Biritiba Mirim
| Município de Biritiba Mirim | |||||
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Praça Municipal de Biritibamirim |
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| Hino | |||||
| Fundação | 5 de maio de 1873 | ||||
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| Gentílico | biritibano | ||||
| Prefeito(a) | Carlos Alberto Taino Júnior (PSDB) (2013–2016) |
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| Localização | |||||
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Localização de Biritiba Mirim em São Paulo
Localização de Biritiba Mirim no Brasil |
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Metropolitana de São Paulo IBGE/2008 1 | ||||
| Microrregião | Mogi das Cruzes IBGE/2008 1 | ||||
| Região metropolitana | São Paulo | ||||
| Municípios limítrofes | Norte: Guararema; Leste: Salesópolis; Sul: Bertioga e Oeste: Mogi das Cruzes |
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| Distância até a capital | 84 km2 | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 316,717 km² 3 | ||||
| População | 28 573 hab. (SP: 196º) – Censo IBGE/20104 | ||||
| Densidade | 90,22 hab./km² | ||||
| Clima | subtropical Cfb | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,75 médio PNUD/2000 5 | ||||
| PIB | R$ 223 760,776 mil IBGE/20086 | ||||
| PIB per capita | R$ 7 660,94 IBGE/20086 | ||||
| Página oficial | |||||
Biritiba Mirimnota 1 é um município na Microrregião de Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
Índice |
Topônimo [editar]
O nome biritibamirim veio da língua tupi, significando "pequeno ajuntamento de juncos", através da junção de pi'ri, "Rhinchospora cephalotes" (um tipo de junco)7 , tyba, "ajuntamento"8 e mirim, "pequeno"9 .
História [editar]
O território de Biritiba Mirim pertenceu a Mogi das Cruzes até o ano de 1963. Explorado durante muito tempo por sertanistas e bandeirantes, o local só veio a se constituir em povoado por volta de 1820. Desde o período colonial, moradores e representantes da administração de Mogi das Cruzes já andavam pela região, servida pelas águas do Rio Tietê - fonte segura de sobrevivência e de locomoção geográfica àqueles que se predispunham a desbravar matas tão fechadas. Não se pode negar que o local tenha sido ponto de passagem dos Bandeirantes e viajantes que expandiram os limites territoriais do Brasil Colonial e, consequentemente, dos domínios do rei de Portugal. Até 1820, o povoado que havia se formado em torno da Capela de São Benedito contava com um número muitas vezes maior de habitantes do que o do bairro de Santa Catarina, tanto é que em 1882 a administração de Mogi das Cruzes criou na localidade um distrito policial. Tornou-se município em 1964, quando se emancipou de Mogi das Cruzes.
Geografia [editar]
A população estimada em 2008 era de 29 208 habitantes e a área é de 316,8 km², o que resulta numa densidade demográfica de 108,43 hab/km².
Altitude: 780 m
Seus limites são Guararema a norte, Salesópolis a leste, Bertioga a sul e Mogi das Cruzes a oeste e noroeste.
Quanto à paisagem, ao redor do perímetro urbano, situam-se a agricultura (olericultura e floricultura).
O clima da cidade, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é o subtropical. A média de temperatura anual gira em torno dos 18Cº, sendo o mês mais frio Julho (média de 14°C) e o mais quente Fevereiro (Média de 22°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1 400 mm.
Afastando-se do centro urbano, encontra-se o reflorestamento, caracterizando a diversidade de elementos na paisagem, por conta das atividades antrópicas, inclusa aí, a Barragem de Ponte Nova, no lado leste do município. Encaminhando-se para o sul, até o limite territorial, depara-se com a Mata Atlântica, esta a única região que apresenta alto grau de mata nativa. Como singularidade encontra-se alguns pontos de destaque, no relevo da região do Planalto Paulista. São eles Pedra do Garrafão e Pedra do Sapo.
Como intrusões visuais, deve-se destacar a Represa dos Andes, localizado no sul de Biritiba (distante 15 km em linha reta), literalmente inserida na Mata Atlântica, com aproximadamente 2 (dois) alqueires da área. Além dessa, há que se mencionar a Agricultura como fator de destaque visual na paisagem, formando uma "Concha de Retalhos". O reflorestamento apresenta-se também como forte intrusão visual em diversas áreas do município.
Demografia [editar]
Dados do Censo - 2000
População total: 24 653
- Urbana: 20 778
- Rural: 3 875
- Homens: 12 501
- Mulheres: 12 152
Densidade demográfica (hab./km²): 77,82
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 19,62
Expectativa de vida (anos): 69,33
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,41
Taxa de alfabetização: 86,71%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,750
- IDH-M Renda: 0,688
- IDH-M Longevidade: 0,739
- IDH-M Educação: 0,824
(Fonte: IPEADATA)
Hidrografia [editar]
Os rios que atravessam o município e limitam seu território são: Rio Tietê, Ribeirão do Biritiba, Rio Itatinga, Rio Itapanhaú, Córrego Lideiro, Rio Parnaíba, Córrego da Fazendinha, Ribeirão Putim, Córrego do Jõao Melo (Córrego da Fazenda ou Córrego Léo), Ribeirão da Fazenda São José, Ribeirão Alegre ou Peroba, Córrego do Capinzal, Ribeirão Guacá, Ribeirão das Pedras, Rio Claro, Ribeirão do Itaim, Ribeirão do Campo no qual localiza-se a Barragem Ribeirão do Campo (Sabesp) que fornece água para a região da Grande São Paulo.
Rodovias [editar]
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista. Página visitada em 26 de janeiro de 2011.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
- ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 338
- ↑ http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
- ↑ http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
Notas
- ↑ Pelas normas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico de 1945 (e referendadas pelo Acordo Ortográfico de 1990), o pospositivo mirim, do tupi mi'ri 'pequeno', não é ligado por hífen quando o primeiro elemento acaba em vogal átona, portanto o nome correto deveria ser Biritibamirim.
