Elke Maravilha
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| Elke Maravilha | |
| Elke Maravilha | |
| Nascimento | 22 de fevereiro de 1945 São Petersburgo, RUS |
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| Nacionalidade | |
| Ocupação | atriz |
Elke Maravilha, nome artístico de Elke Giorgierena Grunnupp Evremides (Leningrado, atual São Petersburgo, 22 de fevereiro de 1945), é uma manequim, modelo e atriz nascida na Rússia naturalizada como alemã.
Elke chegou ao Brasil com seis anos de idade e foi morar em Itabira, MG. Começou a carreira de modelo e manequim aos 24 anos com Guilherme Guimarães, tendo trabalhado para grandes estilistas, considerada como inovadora nas passarelas. Elke é professora, tradutora e intérprete de línguas estrangeiras, incluindo o latim. Foi bancária, secretária trilíngüe e bibliotecária. Foi também a mais jovem professora de francês da Aliança Francesa e de inglês na União Cultural Brasil – Estados Unidos. Fala nove idiomas: o russo, o português, o alemão, o italiano, o espanhol, o francês, o inglês, o grego e o latim. Seu desempenho como a dona de um bordel na minissérie Memórias de um Gigolô foi tão arrebatador que foi convidada a ser madrinha da Associação das Prostitutas do Rio de Janeiro.
Índice |
[editar] Biografia
Filha de um russo e de uma alemã, Elke nasceu na Rússia. Seus pais foram perseguidos por Stalin e resolveram emigrar para o Brasil quando tinha seis anos de idade. Instalaram-se em Itabira e depois Jaguaraçu, Minas Gerais. Elke foi naturalizada brasileira, mas perdeu sua cidadania após se manifestar contra a ditadura militar, tornando-se apátrida.[1] Anos depois, requereu a cidadania alemã, a única que possui atualmente.[2]
[editar] Carreira
Muito alta, começou sua carreira como manequim e modelo. Nos desfiles conheceu a estilista Zuzu Angel e ficaram amigas. No filme Zuzu Angel que estreou em 2006, Elke foi interpretada por Luana Piovani. Ela ainda aparece em participação especial cantando num cabaré a música alemã 'In den kasernen', da cantora e atriz Marlene Dietrich. O filme aborda a amizade de Elke com Zuzu, e conta o episódio de sua rápida prisão por desacato durante o regime militar brasileiro, fato que fez Elke perder sua nacionalidade brasileira.
Elke Maravilha tornou-se popular na TV brasileira nos anos 70 e 80, aparecendo como jurada de programas de calouros cantores do Chacrinha e de Silvio Santos. Nesses programas sempre usava perucas e roupas chamativas e buscava passar mensagens positivas para os espectadores.
[editar] Trabalhos na TV
- 2009 - Caminho das Índias - Ela mesma
- 2007 - Luz do Sol - Urânia Szakaly
- 2004 - Da Cor do Pecado - Jurada do Concurso de Maquiagem
- 2004 - Celebridade - Ela mesma
- 1986 - Memórias de um Gigolô - Madame Yara
- 1998 - Pecado Capital - Ela mesma
- 1973 - A Volta de Beto Rockfeller - Sofia
- 1979 - Milagre - O Poder da Fé - Ela mesma
[editar] No cinema
- 2007 - Elke no país das Maravilhas - Solange Maia
- 2007 - Elke - Julia Rezende
- 2006 - Zuzu Angel - Lieselotte
- 1999 - Xuxa Requebra - Iara Macedo
- 1988 - Wiezien Rio - Frank
- 1987 - Tanga: Deu no New York Times
- 1987 - Romance
- 1987 - No Rio Vale Tudo
- 1980 - Pixote, a Lei do Mais Fraco - Débora
- 1979 - O Milagre
- 1978 - A Noiva da Cidade
- 1978 - Elke Maravilha Contra o Homem Atômico - Elke Maravilha
- 1977 - A Força do Xangô
- 1977 - Pastores da Noite
- 1977 - Tenda dos Milagres
- 1976 - Xica da Silva - Hortência
- 1974 - Gente que Transa - Esmeralda
- 1973 - O Rei do Baralho
- 1972 - Quando o Carnaval Chegar
- 1972 - Os Machões
- 1971 - Barão Otelo no Barato dos Milhões - Ela mesma
- 1970 - Salário Mínimo - Modelo
[editar] No teatro
- Elke – do Sagrado ao Profano
- Viva o Cordão Encarnado
- O Castelo das Sete Torres
- Rio de Cabo a Rabo
- Eu Gosto de Mamãe
- Carlota Joaquina
- A Rainha Morta
- O Homem e o Cavalo
- Orfeu da Conceição
- O Lobo da Madrugada
- Carlota Joaquina
Referências
[editar] Ligações externas
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