Eugènie Grandet

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Eugénie Grandet é das mais famosas novela de Honoré de Balzac, integrante de A Comédia Humana.

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História[editar | editar código-fonte]

Trata da paixão despertada em uma jovem provinciana de 23 anos, que vive com seus pais em Saumur, às margens do Loire, e seu primo parisiense e aristocrático, que veio àquela cidade por recomendação de seu pai, que logo em seguida se suicidou devido às suas dívidas.

A jovem, que dá nome ao livro, é filha de um rico e avarento vinhateiro que fora toneleiro antes de iniciar sua fortuna com auxílio da herança de sua esposa ao se casar. As famílias mais distintas da região disputam sua mão para se apossarem da fortuna, mas a chegada do primo parisiense, Charles Grandet, modifica totalmente a situação, pois, a partir de então, Eugénie sofre as maiores provações por causa dele, a começar pela opinião do pai, contrária ao matrimônio entre os dois. A ingênua jovem padece de uma paixão que "dificilmente está à altura do amado".

Esta novela é considerada, junto com os outros textos da Comédia Humana, um retrato do século XIX.

Crítica[editar | editar código-fonte]

Exemplifica a realidade daquela época, a submissão da esposa do bom Grandet - pai de Eugénie - que durante todo o casamento só não foi total quando sua filha descobriu a paixão, que se tornou mais dramática com a partida de Charles para as Índias. Mas não há muito espaço para uma visão romanceada do mundo nesta obra. Ao mesmo tempo ela não nega a existência de sinceridade nos sentimentos humanos, nem cai em um pessimismo indiscriminado.

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