Piatã (Salvador)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita uma ou mais fontes fiáveis e independentes, mas ela(s) não cobre(m) todo o texto (desde abril de 2012).
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes e inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, conforme o livro de estilo.
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Piatã
—  Bairro do Brasil  —
Condomínio Veredas Piatã visto da Avenida Orlando Gomes.
Condomínio Veredas Piatã visto da Avenida Orlando Gomes.
Unidade federativa  Bahia
Município Bandeira de Salvador.svg Salvador
Limites Itapuã, Patamares e Bairro da Paz
Fonte: Não disponível

Piatã é um bairro da cidade de Salvador, na Bahia, no Brasil. É cortado ao meio pela Avenida Orlando Gomes e tem limite na praia de Piatã.[1]

Nesse bairro, há vários condomínios fechados de classe média-alta e alta: entre eles, estão o CasaBlanca, Costa Verde, Veredas Piatã, Vila Tropical, Horto Ville Piatã e Solaris. Nele, também está localizado o Costa Verde Tenis Clube, um clube do Banco do Brasil-Associação dos Aposentados do Banco do Brasil, uma escola pública e uma faculdade e escola média-técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial/Cimatec. Também teremos futuramente o Reserva de Piatã: um microbairro dentro do próprio bairro, extremamente luxuoso e sustentável. Todos esses possuem, como principais acessos, a Avenida Orlando Gomes e a orla, um trecho da Avenida Octávio Mangabeira. Existem, também, um pequeno centro comercial, uma delegacia da Polícia Civil do Estado da Bahia e um curso de inglês.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Piatã" é um nome com origem na língua tupi: significa "pé duro", através da junção dos termos py (pé) e atã (duro)[2] [3] .

História[editar | editar código-fonte]

No período colonial, grande parte da orla entre Amaralina e Itapuã era chamada de São Tomé e era praticamente inabitada.

Anos atrás, Herbert Rocha Vaz instalou, na região, sua fábrica de óleo, que foi batizada de Olerífera Piatã por Frederico Edelweiss, empresário e estudioso de povos tupis. O nome do bairro significa "persistente".[4]

Referências

  1. Bairros de Salvador
  2. NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. 2005. 463 p.
  3. FRANÇA, I. VisitePiatã.com. Disponível em http://visitepiata.webnode.com.br/cidade/historia/. Acesso em 14 de junho de 2013.
  4. http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/vivendo-polo.php?cod_area=5&cod_polo=56

Ligações externas[editar | editar código-fonte]