Alegrete (Rio Grande do Sul)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Alegrete
  Município do Brasil  
Chafariz do lago artificial do Parque dos Patinhos
Chafariz do lago artificial do Parque dos Patinhos
Símbolos
Bandeira de Alegrete
Bandeira
Brasão de armas de Alegrete
Brasão de armas
Hino
Apelido(s) "Baita Chão"
Gentílico alegretense
Localização
Localização de Alegrete no Rio Grande do Sul
Localização de Alegrete no Rio Grande do Sul
Mapa de Alegrete
Coordenadas 29° 47' 02" S 55° 47' 28" O
País Brasil
Unidade federativa Rio Grande do Sul
Municípios limítrofes Itaqui, Manoel Viana, São Francisco de Assis, São Vicente do Sul, Cacequi, Rosário do Sul, Quaraí e Uruguaiana
Distância até a capital 500 km
História
Fundação 1831 (190 anos)
Aniversário 25 de outubro
Administração
Prefeito(a) Márcio Amaral (MDB, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 7 803,967 km²
População total (est. IBGE/2020[2]) 73 028 hab.
Densidade 9,4 hab./km²
Clima subtropical
Altitude 102 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000[3]) 0,793 alto
PIB (IBGE/2008[4]) R$ 1 022 330,821 mil
PIB per capita (IBGE/2008[4]) R$ 12 851,75
Sítio http://www.alegrete.rs.gov.br (Prefeitura)
http://www.camaraalegrete.rs.gov.br (Câmara)

Alegrete é um município brasileiro localizado na Regiao Sudoeste do estado do Rio Grande do Sul, nos campos do Bioma Pampa e do Aquífero Guarani. A distância rodoviária até Porto Alegre, capital administrativa estadual, é de 509 quilômetros.[5]

Possui uma população de 73 028 habitantes, de acordo com estimativas de 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em área territorial, é o maior município do Rio Grande do Sul, da Região Sul e o 186º do Brasil, com mais de 7.800 quilômetros quadrados.[6][7]

História[editar | editar código-fonte]

As origens do município de Alegrete datam do início do século XIX, na Conquista das Missões em 1801, quando os riograndenses Borges do Canto e Santos Pedroso conquistaram para a coroa portuguesa o território das Missões Jesuíticas, ao norte do Rio Ibicuí.

Para manter a conquista, a Coroa Portuguesa lança ao sul do mesmo rio a Guarda Portuguesa do Rio Inhanduí, em torno da qual forma-se um povoado. Ali foi erguida uma capela sob o orago de Nossa Senhora Aparecida, em 1814.[8]

As contínuas lutas de fronteira, agora entre o Reino de Portugal e os dissidentes ao recém constituído governo das Províncias Unidas do Rio da Prata, provocou o ataque dos uruguaios de D. José Artigas e a queima da povoação e da capela, conhecida hoje conhecida como "Capela Queimada", em 16 de junho de 1816.

Isso causou a transferência dos seus povoadores para a margem esquerda do Rio Ibirapuitã, que ali foram chegando até 22 de dezembro de 1816. Eles abrigaram-se junto ao acampamento militar do Quartel General do Capitão-General e Governador Luis Telles da Silva Caminha e Menezes, o Marquês de Alegrete, ao lado do general Joaquim Xavier Curado, do tenente-coronel José de Abreu, futuro Barão de Cerro Largo, e do general Tomás da Costa Rabelo Corrêa e Silva. Em 26 de dezembro de 1816 foi realizado o primeiro batismo católico romano no local do acampamento, da menina Zeferina, pelo capelão da Legião do Exército, o Padre José de Freitas.

Em 27 de janeiro de 1817, o Comandante do Distrito de Entre Rios, Tenente Coronel José de Abreu manda iniciar a construção das moradias para os fugitivos do Inhanduí. Quando José de Abreu recebeu as ordens do Marquês para erguimento da povoação, ele já havia determinado o local e iniciado o povoamento, com a construção das primeiras habitações, ali, na retaguarda das tropas, nos fundos do acampamento do Ibirapuitã.

Antônio José Vargas, senhor da sesmaria, foi o doador das terras onde está a cidade. Mas D. Luís Teles da Silva Caminha e Meneses - quinto Marquês de Alegrete - na qualidade de Governador e comandante militar, foi o fundador legal de Alegrete, que dele tomou o nome, porque, por sua autoridade, foi estabelecida e legalmente reconhecida, já que era o representante de D. João VI, Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

Em 1820, é elevada à Capela Curada, com poderes eclesiásticos nos territórios que abrangem os atuais municípios de Uruguaiana, Quaraí, Livramento, Rosário do Sul e o atual Departamento de Artigas, na República Oriental do Uruguai, até o rio Arapey, vinculada a São Borja e por sua vez a Rio Pardo.[9]

Mais tarde, pelo ponto estratégico do novo local, por onde escoavam os produtos primários em direção aos portos de Buenos Aires e Montevidéu, o lugarejo prosperou rapidamente e elevou-se a categoria de vila através do decreto provincial de 25 de outubro de 1831, demarcando assim seus limites e ganhando autonomia política.

Durante a Revolução Farroupilha, iniciada em 1835, Alegrete tornou-se a terceira capital da República Rio-Grandense (1842-1845), época em que o Rio Grande do Sul se separou das demais províncias do Império e criou um País denominado República Riograndense. Nela, em 1843, por meio de uma Assembleia Nacional Constituinte foi concluída e aprovada a Constituição da República Rio-Grandense, a primeira constituição republicana da América do Sul.

Entre batalhas e campanhas, por bravura, determinação e desenvolvimento, a Vila de Alegrete foi elevada à categoria de cidade, em 22 de janeiro de 1857.[9]

No processo de criação dos municípios do Rio Grande do Sul, Alegrete ocupa o oitavo lugar, desmembrado do município de Cachoeira do Sul que, por sua vez, originou-se do município de Rio Pardo, em 1819. Do grande município de Alegrete surgiram os municípios de Uruguaiana, Livramento, Departamento de Artigas (no Uruguai), Quaraí, parte de Rosário do Sul, parte de Bagé e parte de Manoel Viana.

Anualmente, no dia 20 de setembro, comemora-se a Revolução Farroupilha ou o Dia do Gaúcho, e cerca de oito mil "cavalarianos" - de todas as idades, classes sociais e sexo - desfilam pelas principais ruas da cidade, com suas roupas típicas e suas montarias.

A padroeira da cidade festeja-se a 8 de dezembro (Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida).

Geografia[editar | editar código-fonte]

Ponte Borges de Medeiros e Rio Ibirapuitã
Rio Inhandui

Alegrete está situado numa latitude de 29º47'01,63" sul e a uma longitude de 55º47'27,54" oeste - coordenadas do centro da praça Getúlio Vargas, numa altitude média de 102 metros.

A paisagem caracteriza-se como estepe gramíneo-lenhosa (campo nativo) e floresta estacional decidual aluvial (mata ciliar). A fisionomia é de extensas planícies de campo limpo com algumas ondulações e raros morros residuais de arenito silicificado.

O município está totalmente sobre o Aquífero Guarani e seu lençol freático apresenta água levemente alcalina, utilizável sem restrições para o uso humano e para a irrigação, apresentando poços com profundidade média de 100 metros e vazão média de 115m³/h.

Sendo uma área de delicado ecossistema, a superexploração agrícola e a pecuária extensiva fazem crescer o já chamado "deserto dos pampas" ou "Deserto de São João": uma área de mais de 200 ha na região do mesmo nome, que sofre com o fenômeno gradativo da arenização.

Sua população estimada em 2020 era de 73 028 habitantes, sendo 50,29% feminina e 49,71% masculina. Sua etnia foi originada por grupo nômades indígenas e posteriormente os elementos colonizadores foram os espanhóis, portugueses e africanos. As correntes migratórias modernas são representadas por italianos, alemães, espanhóis, franceses, árabes e poloneses.

Possui uma área de 7.804 km², sendo o maior município do Rio Grande do Sul em extensão territorial.

Seus distritos administrativos são:

  • 1º Distrito Alegrete 108 km²
  • 2º Sub-distrito Itapororó 948 km²
  • 3º Sub-distrito Durasnal 796 km²
  • 4º Sub-distrito Vasco Alves 826 km²
  • 5º Sub-distrito Inhanduí 1.541 km²
  • 6º Sub-distrito Catimbau 733 km²
  • 7º Sub-distrito Guaçu Boi 958 km²
  • 8º Sub-distrito São Miguel 1.010 km²
  • 2º Distrito Passo Novo 1.016 km²

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima da região é subtropical, temperado quente, com chuvas bem distribuídas e estações bem definidas (Cfa na classificação de Köppen). A média de precipitação pluviométrica é de aproximadamente 1500 mm anuais. A menor média de precipitação acontece em agosto e a maior em outubro.[10]

A temperatura média anual é de 19,1 °C. A temperatura mínima observada entre 1961 e 1990 pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) foi de -4,1 °C em 17 de junho de 1971[11] e a máxima de 39,8 °C em 12 de dezembro de 1968.[12] Porém a máxima absoluta foi de 42,6 °C em 19 de de Janeiro de 1917.[13] A formação de geadas ocorrem eventualmente entre maio e setembro. A umidade relativa média do ar é de aproximadamente 75%.[14]

Dados climatológicos para Alegrete (1961-1990)
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 39,6 39,3 38,7 35,1 33,8 30,6 31,3 34,2 34,3 36,2 38,4 39,8 39,8
Temperatura máxima média (°C) 31,3 30,8 28,7 25,4 22,2 19,7 19,7 20,8 22,6 25,1 28 30,6 25,4
Temperatura média (°C) 24,7 24,4 22,3 18,7 15,8 13,7 13,7 14,6 16,5 18,9 21,5 24 19,1
Temperatura mínima média (°C) 19,1 19 17,3 13,7 11 9 9,1 10 11,6 13,5 15,5 17,9 13,9
Temperatura mínima recorde (°C) 9,2 9,2 6,2 2,5 0,2 −4,1 −3,8 −2,5 0,2 2,1 4,6 7 −4,1
Precipitação (mm) 135 137,9 160,4 125,5 130,9 93,9 115,2 90,8 130,2 158,4 87,9 126,1 1 492,2
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 9 6 7 6 6 6 9 8 8 8 6 7 86
Umidade relativa (%) 68,6 71,8 75,3 77,1 79,6 80,6 79,7 75,8 73,7 71 67,2 65,1 73,8
Horas de sol 273,4 247,1 232,8 207,5 196,3 155,1 164,7 185,2 186,6 239,9 276,1 296,4 2 661,1
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)[10][11][12][14][15][16][17][18][19]

Educação[editar | editar código-fonte]

Para o ensino de 1° e 2° graus a cidade conta com 32 escolas municipais, 47 escolas estaduais, uma federal, e seis privadas. A maior é o Instituto Estadual de Educação de 1° e 2° Graus Oswaldo Aranha (IEEOA), a segunda é o Colégio Estadual de 1º e 2º Graus Emilio Zuñeda e a terceira é Escola Estadual de Ensino Médio Demétrio Ribeiro.

Na rede de ensino, em 2003, havia um total de 23.395 alunos, sendo 2.000 no infantil, 13.913 no fundamental, 4.070 no médio, 213 na educação especial e 3.199 na educação de jovens e adultos (EJA).

O corpo docente (também em 2003) era composto de 1.149 professores, sendo de 877 no ensino fundamental e 262 no ensino médio.

A taxa de analfabetos (2003) era de 7,7 %, num total de 4.721 habitantes.

Há 8 museus: Museu do Gaúcho Ícaro Ferreira da Costa junto ao Arquivo Municipal "Miguel Jacques Trindade"; museu de Artes José Pinto Bicca de Medeiros(MAARA), museu Oswaldo Aranha, CEPAL - Centro de Pesquisa e Documentação de Alegrete junto ao Museu Paleontológico, Museu da Fazenda da Cascata na região da Lagoa do Parové, Museu Cel. Vasco Alves Pereira na região da Rivadávia, museu do 12º Batalhão de Engenharia de Combate e museu do 6º RCB.

Tem várias bibliotecas, sendo as maiores a do IEEOA (Instituto Estadual de Educação de 1° e 2° Graus "Oswaldo Aranha"), a do Centro Cultural "Adão Ortiz Houayek" , da URCAMP e do CEPAL.

Há várias extensões ou "campi" de várias universidades gaúchas: UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul), URCAMP (Universidade da Região da Campanha), UNIPAMPA (Universidade Federal do Pampa), e IFFar (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha) que agregou a antiga EAFA (Escola Agrotécnica Federal de Alegrete). Além, possui a UNOPAR (Universidade Norte do Paraná), UNINTER (Universidade Internacional) e UNIASSELVI como representantes de polos educacionais à distância na fronteira oeste.[20]

Economia[editar | editar código-fonte]

Gaúchos cuidando de equinos no interior de Alegrete
Ônibus da empresa Vaucher e cia na cidade de Alegrete,RS

Sua economia é baseada principalmente na agricultura (arroz - 45.000 ha; soja - 16.000 ha; milho - 11.000 ha; sorgo - 3.000 ha e trigo - 1.500 ha) e na pecuária bovina (536.536 cabeças - o maior rebanho do Estado); ovina (423.446 cabeças); equina (± 20.000 cabeças); suína (± 9.000 cabeças) e bubalina (± 2.000 cabeças). A produção de é de cerca de 900 toneladas anuais e de leite é de 15.269 litros.

Há também cerca de 90.000 galináceos (sendo ± 40.000 galinhas) com uma produção anual de ± 450.000 dúzias de ovos.[21]

A apicultura produz anualmente cerca de oitenta mil litros de mel.

  • Energia elétrica:
    • Consumidores: 23.248
    • Consumo: 16 MW
    • Pontos de iluminação pública: 95% da Cidade
  • Água e esgoto:
    • Total de economias: 29.994
    • Total de ligações de água: 24.841

Os bens produzidos na cidade são transportados principalmente por caminhões, uma vez que os trens praticamente não circulam mais na cidade

Comunicação[editar | editar código-fonte]

Revistas[editar | editar código-fonte]

Revista EmFoco

Jornais[editar | editar código-fonte]

  • Gazeta de Alegrete - o mais antigo do Estado do Rio Grande do Sul, fundado em 1882
  • Diário de Alegrete
  • Jornal Em Questão
  • Jornal Expresso Minuano

Emissoras de Rádio[editar | editar código-fonte]

  • Rádio Sentinela - FM 104,9 MHz (Comunitária)
  • Rádio Minuano FM - FM 97,5 MHz
  • Rádio Nativa FM - FM 105,9 MHz
  • Rádio Alegrete - AM 590 kHz
  • Rádio Gazeta - AM 1370 kHz
  • Rádio Universitária - Web Rádio
  • Repórter Diário Alegrete Tudo

Web Tv[editar | editar código-fonte]

  • Pop Tv

Carnaval[editar | editar código-fonte]

No Carnaval de Alegrete há atualmente o desfile cinco escolas de samba.

  • Unidos dos Canudos
  • Mocidade Independente da Cidade Alta (MICA)
  • Acadêmicos do Por do Sol
  • Nós os Ritmistas
  • Imperatriz da Praça Nova
  • Império do Bráz
  • União da Ponte

Usina Termoelétrica Osvaldo Aranha[editar | editar código-fonte]

Inaugurada em 17 de setembro de 1968 pelo presidente Artur da Costa e Silva, noticiada com grande notoriedade pelo Jornal Tribuna da Imprensa que relatou a época da vital importância da fundação dessa usina que resolveria o problema energético de 14 cidades do interior gaúcho. Atualmente a Usina está desativada.

Prefeitos[editar | editar código-fonte]

  • 1925 - Osvaldo Aranha (PRR)
  • 1956 - Waldemar Borges (PTB)
  • 1968 - Arnaldo da Costa Paz (MDB)
  • 1973 - Adão Ortiz Houayek (MDB)
  • 1977 - José Rubens Pillar (ARENA)
  • 1982 - Ernani Mota Antunes (PDS)
  • 1983 - Adão Conceição Dornelles Faraco (PMDB)
  • 1987 - Nilo Soares Gonçalves (PMDB)
  • 1989 - José Rubens Pillar (PDS)
  • 1993 - Nilo Soares Gonçalves (PMDB) com 22.621 votos
  • 1997 - José Carlos de Moura Jardim Filho (PPB) com 17.907 votos
  • 2001 - José Rubens Pillar (PPB) eleito com 16.255 votos
  • 2005 - José Rubens Pillar (PP) eleito com 16.574 votos - Falecido em 18 de agosto de 2008.
  • 2008 - João Nicanor Prestes Sobrosa (PP)
  • 2009 - Erasmo Guterres Silva (PMDB) com 16.176 votos
  • 2013 - Erasmo Guterres Silva (PMDB) com 23.075 votos
  • 2017 - Cleni Paz da Silva (PP) com 22.073 votos - Falecida em 23 de dezembro de 2018.
  • 2018 - Márcio Fonseca do Amaral (MDB)
  • 2020 - Márcio Fonseca do Amaral (MDB) com 16.038 votos

Alegretenses ilustres[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rs/alegrete/panorama
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. «Porto Alegre to Alegrete». Porto Alegre to Alegrete. Consultado em 27 de dezembro de 2020 
  6. «IBGE Cidades - Panorama de Alegrete (RS)». IBGE. Consultado em 27 de dezembro de 2020 
  7. «Prefeitura de Alegrete - RS». www.alegrete.rs.gov.br. Consultado em 28 de dezembro de 2020 
  8. «História do Alegrete | Casa do Alegrete». Consultado em 28 de dezembro de 2020 
  9. a b ARAÚJO FILHO, Luiz. O Município de Alegrete. Alegrete: O Coqueiro, 1908.p.17.
  10. a b «Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 5 de maio de 2014 
  11. a b «Temperatura Máxima Absoluta (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 8 de maio de 2014 
  12. a b «Temperatura Mínima Absoluta (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 8 de maio de 2014 
  13. [1]
  14. a b «Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 5 de maio de 2014 
  15. «Temperatura Média Compensada (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 5 de maio de 2014 
  16. «Temperatura Máxima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 5 de maio de 2014 
  17. «Temperatura Mínima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 5 de maio de 2014 
  18. «Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 5 de maio de 2014 
  19. «Insolação Total (horas)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 5 de maio de 2014 
  20. «Alegrete, cidade histórica do Rio Grande do Sul». Rodosoft. 29 de março de 2019. Consultado em 28 de dezembro de 2020 
  21. «FEE». FEE. Consultado em 28 de dezembro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]