Marcello Alencar
| Marcello Alencar | |
|---|---|
| 57.º Governador do Rio de Janeiro |
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| Mandato | de 1 de janeiro de 1995 a 1 de janeiro de 1999 |
| Antecessor(a) | Nilo Batista |
| Sucessor(a) | Anthony Garotinho |
| Prefeito do Rio de Janeiro |
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| Mandato | 1.º - 5 de dezembro de 1983 até 1 de janeiro de 1986 2.º - 1 de janeiro de 1989 até 1 de janeiro de 1993 |
| Antecessor(a) | Jamil Haddad (1.º) Saturnino Braga (2.º) |
| Sucessor(a) | Saturnino Braga (1.º) César Maia (2.º) |
| Vida | |
| Nascimento | 23 de agosto de 1925 (86 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Partido | PSDB |
| Profissão | Advogado |
Marcello Nunes de Alencar (Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1925) é um político e advogado brasileiro.
[editar] Biografia
Foi suplente do senador Mário Martins pelo extinto estado da Guanabara, prefeito da cidade do Rio de Janeiro por duas vezes pelo PDT e posteriormente governador do estado do Rio de Janeiro pelo PSDB.
Como advogado, defendeu presos políticos durante o Regime Militar de 1964. Presidiu o extinto BANERJ no início do primeiro governo de Leonel Brizola que o nomeou para ocupar a chefia municipal (na época os prefeitos das capitais eram indicados pelo governador). Em janeiro de 1986 passou o cargo para Saturnino Braga. Ainda em 1986 concorreu ao Senado Federal, perdendo para Nelson Carneiro e Afonso Arinos.
Retornou à prefeitura em 1989, ao ser eleito nas eleições municipais de 1988. Em sua segunda gestão recuperou as finanças da prefeitura, que teve a falência decretada por seu antecessor. Reformou praças, vias públicas, escolas e hospitais e implementou o Rio-Orla, projeto urbanístico que consistiu na remodelação dos calçadões das avenidas litorâneas com a implantação de ciclovias. Por não conseguir indicar o seu aliado Luis Paulo Corrêa da Rocha como candidato do PDT a sua sucessão, deixou o partido e entrou em choque com Brizola.
Em 1993 se filiou ao PSDB junto com o seu grupo político. Pela legenda tucana venceu o pleito estadual de 1994, derrotando Anthony Garotinho. Como governador fez a Via Light, expandiu as linhas 1 e 2 do metrô, levando-o para Copacabana e Pavuna e privatizou uma série de empresas estatais como a CERJ (Companhia de Eletricidade do Estado do Rio de Janeiro), BANERJ (Banco do Estado do Rio de Janeiro), CODERTE, ´TELERJ, CEG (Companhia Estadual de Gás) e o próprio Metrô. Deixou o governo estadual em janeiro de 1999. Em 2002 sofreu um AVC que lhe deixou pequenas sequelas. Segue no comando do PSDB fluminense.
| Precedido por Jamil Haddad |
Prefeito do Rio de Janeiro 1983 — 1986 |
Sucedido por Saturnino Braga |
| Precedido por Jó Antônio Rezende |
Prefeito do Rio de Janeiro 1989 — 1993 |
Sucedido por César Maia |
| Precedido por Nilo Batista |
Governador do Rio de Janeiro 1995 — 1999 |
Sucedido por Anthony Garotinho |