Fundação Nacional do Índio

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Fundação Nacional do Índio
Funai
Fundação Nacional do Índio
Resumo da agência
Formada 5 de dezembro de 1967 (47 anos)
Órgãos precedentes Serviço de Proteção ao Índio (SPI)
Sede Brasília (DF)
Ministros responsáveis José Eduardo Cardozo, Ministério da Justiça
Executivos da agência Maria Augusta Boulitreau Assirati, Presidente
Sítio oficial funai.gov.br
Política indigenista
Álvaro Villas Bôas, o mais novo dos irmãos não chegou a fazer trabalho de campo como os três irmãos mais velhos mas foi presidente da Funai na década de 1980.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) é o órgão do Governo Federal brasileiro que estabelece e executa a política indigenista no Brasil, dando cumprimento ao que determina a Constituição brasileira de 1988.

História[editar | editar código-fonte]

A Funai foi criada em 5 de dezembro de 1967 pela lei nº 5.371, durante o governo do presidente Costa e Silva, em substituição do "Serviço de Proteção ao Índio" (SPI), este por sua vez criado em 1910.

Compete à Funai promover a educação básica aos índios, demarcar, assegurar e proteger as terras por eles tradicionalmente ocupadas, estimular o desenvolvimento de estudos e levantamentos sobre os grupos indígenas. A Fundação tem, ainda, a responsabilidade de defender as comunidades indígenas; de despertar o interesse da sociedade nacional pelos índios e suas causas; e de gerir o seu patrimônio e fiscalizar suas terras, impedindo ações predatórias de garimpeiros, posseiros, madeireiros e quaisquer outras que ocorram dentro de seus limites e que representem um risco à vida e à preservação desses povos.

A Funai foi criada em 5 de dezembro de 1967 pela lei nº 5.371, durante o governo do presidente Costa e Silva, em substituição do "Serviço de Proteção ao Índio" (SPI), este por sua vez criado em 1910.

Compete à Funai promover a educação básica aos índios, demarcar, assegurar e proteger as terras por eles tradicionalmente ocupadas, estimular o desenvolvimento de estudos e levantamentos sobre os grupos indígenas. A Fundação tem, ainda, a responsabilidade de defender as comunidades indígenas; de despertar o interesse da sociedade nacional pelos índios e suas causas; e de gerir o seu patrimônio e fiscalizar suas terras, impedindo ações predatórias de garimpeiros, posseiros, madeireiros e quaisquer outras que ocorram dentro de seus limites e que representem um risco à vida e à preservação desses povos.

Fatos recentes[editar | editar código-fonte]

Em 2013, em meio a maior crise indígena do governo Dilma Rousseff, a presidente Marta Maria do Azevedo Amaral deixou o cargo por problemas de saúde.[1]

Desde então, a FUNAI possui uma presidente interina, Maria Augusta Boulitreau Assirati, e enfrenta a maior crise de sua história.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Em meio à crise, presidente da Funai deixa o governo (em português) Folha de São Paulo (07/06/2013). Visitado em 07/06/2013.
  2. Ex-presidentes da Funai analisam ataque aos direitos indígenas (em português) Blog do Felipe Milanez — Carta Capital (01/10/2013). Visitado em 20/02/2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikcionário
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