Ives Gandra Martins

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Ives Gandra da Silva Martins (São Paulo, 12 de fevereiro de 1935) é um advogado tributarista, professor, escritor e jurista brasileiro, conhecido por suas posições políticas e pessoais conservadoras.

Atualmente é fundador e presidente honorário do Centro de Extensão Universitária/ Instituto Internacional de Ciências Sociais – CEU/ IICS, professor emérito da Universidade Mackenzie e doutor honoris causa pela PUC-PR1 Pontifícia Universidade Católica do Paraná e professor honoris causa das Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU e Centro Universitário FIEO.

No Exterior, é catedrático da Universidade do Minho (Portugal), professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia) e Doutor Honoris Causa da Universidade de Craiova (Romênia).

Membro das Academias Paulista de Letras, Paulista de Direito, Paulista de Letras Jurídicas, Paulista de História, Paulista de Educação, Internacional de Cultura Portuguesa (Lisboa), Internacional de Direito e Economia, Cristã de Letras, Brasileira de Filosofia, Brasileira de Letras Jurídicas, Brasileira de Direito Tributário, Brasileira de Direito Constitucional, do Instituto dos Advogados de São Paulo, conselheiro vitalício do Conselho Deliberativo e ex-presidente do Conselho Consultivo do São Paulo Futebol Clube. Membro honorário da União dos Juristas Romenos.

Ives Gandra foi um dos primeiros brasileiros a ingressar no Opus Dei. Costuma escrever artigos apologistas da prelazia.

Tem relação próxima com os militares brasileiros, em especial do exército, por conta de sua longa carreira como professor nas escolas de preparo de oficiais (Professor Emérito das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército – ECEME e Superior de Guerra – ESG). Costuma também manifestar-se em artigos e nos meios de comunicação, considerando o período militar do regime de exceção para explicar o papel dos militares nele. Rompeu com o Governo Castelo Branco em 1965, quando da edição do AI nº. 2, que extinguiu os partidos e impediu as eleições de 1965. Teve em 13 de fevereiro de 1969, um pedido de confisco de seus bens e abertura de um Inquérito Policial Militar pelo Governo, arquivado poucos dias depois no Ministério da Justiça.

Foi biografado em um documentário em 2005 por José Sales Neto, com direção do advogado Luís Carlos Gomes e participação especial da escritora Lygia Fagundes Telles, de seu irmão, o maestro João Carlos Martins e do poeta Paulo Bomfim. 

Autor de mais de 83 livros individualmente e 350 em conjunto sobre: Direito, Economia, Filosofia, Política, História, Literatura, Sociologia e Música, com obras publicadas em 21 países: Alemanha, Angola, Argentina, Bahamas, Bélgica, Brasil, Bulgária, Cabo Verde, Canadá, Espanha, Estados Unidos da América, França, Holanda, Inglaterra, Japão, Peru, Portugal, Romênia, Rússia, China e México. 

Formação acadêmica[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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