Royce Gracie

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Royce Gracie
Royce Gracie 2.jpg
Estatísticas
Altura 1,85 m
Peso 78 kg
Nacionalidade Brasil brasileiro
Data de nascimento 12 de dezembro de 1966 (47 anos)
Cidade natal Rio de Janeiro- RJ
Modalidade Jiu-jitsu Gracie
Equipe/associação Gracie Humaitá
Faixa          7º grau Faixa Preta de BJJ
Cartel no MMA
Total 19
Vitórias 14
    Por nocaute 0
    Por finalização 12
    Por decisão 2
Derrotas 2
    Por nocaute 2
Empate 3
Royce Gracie no Sherdog
Royce Gracie no Full Contact Fighter
Royce Gracie autograph.svg

Royce Gracie (Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1966) é um profissional de artes marciais brasileiro e praticante de jiu-jitsu. É filho do grão-mestre Hélio Gracie, sobrinho de Carlos Gracie e irmão de outros nomes também conhecidos no mundo do Jiu-jitsu brasileiro e MMA (Mixed Martials Arts) mundial como Royler Gracie, Rickson Gracie, Rorion Gracie e outros.

Royce Gracie é faixa-preta de jiu-jitsu 7º grau, teve uma carreira vitoriosa dentro do vale-tudo mundial, sendo três vezes campeão do UFC e obtendo vitórias também no Pride e K-1 MMA (eventos japoneses).

Começo do Gracie Jiu-Jitsu[editar | editar código-fonte]

A família Gracie difundiu o Gracie Jiu-Jitsu pelo mundo, arte marcial brasileira desenvolvida através do jiu-jitsu tradicional japonês ensinado por Mitsuyo Maeda . Isso foi feito através de combates reais corpo a corpo, denominados vale-tudo pelo fato de poder usar qualquer arte marcial ou qualquer tipo de luta ocidental corpo a corpo. É um combate com poucas regras. Essas lutas aconteceram em academias, geralmente as academias dos Gracie, que desafiaram os atletas de outras modalidades e disseram que pagariam a quem os vencesse, chegando até a publicar anúncios em jornal. Eram chamados de desafios Gracie.

Mais tarde, com a maior fama que o Jiu-Jitsu Gracie foi tomando pelo Brasil, alguns integrantes resolveram migrar para os Estados Unidos e lá ensinar o estilo, mas foi difícil conseguir alunos, para isso eles deveriam provar que o GJJ era eficaz. Assim foram reeditados, só que no exterior, os desafios Gracie em academias a portas fechadas. Dessa forma começou Royce: com 1,85 m e pesando 80 kg, com sua técnica vencia oponentes de diversas artes; dentre eles o mais famoso foi o adepto do kung fu Jason DeLucia. Royce vivia nos Estados Unidos, junto com Rorion, que é seu irmão mais velho e treinava em sua academia. Isso foi no final da década de 1980.

Fundação do UFC[editar | editar código-fonte]

Após um tempo ensinando jiu-jitsu nos EUA e provando sua eficácia em combates reais, Rorion conseguiu algum certo renome, angariando alunos famosos e ensinando técnicas de defesa e ataque para a S.W.A.T.. Rorion então pensou que o mundo deveria saber que o Gracie Jiu-Jitsu era a melhor arte marcial e resolveu procurar uma empresa de entretenimento para ajudá-lo a criar um evento nos moldes de um desafio Gracie, mas com maior organização, no qual fossem cobrados ingressos e que fosse transmitido pela televisão paga americana.

Após se juntar à empresa SEG, Rorion pôde criar o UFC (Ultimate Fighting Championship) e em 1993 realizar o UFC 1 - The Begining (o palco das lutas era uma jaula de grades em forma de octógono). Rickson Gracie, por ser o melhor lutador da familia e do mundo no momento, seria o representante natural, entretanto, desentendimentos pessoais entre os irmãos indisponibilizaram tal acontecimento, assim, o lutador escolhido por Rorion para representar a superioridade do GJJ não poderia ser outro: Royce Gracie, faixa-preta alto e magro, o homem ideal para provar que a técnica podia superar a força. A família se reuniu novamente para treinar e dar apoio a Royce. No evento, todos entraram com o tradicional trenzinho, um atrás do outro, mostrando que todos estavam unidos pelo mesmo ideal e mesmo que apenas um entrasse no ringue os outros estariam ali para ajudar e apoiar. Aconteceu o esperado pelos Gracie: Royce, mesmo mais leve que todos os participantes, chegando a ter disparidades de 30 kg, venceu todos eles por finalização; sagrou-se campeão do primeiro evento oficial do vale-tudo moderno, marcando uma época e chocando o mundo com a técnica do Gracie Jiu-Jitsu.

Royce no UFC[editar | editar código-fonte]

Nesse UFC 1, havia oito participantes de diversas modalidades de luta, por isso Royce fez três lutas na mesma noite. Visando a abrir esse leque, no UFC 2 - No Way Out eram dezesseis os participantes e Royce mais uma vez foi campeão, só que dessa vez com quatro vitórias por finalizações. No UFC 3, logo na primeira fase, Royce enfrentou um folclórico oponente chamado Kimo Leopoldo. Bem mais pesado e com um pouco de conhecimento de solo, Kimo dificultou a luta para Royce, foi uma verdadeira guerra com direito a golpe nos genitais e puxão de cabelo. Após sofrer um castigo imposto por Kimo e seus socos, Royce conseguiu a finalização com uma chave de braço invertida. O corpo de Royce não resistiu a essa luta e, muito castigado e cansado, ele não pôde continuar no torneio; chegou a entrar no octágono, mas não lutou.

Apesar do espetáculo da luta de Royce e Kimo no UFC 3, espectadores e fãs do Jiu-Jitsu brasileiro, aguardavam uma vitória plena e não uma desistência. Royce volta no UFC 4 que tornava-se mais acirrado. Enfrentando adversários mais pesados e mais técnicos, Royce venceu a todos, o último, Dan Severn, que havia mostrado ser o provável campeão. Este lutador de wrestling profissional foi finalizado com um triângulo, numa situação que lhe parecia favorável até o último instante. Royce Gracie surpreendeu comentaristas, locutores, milhares de espectadores e principalmente, Dan Severn. A luta demorou mais do que o tempo do contrato com o canal de TV, de modo que os últimos 2 minutos da luta não foram transmitidos pelo canal. Isto forçou uma mudança nas regras para a edição seguinte.

Royce ainda enfrentou Ken Shamrock no UFC 5, em uma luta que durou meia hora. O resultado foi o empate, porém frustrante para Royce e os Gracie. Já o oponente Shamrock, que havia sido derrotado por Royce no UFC anterior, comemorou muito o resultado e escreveu também seu nome na história. Após esse evento, Rorion e Royce abandonaram o UFC com alegação de não concordarem com as novas regras, que previam limite de tempo de quinze minutos e trinta nas finais, com decisão dos juízes. Essa regras fugiam aos ideais Gracie, que, com a sensação de missão cumprida, abandonaram o UFC.

Retorno aos combates[editar | editar código-fonte]

Depois de três títulos e reinar absoluto entre 1993 e 1995, ele saiu do UFC invicto e deu uma pausa no MMA até voltar no GP absoluto do Pride em 2000. Mesmo parado há muito tempo, com o esporte até tendo mudado de nome, agora chamado MMA (Mixed Martials Arts) e não mais vale-tudo, ele conseguiu uma vitória sobre o lutador japonês Nobuhiko Takada (lutador de solo vindo do pro-wrestling japonês), na primeira fase e avançou às quartas-de-finais, que seriam disputadas em outro evento.

O melhor lutador do Pride na época era Kazushi Sakuraba (adepto do submission Wrestling), aluno de Takada, e o Pride o colocou contra Royce nas quartas. Nessa noite, o campeão deveria fazer três lutas como nos moldes antigos do UFC. Nesse evento, as lutas eram de um round de quinze minutos, mas essa luta entre Sakuraba e Royce seria sem limite de tempo e só terminaria por nocaute, finalização ou desistência de um dos oponentes. Resultado: uma luta eletrizante, na qual um novo Royce, mais agressivo, mas ainda com antiga raça e coragem dominou os três primeiros rounds (de 15 minutos cada) contra Sakuraba. Após seis rounds, a equipe de Royce jogou a toalha. Sakuraba voltou para mais quinze minutos de combate contra o mais pesado Igor Vovchanchyn, nas semifinais, para também desistir e perder. Essa luta entre Royce e Sakuraba é a luta mais longa do Vale-Tudo moderno. Royce, em 2007, conseguiu derrotar Sakuraba, numa revanche.

Entretanto, após o combate, Royce foi pego em um exame anti-dopagem, aumentando, assim, a rivalidade entre os dois.[1]

Royce Gracie foi o membro da família que mais evidenciou a eficácia do Jiu-Jitsu nos ringues do MMA. No entanto, como Marco Ruas havia dito muitos anos antes, só uma especialidade não seria o suficiente para ser um grande campeão. Seria necessário saber lutar em pé, boa formação em boxe, greco-romana, judô, entre outras habilidades. Com isso o grande campeão do UFC em suas primeiras edições agora se via obrigado a se adaptar aos novos requisitos: tinha que socar e chutar. A partir de então, Royce conhecia a derrota e se viu encurralado por lutadores não tão pesados como antes, mas, munidos de técnicas de defesa contra finalizações.

Desafio Judo vs Brazilian Jiu-Jitsu[editar | editar código-fonte]

Desde sua adolescência Royce já desafiava representantes de outras artes marciais inclusive do Judô. Devido à origem comum entre Judô e Jiu Jitsu, campeonatos dos quais participou Royce eram comuns entre Jiu Jitsu e Judô. Royce finalizou alguns judokas de faixa preta (há muitos vídeos desses desafios dos Gracie, que tinham o costume de registrar suas lutas e suas vitórias). No entanto, como o treino desenvolvido pelo "clã" Gracie deixou de lado técnicas de projeção características do Judô, muitas das lutas eram perdidas por ippon antes de chegarem ao chão. Isso levou a que os praticantes dessa linhagem organizassem uma nova associação e novos campeonatos, dando origem à separação entre "Judô" e "Brazilian Jiu Jitsu".

Em 2003 no Japão, o campeão olímpico de Judô Hidehiko Yoshida aceitou o desafio contra Royce. A luta terminou após Yoshida encaixar um suposto estrangulamento. Yoshida conversou em japonês com o árbitro, alegando que Royce havia desmaiado, porém, logo após a interrupção, Royce levantou-se contestando fortemente a intervenção do árbitro central. Havia começado aí uma rivalidade entre Yoshida e seus discípulos e os Gracie, que teve mais um episódio marcante quando em uma luta contra Shungo Oyama (um discípulo de Yoshida), Ryan Gracie aplicou uma chave de braço, mas Oyama acabou não desistindo e teve seu braço quebrado.

Dessa forma, a luta foi cancelada. No segundo confronto, agora válido, Royce foi extremamente superior [carece de fontes?], apesar de no início do primeiro round ter usado um golpe baixo atingindo a genitália do oponente, passando praticamente a luta inteira na montada, desferindo inúmeros golpes. Entretanto, para evitar outro favorecimento ao japonês, as regras previam que não haveria decisão dos juízes, ou seja, caso o tempo acabasse sem nenhum dos dois finalizar ou nocautear, o resultado seria empate. Royce foi o vencedor moral desse confronto [carece de fontes?]. Após a luta enquanto Yoshida continuou no chão aparentando estar muito abatido, Royce fez um gesto mostrando que "ainda está respirando pelo nariz".

Brazilian Jiu-Jitsu[editar | editar código-fonte]

Com o passar dos anos e com o ganho de novos adeptos e competições sendo criadas, o Jiu-Jitsu Gracie passou a se chamar pelo mundo de Brazilian Jiu-Jitsu, mas ainda hoje, quando um Gracie luta, o estilo associado a ele é o Gracie Jiu-Jitsu, que tem como diferença maior para o Brazilian Jiu-Jitsu o fato de não ser uma arte para disputa de campeonatos e sim para defesa pessoal e combates reais.

Royce na atualidade[editar | editar código-fonte]

Tendo como maiores características a raça e a coragem [carece de fontes?], atualmente ele viaja pelo mundo ministrando seminários e diz estar aposentado: “Chega de lutar. Estou aposentado. Agora estou só viajando seis meses por ano e ensinando”. [2]

Legado[editar | editar código-fonte]

Royce foi junto com seu irmão Rickson Gracie, os maiores divulgadores do MMA no mundo no início deste esporte (nos anos 90), Rickson fez sua parte no Japão diante da recusa de Rorion para que Rickson lutasse o UFC e Royce nos E.U.A, depois do sucesso dos dois irmãos, o vale-tudo foi ficando cada vez mais popular e se profissionalizou, se transformou em MMA e está em constante crescimento, sem contar que graças aos dois irmãos, é que o Jiu-Jitsu Brasileiro se tornou um pré-requisito fundamental para qualquer atleta de MMA.

Rickson esta invicto no MMA, das quase 500 lutas, somente 11 foram no MMA moderno, apesar disso, é considerado por todos da familia, inclusive por Royce que declarou que Rickson é 10 vezes melhor do que ele, assim, podemos comparar a grande importância que Royce teve para esse esporte, além de ter se sagrado várias vezes campeão do UFC (o torneio mais disputado de vale-tudo naquela época, em meados dos anos 90), além de ter o melhor cartel da família nesse esporte. Destemido, Royce nunca negou desafio, tendo inclusive aceitado voltar a lutar no ano 2000, depois de ter ficado parado por quase 4 anos, prosseguindo com diversas lutas até o ano de 2007 (fato que o Rickson não fez devido a idade avançada).

Primeiro, Royce voltou e lutou pelo PRIDE, enfrentando japoneses técnicamente melhores dos quais o Rickson havia enfrentado, como por exemplo Kazushi Sakuraba, conhecido como "exterminador de Gracies" e que chegou a vencer lutadores como: Vitor Belfort, Vernon White, Carlos Newton, Guy Mezger e Quinton Jackson; e enfrentou também Hidehiko Yoshida, que chegou a vencer nomes como Mark Hunt. Royce aceitou mais um grande desafio, quando enfrentou em 2006 o até então campeão do UFC Matt Hughes, perdendo no primeiro round, e por fim, fazendo uma revanche com Kazushi Sakuraba em 2007 vencendo por pontos.

De 2000 a 2007, Royce oscilou entre vitórias e derrotas, mas aceitou voltar a lutar em um tempo em que o vale-tudo se transformou em MMA (devido as novas regras), e os lutadores eram muito melhores técnicamente que no passado, onde o Jiu-Jitsu passou a ser um pré-requisito para todos os atletas, e por isso, muitos renomados atletas da atualidade que observaram tais atitudes, concordam que Royce Gracie foi o membro da família Gracie que mais se destacou nos ringues do MMA, enquanto isso para os críticos, seu irmão Rickson Gracie procurava imacular sua imagem de vencedor, criando um marketing pessoal mesmo sem lutar no MMA moderno, devido a morte de seu filho por overdose e sua idade avançada... quando o Royce fez sua última luta no MMA em 2007, ele estava com 40 anos de idade, e quando o Rickson fez sua última luta no ano 2000 contra o melhor lutador japonês do momento, ele já estava com 41 anos. Idade semelhante a de parada do Royce.

Royce enfrentou e venceu lutadores bem mais pesados e de mais renome (apesar de ser inferior em técnica e força em relação ao seu irmão Rickson [carece de fontes?]). O grande erro de Rickson para muitos dos críticos, foi não ter se aposentado oficialmente após sua última luta no ano 2000, visto que continuava a realizar desafios de "portas fechadas" e passar a década seguinte inteira fazendo um marketing pessoal, alegando por diversas vezes que poderia vencer qualquer oponente da atualidade facilmente e a qualquer momento, inclusive o grande nome do MMA entre os pesos-pesados, o russo Fedor Emelianenko que desafiou Rickson, quando completou 50 anos em 2008.

Cartel no MMA[editar | editar código-fonte]

Data Resultado Recorde Oponente Evento Resultado Round, Tempo Notas
02/06/2007 Vitória 14–2–2 Japão Kazushi Sakuraba K-1 Dynamite!! USA Decision (Unanimous) Round 3, 5:00
27/05/2006 Derrota 13–2–2 Estados Unidos Matt Hughes UFC 60: Hughes vs. Gracie TKO (Socos) Round 1, 4:39
31/12/2004 Vitória 13–1–2 Estados Unidos Akebono Taro K-1 Premium 2004 Dynamite Submission (Omoplata) Round 1, 2:13
31/12/2003 Empate 12–1–2 Japão Hidehiko Yoshida Pride Shockwave 2003 Empate Round 2, 10:00
01/05/2000 Derrota 12–1–1 Japão Kazushi Sakuraba Pride Grand Prix 2000 Finals TKO (Interrompido pelo Corner) Round 6, 15:00 Com regras especiais de 6 rounds de 15 minutos; a luta mais duradoura da história do MMA.
30/01/2000 Vitória 12–0–1 Japão Nobuhiko Takada Pride Grand Prix 2000 Opening Round Decisão Round 1, 15:00
07/04/1995 Empate 11–0–1 Estados Unidos Ken Shamrock UFC 5: The Return of the Beast Empate Round 1, 36:00 Superluta pelo título do UFC; Só haveria vencedor com finalização ou Nocaute.
16/12/1994 Vitória 11–0 Estados Unidos Dan Severn UFC 4: Revenge of the Warriors Submission (Triângulo) Round 1, 15:49 Venceu o torneio do UFC 4
16/12/1994 Vitória 10–0 Estados Unidos Keith Hackney UFC 4: Revenge of the Warriors Submission (Chave-de-braço) Round 1, 5:32
16/12/1994 Vitória 9–0 Estados Unidos Ron van Clief UFC 4: Revenge of the Warriors Submission (Mata Leão) Round 1, 3:59
09/09/1994 Vitória 8–0 Estados Unidos Kimo Leopoldo UFC 3: The American Dream Submission (Chave de Braço) Round 1, 4:40 As lesões causadas pela luta contra o Kimo fez com que Royce abandonasse o UFC 3
11/03/1994 Vitória 7–0 Estados Unidos Patrick Smith UFC 2: No Way Out Submission (Golpes) Round 1, 1:17 Venceu o torneio do UFC 2
11/03/1994 Vitória 6–0 Países Baixos Remco Pardoel UFC 2: No Way Out Submission (Estrangulamento com Lapela) Round 1, 1:31
11/03/1994 Vitória 5–0 Estados Unidos Jason Delucia UFC 2: No Way Out Submission (Chave de Braço) Round 1, 1:07
11/03/1994 Vitória 4–0 Japão Minoki Ichihara UFC 2: No Way Out Submission (Chave de Braço) Round 1, 5:08
12/11/1993 Vitória 3–0 Países Baixos Gerard Gordeau UFC 1: The Beginning Submission (Mata Leão) Round 1, 1:44 Venceu o torneio do UFC 1
12/11/1993 Vitória 2–0 Estados Unidos Ken Shamrock UFC 1: The Beginning Submission (Mata Leão) Round 1, 0:57
12/11/1993 Vitória 1–0 Estados Unidos Art Jimmerson UFC 1: The Beginning Submission (Montada) Round 1, 2:11

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]