Extrema-esquerda

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Extrema-esquerda, dentro do conceito da existência de uma esquerda e direita, é um termo empregado em muitos países da Europa e das Américas para designar correntes políticas situadas à esquerda dos partidos socialistas e dos partidos comunistas tradicionais.1 Assim, pode aplicar-se genericamente a qualquer partido de esquerda mais radical do que os partidos comunistas criados a partir da III Internacional, ou aos movimentos revolucionários anticapitalistas, situados à esquerda dos movimentos reformistas e da esquerda antiliberal.

Embora geralmente defendam reformas radicais do sistema social, político e econômico, distribuição equitativa da riqueza e descentralização do controle dos meios de produção, não são necessariamente marxistas, ainda que frequentemente sejam relacionadas ao marxismo.

Para certos setores da extrema esquerda, os partidos comunistas expressam a degeneração do regime soviético em capitalismo ditatorial de Estado ou se converteram em partidos burgueses, ao aceitar a participação no modelo parlamentar usual.

Radicalmente oposta à extrema-direita no espectro ideológico, atualmente uma das linhas de atuação da extrema esquerda é a oposição, de caráter internacionalista, às políticas de globalização financeira e ideológica.

Muitas correntes políticas designadas como de "extrema esquerda" rejeitam essa designação, por sua possível associação ao extremismo. Consideram uma melhor denominação como sendo socialistas revolucionários.

Extrema-esquerda no Brasil[editar | editar código-fonte]

Exemplo de grupos ou partidos supostamente pertencentes à extrema-esquerda no Brasil, mas que participam de eleições, são o Partido Comunista Brasileiro (PCB), Partido Comunista Revolucionário (PCR), a Insurgência, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), a Liberdade, Socialismo e Revolução (LSR), o Partido da Causa Operária (PCO) e a Corrente Socialista dos Trabalhadores (CST).

Obviamente, grupos políticos como o Movimento Estudantil Popular Revolucionário, que são antirrevisionistas ou organizações e grupos de orientação libertária e anarquista também são exemplos da esquerda radical, que rejeitam o capitalismo e o poder representativo do Estado burguês. Dentre algumas organizações, da corrente especifista do anarquismo pode-se citar a Federação Anarquista Gaúcha (FAG) e a Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

- Pensamento Econômico, Evolução Histórica, Professor Lauro Campos Editora Universidade de Brasília, 1967 - 1970.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Segundo Serge Cosseron (Dictionnaire de l'extrême gauche, p. 20), a expressão se aplica a "todos os movimentos situados à esquerda do partido comunista".
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