Anarquismo especifista

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Anarquismo especifista é uma forma de anarquismo organizado que defende a criação de grupos orgânicos que diferencia-se das demais correntes libertárias por seu caráter estratégico de inserção social e político. O especifismo emergiu do resultado das experiências anarquistas na América do Sul, mais precisamente no Uruguai, através da FAU, (Federación Anarquista Uruguaya), fundada em 1956 por anarquistas que viram a necessidade da retomada do vetor social enquanto organização atuando especificamente dentro dos movimentos sociais.

Dos princípios internos da organização:

A FAU se desenvolvera, fundamentalmente ancorada na tradição revolucionária de Bakunin e nas posições organicistas que teve Errico Malatesta, de onde se extraiu a base teórico doutrinária da concepção anarquista especifista.[2]

Organizações que defendem o Especifismo[editar | editar código-fonte]

Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) - da qual as seguintes organizações fazem parte:

Outras organizações especifistas: a Federação Anarquista Cabocla (FACA), Vermelho e Negro - BA,Coletivo Anarquista Ademir Fernando/CAAF - Cachoeira - BA, Coletivo Mineiro Popular Anarquista (COMPA), Columna Libertaria Joaquin Penina de Rosario, Argentina, Columna Libertaria Errico Malatesta de Buenos Aires da Argentina, Red Libertaria - Buenos Aires, Argentina (RLBA).

Referências

  1. NEFAC (2006) "Especifismo: A Práxis Anarquista dos Movimentos de Construção Popular e Organização Revolucionária na América do Sul".
  2. Federação Anarquista Gaúcha. Anarquismo e Organização Específica, Cadernos de Formação.


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