Le Père Goriot

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Le Pére Goriot
BalzacOldGoriot01.jpg
Honoré de Balzac, Old Goriot. Philadelphia: George Barrie & Son, 1897
Autor (es) Honoré de Balzac
País França
Género Realismo
Série A Comédia Humana
Lançamento 1835

Le Pére Goriot (O Pai Goriot, em português[1] ) é um romance de Honoré de Balzac.

É talvez um dos mais conhecidos da Comédia Humana, obra monumental com mais de 89 romances, tendo sido publicado pela primeira vez em 1835.

Faz parte dos "Estudos dos Costumes - Cenas da Vida Privada".

Engels, companheiro de Karl Marx, certa vez declarou acerca da obra de Balzac: "Aprendi mais em Balzac sobre a sociedade francesa da primeira metáde do século XIX, inclusive nos seus pormenores econômicos (por exemplo, a redistribuição da propriedade real depois da Revolução Francesa) do que todos os livros de historiadores, economistas e estatísticos da época, juntos" (Carta a Margaret Harkness). [2] [3]

História[editar | editar código-fonte]

Com uma dedicatória "Ao grande e ilustre Geoffroy Saint-Hilaire como testemunho de admiração por seus trabalhos e seu gênio", O Pai Goriot conta uma história que é uma das colunas do conjunto balzaquino.

Goriot, o protagonista que dá nome à obra, é inquilino da pensão Vauquer, nome de uma das principais personagens da Comédia Humana. O estabelecimento localiza-se numa região altamente decadente de Paris. Goriot é um burguês, ex-comerciante, que enriqueceu tremendamente com a especulação da venda de trigo. Vendia-o pelo décuplo do preço que comprava; porém, no tempo do romance, não passa de um espectro daquilo que havia sido, de sua riqueza e opulência. É alvo da chacota de todos os moradores da pensão. Goriot diz ser pai de duas filhas, que o visitam de vez em quando, às quais deu a melhor formação intectual que o dinheiro podia comprar. Entretanto, ninguém as conhece, sendo que o personagem afirma que as visitas se dão às escondidas. Logo chegará Eugène de Rastignac, estudante de Direito que sonha com a fama e a riqueza. Ele se envolverá com uma das filhas de Goriot e testemunhará sua decadência final.

Referências

  1. Honoré de Balzac. A comédia humana. Org. Paulo Rónai. Porto Alegre: Editora Globo, 1954. Volume IV
  2. Marx-Engels Correspondence 1888 Engels to Margaret Harkness In London
  3. A Comédia Humana, a obra monumental de Balzac

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