha 4-Amarela.[1]

As obras de extensão deveriam ter começado no início de 2009, mas isso só ocorreu em agosto daquele ano, o que comprometeu o recebimento de cerca de 80% do investimento previsto para a linha, de 1,3 bilhão de reais.[8] O metrô esperava construir a estação Adolfo Pinheiro até o ano de 2010, mas o governador José Serra disse em agosto de 2009 que a nova previsão seria 2011.[9] No mês seguinte, a previsão já era para o segundo semestre de 2012[4] , mas em abril falava-se novamente em 2011, junto com a estação Campo Belo.[8] O prolongamento até o encontro com as linhas 1 e 2 estava previsto para 2013[8] , mas em outubro de 2010 já se trabalhava com a estimativa de ficar pronto apenas em 2014[10] .

Arquitetura da Estação Santo Amaro.

A construção do trecho, totalmente subterrâneo, teve as primeiras escavações em 17 de agosto de 2009, na altura do número 384 da Avenida Adolfo Pinheiro. A preocupação dos moradores era com o terreno pantanoso por onde a linha deverá passar[4] , mas o Metrô garante que foram feitos estudos detalhados sobre as desapropriações e que haveria um monitoramento diário da estrutura das casas.[11] Até o final das obras, a previsão era de que seriam necessárias 360 desapropriações, e havia 130 processos na Justiça contra o valor oferecido pelo Metrô.[12] A demora nas desapropriações foi um dos principais motivos do atraso no início das obras de extensão.[8]

Durante as escavações da obra em Santo Amaro foram encontrados pelo menos dois mil itens domésticos datados dos séculos XVIII e XIX, o que arqueólogos diziam ser um "tesouro arqueológico" que poderia "ajudar a montar um retrato mais fiel do comportamento social e de como se vivia em São Paulo naquela época".[13] Também foram encontrados no mesmo canteiro de obras trilhos do bonde que ligava Santo Amaro à , enterrados a cerca de vinte centímetros do asfalto, junto com os antigos paralelepípedos da rua.[13]

A empresa ainda comprometeu-se a entregar reformada a Galeria Comercial Borba Gato, que teve parte de suas lojas desapropriada, depois que a estação ao lado for entregue[12] , mas já durante as obras, em janeiro de 2010, os comerciantes acusavam a companhia de não cumprir a promessa de ligar a galeria a um prédio vizinho, para onde alguns lojistas foram transferidos durante o período das obras.[14] Apesar de os lojistas alegarem estar sofrendo prejuízos, o Metrô negou que tivesse feito tal promessa e que a possibilidade foi apenas "aventada".[15]

Um erro durante as obras na esquina da Avenida Adolfo Pinheiro com a Rua Isabel Schmidt em 22 de março de 2010 rompeu cabos de fibra ótica da Telefônica, o que afetou cerca de três mil clientes da empresa por no mínimo dois dias, incluindo o Detran. O Metrô alegou que os dados enviados pela Telefônica sobre a localização estavam incorretos, enquanto para a Telefônica o Metrô foi ineficiente em sua sondagem.[16] Um imóvel na Avenida Santo Amaro, próximo à esquina com a Avenida Roque Petroni Júnior, não chegou a causar problemas para o andamento da obra, mas causou aos moradores da região, já que o casarão, onde funcionava uma casa noturna, tinha sido desapropriado pelo Metrô mas ainda não tinha sido demolido em abril de 2010.[17] Com isso, cerca de vinte pessoas invadiram a casa para usá-la como moradia e local para consumo de drogas. Segundo moradores, algumas dessas pessoas seriam responsáveis por barulhos durante a madrugada e assaltos nas proximidades.[17] O Metrô, por sua vez, disse fazer rondas periódicas no local[18] , mas já no dia da publicação da denúncia dos moradores da região no Jornal da Tarde a empresa solicitou ajuda da Polícia Militar para remover as pessoas que ocupavam o casarão e emitiu nota em que informava ter colocado dois seguranças no local "em caráter permanente"[19] , mas um dia depois deu início aos trabalhos de demolição.[20]

Entre março e abril de 2010 foram anunciados dois empréstimos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor total de mais de um bilhão de dólares, para aquisição de 26 novos trens e do novo sistema de sinalização da linha, para diminuir o tempo de espera nas estações.[1] Em julho foi liberado empréstimo de 766 milhões de reais pelo BNDES.[21] Prevê-se que o custo total da ampliação da linha será de seis bilhões de reais.[10] Com um ano de atraso, a ordem de serviço para o início da construção do trecho até a Chácara Klabin foi assinada em 20 de outubro de 2010, com previsão do início das obras para até o fim de novembro.[10] Alguns dos motivos que causaram o atraso foram uma ação civil pública aberta pelo Ministério Público Estadual em 2009 e contestações apresentadas ao Tribunal de Contas Estadual apresentadas por empreiteiras que queriam participar da concorrência pública.[10] Àquela altura cerca de 60% dos 360 imóveis previstos para ser desapropriados já tinham sido desocupados.[10]

Entretanto, a licitação foi suspensa no final de 2010, após suspeita de conluio de empresas, e com 180 imóveis vagos dentre os 290 originalmente desapropriados pelo estado.[22] Isso ocasionou vários pontos de degradação na região do ao longo das avenidas Ibirapuera e Santo Amaro, com imóveis e terrenos servindo de depósito irregular de lixo, além de reclamações de vizinhos sobre moradores de rua que invadiram muitos dos locais abandonados.[22] O Metrô garantia em janeiro de 2011 que tinha "uma preocupação imensa com esses imóveis" e que haveria demolições em breve, mas enquanto isso haveria vigilância 24 horas nos endereços desapropriados.[23] Segundo relatório da Corregedoria Geral da Administração do Estado de São Paulo, elaborado pouco depois da suspensão da licitação, não se identificou irregularidade na conduta de agentes públicos, mas, sim, entre as empresas que participaram da licitação para a extensão da Linha 5, o que conotaria fraude ao caráter competitivo da licitação.[22] A defesa dos vencedores da licitação ainda não foi feita, mas reportagem do Jornal da Tarde em 31 de janeiro dava como mais provável a realização de novo processo de licitação.[23] Esse novo atraso fez o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, empossado naquele mês de janeiro, avisar que inaugurar a linha inteira até 2014 seria "impossível".[23] . Ele anunciou na Rádio Bandeirantes em 19 de maio de 2011, em entrevista ao jornalista Milton Parron, no programa Ciranda da Cidade, a retomada das obras de expansão da linha, já que não teriam sido comprovadas suspeitas de fraude na licitação.[24]

O governo paulista estava trabalhando com o final de 2013 como prazo de entrega da Estação Adolfo Pinheiro, porém, em julho daquele ano, foi anunciado o adiamento da previsão para 25 de janeiro de 2014.[25] Segundo o secretário dos Transportes, Jurandir Fernandes, a estação já estaria funcionando, para testes, no final de novembro, mas eles preferiram fazer um "marco de abertura oficial", marcando para o aniversário da cidade.[25] Assim, o governo pretendia inaugurar 23 estações, de quatro linhas, ao longo de 2014 (um ano eleitoral), o maior total da história.[25]

Expansão da linha: Capão Redondo ↔ Jardim Ângela[editar | editar código-fonte]

Encontra-se em estudos um projeto de ampliação da Linha 5 até o Terminal Jardim Ângela. Este novo trecho prevê 3,7 quilômetros de extensão e três estações (Parque Santo Dias, São José e Jardim Ângela)[26] , devendo beneficar cerca de novecentas mil pessoas[27] . Em julho de 2013, o governador Geraldo Alckmin anunciou a intenção de obter recursos do governo federal para a obra, estimada em dois bilhões de reais.[27] "Se não puder ser a fundo perdido, pode ser também financiamento", declarou Alckmin.[27]

Datas-marco[editar | editar código-fonte]

Estação subterrânea Largo Treze.
Data Evento
março de 1998 Início dos trabalhos de construção da linha.
20 de outubro de 2002 Inauguração do trecho Capão Redondo-Largo Treze, operando das 10 às 15 horas.[6]
28 de outubro de 2002 Início da operação comercial das 9 às 15 horas.[7]
18 de novembro de 2002 Início da operação comercial das 8 às 15 horas.[28]
16 de dezembro de 2002 Início da operação comercial das 7 às 16 horas.[29]
5 de fevereiro de 2003 Início da operação comercial das 6 às 20 horas.[30]
4 de agosto de 2003 Início da operação comercial das 5 às 22 horas.[31]
10 de agosto de 2008 Início da operação aos domingos e feriados.[32]
17 de agosto de 2009 Início da construção da estação Adolfo Pinheiro.
23 de julho de 2011 Retomada das obras de expansão da linha.[33]
12 de fevereiro de 2014 Inauguração da estação Adolfo Pinheiro.[34]

Estações[editar | editar código-fonte]

Frota da linha[editar | editar código-fonte]

Nesta linha existem oito trens da frota F, sendo cada um com seis carros, totalizando 48 carros. Foram adquiridos 26 trens (156 carros) fabricados pela Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles (CAF), que já começaram a ser entregues. O primeiro trem da nova frota P foi entregue em 11 de novembro de 2013 [[1]] , e a segunda composição já está em processo de acabamento na fábrica brasileira da CAF, em Hortolândia. A meta é entregar todas as composições até junho de 2014. De acordo com o governo, o primeiro trem será inaugurado no aniversário da cidade, junto com a nova estação Adolfo Pinheiro.

Referências

  1. a b c (21 de abril de 2010) "Linha 5 recebe R$ 1,1 bilhão". Jornal da Tarde (14 465): 6A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 21/1/2010.
  2. Bruno Ribeiro. (10 de janeiro de 2013). "Pela 1ª vez, obra do Metrô terá 3 tatuzões". O Estado de S. Paulo (43 549): C6. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931.
  3. "Linha 5 não trará mais ônibus", Jornal da Tarde, 28/6/2008, pág. 7A
  4. a b c "Área nobre dará lugar ao Metrô", Diego Zanchetta, Jornal da Tarde, 27/9/2009, pág. 6A
  5. "Linha Santo Amaro deve passar pelo Ibirapuera", O Estado de S. Paulo, 21/6/1990
  6. a b http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u61395.shtml.
  7. a b http://www.sptrans.com.br/clipping_anteriores/2002/outubro2002/clipping26,27e281002/pagina1.htm#Transporte1
  8. a b c d Felipe Grandin. (26 de abril de 2010). "Governo de SP deixou de investir R$ 1,3 bi no Metrô". Jornal da Tarde (14 490): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 1/5/2010.
  9. "Linha 5 do metrô de São Paulo atrasa e fica para o próximo governo", Alencar Izidoro e Catia Seabre, Folha de S. Paulo, 18/8/2009, acessado em 18/8/2009
  10. a b c d e Bruno Ribeiro. (21 de outubro de 2010). "Linha 5 em obras daqui um mês". Jornal da Tarde (14 668): 4A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  11. "Casas serão monitoradas, diz companhia", Diego Zanchetta, Jornal da Tarde, 27/9/2009, pág. 6A
  12. a b "Metrô inicia obra que liga o Capão à Chácara Klabin", Daniel Gonzales, Jornal da Tarde, 14/8/2009, página 4A
  13. a b Rodrigo Burgarelli. (4 de junho de 2010). "Vestígios de São Paulo sob a Linha 5". Jornal da Tarde (14 529): 8A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 21/1/2010.
  14. Luiz Guilherme Gerbelli. (20 de janeiro de 2010). "Obra do Metrô 'mata' galeria". Jornal da Tarde (14 394): 9A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 21/1/2010.
  15. (20 de janeiro de 2010) "Empresa nega que tenha prometido fazer ligação". Jornal da Tarde (14 394): 9A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 21/1/2010.
  16. Renato Machado e Vitor Hugo Brandalise (25 de março de 2010). Erro em obra do Metrô afeta Detran. O Estado de S. Paulo. Página visitada em 25/3/2010.
  17. a b Mariana Lenharo. (27 de abril de 2010). "Imóvel da Linha 5 é invadido". Jornal da Tarde (14 491): 5A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 1/5/2010.
  18. Mariana Lenharo. (27 de abril de 2010). "Rondas são feitas, diz companhia". Jornal da Tarde (14 491): 5A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 1/5/2010.
  19. Mariana Lenharo. (28 de abril de 2010). "Imóvel da Linha 5 ganha vigia". Jornal da Tarde (14 492): 6A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 1/5/2010.
  20. Mariana Lenharo. (29 de abril de 2010). "Imóvel da Linha 5 é demolido". Jornal da Tarde (14 493): 6A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 1/5/2010.
  21. (3 de julho de 2010) "BNDES libera R$ 766 mi para a Linha 5 do Metrô". Jornal da Tarde (14 558): 4A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  22. a b c Rodrigo Brancatelli. (31 de janeiro de 2011). "Imóveis abandonados pelo Metrô degradam zona sul". Jornal da Tarde (14 770): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 6/2/2011.
  23. a b c Rodrigo Brancatelli. (31 de janeiro de 2011). "Empresa promete ações para solucionar os problemas". Jornal da Tarde (14 770): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  24. http://radiobandeirantes.com.br/notas.asp?ID=482994
  25. a b c Caio do Valle. (2 de julho de 2013). "Metrô adia entrega de três estações". O Estado de S. Paulo (43 722): A16. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931.
  26. Linha 5-Lilás será expandida até Jardim Ângela. R7 (11 de março de 2011). Página visitada em 27 de maio de 2011.
  27. a b c Caio do Valle. (2 de julho de 2013). "Alckmin vai a Dilma por verba para o Metrô". O Estado de S. Paulo (43 722): A6. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931.
  28. http://www.sptrans.com.br/clipping_anteriores/2002/novembro2002/clipping191102/pagina1.htm#Transporte7
  29. http://www.sptrans.com.br/clipping_anteriores/2002/dezembro2002/clipping14,15e161202/pagina1.htm#Transporte4
  30. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u68255.shtml
  31. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u79598.shtml
  32. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u431792.shtml
  33. http://diariodacptm.blogspot.com/2011/07/governador-da-inicio-as-obras-de.html
  34. http://www.dgabc.com.br/Noticia/510121/alckmin-inaugura-estacao-do-metro-e-rebate-atraso?referencia=minuto-a-minuto-topo

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]