Paulo Pereira da Silva
| Paulo Pereira da Silva | |
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| Em 10 de janeiro de 2005, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (o Paulinho da Força), protocolou ação direta de inconstitucionalidade contra o aumento da contribuição das Empresas Prestadoras de serviços, no STF. Foto:José Cruz/ABr | |
| Deputado federal por |
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| Mandato | de 1 de janeiro de 2007 até atualidade |
| Vida | |
| Nascimento | 25 de Janeiro de 1956 (56 anos)[1] Porecatu, |
| Esposa | Elza de Fátima Costa Pereira[2] |
| Partido | PTB, PDT |
| Profissão | Metalúrgico e sindicalista |
Paulo Pereira da Silva, conhecido também como Paulinho da Força (Porecatu, 25 de janeiro de 1956) é um metalúrgico, sindicalista e político brasileiro.
É o atual presidente nacional da central sindical Força Sindical[1].
Índice |
[editar] Vida pessoal
Tem dois filhos do primeiro casamento, Alexandre e Juliana. Atualmente é casado com a também metalúrgica Elza de Fátima Costa Pereira. Eles têm juntos uma filha, Daniele. Elza é a vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e a coordenadora do "Centro Meu Guri", uma entidade que abriga crianças em situação de risco[2].
[editar] Carreira política
Foi candidato a vice-presidente em 2002 na chapa encabeçada por Ciro Gomes. Em 2004 foi candidato a prefeito de São Paulo. Em 2006 foi eleito deputado federal por São Paulo, tendo sido o 6º candidato mais votado do Estado e o 12º do país com a expressiva votação de 287.443 votos[1].
[editar] Acusação e condenação em 2011
Foi condenado em 2011 a pagar multa civil de cerca de R$ 1 milhão pelo crime de improbidade administrativa na aplicação de R$ 3 milhões em recursos públicos. Conforme a sentença, do juiz João Batista Machado, da 1ª Vara Federal de Ourinhos, a quantia será revertida para a União. Ainda caberá recurso[3]. Os R$ 3 milhões seriam usados para comprar uma fazenda no interior de São Paulo e assentar no local 72 famílias, e os proprietários das terras teriam se beneficiado com sobrepreço no imóvel, que, segundo avaliação de peritos do Ministério Público Federal, valia R$ 1,29 milhão. A compra foi realizada por R$ 2,3 milhões. Na época, a Força Sindical, presidida por Paulinho, participava do conselho do Banco da Terra, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que liberou os recursos. A ação pedia ainda a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos do deputado, o que foi negado pelo Juiz[4].
[editar] Ver também
Referências
- ↑ a b c Câmara dos Deputados. Biografia (em português). Página visitada em 29 de maio de 2008. - Há uma divergência entre a data de nascimento: no site do PDT/SP a data é 25 de janeiro e no site da Câmara, 24 de fevereiro. Foi mantida a data que já se encontrava no texto.
- ↑ a b PDT/SP. Paulo Pereira da Silva (em português). Página visitada em 29 de maio de 2008.
- ↑ Paulinho da Força é condenado por improbidade administrativa
- ↑ Paulinho da forca-sindical condenado por improbidade administrativa pela justica federal
[editar] Ligações externas
| Precedido por Luiz Antônio Medeiros |
Presidente da Força Sindical 1999 — atual |
Sucedido por — |