Lista de jogos históricos do Fluminense Football Club

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Este artigo contém uma lista dos jogos mais importantes da história do Fluminense Football Club.[1][2]

De 1902 até 1910[editar | editar código-fonte]

Fluminense 8 x 0 Rio Football (19 de outubro de 1902)[3]

Primeiro jogo da história do clube que começou usando as cores branco e cinza no seu uniforme. Este jogo foi disputado no campo do Paysandu.

A equipe do Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Américo Couto; Victor Etchegaray e Mário Frias; Mário Rocha, Schuback e Oscar Cox; Adolpho Simonsen, Eurico de Moraes, Costa Santos, Heráclito de Vasconcellos e Félix Frias.

S. C. Internacional 0 x 0 Fluminense (6 de setembro de 1903)[4]

Primeiro confronto interestadual do Fluminense, que nesta excursão a cidade de São Paulo ainda venceria o Paulistano por 2 a 1 e o São Paulo Athletic por 3 a 0.

A equipe do Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Cruickshank; Jack Robinson e Victor Etchegaray; Adolpho Simonsen, Wright e Moreton; C. Robinson, Costa Santos, Edwin Cox, Heráclito Vasconcellos e Félix Frias.

Fluminense 6 x 0 Botafogo (23 de outubro de 1905)[5]

Primeiro clássico de futebol realizado no Brasil.

O Fluminense entrou com a seguinte escalação: C. Robinson; Victor Etchegaray e Victor Robinson; Pederneiras, Buchan e Gulden; Adolpho Simonsen, Costa Santos, Edwin Cox, Hargreaves e Emile Etchegaray.

Fluminense 7 x 1 Paissandu (3 de maio de 1906)[6]

Primeira partida da história do Campeonato Carioca. O primeiro gol da competição foi de Horácio da Costa Santos.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Francis Walter; Victor Etchegaray e Salmond; Naegely, Buchan e Gulden; Duque Estrada, Costa Santos, Edwin Cox, Emile Etchegaray e Félix Frias.

Fluminense 8 x 0 Botafogo (13 de maio de 1906)[7]

Maior goleada da história do Clássico Vovô e a primeira vez que o Botafogo usou a sua tradicional camisa alvinegra.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Francis Walter; Victor Etchegaray e Salmond; João Araújo, Buchan e Gulden; Duque Estrada, Costa Santos, Edwin Cox, Emile Etchegaray e Félix Frias.

De 1911 até 1920[editar | editar código-fonte]

Fluminense 3 x 2 Flamengo (7 de julho de 1912)[8]

Primeiro Fla-Flu.

Depois de uma briga entre os jogadores do time tricolor, nove jogadores do time titular resolveram sair do clube e fundaram o futebol no até então Clube de Regatas do Flamengo, isso aconteceu no ano de 1911. No ano seguinte, houve o primeiro jogo entre os dois clubes e toda a imprensa dava como certa a vitória do time rubro negro, pois a maioria dos jogadores do time do Fluminense eram os reservas. Mas quis o destino que o vencedor fosse o time das Laranjeiras e assim nasceu uma das maiores rivalidades do Brasil.

Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Laport; José Belo e Luiz Maia; João Leal, Mutzembecker e Pernambuco; Bartholomeu, Oswaldo Gomes, Behrmann, Edward Calvert e James Calvert. Técnico: Charles Williams.

Botafogo 2 x 7 Fluminense (25 de junho de 1916)[9]

Maior derrota sofrida pelo Botafogo em seu campo de General Severiano[10], com três gols de Baptista, completando o placar para o Fluminense, Couto, Zezé, Celso e Ernani.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Marcos Mendonça; Vidal e Chico Netto; Laís, Oswaldo Gomes e Loureiro; Zezé, Couto, Celso, Baptista e Ernani. Técnico: Ground Committé.

Fluminense 11 x 1 Bangu (9 de dezembro de 1917)[11]

Show do grande artilheiro inglês Harry Welfare, autor de seis gols. Até hoje o jogador tricolor que mais fez gols em uma partida oficial.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Marcos Mendonça; Chico Netto e Moreira; Laís, Oswaldo Gomes e Fortes; Mano, Zezé, Welfare, Machado e Moraes. Técnico: Quincey Taylor.

Santos 1 x 6 Fluminense (9 de junho de 1918)[12]

Primeira partida interestadual do Fluminense contra outro dos atuais doze maiores clubes do Brasil, vitória que lhe valeu as taças Sudan e Carioca, tendo o Santos terminado o Campeonato Paulista em quarto lugar em 1917 e em 1918.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Marcos Mendonça; Vidal e Chico Netto; Laís, Oswaldo Gomes e Fortes; Mano, Zezé, Welfare, French e Machado. Técnico: Quincey Taylor.

Paulistano 1 x 3 Fluminense (11 de junho de 1918)[13][14]

Os campeões carioca e paulista disputaram em São Paulo uma taça desafio, a "Taça O Imparcial", com vitória do Fluminense por 3 a 1, com dois gols de Welfare e um de Mano para o Tricolor.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Marcos Mendonça; Vidal e Chico Netto; Laís, Oswaldo Gomes e Fortes; Mano, Zezé, Welfare, French e Machado. Técnico: Quincey Taylor.

Fluminense 4 x 0 Flamengo (21 de dezembro de 1919)[15]

Com os jornais da época narrando que mais de 30.000 pessoas teriam estado no Estádio de Laranjeiras naquele dia, entre elas o presidente da república, em meio a comemorações que incluíram salva de tiros de canhões o Fluminense sagrou-se tricampeão carioca.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Marcos Mendonça; Vidal e Othelo; Laís, Oswaldo Gomes e Fortes; Mano, Zezé, Welfare, Machado e Bacchi. Técnico: Ramón Platero.

Fluminense 6 x 2 Brasil de Pelotas (3 de abril de 1920)[16]

Primeira partida do Fluminense contra um clube do Rio Grande do Sul, neste caso, o campeão gaúcho de 1919.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Marcos Mendonça; Othelo e Chico Netto; Laís, Honório e Fortes; Mano, Zezé, Welfare, Machado e Bacchi. Técnico: Pode Pedersen.

Sport de Juiz de Fora 0 x 3 Fluminense (12 de outubro de 1920)[5]

Primeira partida do Fluminense contra um clube de Minas Gerais, este, campeão citadino de Juiz de Fora em 1918.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Gerdal; Moreira e Moacir; Honório, Sylvio Netto e Salles; Mano, Coelho, Welfare, Machado e Bacchi. Técnico: Pode Pedersen.

De 1921 até 1930[editar | editar código-fonte]

Assoc. Atlética da Bahia 1 x 3 Fluminense (1 de abril de 1923)[9]

Primeira partida do Fluminense no Nordeste do Brasil. Welfare, em final de carreira, fez dois gols, completando Zezé o marcador para o Tricolor, que conquistou a Taça Associação Athletica Baiana. O oponente, vice campeão baiano, seria campeão estadual no ano seguinte.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Ramos; Motta Maia e Chico Netto; Laís, Bordallo e Fortes; Paulo Vianna, Zezé, Welfare, Coelho e Moura Costa. Técnico: Pode Pedersen.

Fluminense 3 x 1 Flamengo (14 de junho de 1925)[17]

Perante 25.718 torcedores pagantes, na partida que tem registrado o maior público pagante da história do Estádio de Laranjeiras, o Fluminense vence um Fla-Flu eletrizante.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Haroldo; Paulo e Léo; Nascimento, Floriano e Fortes; Ary, Lagarto, Nilo, Coelho e Moura Costa. Técnico: Charles Williams.

Fluminense 5 x 1 Vasco (22 de novembro de 1925)[9]

O jornal O GLOBO calculou em 30.000 o público presente que acompanhou a espetacular goleada do Fluminense sobre o Vasco no Estádio de Laranjeiras, na primeira vitória do Tricolor sobre os cruzmaltinos.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Haroldo; Paulo e Léo; Nascimento, Floriano e Ebraico; Ary, Lagarto, Nilo, Coelho e Moura Costa. Técnico: Charles Williams.

Fluminense 6 x 2 São Cristóvão (18 de abril de 1926)[9]

O São Cristóvão foi o merecido campeão carioca de 1926, com apenas duas derrotas em dezoito jogos, mas neste dia o atacante tricolor Nilo, com três gols, Coelho com dois, completando Alfredinho para o Fluminense, decretaram uma grande vitória do Tricolor contra o futuro campeão.[18]

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Ramos; Paulo e Hebraico; Nascimento, Floriano e Fortes; Ripper, Alfredinho, Nilo, Coelho e Moura Costa. Técnico: Charles Williams.

Fluminense 4 x 1 Sporting (15 de julho de 1928)[9]

Primeira vitória do Fluminense contra um grande clube estrangeiro e primeira taça internacional conquistada, no jogo que pode eventualmente deter o recorde de público do Estádio de Laranjeiras, pois além das arquibancadas e tribunas lotadas, o clube mandou colocar ainda 2.000 cadeiras ao redor da pista de atletismo para acomodar o grande público presente.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batalha; Paulo e Py; Nascimento, Fernando e Fortes; Ripper, Lagarto, Alfredinho, Preguinho e Milton. Entrou durante a partida o jogador Ivan Mariz. Técnico: Eugênio Medgyessy.

América-MG 0 x 4 Fluminense (8 de setembro de 1929)[9]

Primeira partida do Fluminense na cidade de Belo Horizonte, inauguração oficial do Campo da Alameda, na qual o Tricolor conquistou a Taça Dom Pedro II, perante o América, vice campeão mineiro, que poucos anos antes sagrara-se decacampeão de Minas Gerais.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Velloso; Norival e Fernando; Nascimento, Cabral e Ivan Mariz; Ripper, Meireles, Alfredinho, Preguinho e De Mori. Técnico: Luis Vinhaes.

De 1931 até 1940[editar | editar código-fonte]

Fluminense 3 x 1 Vasco (7 de maio de 1933)[9]

Primeiro clássico carioca na Era do Profissionalismo, com o Estádio de Laranjeiras lotado por 30.000 pessoas, conforme asseverou o Jornal dos Sports, do dia após a partida.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Chiquito; Benedicto e Nariz, Luciano, Brant e Ivan Mariz; Walter Fortes, Vicentino, Sinhô, Said e Chedid. Entrou durante a partida Bermudez. Técnico: Luís Vinhaes.

Atlético-PR 0 x 4 Fluminense (30 de janeiro de 1935)[9]

Primeira partida do Fluminense contra um clube paranaense, o campeão paranaense de 1934, na qual o atacante Tintas marcou 3 gols e Brant completou o marcador.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Velloso; Guimarães e Votorantim; Marcial, Brant e Luciano; Sobral, Vicentino, Tintas, Russo e Pirica. Técnico: Quincey Taylor.

Fluminense 3 x 1 America (14 de julho de 1935)[9]

Primeiro título tricolor na Era do Profissionalismo: Campeão do Torneio Aberto.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Ernesto e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Russo, Gabardo, Vicentino e Hércules. Técnico: Quincey Taylor.

Fluminense 4 x 2 America (6 de dezembro de 1936)[9]

A vitória tricolor com três gols de Russo, evitou o bicampeonato americano e classificou o Fluminense para uma melhor de três contra o Flamengo pela disputa do título carioca.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Mendes, Lara, Russo, Romeu e Hércules. Entraram durante a partida Sobral e Vicentino. Técnico: Carlos Carlomagno.

Fluminense 4 x 1 Flamengo (23 de dezembro de 1936)[9]

Segundo jogo da melhor de três, disputado no Estádio de Laranjeiras que acabaria por conceder o título de campeão carioca ao Fluminense ao final da série. Vitória com dois gols de Russo e dois de Hércules.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Mendes, Lara, Russo, Romeu e Hércules. Entrou durante a partida Sobral. Técnico: Carlos Carlomagno.

Fluminense 6 x 0 Atlético-MG (13 de janeiro de 1937)[9]

O Tricolor andou fazendo grandes jogos contra o Atlético no ano anterior, quando ganhou por 6 a 1 e 4 a 1, culminando com estes 6 a 0, no qual Hércules (3 gols), Russo (2) e Romeu, fizeram os gols tricolores.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo, Romeu e Hércules. Técnico: Carlos Carlomagno.

São Cristóvão 3 x 5 Fluminense (22 de dezembro de 1940)[9]

Partida dificílima disputada no Estádio da Rua Figueira de Mello, na qual o Fluminense precisava ganhar para conquistar o título carioca e encontrou um adversário aguerridíssimo, com o seu centroavante argentino Rongo, autor de três gols neste dia, tendo sido fundamental, ao chegar faltando cinco rodadas para o fim do campeonato e fazendo cinco gols.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Norival e Machado; Bioró, Spinelli e Mário Ramos; Adilson, Romeu, Rongo, Tim e Carreiro. Técnico: Ondino Viera.

De 1941 até 1950[editar | editar código-fonte]

Fluminense 6 x 2 Vasco (11 de maio de 1941)[9]

Maior goleada do Fluminense sobre o Vasco, jogo realizado no Estádio de Laranjeiras.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Moysés e Machado; Malazzo, Spinelli e Afonsinho; Pedro Amorim, Juan Carlos, Tim, Pedro Nunes e Carreiro. Técnico: Ondino Vieira.

Flamengo 2 x 2 Fluminense (23 de novembro de 1941)[9]

O clássico mais lendário do futebol carioca. Em 23 de novembro de 1941, os jogadores do Fluminense realmente chutaram propositalmente bolas na direção da Lagoa Rodrigo de Freitas, tentando ganhar tempo no jogo disputado no Estádio da Gávea? E os remadores do Flamengo realmente se lançaram às águas para resgatar as pelotas? Renomados pesquisadores alegaram que não conseguiram achar referências a esses casos nos jornais da época, mas além das muitas testemunhas que garantiram que a pretensa lenda era verdadeira, os fatos constam publicados em O Globo Esportivo, edição 171 de 1941, página 5.[19] Sobre os remadores pegando bolas na área, leiam a crônica de Mario Julio Rodrigues no Jornal dos Sports de 3 de agosto de 1952.

O emocionante empate por 2 a 2 garantiu o título do Campeonato Carioca de 1941 para o Flu.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Machado e Renganeschi; Malazzo, Brant e Afonsinho; Pedro Amorim, Romeu, Russo, Tim e Carreiro. Técnico: Ondino Vieira.

São Paulo 3 x 7 Fluminense (21 de dezembro de 1941)[9]

Partida com mais gols até os dias atuais envolvendo o Fluminense em confronto interestadual contra outro clube do G-12. Três gols de Russo, três de Tim e um de Carreiro perante mais de 25.000 torcedores no Pacaembu.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Aymoré Moreira; Norival e Renganeschi; Spinelli, Bioró e Malazzo; Pedro Amorim, Romeu, Russo, Tim e Carreiro. Entraram durante a partida Mário Ramos e Juan Carlos. Técnico: Ondino Vieira.

Fluminense 5 x 1 Flamengo (24 de março de 1943)[9]

Maior goleada do Fluminense sobre o Flamengo, no centésimo jogo do Fla-Flu.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Max; Bilulu e Renganeschi; Vicentini, Ruy e Afonsinho; Adílson, Russo, Maracaí, Pedro Nunes e Carreiro. Tim entrou durante a partida. Técnico: Arno Frank.

Tuna Luso 0 x 0 Fluminense (10 de janeiro de 1946)[20]

Primeira partida do Fluminense na Região Norte, contra a Tuna Luso, vice campeã paraense do ano anterior, que viria a ser ainda campeã estadual em 1948, não tendo havido campeonato neste estado no ano de 1946.[21]

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Batatais; Amaury e Haroldo; Vicentini, Mirim e Ismael; Pinhegas, Orlando Pingo de Ouro, Geraldino, Nandinho e Rodrigues. Técnico: Gentil Cardoso.

America 4 x 8 Fluminense (24 de novembro de 1946)[9]

Clássico estadual do Fluminense com mais gols, com três gols de Rodrigues, dois de Orlando, completando Pedro Amorim, Juvenal e Ademir para o Flu. Partida pelo Supercampeonato, disputada no Estádio de General Severiano.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Robertinho; Guálter e Haroldo; Paschoal, Telesca e Bigode; Pedro Amorim, Ademir Menezes, Juvenal, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues. Técnico: Gentil Cardoso.

Fluminense 1 x 0 Botafogo (22 de dezembro de 1946)[9]

Partida que deu o título do Carioca de 1946 ao Fluminense perante 27.491 pagantes em São Januário, numa campanha que ficou marcada pela frase do técnico Gentil Cardoso, antes da disputa: "- Dêem-me Ademir e eu lhes darei o campeonato!"

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Robertinho; Guálter e Haroldo; Paschoal, Telesca e Bigode; Pedro Amorim, Ademir Menezes, Careca, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues. Técnico: Gentil Cardoso.

Fluminense 6 x 4 Botafogo (15 de junho de 1947)[9]

Vitória do Fluminense contra um clube carioca integrante do G-12 com mais gols, tendo havido quatorze dias depois o empate com mais gols contra um clube do G-12, envolvendo também estes mesmos adversários, por 5 a 5.[22]

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Robertinho; Guálter e Hélvio; Paschoal, Telesca e Ismael; Pedro Amorim, Ademir Menezes, Simões, Careca e Rodrigues. Técnico: Gentil Cardoso.

Fluminense 4 x 0 Southampton (16 de maio de 1948)[23]

Perante 35.759 torcedores presentes no Estádio de São Januário, o Fluminense goleia um tradicional clube inglês.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Pé de Valsa e Hélvio; Índio, Mirim e Bigode; Careca, Emílio, Rubinho, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues. Técnico: Ondino Viera.

Fluminense 1 x 0 Vasco (30 de junho de 1948)[9]

Partida que deu o título do Torneio Municipal ao Fluminense, com golaço de bicicleta de Orlando Pingo de Ouro, em melhor de três na qual o Tricolor venceu a primeira por 4 a 0, perdeu a segunda por 2 a 1 e saiu campeão com a torcida vascaína desolada por não admitir a derrota do campeão sul americano daquele ano.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Pé de Valsa e Haroldo; Índio, Mirim e Bigode; Cento e Nove, Simões, Rubinho, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues. Técnico: Ondino Viera.

Fluminense 3 x 2 Racing (27 de outubro de 1948)[24]

Com Laranjeiras recebendo 15.339 pagantes, mais os sócios presentes perante um dos grandes clubes argentinos, o Fluminense conquistou a taça colocada em desafio neste confronto.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Pé de Valsa e Hélvio; Índio, Mirim e Bigode; Cento e Nove, Santo Cristo, Simões, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues. Técnico: Ondino Viera.

Coritiba 3 x 8 Fluminense (29 de março de 1949)[9]

Primeira partida do Fluminense contra o Coritiba, tendo o atacante Rodrigues marcado 4 gols.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Mariano; Píndaro e Hélvio; Índio, Pé de Valsa e Ismael; Cento e Nove, Emílio, Silas, Santo Cristo e Rodrigues. Técnico: Ondino Viera.

Seleção Uruguaia 3 x 3 Fluminense (4 de junho de 1950)[25]

Após empatar por 1 a 1 o primeiro de dois confrontos contra a Seleção Uruguaia, que viria pouco tempo depois se sagrar campeã da Copa do Mundo de 1950, no dia 29 de maio, o Fluminense retornou a campo para enfrentar a "Celeste Olímpica", desta vez, empatando por 3 a 3, perante 35.000 espectadores (31.468 pagantes). O Fluminense chegou a estar vencendo por 3 a 0, mas a parcial arbitragem do uruguaio Esteban Marino, criticado até pela imprensa local, contribuiu decisivamente para o resultado final, com a grande atuação tricolor tendo fechado a série de jogos contra equipes brasileiras que serviu como preparação do selecionado uruguaio para a grande competição mundial.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Veludo; Píndaro e Pinheiro; Waldir, Pé de Valsa e Mário Faria; Santo Cristo, Carlyle, Silas, Didi e Tite. Técnico: Otto Vieira.

De 1951 até 1960[editar | editar código-fonte]

Fluminense 2 x 0 Arsenal (20 de maio de 1951)[24]

Com o time em formação no ano de 1949, o Fluminense sofreu uma derrota de 5 a 1 para o Arsenal. Com a base subida dos juvenis amadurecida e perante 44.164 torcedores, público semelhante ao que havia comparecido em São Januário dois anos antes, o Fluminense venceu com autoridade o famoso clube inglês na primeira partida internacional do Tricolor no Maracanã.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Pé de Valsa, Édson e Jair; Lino, Didi, Carlyle, Orlando Pingo de Ouro e Joel. Técnico: Zezé Moreira.

Goiânia 1 x 4 Fluminense (15 de julho de 1951)[20]

Primeira partida do Fluminense na Região Centro Oeste, contra o Goiânia Esporte Clube, que seria pentacampeão goiano entre 1950 e 1954, tendo conquistado doze títulos estaduais entre 1945 e 1960.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Lafaiete e Pinheiro; Pé de Valsa, Sanford e Jaiminho; Lino, Didi, Villalobos, Orlando Pingo de Ouro e Joel. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 1 x 0 Flamengo (14 de outubro de 1951)[26]

A vitória tricolor por 1 a 0 com outro gol decisivo de Orlando Pingo de Ouro, marcou o primeiro Fla-Flu no Maracanã que fez jus ao título de "O Clássico das Multidões", pois além dos 109.212 torcedores registrados, houve um grande derrame de ingressos falsos, com a imprensa carioca estimando em 40.000 o número de pessoas que teriam estado no Maracanã naquele dia, além dos espectadores registrados, tendo a Torcida Tricolor vencido a badalada "Disputa de Torcidas".

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Vítor, Édson e Jair; Telê, Didi, Carlyle, Orlando Pingo de Ouro e Joel. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 2 x 0 Bangu (20 de janeiro de 1952)[9]

Em duas partidas dificílimas contra o Bangu, a geração de Castilho, Píndaro, Pinheiro, Didi e Telê Santana conquista o seu primeiro título oficial na equipe principal, perante quase 80.000 torcedores no Maracanã, o Campeonato Carioca de 1951.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Vítor, Édson e Lafaiete; Lino, Didi, Telê, Orlando Pingo de Ouro e Róbson. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 3 x 0 Peñarol (20 de julho de 1952)[27]

Vitória convincente por 3 a 0 contra o time base da seleção campeã mundial dois anos antes, no mesmo Maracanã, perante cerca de 64.000 torcedores presentes, no dia do cinquentenário do Fluminense.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair Santana, Edson e Bigode; Telê Santana, Orlando Pingo de Ouro, Marinho, Didi e Robson. Entrou durante a partida Villalobos. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 5 x 2 Áustria Viena (23 de julho de 1952)[28]

Goleada no time base da grande Seleção da Áustria desta época, com grande partida de Orlando Pingo de Ouro, garantiu ao Flu vaga na final da Copa Rio de 1952, perante 45.623 torcedores presentes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair Santana, Edson e Bigode; Telê Santana, Didi, Marinho, Orlando Pingo de Ouro e Quincas. Entraram durante a partida Simões e Robson. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 2 x 2 Corinthians (2 de agosto de 1952)[27]

Empate com o Corinthians garantiu o título de Campeão Mundial de Clubes de 1952 ao Fluminense, perante cerca de 66.000 torcedores. Na primeira partida, o Fluminense venceu o Corinthians por 2 a 0.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair Santana, Edson e Bigode; Telê Santana, Didi, Marinho, Orlando Pingo de Ouro e Quincas. Entraram durante a partida Nestor e Robson. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 1 x 0 Vasco (21 de setembro de 1952)[9]

Uma multidão ficou de fora do Maracanã, pois a administração do grande estádio não mandou confeccionar ingressos suficientes para a partida, segundo a percepção popular, entre o campeão mundial de 1952 e o campeão sul-americano de 1948. Apesar disso, foram registrados 123.059 presentes, sendo 109.325 deles pagantes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair Santana, Edson e Bigode; Telê Santana, Didi, Marinho, Orlando Pingo de Ouro e Quincas. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 3 x 0 Colo Colo (7 de fevereiro de 1953)[29]

Vitória por 3 a 0 contra o Colo Colo, campeão chileno de 1953, em campo neutro, pela Copa Montevidéu, com dois gols de Marinho e um de Robson.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair Santana, Edson e Bigode; Telê Santana, Villalobos, Marinho, Didi e Quincas. Entratam durante a partida Veludo, Robson e Simões. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 8 x 1 Sportivo Luqueño (28 de janeiro de 1954)[30]

Maior goleada do Fluminense na Copa Montevidéu, competição da qual é o terceiro clube na Tabela Histórica, atrás somente de Nacional e Peñarol, sobre o campeão paraguaio de 1953, tendo esquerdinha ainda perdido um pênalti.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Veludo; Lafaiete e Duque; Jair Santana, Edson e Bigode; Telê Santana, Villalobos, Ivo, Robson e Esquerdinha. Entraram durante a partida Adalberto, Nestor, Emilson e Ceninho. Técnico: Gradim.

Fluminense 3 x 0 F C Porto (17 de junho de 1956)[5]

O Fluminense venceu folgadamente o time do Porto, que chegara ao Rio de Janeiro precedido de muito cartaz, perante 101.745 torcedores presentes ao Maracanã, vingando-se da derrota por 3 a 1 em Portugal, cerca de um ano antes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Cacá, Pinheiro e Altair; Jair Santana e Clóvis; Telê, Léo, Waldo, Jair Francisco e Escurinho. Técnico: Sylvio Pirillo.

Fluminense 2 x 1 São Paulo (2 de junho de 1957)[31]

Primeiro título do Torneio Rio-São Paulo conquistado de forma invicta, tendo sido esta a partida comemorativa, pois o Flu foi campeão na rodada anterior, na vitória de 3 a 1 contra a Portuguesa, no Estádio do Pacaembu.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Victor González; Cacá, Pinheiro e Altair; Ivan e Clóvis; Telê Santana, Léo, Waldo, Robson e Dejayr. Entraram durante a partida Jair Santana, Osvaldo Russo e Beto. Técnico: Sylvio Pirillo.

Fluminense 5 x 2 Vasco (21 de julho de 1957)[9]

Em partida válida pelo Campeonato Carioca o aniversariante Fluminense goleou o Vasco, conquistando de quebra a Taça Cidade do Rio de Janeiro, perante quase 60.000 torcedores presentes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Catilho; Cacá, Pinheiro e Paulo; Clóvis e Ivan; Telê Santana, Léo, Waldo, Robson e Escurinho. Técnico: Sylvio Pirillo.

Fluminense 7 x 2 São Paulo (20 de março de 1960)[32]

Campeão invicto do Torneio Rio-São Paulo de 1957 o Fluminense que chegaria ao bicampeonato em 1960 com apenas uma derrota, esta bastante questionada pela imprensa, teve nesta goleada histórica sobre o São Paulo o seu grande momento nesta competição. Waldo, maior artilheiro da História do Fluminense e dos Rio-São Paulo de 1957 e de 1960, saiu contundido no intervalo, mas ainda assim, marcou três gols e deu uma assistência para Telê.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis e Altair; Edmilson e Paulinho Omena; Maurinho, Waldo, Telê Santana e Escurinho. Entraram durante a partida Wilson Bauru, Jair Santana e Almir. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 11 x 0 Istad (11 de junho de 1960)[9]

Esse amistoso na Suécia seria a maior goleada do Fluminense em jogos internacionais até 1986. O vice campeão mundial pela sua seleção, Lennart "Nacka" Skoglund, considerado o maior jogador da história do futebol sueco, atuou pelo Tricolor, e sua participação nesta partida rendeu uma estátua em homenagem ao jogador com o uniforme do Fluminense na cidade de Borby.[33] Telê, que fez dois gols, ainda perdeu um pênalti, e Waldo marcou quatro vezes!

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Jair Marinho, Tomé, Clóvis e Altair; Edmilson e Paulinho Omena; Telê Santana, Waldo, Skoglund e Escurinho. Técnico: Zezé Moreira.

Fluminense 4 x 2 Grêmio (19 de outubro de 1960)[34]

Vitória folgada contra o Grêmio perante 20.000 torcedores em Laranjeiras, na segunda partida da decisão da Zona Sul da Taça Brasil, que seria fundamental para a classificação tricolor pelo critério de "gol average" na partida desempate, que terminaria com empate de 1 a 1.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis e Altair; Edmilson e Paulinho Omena; Maurinho, Waldo, Jair Francisco e Escurinho. Entrou durante a partida Telê Santana. Técnico: Zezé Moreira.

De 1961 até 1970[editar | editar código-fonte]

Fluminense 4 x 3 Flamengo (20 de agosto de 1961)[9]

Um Fla-Flu eletrizante, em que o Flu chegou a estar vencendo por 4 a 0, vindo depois o Fla a fazer três gols, diminuindo a vantagem tricolor, perante 87.010 pagantes, quiçá, cerca de 100.000 torcedores em um jogo no meio do primeiro turno de três marcados para este Campeonato Carioca, jogo para o qual a grande atração era mesmo a mística do Fla-Flu.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis e Altair; Edmilson e Paulinho Omena; Calazans, Humberto, Telê Santana e Escurinho. Técnico: Zezé Moreira.

Santos 2 x 4 Fluminense (23 de março de 1963)[35][36]

A vitória tricolor por 4 a 2 no Pacaembu sobre o grande time do Santos na penúltima rodada do Torneio Rio-São Paulo manteve o time tricolor com chances de ser campeão, vindo a terminar em terceiro, dois pontos atrás do Peixe.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Carlos Alberto Torres, Wilson Silva, Dari e Altair; Gonçalo e Oldair; Maurinho, Ubiraci, Manoel e Escurinho. Técnico: Antoninho.

Fluminense 3 x 1 Bangu (20 de dezembro de 1964)[9]

Partida que definiu o título do Carioca de 1964 perante 75.106 pagantes, talvez uns 85.000 presentes, que proporcionaram uma grande festa no Maracanã.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Castilho; Carlos Alberto Torres, Procópio, Valdez e Altair; Denílson e Oldair; Jorginho, Amoroso, Joaquinzinho e Gílson Nunes. Técnico: Tim, tido por muitos como a figura marcante desta conquista.

Fluminense 7 x 2 Botafogo (12 de maio de 1965)[9]

Jogando pelo Torneio Rio-São Paulo, o Fluminense aplicou uma goleada histórica no Botafogo, tendo sido ainda o goleiro alvinegro, uma das melhores figuras em campo, tamanha a superioridade tricolor nesta partida.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Édson; Laurício, Procópio, Valdez e Altair; Iris e Luiz Henrique; Amoroso (Ubiraci), Evaldo, Antunes (Carlinhos) e Gílson Nunes. Técnico: Tim.

Fluminense 3 x 1 Flamengo (7 de setembro de 1966)[37]

Perante cerca de 70.000 pagantes, o Fluminense conquistou a sua primeira Taça Guanabara, nesta época um torneio independente do Campeonato Carioca.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Jorge Vitório; Oliveira, Caxias, Altair e Bauer; Denílson e Jardel; Amoroso, Samarone, Mário e Lula. Técnico: Tim.

Fluminense 3 x 2 Flamengo (15 de junho de 1969)[9]

"No maior Fla-Flu de todos os tempos, o tricolor conquistou a sua mais bela vitória." Assim começa "Chega de humildade", crônica de Nelson Rodrigues considerada a melhor do saudoso dramaturgo, publicada no jornal ‘O Globo’ no dia seguinte à conquista do título estadual de 1969.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denílson e Lulinha; Wilton, Flávio, Cláudio Garcia e Lula. Entraram durante a partida Gilson Nunes e Samarone. Técnico: Telê Santana.

Fluminense 6 x 1 Ponte Preta (4 de novembro de 1970)[38]

Na campanha de seu primeiro título nacional, goleada sobre o vice campeão paulista.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Siveira e Didi; Cafuringa, Flávio, Samarone e Lula. Durante a partida entraram Jairo no lugar de Félix e Wilton no lugar de Cafuringa. Técnico: Paulo Amaral.

Palmeiras 0 x 3 Fluminense (8 de novembro de 1970)[38]

Com três gols de Flávio no Morumbi, a primeira de duas vitórias sobre o campeão nacional do ano anterior.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denílson e Didi; Cafuringa, Flávio, Samarone e Lula. Durante a partida entraram Silveira no lugar de Didi, Wilton no lugar de Cafuringa e Mickey no lugar de Flávio. Técnico: Paulo Amaral.

Cruzeiro 0 x 1 Fluminense (16 de dezembro de 1970)[38]

Mickey garantiu a vitória tricolor no Mineirão em partida válida pelo quadrangular final.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denílson e Didi; Cafuringa, Mickey, Samarone e Lula. Durante a partida entraram Toninho no lugar de Marco Antônio e Silveira no lugar de Mickey. Técnico: Paulo Amaral.

Fluminense 1 x 1 Atlético Mineiro (20 de dezembro de 1970)[39]

Empate com o Atlético Mineiro no Maracanã garantiu o primeiro título brasileiro ao Fluminense, em 1970, com um público de 112 mil pagantes (o jornal O Estado de S. Paulo noticiou que havia ainda mais de 20.000 não pagantes).

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denílson e Didi; Cafuringa, Mickey, Cláudio Garcia e Lula. Durante a partida Toninho entrou no lugar de Marco Antônio. Técnico: Paulo Amaral.

De 1971 até 1980[editar | editar código-fonte]

Fluminense 1 x 0 Botafogo (27 de junho de 1971)[9]

O clima para a decisão do Campeonato Carioca daquele ano era de paixão, mistério, e claro, muita superstição. Mesmo em declínio, o Botafogo jogava pelo empate. Com esta vantagem, ficou na retranca. Era um verdadeiro jogo de xadrez desenvolvido de intermediária a intermediária. Foram poucas as chances de gol. Em uma das raras oportunidades, Lula acerta a trave de Ubirajara, aos 26 minutos do primeiro tempo. O segundo tempo começa como o primeiro. Aos 10 minutos, Zequinha tem boa chance, mas Assis o desarma na hora H. O Botafogo aproveita os espaços e consegue uma falta perto da área. Paulo César cobra e Félix voa, espalmando a córner. Faltavam dois minutos e a torcida alvinegra já esboçava uma tímida comemoração. Foi quando veio o lance fatídico: Oliveira centra, Marco Antônio sobe como nunca e desloca o goleiro Ubirajara por ser mais corpulento que o franzino goleiro botafoguense, dentro da pequena área, após o que, Flávio empurra Brito, que cai dentro do gol. Nada foi marcado na feroz disputa pela bola, que havia sobrado limpa para Lula, mesmo empurrado por jogador botafoguense, marcar o gol do título. Houve muita comemoração do time das Laranjeiras e muita reclamação dos derrotados, esquecidos do clássico anterior, vencido com pênalti inexistente e que lhes deu a vantagem do empate.[40] A reclamação, aliás, dura até o dia de hoje. Zagallo, então técnico do Flu, aproveitou e deu suas alfinetadas nos dirigentes alvinegros que o dispensara pouco tempo antes. Era a vingança do "Velho Lobo".

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Silveira e Didi; Wilton, Cláudio Garcia, Ivair e Lula. Durante a partida entraram Flávio e Cafuringa. Técnico: Zagallo.

Fluminense 4 x 2 Flamengo (22 de agosto de 1973)[5]

Sob chuva e com show de Manfrini, o Fluminense goleia o Flamengo e sagra-se campeão carioca.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Toninho, Brunel, Assis e Marco Antônio; Carlos Alberto “Pintinho”, Cléber e Marquinhos; Dionísio, Manfrini e Lula. Técnico: Duque.

Fluminense 5 x 1 Vasco (8 de setembro de 1974)[9]

Maior goleada do Fluminense sobre o Vasco no Estádio do Maracanã, perante 72.368 pagantes, com três gols de Gil.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Toninho, Brunel, Assis e Marco Antônio; Kleber, Gérson e Zé Roberto; Cafuringa, Gil e Mazinho. Entraram durante o jogo Silveira e Roberto. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Fluminense 4 x 1 Corinthians (8 de fevereiro de 1975)[5]

Na estreia de Rivellino pelo Fluminense, o craque marca 3 gols contra o seu ex-clube, perante cerca de 50.000 torcedores presentes no Maracanã em pleno sábado de Carnaval.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Roberto; Toninho, Silveira, Assis e Marco Antônio; Zé Mário, Kleber e Rivellino; Cafuringa, Gil e Mário Sérgio. Técnico: Paulo Emílio.

Fluminense 1 x 0 America (27 de abril de 1975)[41]

Rivellino, de falta, aos 119' (14' do 2º tempo da prorrogação) fez o gol do título da Taça Guanabara contra o rival que um ano antes havia ganho o título da Taça Guanabara por 1 a 0, contra o Fluminense, tendo estes dois jogos levados cerca de 100.000 pagantes ao Maracanã. Em entrevista posterior para a revista Placar (nº 1085, de julho de 1993), Riva afirmou que este foi o jogo mais intenso que ele havia disputado em sua carreira.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Toninho, Silveira, Edinho e Marco Antônio; Zé Mário, Cléber e Rivellino; Gil, Manfrini (Erivelto) e Zé Roberto. Técnico: Paulo Emílio.

Fluminense 1 x 0 Bayern de Munique (10 de junho de 1975)[5]

O Fluminense realizou um amistoso contra o forte time do Bayern de Munique, base da Seleção Alemã campeã mundial de 1974, que contava em seu elenco com jogadores como Sepp Maier, Franz Beckenbauer, Gerd Müller, Hans-Georg Schwarzenbeck, Jupp Kapellmann e a estrela nascente Karl-Heinz Rummenigge. O amistoso foi à noite, com 60.137 tricolores pagando ingressos e a administração do estádio tendo que mandar abrir os portões com o jogo já começado, pois não esperava o fluxo de público que compareceu ao Maracanã, liberando a entrada para milhares de pessoas que não pagaram ingressos. O Fluminense ganhou o jogo por 1 a 0, gol de Gerd Müller contra, resultado que não espelhou a enorme disparidade técnica do Flu sobre o seu oponente neste dia.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Toninho, Silveira, Assis e Marco Antônio; Zé Mário, Kleber e Rivellino; Cafuringa, Paulo César Lima e Mário Sérgio. Durante a partida entrou Manfrini. Técnico: Paulo Emílio.

Fluminense 0 x 1 Botafogo (17 de agosto de 1975)[5]

Diante de 100.703 pagantes, quase todos tricolores,[42] o Fluminense conquistou o Campeonato Carioca de 1975 mesmo perdendo a partida com um despretensioso chute de longe, pois tinha vantagem de poder perder até por 2 a 0.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Félix; Toninho, Silveira, Assis e Marco Antônio; Zé Mário, Pintinho (Cléber) e Rivellino; Cafuringa, Manfrini e Paulo César Lima. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Fluminense 9 x 0 Goytacaz (24 de abril de 1976)[5]

Em partida válida pelo Campeonato Carioca, a Máquina Tricolor aplica a maior goleada do Fluminense no Estádio do Maracanã. Doval e Gil marcaram três gols cada.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Renato; Carlos Alberto Torres (Rubens Galaxe), Miguel, Edinho e Rodrigues Neto; Pintinho, Paulo César Lima e Rivellino (Kléber); Gil, Doval e Dirceu. Técnico: Mário Travaglini.

Fluminense 1 x 0 Vasco (3 de outubro de 1976)[5]

Desde os tempos do Expresso da Vitória vascaíno e do Rolo Compressor rubro-negro que uma torcida não acreditava tanto em seu time como a do Fluminense, em 1976. A maioria no Maracanã, naquela decisão do Carioca, com mais de 127.000 pagantes era tricolor, segundo a revista Placar, mais de 70% dos presentes, mesmo com os dois times em condições iguais de ganhar o título. E se a torcida demonstrava nas arquibancadas que estava ali para ver seu time vencer, sem admitir qualquer outro resultado, os jogadores não fizeram por menos. No gramado, a superioridade também era total, completa, arrasadora, embora o Vasco fosse um adversário valoroso, que não entregou os pontos e conseguiu levar o jogo no 0 a 0 até a prorrogação. Mas o Fluminense não entrou naquela de deixar o tempo passar para ganhar nos pênaltis. Enquanto a bola estivesse rondando, o Flu rondaria o gol. E o gol aconteceu. Faltavam dois minutos para que se encerrasse a prorrogação. Paulo César cobrou um tiro indireto pela ponta esquerda, fazendo a bola cruzar a pequena área e cair na cabeça de Pintinho, que tocou para a pequena área; o gringo Doval pulou mais que Abel e enfiou, também de cabeça, o gol histórico, o gol do bicampeonato. Um gol que fez justiça ao melhor time da competição.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Renato; Rubens Galaxe, Carlos Alberto Torres, Miguel e Rodrigues Neto; Pintinho, Paulo César Lima e Rivellino; Gil, Doval e Dirveu. Técnico: Mário Travaglini.

Fluminense 6 x 0 America (21 de abril de 1977)[43]

Maior goleada do Fluminense sobre o America no Maracanã, com 4 gols de Rivellino perante mais de 40.000 pagantes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Wendell; Rubens Galaxe, Miguel, Edinho e Marinho Chagas; Pintinho, Kléber e Rivellino; Cafuringa, Doval e Luis Carlos. Entraram Paulinho e César. Técnico: Mário Travaglini.

Fluminense 1 x 0 Vasco (30 de novembro de 1980)[5]

Um gol de falta de Edinho garantiu o Campeonato Carioca de 1980 para o Fluminense, que tinha um time quase todo oriundo de suas categorias de base, salvo Gilberto e Cláudio Adão, perante quase 110.000 pagantes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Goulart; Edevaldo, Tadeu, Edinho e Rubens Galaxe; Delei, Mário e Gilberto; Mário Jorge, Cláudio Adão e Zezé. Técnico: Nelsinho Rosa.

De 1981 até 1990[editar | editar código-fonte]

Fluminense 1 x 0 Flamengo (11 de dezembro de 1983)[5]

Gol de Assis aos 45 minutos do segundo tempo, dando o título carioca de 1983 ao Fluminense.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor, Aldo, Duílio, Ricardo Gomes, Branco, Jandir, Delei, Assis, Leomir, Washington e Paulinho. Ronaldo entrou durante a partida e Técnico: Carbone.

Fluminense 5 x 0 Coritiba (6 de maio de 1984)[5]

Em jogo válido pelas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro de 1984, perante mais de 60.000 pagantes, o Fluminense fez uma de suas maiores exibições na história do Campeonato Brasileiro.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor; Aldo, Duílio, Ricardo Gomes e Branco; Leomir, Delei e Romerito; Assis, Washington e Tato. Wilsinho e Renê entraram durante a partida e Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Corinthians 0 x 2 Fluminense (13 de maio de 1984)[5]

Vitória espetacular sobre o Corinthians no Morumbi pela semifinal do brasileirão de 1984, clube que havia ganhado do Flamengo no mesmo palco por 4 a 1 uma semana antes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor; Aldo, Duílio, Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Delei e Romerito; Assis, Washington e Tato. Renê e Leomir entraram durante a partida. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Fluminense 0 x 0 Vasco (27 de maio de 1984)[5]

Empate com o rival Vasco deu o título brasileiro de 1984 ao Fluminense, pois o Tricolor havia ganhado a primeira partida por 1 a 0, com gol do paraguaio Romerito.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor; Aldo, Duílio, Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Delei, Assis e Romerito; Washington e Tato. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Fluminense 1 x 0 Flamengo (16 de dezembro de 1984)[5]

A fase áurea do Fluminense aconteceu de 83 a 85, quando foi tricampeão estadual e brasileiro em 84, tinha jogadores como Paulo Vítor, Branco, Ricardo Gomes, Delei, Romerito, Assis e Washington. As decisões dos campeonatos desses anos foram disputadas em triangular em turno único. Nos três, a dupla Fla-Flu esteve presente. O mais interessante é que nos clássicos de 83 e 84, a mesma cena repetiu-se. O Fluminense venceu ambos por 1 a 0, em 1983 no último minuto de jogo, com gol de Assis, fazendo no gol esquerdo das cabines de rádio. Por isso, o meia do tricolor ganhou o título de “carrasco” rubro-negro.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor; Aldo, Duílio, Vica e Renato Martins; Leomir, Renê, Romerito; Assis, Washington e Tato. Técnico: Raul Carlesso (Carlos Alberto Torres estava suspenso)[44].

Fluminense 2 x 1 Bangu (18 de dezembro de 1985)[5]

Vitória sobre o Bangu valeu o Tricampeonato carioca 1983/1984/1985 ao Fluminense. Gol marcado por Paulinho aos 31 minutos do segundo tempo, perante quase 90.000 pagantes, com o Bangu reclamando um pênalti que teria acontecido após o árbitro soprar o apito final da partida.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor; Beto, Vica, Ricardo Gomes e Renato Martins; Jandir, Delei, Renê e Romerito; Washington e Tato. Paulinho entrou durante a partida. Técnico: Nelsinho Rosa.

Tarancón 1 x 12 Fluminense (15 de agosto de 1986)[9]

Maior goleada do Fluminense em jogos internacionais. A Agrupación Deportiva Tarancón foi um clube espanhol da Comunidade Autônoma de Castilla-La Mancha, fundado em 1967 e fechado em 1993.[45]

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Victor; Alexandre Torres, Vica, Ricardo Gomes e Eduardo; Jandir, Edson Souza, Renê e Romerito; Washington e Paulinho. Entraram durante a partida Ricardo Cruz, Rogério, Leomir, Renato Martins, Gallo e Marcão. Técnico: Nelsinho Rosa.

Fluminense 2 x 0 Torino (31 de maio de 1987)[46]

Final da Copa Kirin de 1987, contra o Torino, que tinha como um dos destaques o ex-jogador flamenguista Júnior.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Paulo Vítor; Aldo, Vica, Alexandre Torres e Eduardo; Jandir, João Santos e Assis; Romerito, Washington e Tato. Paulinho entrou durante a partida. Técnico : José Luiz Carbone.

De 1991 até 2000[editar | editar código-fonte]

Sporting 1 x 2 Fluminense (21 de julho de 1991)[47]

No dia de seu aniversário o Fluminense vence o Sporting no Estádio Gerland, em Lyon (França) e conquista o Troféu Imigrantes Portugueses, oferecido pelo Cafe do Jura e Cave Cristal, de Genebra (Suíça).

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Ricardo Pinto; Carlinhos Itaberá, Sandro, Alexandre Torres e Marcelo Barreto; Pires, Marcelo Gomes, Bobô e Edvaldo; Renato e Ézio. Entraram durante a partida Ribamar, Dago e Denílson. Técnico: Edinho.

Fluminense 7 x 1 Botafogo (29 de abril de 1994)[5]

O Fluminense aplicou a sua maior goleada em clássicos no Estádio do Maracanã, em partida que ficou conhecida como goleada "Seven Up", marca de refrigerante da época que patrocinava equipes de futebol.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Ricardo Cruz; Alfinete, Luiz Eduardo, Rau e Branco; Jandir, Cláudio, Luiz Antônio e Luiz Henrique (Wallace); Mário Tilico e Ézio. Técnico: Delei.

Fluminense 3 x 2 Flamengo (25 de junho de 1995)[48]

Flamengo e Fluminense fazem o jogo decisivo do octogonal do Estadual de 1995. O Fla na comemoração dos 100 anos de fundação (do clube) precisava só do empate para sagrar-se campeão, enquanto que ao Flu, só a vitória interessava. O time tricolor de Joel Santana faz logo 2 a 0. Aí, o Flamengo inicia uma grande reação, e aos 40 do segundo tempo, o Flamengo empata em 2 a 2 e se fecha na defesa. O Fluminense só tem uma alternativa: atacar de qualquer jeito. E não deu outra: num cruzamento na área de Aírton, Renato Gaúcho empurra a bola com a barriga pro fundo do gol do “todo-poderoso” e concretiza a vitória e o título do pó-de-arroz.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Wellerson; Ronald, Lima, Sorlei e Lira; Mário Costa, Djair, Aílton e Rogerinho; Renato Gaúcho e Leonardo. Cadu e Ézio entraram durante a partida. Técnico: Joel Santana.

De 2001 até 2010[editar | editar código-fonte]

Palmeiras 2 x 6 Fluminense (7 de novembro de 2001)[5]

Em partida válida pelo Campeonato Brasileira, disputada no Parque Antártica, o Fluminense goleou o time da casa por 6 a 2, com dois gols de Roger Flores e dois de Magno Alves.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Murilo; Flávio, André Luís, Régis e Paulo César; Marcão, Sidney, Fernando Diniz e Roger (Jorginho); Roni (Andjelković) e Magno Alves (Caio). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Fluminense 7 x 1 Juventude (27 de outubro de 2004)[5]

Partida que registrou a maior goleada do Fluminense em campeonatos nacionais após 1971 e sua segunda maior goleada em campeonatos nacionais (a maior foi 8 a 0 contra o Fonseca, em 1960), com três gols de Rodrigo Tiuí e dois de Roger.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Fernando Henrique; Leonardo Moura, Odvan, Laerte e Júnior César; Marciel, Diego Souza (Arouca), Roger e Esquerdinha (Zé Carlos); Alessandro e Rodrigo Tiuí (Mauro). Técnico: Alexandre Gama.

Fluminense 4 x 0 Botafogo (13 de março de 2005)[49]

Fluminense vence o Botafogo com uma atuação primorosa perante 48.639 torcedores, tendo ainda perdido um pênalti.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Kléber; Gabriel, Antônio Carlos, Fabiano Eller e Juan; Marcão, Arouca, Diego Souza e Juninho; Leandro e Rodrigo Tiuí. Entraram durante a partida Lino, Allan e Alex Terra. Técnico: Abel Braga.

Fluminense 4 x 1 Flamengo (3 de abril de 2005)[50]

Fluminense vence o Flamengo na final da Taça Rio perante 74.650 torcedores no Maracanã.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Kléber; Gabriel, Igor, Antônio Carlos e Juan; Marcão, Arouca, Diego Souza e Juninho; Leandro e Tuta. Entraram durante a partida Preto Casagrande, Allan e Alex Terra. Técnico: Abel Braga.

Fluminense 3 x 1 Volta Redonda (17 de abril de 2005)[51]

Fluminense vence Volta Redonda nos acréscimos com um gol de Antônio Carlos aos 47 minutos do segundo tempo, e se sagra Campeão Carioca de 2005 perante 70.830 torcedores.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Kléber; Gabriel, Antônio Carlos, Fabiano Eller e Juan; Marcão, Arouca, Diego Souza e Juninho; Leandro e Tuta. Entraram durante a partida Alex Terra e Rodrigo Tiuí. Técnico: Abel Braga.

Cruzeiro 2 x 6 Fluminense (7 de setembro de 2005)[5]

No, Estádio Mineirão, em uma jogada memorável e digna de um craque, o sérvio Dejan Petković entrou para a história do Fluminense, ao assinalar o milésimo gol tricolor em campeonatos brasileiros (até 2010, quando as demais edições receberam o reconhecimento da CBF), em linda jogada onde driblou em pouco espaço três adversários e tocou para o gol ao perceber a saída do goleiro Fábio.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Kléber; Gabriel, Gabriel Santos, Igor e Juan; Arouca, Petković, Felipe e Marcos Aurélio; Leandro e Tuta. Durante a partida entraram Milton do Ó, Beto e Preto Casagrande. Técnico: Abel Braga.

Figueirense 0 x 1 Fluminense (6 de junho de 2007)[52]

O Fluminense conquista a sua primeira Copa do Brasil. O primeiro jogo, disputado no Maracanã, havia terminado em empate de 1 a 1.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Fernando Henrique; Thiago Silva, Roger, Carlinhos e Júnior César; Fabinho, Arouca, Carlos Alberto e Cícero; Alex Dias e Adriano Magrão. Entraram durante a partida Rafael Moura, David e Thiago Neves. Técnico: Renato Gaúcho.

Fluminense 6 x 0 Arsenal de Sarandí (5 de março de 2008)[5]

Maior goleada de um clube brasileiro sobre uma equipe argentina na história da Copa Libertadores[53].

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Fernando Henrique; Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Júnior César; Ygor, Arouca, Thiago Neves e Conca; Dodô e Washington. Entraram durante a partida Cícero, Roger e Fabinho. Técnico: Renato Gaúcho.

Fluminense 3 x 1 São Paulo (21 de maio de 2008)[5]

Um público 72.910 pessoas compareceu ao Maracanã, sendo 68.191 pagantes, para ver uma das partidas mais marcantes do torneio, em que o Fluminense vencia por 2 a 1, placar que era favorável ao time paulista, quando Washington fez de cabeça aos 46 minutos do segundo tempo, classificando assim o Fluminense para as semifinais da Libertadores.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Fernando Henrique; Thiago Silva, Luiz Alberto, Gabriel e Júnior César; Ygor, Arouca, Conca e Cícero; Thiago Neves e Washington. Entraram durante a partida Dodô, Maurício e Alan. Técnico: Renato Gaúcho.

Fluminense 3 x 1 Boca Juniors (4 de junho de 2008)[5]

O Fluminense disputou as semifinais contra o Boca Juniors, da Argentina, obtendo empate por 2 a 2 na primeira partida em Buenos Aires, e vitória por 3 a 1 no jogo de volta no Maracanã, de virada, perante 84.632 torcedores (78.856 pagantes), classificando-se para a final contra a LDU, com quem já jogara na primeira fase desta competição, em um grupo que era chamado pela imprensa internacional de "Grupo da Morte", pela competitividade dos clubes participantes.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Fernando Henrique; Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Júnior César; Ygor, Arouca, Thiago Neves e Conca; Cícero e Washington. Entraram durante a partida Dodô, Maurício e Roger. Técnico: Renato Gaúcho.

Coritiba 1 x 1 Fluminense (6 de dezembro de 2009)[5]

A última partida do ano contra o Coritiba, na cidade de Curitiba, era um dos jogos decisivos para definir o rebaixamento, e foi um jogo dramático. Com a vitória do Botafogo sobre o Palmeiras, o empate assegurava ao Fluminense a permanência na primeira divisão de 2010, enquanto o Coritiba necessitava da vitória para se salvar. O Flu começou marcando com um gol legítimo de Fred, porém não validado pela arbitragem. Marquinho, de falta, abriu o placar para o tricolor, com o Coritiba conseguindo o empate, que decretou o resultado final de 1 a 1. Com o resultado, o Fluminense atingiu seu objetivo de permanecer na Série A, consagrando uma das mais belas reações já vistas no futebol, visto que chegou a ter calculado pelos estatísticos 98,3% de possibilidades de cair e que, a 10 rodadas do fim do campeonato, estava com 22 pontos somados e a 9 pontos do primeiro time fora da zona de rebaixamento.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Rafael; Mariano, Gum, Cássio e Marquinho; Dalton, Diogo, Maurício e Conca; Alan e Fred. Entraram durante a partida Dieguinho, Equi González e Adeílson. Técnico: Cuca.

Fluminense 1 x 0 Guarani (5 de dezembro de 2010)[54]

Jogo que deu o terceiro título brasileiro ao clube tricolor. Esta partida também foi a última a ser arbitrada por Carlos Eugênio Simon.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho e Conca; Júlio César, Emerson e Fred. Entraram durante a partida Washington, Fernando Bob e Rodriguinho. Técnico: Muricy Ramalho.

De 2011 até 2020[editar | editar código-fonte]

Argentinos Juniors 2 x 4 Fluminense (20 de abril de 2011)[5]

Com 8% de chance de se classificar para a segunda fase da Copa Libertadores de 2011, necessitando de uma vitória por dois gols de diferença, o Fluminense vence o Argentinos Juniors em Buenos Aires, e se classifica para as oitavas-de-final. O jogo também ficou marcado por uma briga generalizada após a partida, tendo sido iniciada pelos jogadores da equipe argentina.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Edinho e Júlio César; Valencia, Diguinho, Conca e Marquinhos; Rafael Moura e Fred. Entraram durante a partida Tartá, Fernando Bob e Araújo. Técnico: Enderson Moreira.

Fluminense 5 x 4 Grêmio (16 de novembro de 2011)[5]

Em uma partida eletrizante, com quatro bolas na trave, além dos nove gols e com viradas de marcador incomuns, Fred fez quatro gols para sacramentar a vitória do "Time de Guerreiros", que seria campeão simbólico do segundo turno do Brasileirão e terceiro colocado no cômputo geral.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Diego Cavalieri; Mariano, Elivélton, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Marquinho (Matheus Carvalho, 34'/2ºT) e Deco (Souza, 40'/2ºT); Rafael Sóbis (Rafael Moura, 34'/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.

Vasco 1 x 3 Fluminense (26 de fevereiro de 2012)[55]

Após 19 anos sem vencer a Taça Guanabara (primeiro turno do campeonato carioca), o Flu sagrou-se campeão, numa partida onde jogou de forma inteligente e ofensiva, com destaque para Fred, Thiago Neves, Wellington Nem e Deco, que marcou um belíssimo gol.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Diego Cavalieri; Bruno, Anderson, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Thiago Neves e Deco; Wellington Nem e Fred. Entraram durante a partida Rafael Moura, Jean e Thiago Carleto. Técnico: Abel Braga.

Boca Juniors 1 x 2 Fluminense (7 de março de 2012)[56]

Em atuação brilhante, o Fluminense entrou para o seleto grupo de times brasileiros que conseguiram derrotar a equipe argentina dentro do estádio de La Bombonera (Cruzeiro, Santos e Paysandu são os outros). Aproximadamente 47.800 (cerca de 4.000 sendo tricolores) pessoas presenciaram essa partida válida pela Copa Libertadores.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Diego Cavalieri; Digão, Anderson, Bruno, e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Deco e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred. Entraram no decorrer da partida: Jean, Edinho e Jean. Técnico: Abel Braga.

Botafogo 0 x 1 Fluminense (13 de maio de 2012)[57]

Após sete anos sem um título estadual, o Fluminense chegou ao seu trigésimo primeiro troféu nesta competição, ao derrotar o Botafogo, em um clássico que não decidia um Campeonato Carioca desde 1975. Vale lembrar que no primeiro jogo, o placar foi de 4 a 1 para o Flu.

O Fluminense entrou em campo com a seguinte escalação: Diego Cavalieri; Gum, Anderson, Bruno e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco e Thiago Neves; Rafael Sóbis e Rafael Moura. Durante a partida entraram Wágner, Fábio Braga e Marcos Júnior. Técnico: Abel Braga.

Fluminense 1 x 0 Flamengo (8 de julho de 2012)[58]

Pela oitava rodada do campeonato brasileiro, os dois clubes se enfrentaram no jogo que marcou o centenário do clássico. Uma grande festa foi preparada, com a participação de banda e artistas que cantaram os hinos dos dois clubes e a entrega de um troféu simbólico que se dividia e os presidentes de cada clube ficaram com uma metade. O nome do jogo foi Fred que em mais uma jogada de oportunismo fez o gol da vitória.

O Fluminense entrou com a seguinte escalação: Diego Cavalieri; Gum, Anderson, Bruno e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred. Entraram no decorrer da partida: Samuel, Valencia e Wagner. Técnico: Abel Braga.

Palmeiras 2 x 3 Fluminense (11 de novembro de 2012)[59]

Com três rodadas de antecedência, o clube tricolor foi tetracampeão brasileiro. O mando de campo da partida era do Palmeiras e com o time paulista sofrendo risco de rebaixamento (fato confirmado horas depois da partida, no término da rodada) o jogo foi marcado para Presidente Prudente, e também pela distância das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo o público acabou sendo um dos menores do todos os jogos finais de brasileiro.

O clube entrou em campo com a seguinte escalação: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, e Thiago Neves; Rafael Sóbis, Wellington Nem e Fred. Entraram no decorrer da partida: Valencia, Diguinho e Marcos Júnior. Técnico: Abel Braga.

Fluminense 1 x 0 Atlético-PR (20 de abril de 2016)[60]

Fluminense campeão da edição inicial da Primeira Liga do Brasil, também conhecida como Copa Sul Minas Rio de 2016, com gol de Marcos Júnior aos 35' do Segundo Tempo, em partida disputada na cidade de Juiz de Fora, perante 23.985 torcedores, a grande maioria deles, tricolores.

O Fluminense entrou com a seguinte escalação: Diego Cavalieri; Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni; Pierre, Cícero, Osvaldo, Gerson e Gustavo Scarpa; Magno Alves. Entraram no decorrer da partida: Édson, Marcos Junior e Douglas. Técnico: Levir Culpi.

Fluminense 3 x 3 Flamengo (5 de março de 2017)[61]

Fluminense campeão da Taça Guanabara pela décima vez, ao vencer a disputa por pênaltis. Tendo sido apontado como mandante da partida, com direito a ter a sua torcida como única no estádio,[62] o Fluminense abriu mão da suposta vantagem e lutou para conseguir liberar a presença da torcida do Flamengo, cogitando até jogar com portões fechados, para manter a tradição carioca das torcidas mistas,[63] com os ingressos só tendo sido liberados no dia anterior a partida por conta da luta jurídica,[64] notadamente contra a ação movida pelo Botafogo, que entrara na justiça para proibir a presença da torcida do Flamengo no estádio.[65]

O Fluminense entrou com a seguinte escalação: Julio Cesar; Lucas, Renato Chaves, Henrique e Leo; Orejuela, Pierre e Sornoza; Wellington, Richarlison e Henrique Dourado. Técnico: Abel.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Fichas técnicas de jogos que deram títulos ao Fluminense.
RSSSF Brasil Copa Rio de 1952 - Fichas técnicas do campeão.
Revista Placar nº 298, de 12 de dezembro de 1975, página 24 (seção: Garoto do placar) - O velho Flu invicto: já uma máquina em 57.
Site CAMPEÕES DO FUTEBOL - Há 50 anos, a grande muralha tricolor e um ataque irresistível, página editada em 7 de julho de 2009 e disponível em 18 de março de 2017.
Revista Placar nº 39, de 11 de dezembro de 1970, sobre o time do Fluminense após o fim da Primeira Fase da Taça de Prata de 1970.
Site IMORTAIS DO FUTEBOL - Esquadrão Imortal - Fluminense 1975-1976, página editada em 20 de março de 2012 e disponível em 23 de julho de 2017.
Site IMORTAIS DO FUTEBOL - Esquadrão Imortal - Fluminense 1983-1985, página editada em 6 de agosto de 2012 e disponível em 23 de julho de 2017.
Site IMORTAIS DO FUTEBOL - Esquadrão Imortal - Fluminense 2007-2012, página editada em 13 de julho de 2017 e disponível em 23 de julho de 2017.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Fluminense - Jogos Inesquecíveis, por Dhaniel Cohen, Heitor D'Alincourt, João Boltshauser e Carlos Santoro (2015)
Guerreiros lance a lance, por Dhaniel Cohen, Heitor D’Alincourt, João Boltshauser e Carlos Santoro (2013)
20 Jogos eternos do Fluminense, por Roberto Sander (2013)
1995: O Campeão do Centenário, por Paulo-Roberto Andel (2013)
Crônicas do Tetra, por Gustavo Albuquerque (2013)
Fluminense tetracampeão – O livro oficial da conquista, por Dhaniel Cohen, Heitor D’Alincourt, João Boltshauser e Carlos Santoro (2013)
Fluzão é Tetra - A saga dos quatro títulos inesquecíveis, por João Marcelo Garcez (2012)
Duas vezes no céu - os campeões do Rio e do Brasil, por Paulo-Roberto Andel (2012)
Guerreiros desde 1902 - 110 jogos inesquecíveis, por Dhaniel Cohen, Carlos Santoro, Heitor D' Alincourt e João Boltshauser (2012)
A verdadeira Máquina Tricolor: A história do time que ganhou o Campeonato Brasileiro de 1984 e o tricampeonato carioca de 1983-84-85, por Sergio Trigo (2011)
Carioca de 1971: A verdadeira história da vitória do Fluminense sobre a Selefogo Alvinegra, por Eduardo Coelho (2011)
Do suave milagre à odisséia do Tri – A Espetacular Saga de um Time de Guerreiros, por João Marcelo Garcez (2011)
Taça de Prata de 1970: O Campeonato Brasileiro mais difícil de todos os tempos, conquistado pelo Fluminense, por Roberto Sander (2010)
Sou do clube tantas vezes campeão, por Eduardo de Ávila (2009)
Libertadores 2008 - O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo, por João Marcelo Garcez (2009)
O Maquinista: Francisco Horta e sua inesquecível Máquina Tricolor, por Marcos Eduardo Neves (2009)
Epopeia Tricolor - A Conquista do Brasil e a Volta à América, por João Marcelo Garcez (2008)
12º Passageiro - O diário de bordo de um assessor de imprensa, por Alexandre Bittencourt (2008)
O Berro impresso nas manchetes, crônicas de Nelson Rodrigues (2007)
Fluminense - As Conquistas Imemoriais, por Antônio Carlos Teixeira Rocha (2006)
Clássico Vovô, por Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida (2006)
30 Conquistas Inesquecíveis, coordenação de Ailton Dias e Eduardo Quadros (2005)
Fluminense A breve e gloriosa história de uma máquina de jogar bola, por Nélson Motta (2004)
Fluminense Football Club História, Conquistas e Glórias no Futebol, por Antônio Carlos Napoleão (2003)
Fluminense: 100 anos de futebol, por Antônio Carlos Teixeira Rocha (2001)
Fla-Flu- O jogo do Século, por Clóvis Martins e Roberto Assaf (1999)
Tantas vezes campeão - De Oscar Cox à Vanguarda Tricolor, por Alfredo Claussen (1998)
Fla-Flu… e as multidões despertaram, crônicas de Nelson Rodrigues e Mário Filho (1987)

Referências

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Clássicos do Fluminense
Fluminense na Copa Libertadores
Fla-Flu, o Clássico das Multidões
Clássico dos Gigantes
Clássico Vovô
Fluminense versus America
Fluminense versus Bangu
Confrontos entre Fluminense e Corinthians no futebol
Confrontos entre Fluminense e Palmeiras no futebol
Confrontos entre Fluminense e Santos no futebol
Confrontos entre Fluminense e São Paulo no futebol
Confrontos entre Fluminense e Atlético Mineiro no futebol
Confrontos entre Fluminense e Cruzeiro no futebol
Confrontos entre Fluminense e Grêmio no futebol
Confrontos entre Fluminense e Internacional no futebol
Confrontos entre Fluminense e Bahia no futebol
Confrontos entre Fluminense e Boca Juniors no futebol