Abdullah Öcalan
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Abdullah Öcalan (4 de abril de 1949, Ömerli/ Província de Şanlıurfa) foi um líder independentista curdo, chefe do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK, Partiya Karkêren Kurdistan) desde a sua fundação, em 1988, até a sua mudança de nome, em 2002. Ele é denominado Serok (líder) pelos seus partidários.
Após ter sido capturado no Quênia durante uma operação levada a cabo conjuntamente pelos serviços secretos turcos (MIT), estado-unidenses (CIA) e israelenses (Mossad)[carece de fontes], em 15 de fevereiro de 1999, foi condenado à morte em 29 de junho de 1999 por suas atividades separatistas armadas, consideradas como terroristas, principalmente pela Turquia, os EUA e a União Européia[1][2]. A pena de morte foi comutada em prisão perpétua em 2002, quando a Turquia declara abolida a pena de morte. Desde então, ele é prisioneiro na ilha-prisão de Imrali.
Referências
- ↑ Foreign Terrorist Organizations List. United States Department of State. Página visitada em 2007-08-03. - USSD Foreign Terrorist Organization
- ↑ Council Decision. Conselho da União Européia. Página visitada em 2007-08-14.
[editar] Ligações externas
- (tr) Sítio oficial de Abdullah Öcalan (seus livros em diversas línguas]
- (fr) Infos do Curdistão
- (en) Liberdade para Öcalan
- Sítio oficial do PKK (em curdo)
- (en) Reportagem especial da BBC NEWS: O caso Ocalan 26 de novembro de 1999
- (en) ROJ, canal de TV por satélite curdo e jornal com campanhas para a liberação de Öcalan.
- (en) "Quem é Abdullah Ocalan?", por Michael Radu
- (en) Tradução da sua defesa durante o julgamento de 1999

