Linha 6 do Metrô de São Paulo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Gnome globe current event.svg
Este artigo ou secção contém informações sobre uma construção futura.
É provável que contenha informações de natureza especulativa, e seu conteúdo pode mudar drasticamente.
Tower crane colorize.png

Linha 6 - Laranja
Inauguração
Estações 16 (em projeto)
Comprimento
Estado Em Projeto
Unknown route-map component "uexABZrd"
Ligação com o Pátio Morro Grande
Unknown route-map component "uexBHF"
Brasilândia
Unknown route-map component "uexBHF"
Vila Cardoso
Unknown route-map component "uexBHF"
Itaberaba
Unknown route-map component "uexBHF"
João Paulo I
Unknown route-map component "uexBHF"
Freguesia do Ó
Unknown route-map component "uexBHF"
Santa Marina
Unknown route-map component "uexCPICm"
Água Branca
Unknown route-map component "uexBHF"
SESC-Pompéia
Unknown route-map component "uexBHF"
Perdizes
Unknown route-map component "uexBHF"
PUC-Cardoso de Almeida
Unknown route-map component "uexBHF"
Angélica-Pacaembu
Unknown route-map component "uexCPICm"
Higienópolis-Mackenzie
Unknown route-map component "uexBHF"
14 Bis
Unknown route-map component "uexCPICm"
São Joaquim

A Linha 6 - Laranja é um projeto da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Na sua primeira fase, ligará a estação São Joaquim, já existente na Linha 1-Azul, a uma futura estação a ser construída no bairro de Brasilândia. Numa segunda fase será estendida até Pirituba, na zona norte, e ao Jardim Anália Franco, na zona leste. As obras estavam previstas para ser iniciadas em 2013, com término em 2017,[1] prazo depois alterado para uma entrega parcial em 2018.[2] Por passar próximo a diversas faculdades, como FMU, PUC, Mackenzie e FAAP, foi apelidada de "Linha das Universidades".[3]

Histórico[editar | editar código-fonte]

Esta nova linha fará conexão com a Linha 7-Rubi da CPTM e as linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô, mais outras duas linhas em projeto do Metrô ainda sem cronograma definido, ligando as regiões Noroeste, Oeste, Centro e Sudeste-leste de São Paulo,[4] perfazendo 18,4 quilômetros de extensão, com dezessete estações.[5] A demanda prevista para essa linha é de 600 mil passageiros por dia.[6] Em 2008 a previsão era de que as obras começassem até 2010, com previsão de início parcial das operações em 2012 e funcionamento total até o início de 2015[5] , mas dois anos depois já se previa que o projeto executivo só seria finalizado em 2011, com as primeiras estações abertas entre 2013 e 2014 ou até em 2016, segundo alguns engenheiros do Metrô.[7]

Em 25 de março de 2008, o governo estadual e a prefeitura de São Paulo se comprometeram a entregar a nova linha do metrô até 2012. A gestão municipal repassou ao estado em 26 de maio[8] 75 milhões de reais para bancar os projetos preliminares para construção dessa linha.[9] [10] A princípio, a operação da linha ficará a cargo do Metrô, mas ainda existe a possibilidade de se fazer uma Parceria Público-Privada.[11] Segundo o secretário José Luiz Portella, em declaração de 2008, "duas ou três estações" poderiam ser inauguradas em 2011.[8]

Na outra ponta da linha, o governador José Serra anunciou em 4 de dezembro de 2008 que haveria dois ramais saindo da Freguesia do Ó na direção da periferia da Zona Norte, um em Brasilândia, ao lado de um terminal de ônibus que está em estudo pela prefeitura, e outro na Vila Nova Cachoeirinha, no Largo do Japonês, ao lado de um terminal de ônibus já existente.[5] Seria a primeira vez que o metrô paulistano usaria trajeto em forma de "Y", algo que já existe nos Estados Unidos, na Europa e na Austrália,[5] além de existir também em outros sistemas brasileiros, como o Metrô de Brasília. O diretor de planejamento do Metrô, Marcos Kassab, explicou que não seria necessário fazer baldeação na estação Freguesia do Ó, porque trens passariam com destinos diferentes alternadamente pela linha.[5] A ideia acabou abandonada, e o edital de concurso seria feito apenas com o ramal até Brasilândia.

O governo de São Paulo não repassou os setenta milhões de reais que constavam do orçamento da obra para 2009.[12] Em 2010 o projeto previa que a linha tivesse dezesseis quilômetros[7] , entre a Freguesia do Ó e a estação São Joaquim, da Linha 1-Azul. No ano seguinte passou-se a falar em extensões até o Jardim Anália Franco a leste, com integração com a Linha 10-Turquesa da CPTM na região da Mooca, e até Pirituba a norte, com integração com a Linha 7-Rubi da CPTM[3] , para atender um centro de eventos que a Prefeitura pretende construir na região[13] . Com isso, a linha poderia desafogar a Linha 2-Verde, que já demonstrava sinais de saturação.[3] Essas extensões foram divulgadas antes do aval do governador Geraldo Alckmin sobre a mudança de traçado.[3] Segundo o Jornal da Tarde, a Linha 6 passou a ganhar prioridade do governo estadual por causa dos imbróglios envolvendo a extensão da Linha 5, cujas obras encontravam-se paralisadas desde o final de 2010.[3]

Polêmica[editar | editar código-fonte]

O projeto funcional da linha foi divulgado em junho de 2010 e mencionava a desapropriação de 350 imóveis comerciais e residenciais ao longo da linha, incluindo a sede da escola de samba Vai-Vai, na Bela Vista, e uma unidade dos supermercados Pão de Açúcar em Higienópolis, esta para dar lugar à Estação Angélica.[7] O Jornal da Tarde notou no edital das desapropriações uma preocupação em evitar a desapropriação de imóveis residenciais em bairros centrais e mais valorizados, o que não teria ocorrido na periferia.[7] Em maio de 2011 o Metrô divulgou que não mais construiria a Estação Angélica. Uma matéria da Folha de S. Paulo tinha falado em um abaixo-assinado de 3,5 mil moradores do bairro contra a estação, mas o presidente do Metrô à época, Sérgio Avelleda, garantiu que a decisão foi técnica, pois a Estação Angélica ficaria a apenas quinhentos metros da estação seguinte, o que acarretaria congestionamentos de trens e problemas para os passageiros.[14]

A estação passaria a ficar "em algum ponto entre a Praça Charles Miller e a Avenida Angélica", dependendo de estudos técnicos para o Metrô chegar a uma nova localização.[14] "Podemos atender a esse público sem necessariamente estar na esquina da Angélica", avisou Avelleda. "Mas haverá, sim, uma estação no meio do bairro."[14] Apesar da negativa do Metrô de que a solicitação de alguns moradores do bairro tivesse alguma influência na decisão, o assunto causou polêmica nas redes sociais[14] , chegando a ser o mais comentado na rede Twitter no Brasil, e gerou um novo abaixo-assinado, desta vez virtual e a favor da construção da estação no local previsto originalmente, além de um convite no sítio de relacionamentos Facebook para um churrasco pretensamente popular em frente ao Shopping Pátio Higienópolis.[15] O Metrô definiu em junho o local onde pretende construir a estação, agora batizada de Angélica-Pacaembu: ela ficará na Rua Sergipe, entre as ruas Ceará e Bahia. Haverá ainda outras duas saídas, uma na Rua Bahia, para o Pacaembu, e outra para a Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP).[16]

O Metrô inicialmente havia estudado oito traçados diferentes para a linha, e o traçado definido interfere menos em bairros nobres.[17] O Jornal da Tarde questionou o Metrô sobre a decisão e não obteve resposta, mas o presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos do Metrô disse à reportagem do jornal que as decisões teriam sido provavelmente orientadas por questões de topografia e desapropriação.[17] "Todos os parâmetros são simulados para se chegar, técnica e economicamente, ao melhor traçado", explicou. "Em lugares com mais edificações, o custo [com desapropriações] é mais elevado."[17] Ele se referia aos casos de Higienópolis e Perdizes, onde o metro quadrado é mais caro.[17] Entretanto, os desvios acarretarão em uma maior distância entre as estações homônimas Higienópolis-Mackenzie, pois a da Linha 4 ficará próxima à Universidade Mackenzie, na Rua Piauí, enquanto a da Linha 6 ficará sob a esquina das ruas da Consolação e Sergipe.[17] Com isso, deverá ser necessária a construção de um corredor de ligação com esteiras rolantes, no mesmo molde do que existe entre as estações Consolação, da Linha 2, e Paulista, da Linha 4, que nos horários de pico costuma ficar superlotado.[17]

O Metrô também esbarrou num impasse com uma construtora, que pretendia erguer um edifício comercial na esquina da Avenida Pompeia com a Rua Venâncio Aires, num terreno que deveria ser desapropriado para a criação de um acesso à Estação Sesc-Pompeia.[18]

Projeto e construção[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2011 o governo estadual anunciou que pretendia fazer todos os investimentos em obras civis, mas deveria fazer uma parceria público-privada (PPP) similar à da Linha 4-Amarela para a aquisição e instalação de trens e de sistemas operacionais e de energização.[3] O edital de chamamento público para convocar os interessados na PPP foi publicado em 6 de outubro.[19] Na ocasião previa-se que o edital final, para construção (avaliada em dez bilhões de reais), seria lançado em 2012.[19] No edital constava o trajeto prioritário entre Brasilândia e a Estação São Joaquim, além de dois trechos adicionais, até Cidade Líder, a leste, e até a Rodovia dos Bandeirantes, a oeste.[19] Se tudo for concluído, a linha se tornará, com 33 estações, a maior da rede metroviária.[19]

O projeto original foi alterado já no fim de 2011, com alterações como os acessos de estações a ser construídos no lugar de imóveis tombados.[20] Em janeiro de 2012 o JT listou 26 imóveis tombados nas proximidades da linha, entre casarões, sobrados, fábricas e escolas.[21] No caso dos que seriam demolidos, o Metrô decidiu então incorporá-los à construção, mantendo os elementos arquitetônicos das fachadas, como no caso do acesso à Estação Bela Vista, em sobrados localizados nos números 1 512 e 1 523 da Avenida Brigadeiro Luís Antônio.[20] "Os usuários vão entrar pelos imóveis. Em um deles, hoje há um bar", exemplificou o gerente de Concepção de Arquitetura do Metrô, Alfredo Nery Filho, ao JT em janeiro de 2012, citando o caso da estação na Bela Vista.[21] "Poderíamos redesenhar o acesso e não usar esses imóveis. Mas, como o Conpresp tinha interesse em recuperá-los, decidimos usá-los e restaurá-los conforme a técnica exigida pelo órgão de proteção."[21] Já no caso da Estação São Joaquim, as casas nos números 34, 36, 44 e 46 da Rua Pirapitingui não serão desapropriadas, pois o Metrô optou por diminuir o máximo possível o acesso para poupar os imóveis.[21]

O projeto preliminar, apresentado em abril de 2012, definia que a linha teria as estações mais profundas do sistema, com a Estação Cardoso de Almeida tendo 58 metros de profundidade e vinte escadas rolantes.[22] Já a Estação São Joaquim terá 32 escadas rolantes, apesar de menos profunda (45 metros).[22] As estações Brasilândia e Estação Vila Cardoso deverão ser interligadas com terminais de ônibus.[22]

Naquela época previa-se que o custo dos primeiros 15,9 quilômetros da linha, entre Brasilândia e São Joaquim, seria de doze bilhões de reais, com início das obras em março de 2013, entrega parcial (entre Brasilândia e Água Branca, com sete estações) em 2016 e entrega total em 2020.[20] Do total investido, previa-se que 570 milhões de reais seriam usados para indenizações com desapropriações.[20] Era considerada, em 2013, a maior parceria público–privada do Brasil.[23]

O edital para contratação das obras estava previsto para ser publicado em dezembro de 2012, e o governo estadual pretendia que essa fosse a primeira linha paulista a ser construída e operada pelo mesmo consórcio privado.[24] O sindicato dos metroviários, entretanto, discordava do modelo de privatização, como manifestado por seu presidente em setembro daquele ano: "Em nossa visão, o transporte não pode observar o lucro, mas, sim, o direito da população de se locomover na cidade."[24] No início de 2013, previa-se que o consórcio vencedor da licitação seria anunciado em maio[18] , porém nenhuma empresa apresentou propostas para a linha e, no início de agosto, o governo estadual informou que o edital seria "relançado rapidamente"[25] , pois o projeto era considerado "prioritário"[23] . Para Alckmin, o edital teria fracassado devido a dúvidas manifestadas pelas empresas sobre pontos relacionados à licitação, "especialmente envolvendo os valores para desembolso de desapropriação de imóveis e para o aporte do financiamento inicial das obras".[25] Assim, o governo optou por ceder em relação a alguns pontos que preocupavam os possíveis interessados, como o pagamento de desapropriações e assentamentos de famílias, que passou a ser responsabilidade do Estado, em vez de ser dividida entre as duas partes, como inicialmente previsto.[26] A data-base para o cálculo dos valores do contrato também foi alterada, de janeiro de 2012 para agosto de 2013.[26]

Apenas um grupo demonstrou interesse na nova licitação e acabou vencendo-a:[27] o consórcio Move São Paulo, formado por Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC Participações e Fundo Eco Realty.[2] A homologação seria feita em 6 de novembro, mas, como o consórcio vencedor precisaria constituir uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), a assinatura do contrato deveria demorar ainda cerca de 45 dias.[27] Para o secretário estadual de Transportes, Jurandir Fernandes, as obras teriam início em 2014: "Depois [da assinatura do contrato], nós vamos começar as desapropriações. O negócio é demorado. As desapropriações devem ir, para começar a abrir frentes de trabalho, até março ou abril. A obra física da linha você vai ver nessa época."[27]

O contrato foi assinado em 18 de dezembro, quando Alckmin anunciou que a linha seria aberta parcialmente em 2018,[2] uma nova extensão do prazo de entrega. A entrega total da linha estava prevista para 2020.[2] O prazo de início das obras ainda estava previsto para o primeiro semestre de 2014.[2]

Características[editar | editar código-fonte]

Como a linha deverá ser totalmente subterrânea, o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, disse em setembro de 2012 que ela deveria ser "uma das mais difíceis" de ser construídas.[24] O motivo para isso é que ela cortará a cidade em regiões com muita diferença de altitude.[24] "Ela vai passar varrendo altos e baixos", explicou Fernandes. "Ela passa, por exemplo, na região alta onde está a PUC, na Rua Cardoso de Almeida, e depois embaixo da Avenida Pacaembu. Mas a linha não pode ter subidas e descidas. Ela vai quase que num plano."[24] Para facilitar o acesso às plataformas, o Metrô cogitava usar elevadores de grande capacidade e muitas escadas rolantes.[24]

A média diária prevista para a Linha 6 é de seiscentos mil[19] [2] a oitocentos mil[3] passageiros.

Projetos de estações[editar | editar código-fonte]

A seguir é apresentada a lista de estações planejadas para a Linha 6.[28]

Estações com projeto avançado (trecho Brasilândia–São Joaquim)[editar | editar código-fonte]

Lista de estações apresentadas oficalmente em audiências públicas:

Nome da estação Integrações Distrito
Brasilândia Brasilândia
Vila Cardoso Freguesia do Ó
Itaberaba/Hospital Vila Penteado Freguesia do Ó
João Paulo I Freguesia do Ó
Freguesia do Ó Freguesia do Ó
Santa Marina Lapa
Água Branca 25 railtransportation.svg Linha 7 - Rubi (CPTM) e Linha 8 - Diamante (CPTM) Lapa
Pompeia Perdizes
Perdizes Perdizes
PUC - Cardoso de Almeida Perdizes
Angélica-Pacaembu Consolação
Higienópolis-Mackenzie 25 railtransportation.svg Linha 4 - Amarela (ViaQuatro) Consolação
14 Bis Bela Vista
Bela Vista Bela Vista
São Joaquim 25 railtransportation.svg Linha 1 - Azul (Metrô) Liberdade

Estações em estudo (trecho Bandeirantes–Brasilândia)[editar | editar código-fonte]

Lista de estações em estudo, apresentadas pelo metrô no congresso Cresce Brasil da Federação Nacional dos Engenheiros.[29]

Nome da estação Integrações
Bandeirantes
Vila Clarice 25 railtransportation.svg Linha 7-Rubi (CPTM)
Centro de Convenções Pirituba
Velha Campinas
Morro Grande

Estações em estudo (trecho São Joaquim–Jardim Marília)[editar | editar código-fonte]

Lista de estações em estudo, apresentadas pelo metrô no congresso Cresce Brasil da Federação Nacional dos Engenheiros.[29] Não há prazo para conclusão do estudo.[22]

Nome da estação Integrações
Aclimação (Lavapés)
Glicério
Alberto Lyon Aiga bus.svg Expresso Tiradentes
Henry Ford (Cambuci) 25 railtransportation.svg Linha 10 - Turquesa (CPTM)
Parque da Mooca (Tabajaras)
Vila Bertioga
Vila Canero
Anália Franco 25 railtransportation.svg Linha 2 - Verde (Metrô)
Montemagno
Renata
João XXIII
Vila Antonieta
Jardim Marília

Referências

  1. Metrô agora prevê linha 6 só para 2017. Folha.com (25 de fevereiro de 2011). Página visitada em 25/2/2011.
  2. a b c d e f Caio do Valle. (19 de dezembro de 2013). "Linha das faculdades será aberta em 2018". O Estado de S. Paulo (43 892): A18. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931. Página visitada em 20/12/2013.
  3. a b c d e f g Eduardo Reina e Renato Machado. (18 de fevereiro de 2011). "Nova linha do Metrô irá até Anália Franco". Jornal da Tarde (14 788): 4A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  4. Sítio Oficial da Companhia do Metropolitano de São Paulo
  5. a b c d e "Linha 6 do Metrô terá ramal até Brasilândia", Daniel Gonzales, Jornal da Tarde, 5/12/2008, pág. 5A
  6. "Linha 6 chegará às vilas Nova Cachoeirinha e Brasilândia", Portal do Governo do Estado de São Paulo, 4/12/2008
  7. a b c d Rodrigo Brancatelli e Eduardo Reina. (10 de junho de 2010). "Linha 6 vai derrubar até 350 imóveis". Jornal da Tarde (14 537): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 19/6/2010.
  8. a b "Linha da Freguesia do Ó recebe R$ 75 milhões", Daniel Gonzales, Jornal da Tarde, 27/5/2008, pág. 4A
  9. "Serra promete iniciar Linha 6 do Metrô em sua gestão", O Estado de S.Paulo, 25 de março de 2008
  10. "Serra promete iniciar Linha 6 do metrô em sua gestão; obra será entregue em 2012", Uol Notícias, 25 de março de 2008
  11. "Metrô vai ganhar Linha 6 em 2012", Daniel Gonzales, Jornal da Tarde, 26/3/2008, pág. 4A
  12. Felipe Grandin. (26 de abril de 2010). "Governo de SP deixou de investir R$ 1,3 bi no Metrô". Jornal da Tarde (14 490): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 1/5/2010.
  13. Eduardo Reina e Renato Machado. (18 de fevereiro de 2011). "Ligação de norte a leste". Jornal da Tarde (14 788): 4A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  14. a b c d James Cimino (11 de maio de 2011). "Estação continuará em Higienópolis", diz presidente do Metrô. Veja São Paulo. Página visitada em 12/5/2011.
  15. Gabriel Pinheiro e Renato Machado. (12 de maio de 2011). "Metrô muda de Higienópolis e causa protesto". Jornal da Tarde (14 871): 6A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 12/5/2011.
  16. Renato Machado e Vitor Hugo Brandalise (17 de junho de 2011). Metrô define Estação Angélica: 2 saídas no Pacaembu e uma em Higienópolis. Estadão.com. Página visitada em 20/7/2011.
  17. a b c d e f Caio do Valle. (12 de abril de 2012). "Linha 6 poupa áreas nobres". Jornal da Tarde (15 207): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 14/4/2012.
  18. a b Caio do Valle. (14 de fevereiro de 2013). "Projeto de prédio na Pompeia está no caminho do Metrô". O Estado de S. Paulo (43 584): C5. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931.
  19. a b c d e Adriana Ferraz e Bruno Ribeiro. (6 de outubro de 2011). "Linha 6-Laranja: do centro a Brasilândia em 25 minutos" (em português). Jornal da Tarde (15 018): 11A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  20. a b c d (12 de abril de 2012) "Bens tombados alteraram parte do projeto original". Jornal da Tarde (15 207): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  21. a b c d Caio do Valle. (11 de janeiro de 2012). "Metrô refaz projeto para salvar prédios". Jornal da Tarde (15 115): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X. Página visitada em 14/4/2012.
  22. a b c d (12 de abril de 2012) "Ramal terá estações mais profundas do sistema". Jornal da Tarde (15 207): 3A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  23. a b Tiago Dantas. (31 de julho de 2013). "PPP de R$ 8 bi da Linha 6 não tem interessado". O Estado de S. Paulo (43 751): A21. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931.
  24. a b c d e f Caio do Valle. (12 de setembro de 2012). "Linha 6-Laranja será difícil de ser construída". Jornal da Tarde (15 360): 4A. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 1516294X.
  25. a b Tiago Dantas. (1 de agosto de 2013). "Alckmin vai relançar edital da Linha 6". O Estado de S. Paulo (43 752): A18. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931.
  26. a b Tiago Dantas. (9 de agosto de 2013). "Governo assume desapropriações da futura da Linha 6". O Estado de S. Paulo (43 760): A17. São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. ISSN 15162931.
  27. a b c Caio do Valle (6 de novembro de 2013). Após atraso de dois anos, de linha até dezembro. Estadão.com. Página visitada em 6/11/2013.
  28. Companhia do Metropolitano de São Paulo. Linha 6 laranja - Audiência Pública. Página visitada em 10/05/2011.
  29. a b Federação Nacional dos Engenheiros (16 de maio de 2011). Seminário Cresce Brasil. Página visitada em 3 de junho de 2011.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]